Pastoral da Saúde

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Hoje, o Diretor Nacional da Pastoral da Saúde, está de  Parabéns pelas duas décadas de dedicação, fé e serviço ao próxim...
16/07/2026

Hoje, o Diretor Nacional da Pastoral da Saúde, está de Parabéns pelas duas décadas de dedicação, fé e serviço ao próximo!
20 anos de ordenação marcam um "sim" contínuo e transformador.
Que esta data tão abençoada seja celebrada com muita alegria, paz e gratidão.
Parabéns, Pe. José Pinheiro!
Obrigada 🙏🏻

A Comissão Nacional da Pastoral da Saúde, recebeu com enorme  tristeza a notícia da partida do Pe. Fernando Pascoal para...
15/07/2026

A Comissão Nacional da Pastoral da Saúde, recebeu com enorme tristeza a notícia da partida do Pe. Fernando Pascoal para a casa do Pai.
Agradece e reconhece o seu trabalho e dedicação enquanto Coordenador Diocesano da Pastoral da Saúde, em Coimbra.

PÁSCOA DO PADRE FERNANDO PASCOAL

É com imensa tristeza, mas com espírito de fé e de confiança em Deus, que recebemos a notícia da partida do P. Fernando Pascoal, para a casa do Pai.

Atualmente capelão do Carmelo, assistente espiritual e coordenador da capelania da ULS de Coimbra, o P. Fernando foi também pároco de Santa Cruz de Coimbra, entre 2002 e 2007, onde se destacou no acompanhamento espiritual das muitas pessoas que a esta igreja acorriam.

A notícia inesperada e prematura da sua partida, deixa-nos um sentimento de tristeza pela sua ausência, mas também de imensa gratidão por tudo o que fez na nossa Diocese de Coimbra, nas nossas comunidades e pela forma como, no acompanhamento pessoal, foi tocando tantas vidas, que ajudou a crescer na fé e no seguimento de Cristo.

Pedimos que o nosso Deus o acolha no seu Reino de luz e de paz, que lhe mostre o seu rosto de amor e misericórdia e que o faça participante da Sua vida divina.

Pedimos ainda, ao Senhor da Messe, que envie muitos e santos pastores para conduzir a Igreja ao encontro com Cristo Vivo e Ressuscitado.

JORNADAS DA PASTORAL DA SAÚDE DADIOCESE DA GUARDA
06/06/2026

JORNADAS DA PASTORAL DA SAÚDE DA
DIOCESE DA GUARDA

A ACONTECER NA DIOCESE DA GUARDA6 de junho, sábado, Casa de Saúde Bento MenniDr. João Reis Pereira e Dra. Juventina Reis...
19/05/2026

A ACONTECER NA DIOCESE DA GUARDA

6 de junho, sábado, Casa de Saúde Bento Menni

Dr. João Reis Pereira e Dra. Juventina Reis Pereira
Coordenadores Diocesanos da Pastoral da Saúde da Diocese da Guarda

19/05/2026
Celebra-se hoje o Dia Internacional do Enfermeiro, assinalando o nascimento de Florence Nightingale.  O Conselho Interna...
12/05/2026

Celebra-se hoje o Dia Internacional do Enfermeiro, assinalando o nascimento de Florence Nightingale. O Conselho Internacional de Enfermeiros (ICN) definiu como tema para 2026 “Enfermeiros empoderados salvam vidas”. Pretende-se assinalar a centralidade dos enfermeiros na construção de sistemas de saúde mais focados nas pessoas, nas suas necessidades e no bem comum. O empoderamento dos enfermeiros é uma condição para garantir equidade no acesso à saúde, qualidade dos cuidados e respostas de saúde mais próximas.

Aos enfermeiros portugueses faltam condições de trabalho seguras, reconhecimento, autonomia profissional e oportunidades para exercerem as competências que detêm, de forma a garantir respostas mais eficazes às necessidades das pessoas, das famílias e das comunidades de quem cuidam.

Os enfermeiros são centrais na construção de sistemas de saúde mais justos e orientados para o bem comum. São, muitas vezes, o primeiro e, por vezes, o único ponto de contacto das pessoas com o sistema de saúde. O seu olhar abrangente permite identificar necessidades e adaptar intervenções, proporcionando respostas mais justas e inclusivas que traduzem, na prática, o direito a cuidados de saúde.

O enfermeiro vai ao encontro das pessoas valorizando-as, atende à sua singularidade, procurando na sua ação atuar com equidade e compaixão, ciente da sua responsabilidade moral nas decisões que toma. Ao promover a saúde, ao salvar vidas, ao cuidar da vida desde o início até ao fim, os enfermeiros não só promovem famílias e comunidades mais saudáveis e resilientes como constroem “sentido” com as pessoas de quem cuidam.

Num tempo de indiferença, de exclusão, de repúdio da diferença, do apagamento e do desrespeito pelo outro, os enfermeiros cuidam de todos, independentemente da sua nacionalidade, condição social, cultural ou religiosa. Cuidam dos mais frágeis, dos migrantes, dos idosos, dos feridos, dos doentes, das crianças, dos moribundos, e sustentam o silêncio, a dor e a angústia com reverência.

Cito José Tolentino de Mendonça: o cuidado a grande experiência humanizadora, o lugar do mundo onde mais aprendemos, o grande espaço de sabedoria autêntica. Sem a cultura do cuidado não haverá futuro e tudo representará sempre mais um beco sem saída. (Expresso,2021) Não podemos deixar de reconhecer que o cuidado é um ato profundamente humano e consegue transformar vidas e instituições.

A misericórdia, compaixão, solidariedade, esperança, respeito incondicional pela pessoa, competência técnico-científica e relacional, são valores que acompanham os enfermeiros e são pilares da sua ação. Não deixamos de lembrar aqui o exemplo de várias Ordens Religiosas de enfermeiras e enfermeiros, que privilegiavam no seu cuidado os mais vulneráveis, os mais pobres, os mais sós, os marginalizados, os migrantes, os moribundos, os abandonados, as pessoas deficientes, denunciando injustiças, favorecendo a integração, exigindo melhores condições para aqueles de quem cuidavam/cuidam, promovendo o direito à saúde como expressão concreta do bem. Concretizando enfim, a parábola do Bom Samaritano.

Num contexto de elevada pressão física e desgaste emocional, e muitas vezes organizacional, os enfermeiros precisam também de alimentar a sua resiliência e esperança, protegendo a sua dimensão espiritual.

Os sistemas de saúde não se sustentam apenas de tecnologias ou de inovações terapêuticas, mas de valores, e os enfermeiros, integrando técnica, evidência científica e serviço, testemunham que é possível todos os dias contribuir para o bem comum através do cuidado ético, que restaura a esperança, defendendo a dignidade humana e servindo a vida.

No atual contexto marcado pelas acentuadas desigualdades, pelo envelhecimento da população, pelo individualismo crescente, pelas fragilidades dos serviços de saúde, pela desinformação, migrações, guerras, crises económicas e despersonalização do sofrimento, empoderar os enfermeiros para a defesa dos valores da profissão e do cuidado é fundamental, pois é necessário, e urgente, contrariar a desumanização, promover a proximidade, a confiança e a responsabilidade mútua.

A neutralidade face à injustiça e ao avanço da despersonalização do outro mais frágil é incompatível com o cuidar, por isso acreditamos que os enfermeiros vão continuar empoderados na defesa da dignidade humana, da vida e da centralidade do cuidado como construtor de um mundo onde Deus se faz presente na bondade dos que cuidam.

Profª Doutora Enf. Ana Paula Gato

12/05/2026

Publicações: Capelão do IPO Lisboa apresenta livro «Da Fragilidade à Esperança» Lisboa, 11 mai 2026 (Ecclesia) – O padre Manuel Custódio Langane, capelão do IPO Lisboa e mestre em Cuidados Paliativos, apresenta, dia 12 de maio, a sua primeira obra, intitulada “Da Fragilidade à Esperan....

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