Grupo de Amigos do Mosteiro de Tibães

Grupo de Amigos do Mosteiro de Tibães O Grupo de Amigos do Mosteiro de Tibães nasceu com o espírito de contribuir activamente para a salvaguarda, dinamização e divulgação do Mosteiro de Tibães.

O Grupo de Amigos do Mosteiro de Tibães nasceu com o espírito de contribuir activamente para “a salvaguarda, valorização, dinamização e divulgação do Mosteiro de Tibães”, é este o objectivo primeiro que prossegue um grupo de cidadãos profundamente ligados a todo o processo que se iniciou com a compra do referido mosteiro pelo Estado português e se desenvolveu com o exemplar programa de recuperação

, revitalização e estudo do espaço monástico em todas as suas vertentes. Para concretizar tal projecto, este Grupo de Amigos do Mosteiro de Tibães, entende que é necessário promover uma estreita relação com a região onde está inserido e envolver a comunidade no apoio ao mosteiro, ajudando a resolver os problemas com que se debate para o prosseguimento da sua missão em tempos que se adivinham difíceis. O GAMT procurará ainda colaborar na localização e inventariação do espólio monástico disperso ou mesmo perdido, pois entende que só assim se poderão preencher muitas das lacunas ainda existentes relativas à história do cenóbio beneditino e do seu património artístico. Como associação que é está aberta à adesão de todos quantos estejam empenhados em preservar activa e afectivamente a memória, a presença e o sortilégio do Mosteiro de Tibães. Para aderir a este projecto e desse modo contribuir para alcançar os objectivos propostos pelo GAMT, faça-se Amigo do Mosteiro, tem apenas de preencher e remeter a Ficha de Sócio para:

(Ficha)
https://drive.google.com/open?id=0B_H_h8boD45kdHpETzFSX1M5Rkk

GAMT - Grupo de Amigos do Mosteiro de Tibães
Morada:
Rua do Mosteiro, nº 59
4700-565 Mire de Tibães
ou
Email:
[email protected]

O valor da quota anual para sócio efetivo é de € 30.00, ou de €15.00 se for jovem; a de sócio benemérito, tem um valor mínimo de €60.00, mas pode ser estabelecida pelo próprio associado. O pagamento da quota poderá ser feita por transferência bancária para a conta do GAMT, na CGD, com o NIB 003506680001854913055 ou por cheque passado ao GAMT, enviado para a morada acima.

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Órgãos Sociais para o triénio 2024/2027
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Conselho Diretor:

Presidente - Aida Maria Reis da Mata, sócia número um;
Secretário - geral - Florêncio Manuel Matos Gonçalves, sócio número dois;
Tesoureiro - José Rodrigues da Silva, sócio número treze;
Vogal - Ana Cláudia Vieira Lopes Fernandes – sócia número sessenta e quatro;
Vogal - Maria Teresa Pitta de Lacerda-Arôso, sócia número setenta e oito;
Suplente - Eduardo Pires de Oliveira, sócio número oito.
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Assembleia Geral:

Presidente - João Fernandes Gomes da Costa e Cunha - sócio número noventa e nove;
Vice-presidente - Henrique Manuel Barreto Nunes – sócio número três;
Secretária - Marisa Mónia Henriques Pacheco – sócia número sessenta e nove;
Suplente - António Mário Lourenço da Fonseca Almeida - sócio número noventa e oito.
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Conselho Fiscal:

Presidente - Paula Alexandra Fernandes da Silva Baptista - sócia número quarenta e um;
Vogal - Nuno Miguel Ramôa Teixeira - sócio número cento e sete;
Vogal - Domingos Fernandes Dias Araújo - sócio número setenta e três;
Suplente - José Carlos Moreira da Costa Faria - sócio número dez.
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𝐏𝐞𝐫𝐜𝐮𝐫𝐬𝐨 𝐁𝐞𝐧𝐞𝐝𝐢𝐭𝐢𝐧𝐨 𝐧º 𝟒𝟑 - 𝐁𝐫𝐚𝐠𝐚𝐧𝐜̧𝐚 - 𝐌𝐨𝐬𝐭𝐞𝐢𝐫𝐨 𝐝𝐞 𝐂𝐚𝐬𝐭𝐫𝐨 𝐝𝐞 𝐀𝐯𝐞𝐥𝐚̃𝐬, 𝐈𝐠𝐫𝐞𝐣𝐚/𝐌𝐨𝐬𝐭𝐞𝐢𝐫𝐨 𝐝𝐞 𝐒. 𝐁𝐞𝐧𝐭𝐨, 𝐂𝐞𝐧𝐭𝐫𝐨 𝐝𝐞 𝐀𝐫𝐭𝐞 𝐂𝐨𝐧𝐭𝐞...
12/03/2026

𝐏𝐞𝐫𝐜𝐮𝐫𝐬𝐨 𝐁𝐞𝐧𝐞𝐝𝐢𝐭𝐢𝐧𝐨 𝐧º 𝟒𝟑 - 𝐁𝐫𝐚𝐠𝐚𝐧𝐜̧𝐚 - 𝐌𝐨𝐬𝐭𝐞𝐢𝐫𝐨 𝐝𝐞 𝐂𝐚𝐬𝐭𝐫𝐨 𝐝𝐞 𝐀𝐯𝐞𝐥𝐚̃𝐬, 𝐈𝐠𝐫𝐞𝐣𝐚/𝐌𝐨𝐬𝐭𝐞𝐢𝐫𝐨 𝐝𝐞 𝐒. 𝐁𝐞𝐧𝐭𝐨, 𝐂𝐞𝐧𝐭𝐫𝐨 𝐝𝐞 𝐀𝐫𝐭𝐞 𝐂𝐨𝐧𝐭𝐞𝐦𝐩𝐨𝐫𝐚̂𝐧𝐞𝐚 𝐆𝐫𝐚𝐜̧𝐚 𝐌𝐨𝐫𝐚𝐢𝐬 𝐞 𝐌𝐮𝐬𝐞𝐮 𝐝𝐨 𝐀𝐛𝐚𝐝𝐞 𝐝𝐞 𝐁𝐚𝐜̧𝐚𝐥
𝐒𝐚́𝐛𝐚𝐝𝐨 | 𝟐𝟏-𝐌𝐚𝐫-𝟐𝟎𝟐𝟔

Voltamos ao vosso contacto para informar que no próximo dia 𝟐𝟏 𝐝𝐞 𝐦𝐚𝐫𝐜̧𝐨, dia do Trânsito de São Bento, realizaremos o nosso 43º Percurso Beneditino à cidade de Bragança e ao seu notável património: Mosteiro de Castro de Avelãs; Igreja de S. Bento/Mosteiro de S. Bento; Centro de Arte Contemporânea Graça Morais e Museu do Abade de Baçal.

Ao longo dos anos, muitos foram os espaços beneditinos visitados, muitas foram as memórias recolhidas, muito foi o conhecimento adquirido.
Mas nunca demandámos terras de Bragança, cuja diocese tem como padroeiro São Bento. A escolha desta veneração decorre, naturalmente, do papel histórico dos monges beneditinos para o desenvolvimento da urbe brigantina e de toda a região norte do actual distrito de Bragança.
A presença beneditina neste território remonta ao século XII, quando, reedificando um cenóbio primitivo, fundaram o 𝐦𝐨𝐬𝐭𝐞𝐢𝐫𝐨 𝐝𝐞 𝐒. 𝐒𝐚𝐥𝐯𝐚𝐝𝐨𝐫 𝐝𝐞 𝐂𝐚𝐬𝐭𝐫𝐨 𝐝𝐞 𝐀𝐯𝐞𝐥𝐚̃𝐬, num lugar vulgarmente conhecido por Torre Velha, no cabeço de Castro de Avelãs, um lugar com permanência humana correspondente ao período proto-histórico, onde viveram os Zoelas, um povo de origem pré-romana que deixou fortes marcas na região.
Em crescendo de importância ao longo de toda a Baixa Idade Média, a que não é estranha a sua localização muito perto da via romana que ligava Bracara Augusta a Asturica Augusta e de um caminho de peregrinação a Santiago de Compostela, este mosteiro beneditino, dispondo de um imenso património, chegando a ser a mais rica instituição monástica de Trás-os-Montes, com terras espalhadas pelos atuais com concelhos de Bragança, Vinhais e Macedo de Cavaleiros, encontra-se documentado pelo menos desde 1145, num diploma que foi apresentado pelo abade beneditino aos inquiridores de D. Afonso III.
Tratava-se de mosteiro com uma igreja erguida em tijolo, na tradição do românico mudéjar do País Leonês, com paralelos na zona de Zamora, Toro, Salamanca, Sahagún e na parte ocidental da província de Valladolid, e mesmo dentro da cidade de Bragança. Tal como acontece usualmente nesta arquitetura românica que usa o tijolo como material construtivo, a decoração de Castro de Avelãs é dominada, exteriormente, por um extremo geometrismo onde imperam as arcadas cegas de duplo arco, reentrantes, que se organizam em três registos, rematados, junto do lacrimal, por um friso de dentes-de-serra, um dos elementos decorativos mais comuns neste tipo de construções. Sobre a Igreja, o beneditino Frei Leão de S. Tomás, escrevia na sua Beneditina Lusitana, impressa em 1644, que a igreja medieval era “... hua igreja muy fermosa de tres naves & mayor que a de qualquer Sé..." e que “...as naves colateraes se derrubarão quando as rendas delle se aplicarão ao Cabido de Miranda...".
Sobre esta informação convém esclarecer que o mosteiro de S. Salvador de Castro de Avelãs foi extinto em 1545 pela Bula Pro Excellenti Apostolicae Sedis, do Papa Paulo III, o mesmo diploma que instituiu a Diocese de Miranda, na qual ficaram desde logo anexadas as rendas de Castro de Avelãs.
Em seu lugar foi erguida uma igreja paroquial de proporções mais modestas, que reduziu o plano da igreja românica, ocupou parte da nave central e continuou a utilizar a capela-mor com funções sacras. O absidíolo Norte foi aproveitado para Sacristia, o que permitiu a sua conservação em bom estado até aos nossos dias. Menos sorte teve o absidíolo do lado Sul, que ficou ao ar livre, tal como ainda hoje acontece, e que por isso entrou em progressiva degradação.

O conjunto está classificado como Monumento Nacional desde 1910, e o seu atual aspeto resulta de uma grande intervenção da D.G.E.M.N., realizada entre 1928 e 1950, que apresenta uma igreja de planta composta com nave única, rebocada e pintada, cabeceira tripardina e escalonada de abside e absidíolos em românico mudéjar, decoradas com um a três registos de arcaturas de arcos de volta perfeita, separados e rematados por frisos em dentes de serra. No interior, permaneceu a estrutura do antigo púlpito, o retábulo-mor e dois colaterais em estilo barroco nacional.

Mas o nosso tributo à memória beneditina não se esgota em Castro de Avelãs, ele vai estender-se à 𝐈𝐠𝐫𝐞𝐣𝐚 𝐝𝐞 𝐒. 𝐁𝐞𝐧𝐭𝐨 𝐝𝐞 𝐁𝐫𝐚𝐠𝐚𝐧𝐜̧𝐚, um templo edificado em meados do século XVI e parte integrante do convento beneditino feminino de Santa Escolástica. Para além do rico recheio da igreja, composto por uma considerável quantidade de obras de imaginária, talha, azulejo e pintura, o seu legado mais impressionante é uma complexa e requintada pintura de quadratura no teto da nave, em óleo sobre madeira, executado, em 1763, pelo pintor Manuel Caetano Fortuna. Este trabalho, um dos mais sumptuosos exemplos da pintura ilusionista dedicada à hagiografia beneditina em Portugal, apresenta um programa iconográfico em que as quatro virtudes cardeais, alegoricamente ligadas aos quatro continentes, ombreiam com as representações, em ascensão, da Imaculada Conceição, de S. Bernardo, de S. Bento e de Santa Escolástica, culminadas com a figuração da Santíssima Trindade.

E do século XVIII, partimos para a contemporaneidade. Espera-nos o 𝐂𝐞𝐧𝐭𝐫𝐨 𝐝𝐞 𝐀𝐫𝐭𝐞 𝐂𝐨𝐧𝐭𝐞𝐦𝐩𝐨𝐫𝐚̂𝐧𝐞𝐚 𝐆𝐫𝐚𝐜̧𝐚 𝐌𝐨𝐫𝐚𝐢𝐬, um projeto arquitetónico de referência da autoria do arquiteto Souto de Moura, galardoado com o prémio Pritzker em 2011, onde vamos encontrar alguma da vasta obra de Graça Morais, uma das mais ilustres da pintura contemporânea portuguesa centrada, segundo a própria, nas grandes dores do mundo, como a violência e a morte, as injustiças e a indiferença e onde universo feminino transborda como matéria principal do seu traço ao longo de toda a sua vida artística.

E como em Bragança, mais propriamente no 𝐌𝐮𝐬𝐞𝐮 𝐝𝐨 𝐀𝐛𝐚𝐝𝐞 𝐁𝐚𝐜̧𝐚𝐥, está patente, até ao mês de abril, a exposição temporária 𝐎𝐥𝐡𝐚𝐫 𝐏𝐨𝐫𝐭𝐮𝐠𝐚𝐥. 𝐀 𝐩𝐚𝐫𝐭𝐢𝐫 𝐝𝐚𝐬 𝐜𝐨𝐥𝐞𝐜̧𝐨̃𝐞𝐬 𝐝𝐨 𝐌𝐍𝐀𝐀, não podemos perder a oportunidade de, segundo as palavras da entidade Museus e Monumentos de Portugal E.P.E, descobrir, em Bragança, obras fundamentais do património artístico nacional e aprofundar o conhecimento sobre a história e a arte portuguesas através das coleções do MNAA.

𝐎 𝐩𝐫𝐨𝐠𝐫𝐚𝐦𝐚 𝐬𝐞𝐫𝐚́ 𝐨 𝐬𝐞𝐠𝐮𝐢𝐧𝐭𝐞:

→ Hora de partida:
𝟎𝟔.𝟑𝟎 horas - Mosteiro de Tibães;
𝟎𝟔.𝟒𝟓 horas - Estacionamento da Makro, em Lamaçães (junto à Casa de Saúde de Nogueiró)
𝐕𝐢𝐬𝐢𝐭𝐚 𝟏
→ 𝟏𝟎.𝟎𝟎 - Mosteiro de Castro de Avelãs
𝐕𝐢𝐬𝐢𝐭𝐚 𝟐
→ 𝟏𝟏.𝟑𝟎 - Centro de Arte Contemporânea Graça Morais

→ 𝟏𝟑.𝟎𝟎 - Almoço no 𝐫𝐞𝐬𝐭𝐚𝐮𝐫𝐚𝐧𝐭𝐞 𝐏𝐨𝐜̧𝐚𝐬, com o seguinte menu:
Sopa do Dia
Entradas Regionais (Alheira e Cogumelos)
Bacalhau à Transmontana
Ou
Lombinho de Porco Bísaro c/ puré de castanhas, puré de maçã, puré de batata doce e legumes
Sobremesas caseiras, à escolha, e fruta
Café
Bebidas.

𝐕𝐢𝐬𝐢𝐭𝐚 𝟑
→ 𝟏𝟓.𝟎𝟎 - Igreja de S. Bento
𝐕𝐢𝐬𝐢𝐭𝐚 𝟒
→ 𝟏𝟓.𝟒𝟓 - Museu do Abade de Baçal

→ 𝟏𝟕.𝟑𝟎 - Hora prevista de regresso;
→ 𝟐𝟎.𝟑𝟎 - Hora prevista de chegada.

→ O preço da viagem será de 𝟔𝟓 € para sócios do GAMT e de 𝟕𝟎 € para não sócios (inclui transporte, entradas nos espaços, seguro e almoço).

As inscrições deverão ser feitas até ao dia 18 de março. Para isso, precisam de responder ao questionário inserido no
𝐋𝐈𝐍𝐊 𝐝𝐞 𝐢𝐧𝐬𝐜𝐫𝐢𝐜̧𝐚̃𝐨: https://forms.gle/3BghYwXhVzsKUGGu9,
onde encontram o IBAN para a transferência/pagamento. Por favor, enviar comprovativo para [email protected]).

→ 𝐀𝐭𝐞𝐧𝐜̧𝐚̃𝐨: Devem responder a todas as questões do formulário e no final clicar no botão enviar, para obterem uma resposta automática de confirmação no mail que indicarem.

Sejam rápidos a decidir, pois as inscrições são efetuadas por ordem de chegada e estão limitadas a 50 participantes.

Como sempre, esperamos que nos acompanhem em mais um Percurso Beneditino

Conselho diretor do GAMT

26/02/2026

DIA INTERNACIONAL DA MULHER
08-03-2026
15H00

Este ano comemora-se o Ano Internacional da Mulher na Agricultura. Um tributo que tenta promover a igualdade de género e o empoderamento das mulheres no âmbito dos sistemas agroalimentares.
No dia Internacional da Mulher, 8 de março, o Mosteiro de São Martinho de Tibães, em parceria com o Grupo de Amigos do Mosteiro de Tibães (GAMT), vai promover uma palestra sobre as mulheres na agricultura ao longo dos séculos.
Juntem-se a nós, mulheres e homens, para uma partilha de saberes e de sabores.

Programa:
15H00 – Anabela Ramos (PC, IP) - Breve apontamento sobre a presença das mulheres num mosteiro masculino.
15H15 - Leonor Salguinho Ferreira (CHSC-UC) – A terra e o trabalho. O mundo agrícola no feminino (séculos XVIII e XIX)
16h00 - Lanche

O evento tem o custo de 5,00€ por participante, pago no dia do evento.

Inscrição prévia obrigatória até às 16h00 do próximo dia 05 de março (quinta-feira) através dos seguintes contactos:
[email protected]
253 717 900 (chamada para a rede fixa nacional)

21/02/2026

CIDRÃO, UM FRUTO A DESCOBRIR!
PALESTRA E OFICINA
28-02-2026
15H00

Conhece o cidrão? Sabe desde quando é cultivado em Portugal? Sabe para que serve? Alguma vez provou?

Se não sabe e quer saber; se não provou e quer provar…
No dia 28 de fevereiro, pelas 15 horas, vamos conhecer a história deste citrino e provar algumas delícias que se podem fazer com o seu fruto.

Programa:
15H00 - Palestra
16h00- Oficina/Lanche

A atividade é gratuita, mas carece de inscrição prévia obrigatória até às 16h00 do próximo dia 26 de fevereiro (quinta-feira).

Inscrições:
[email protected]
253 717 900 (chamada rede fixa nacional)

Apoio: GAMT (Grupo de Amigos do Mosteiro de Tibães)

𝐀𝐨 𝐄𝐧𝐜𝐨𝐧𝐭𝐫𝐨 𝐝𝐞 𝐏𝐚𝐭𝐫𝐢𝐦𝐨́𝐧𝐢𝐨𝐬 - 𝐄𝐯𝐨𝐜𝐚𝐧𝐝𝐨 𝐋𝐞𝐠𝐚𝐝𝐨𝐬 - 𝐌𝐨𝐬𝐭𝐞𝐢𝐫𝐨 𝐝𝐞 𝐒𝐚𝐧𝐭𝐚 𝐌𝐚𝐫𝐢𝐚 𝐝𝐞 𝐀𝐫𝐨𝐮𝐜𝐚 𝐞 𝐌𝐮𝐬𝐞𝐮 𝐒𝐚𝐧𝐭𝐚 𝐌𝐚𝐫𝐢𝐚 𝐝𝐞 𝐋𝐚𝐦𝐚𝐬𝐒𝐚́𝐛𝐚𝐝𝐨 |...
12/02/2026

𝐀𝐨 𝐄𝐧𝐜𝐨𝐧𝐭𝐫𝐨 𝐝𝐞 𝐏𝐚𝐭𝐫𝐢𝐦𝐨́𝐧𝐢𝐨𝐬 - 𝐄𝐯𝐨𝐜𝐚𝐧𝐝𝐨 𝐋𝐞𝐠𝐚𝐝𝐨𝐬 - 𝐌𝐨𝐬𝐭𝐞𝐢𝐫𝐨 𝐝𝐞 𝐒𝐚𝐧𝐭𝐚 𝐌𝐚𝐫𝐢𝐚 𝐝𝐞 𝐀𝐫𝐨𝐮𝐜𝐚 𝐞 𝐌𝐮𝐬𝐞𝐮 𝐒𝐚𝐧𝐭𝐚 𝐌𝐚𝐫𝐢𝐚 𝐝𝐞 𝐋𝐚𝐦𝐚𝐬
𝐒𝐚́𝐛𝐚𝐝𝐨 | 𝟐𝟏-𝐅𝐞𝐯-𝟐𝟎𝟐𝟔

Voltamos ao vosso contato para vos convidar a acompanharem-nos em mais um percurso dos Ao Encontro de Patrimónios. Nesta edição, a ter lugar no 𝐝𝐢𝐚 𝟐𝟏 𝐝𝐞 𝐟𝐞𝐯𝐞𝐫𝐞𝐢𝐫𝐨, sábado, vamos evocar os legados culturais das monjas cistercienses do Mosteiro de Santa Maria de Arouca (séculos XII a XIX) e do Sr. Henrique Amorim (1902 – 1977), benemérito e industrial “corticeiro”, grande colecionador e fundador do Museu de Santa Maria de Lamas.

𝐎 𝐌𝐨𝐬𝐭𝐞𝐢𝐫𝐨 𝐝𝐞 𝐒𝐚𝐧𝐭𝐚 𝐌𝐚𝐫𝐢𝐚 𝐝𝐞 𝐀𝐫𝐨𝐮𝐜𝐚, inquestionável elemento construtivo da região, dado o facto de a comunidade monástica ter projetado para fora da sua cerca uma verdadeira dinâmica de desenvolvimento, originando a criação do núcleo urbano, tem as suas origens num pequeno cenóbio masculino construído a partir do século X, dedicado a S. Pedro e S. Paulo, S. Cosme e S. Damião. Tornado exclusivamente feminino e integrado na ordem beneditina a partir de 1154, vai ganhar notoriedade e prestígio, sobretudo a partir do século XIII, após nele ter ingressado D. Mafalda, filha de D. Sancho I, e de ser tornado no recolhimento de elite da mais alta nobreza nacional.
Passando a observar a ordem de Cister, a estrutura monástica cresce e com ela progride o embrionário núcleo de servidores que o serviam. Mesmo após a morte de D. Mafalda, em 1256, o prestígio do mosteiro continuou mantendo viva e presente a sua memória, a sua fama de santa e o seu culto.
Destes tempos, restam parcos vestígios, devido às grandes intervenções arquitetónicas e decorativas dos séculos XVII - XVIII, que definiram o aspeto atual e o transformaram numa das mais importantes casas monásticas de Portugal.
As obras de renovação iniciaram-se pelo corpo das Portarias, que estava concluído no ano de 1692; seguiu-se a construção da igreja e do coro, obra singular no contexto da arquitetura portuguesa, delineados segundo projeto do arquiteto Carlos Gimac (1704-1718). Dos anos 40 é o corpo do Celeiro com a escadaria, obra do mestre de obras de arquitetura, conimbricense, Gaspar Ferreira. Da segunda metade da centúria são o claustro e oficinas: cozinha; refeitório; sala do capítulo. Neste complexo arquitetónico de formas austeras, salienta-se a igreja e coro, pela equilibrada articulação entre formas arquitetónicas e programa decorativo, onde participaram os artistas mais representativos de cada arte: talha – Luís Vieira da Cruz; Filipe da Silva, António Gomes e Miguel Francisco da Silva; escultura - Jacinto Vieira, o autor das vinte estátuas em pedra de Ançã, com quase dois metros de altura, distribuídas em nichos pela nave e coro do templo, representando os principais santos e santas beneditinos e cistercienses, a que preside Santa Mafalda, antiga abadessa e reformadora do mosteiro; pintura – Diogo Teixeira, autor do conjunto retabular da capela mor e artistas da escola de André Gonçalves.

Não podíamos acabar esta pequena informação sem falar do 𝐌𝐮𝐬𝐞𝐮 𝐝𝐞 𝐀𝐫𝐭𝐞 𝐒𝐚𝐜𝐫𝐚, instalado no Mosteiro e inaugurado no ano de 1933. As peças que expõe – do século XII ao século XVIII - foram objetos devocionais das religiosas que habitaram o Mosteiro de Arouca desde a Idade Média até ao ano de 1886, morte da última abadessa. É a mais completa coleção de arte monástica portuguesa que permanece in loco, num edifício classificado como Monumento Nacional no ano de 1910. A qualidade artística das peças expostas – pintura, escultura, ourivesaria, têxteis e mobiliário – é representativa do melhor nível da arte portuguesa. Artistas como João de Ruão, Diogo Teixeira, Josefa d’Óbidos, Bento Coelho, André Gonçalves, José Francisco de Paiva, entre muitos outros, estão representados com várias peças na coleção do Museu.

𝐎 𝐌𝐮𝐬𝐞𝐮 𝐒𝐚𝐧𝐭𝐚 𝐌𝐚𝐫𝐢𝐚 𝐝𝐞 𝐋𝐚𝐦𝐚𝐬, popularmente apelidado de “Museu da Cortiça”, fundado na década de cinquenta do século passado, constitui um caso particular na história da museografia portuguesa do século XX. Um acervo singular, recuperado e reorganizado a partir de 2004, que exibe perante o seu público coleções de Arte Sacra, Estatuária Portuguesa, Etnografia, Ciências Naturais, Escultura em Cortiça/aglomerado de Cortiça e Arqueologia industrial
Pela sua diversidade e exposição, é um recurso cultural e museológico único, que marca a história do colecionismo privado e pessoal (de meados da centúria de Novecentos), do mercado de arte e da museologia portuguesa ao tempo do Estado Novo.
As coleções, muito variadas, distribuem-se ao longo de 16 salas de um edifício que também foi doado pelo fundador do Museu. A coleção de arte sacra merece particular referência pela sua dimensão e também pela qualidade e variedade tipológica das peças, sendo possível identificar sub coleções de talha dourada, de pintura, de mobiliário litúrgico, em que se destaca um número excecional de oratórios, e de imaginária, com um acervo diversificado onde pontuam desde obras de oficinas de santeiros a uma produção de carácter erudito.
Um espaço socialmente ativo, cultural e pedagogicamente relevante, pela evocação de histórias e estórias, contribuindo dessa forma para aprofundar e divulgar o conhecimento do património português.

𝐎 𝐩𝐫𝐨𝐠𝐫𝐚𝐦𝐚 𝐬𝐞𝐫𝐚́ 𝐨 𝐬𝐞𝐠𝐮𝐢𝐧𝐭𝐞:
→ Hora de partida:
𝟎𝟕.𝟒𝟓 horas - Mosteiro de Tibães;
𝟎𝟖.𝟎𝟎 horas - Estacionamento da Makro, em Lamaçães (junto à Casa de Saúde de Nogueiró)

Visita 𝟏
→ 𝟏𝟎.𝟎𝟎 - Mosteiro de Santa Maria de Arouca

→ 𝟏𝟐.𝟑𝟎 - Almoço no 𝐫𝐞𝐬𝐭𝐚𝐮𝐫𝐚𝐧𝐭𝐞 𝐌𝐚𝐧𝐣𝐚𝐫 𝐝𝐞 𝐀𝐫𝐨𝐮𝐜𝐚, onde vamos saborear, para além das entradas, sopa e sobremesas, o prato típico da região: a vitela assada.

𝐕𝐢𝐬𝐢𝐭𝐚 𝟐
→ 𝟏𝟓.𝟑𝟎 - Museu de Santa Maria de Lamas

→ 𝟏𝟕.𝟑𝟎 - Hora prevista de regresso;
→ 𝟏𝟗.𝟎𝟎 - Hora prevista de chegada.

→ O preço da viagem será de 𝟓𝟓 € para sócios do GAMT e de 𝟔𝟎 € para não sócios (inclui transporte, entradas nos espaços, seguro e almoço).

As inscrições deverão ser feitas até ao dia 17 de fevereiro.
Para isso, precisam de responder ao questionário inserido no
𝐋𝐈𝐍𝐊 𝐝𝐞 𝐢𝐧𝐬𝐜𝐫𝐢𝐜̧𝐚̃𝐨: https://forms.gle/stWRc7KdETrNDmuDA
onde encontram o IBAN para a transferência/pagamento. Por favor, enviar comprovativo para [email protected]).

→ 𝐀𝐭𝐞𝐧𝐜̧𝐚̃𝐨: Devem responder a todas as questões do formulário e no final clicar no botão enviar, para obterem uma resposta automática de confirmação no mail que indicarem.

Sejam rápidos a decidir, pois as inscrições são efetuadas por ordem de chegada e estão limitadas a 50 participantes.

Como sempre, esperamos a vossa adesão a mais um 𝐀𝐨 𝐄𝐧𝐜𝐨𝐧𝐭𝐫𝐨 𝐝𝐞 𝐏𝐚𝐭𝐫𝐢𝐦𝐨́𝐧𝐢𝐨𝐬.

Conselho diretor do GAMT

𝐂𝐚𝐦𝐢𝐧𝐡𝐨 𝐝𝐞 𝐒𝐚̃𝐨 𝐁𝐞𝐧𝐭𝐨 𝐝𝐚 𝐏𝐨𝐫𝐭𝐚 𝐀𝐛𝐞𝐫𝐭𝐚 𝐧𝐨 𝐂𝐚́𝐯𝐚𝐝𝐨 (𝐟𝐢𝐧𝐚𝐥)𝐄𝐭𝐚𝐩𝐚 𝟓 – 𝐀𝐛𝐚𝐝𝐢𝐚/𝐒. 𝐁𝐞𝐧𝐭𝐨 𝐝𝐚 𝐏𝐨𝐫𝐭𝐚 𝐀𝐛𝐞𝐫𝐭𝐚 - 𝐬𝐚́𝐛𝐚𝐝𝐨, 𝟕 𝐝𝐞 𝐦𝐚𝐫𝐜̧𝐨...
01/02/2026

𝐂𝐚𝐦𝐢𝐧𝐡𝐨 𝐝𝐞 𝐒𝐚̃𝐨 𝐁𝐞𝐧𝐭𝐨 𝐝𝐚 𝐏𝐨𝐫𝐭𝐚 𝐀𝐛𝐞𝐫𝐭𝐚 𝐧𝐨 𝐂𝐚́𝐯𝐚𝐝𝐨 (𝐟𝐢𝐧𝐚𝐥)
𝐄𝐭𝐚𝐩𝐚 𝟓 – 𝐀𝐛𝐚𝐝𝐢𝐚/𝐒. 𝐁𝐞𝐧𝐭𝐨 𝐝𝐚 𝐏𝐨𝐫𝐭𝐚 𝐀𝐛𝐞𝐫𝐭𝐚 - 𝐬𝐚́𝐛𝐚𝐝𝐨, 𝟕 𝐝𝐞 𝐦𝐚𝐫𝐜̧𝐨 𝟐𝟎𝟐𝟔.

Chegamos à última etapa do caminho S. Bento!

Perante dúvidas e sugestões, mas devido sobretudo à fixação da data da segunda volta eleitoral, efetivamente, o dia que reservaremos para a última estirada para S. Bento da Porta Aberta será sábado, dia 7 de março.

Teremos uma pequena etapa de cerca de 7 km, mas com uma trajetória mais difícil. Prosseguiremos a subida, sempre a trepar monte acima, dando continuidade ao rebentaço, até ao alto do Formigueiro e terminaremos com uma descida acentuada monte abaixo, com umas belas e extensas vistas sobre o vale do rio Cávado.

Há mesmo quem diga que se trata de um trajeto tão bonito que até faz esquecer as dores de pernas!...
Mas ninguém ficará impedido de chegar a S. Bento a pé. Para aqueles com maior dificuldade em caminhar, haverá uma segunda hipótese realizando parte de um caminho secundário, mais acessível, últimos 4 Km: desde Valdosende (rotunda de entre pontes) a S. Bento, por passeio, na berma da estrada, novo passadiço e Via Sacra moderna, junto ao Santuário.

Chegados à meta, poderemos visitar um santuário, elevado a categoria de Basílica pelo Papa Francisco em 2015, com origem numa ermida construída em 1615.
A Cripta contemporânea foi construída no final do século XX para acolher com conforto os milhares de peregrinos que acorrem a esta Basílica. No chamado claustro da cripta podem ver-se seis estátuas de grandes santos beneditinos e um grande friso, de vários painéis, que narram a vida de S. Bento, da autoria de Querubim Lapa, um dos maiores ceramistas do século XX.

Com a visita a este local, terminaremos um dos roteiros antigos de peregrinação cristã no norte de Portugal, onde pudemos descobrir património religioso, natural, cultural na região do Minho.

E o horário será o seguinte:
- Novamente, o local de concentração será junto ao Mosteiro de S. Martinho de Tibães (quem mora na cidade de Braga poderá organizar-se em boleias até ao mosteiro).

𝟖𝐡𝟎𝟎 – 𝐒𝐚𝐢́𝐝𝐚, do terreiro do Mosteiro de Tibães em autocarro.
𝟗𝐡𝟎𝟎 – 𝐈𝐧𝐢́𝐜𝐢𝐨 𝐝𝐨 𝐭𝐫𝐚𝐦𝐨, Santuário de Nossa Senhora da Abadia, reforço lanche, WC e visita à Cova da Senhora.
𝟏𝟎𝐡𝟎𝟎 – 𝐏𝐫𝐨𝐬𝐬𝐞𝐠𝐮𝐢𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨 𝐝𝐨 𝐜𝐚𝐦𝐢𝐧𝐡𝐨 𝐩𝐫𝐢𝐧𝐜𝐢𝐩𝐚𝐥, pelo monte, em direção a S. Bento. Os que optarem pela segunda hipótese, regressam ao autocarro para serem largados na Rotunda das Pontes, Valdosende e fazerem o caminho pela Rota Secundária.
𝟏𝟐.𝟎𝟎𝐡/𝟏𝟐.𝟑𝟎𝐡 - 𝐂𝐡𝐞𝐠𝐚𝐝𝐚 (𝐬) 𝐚 𝐒. 𝐁𝐞𝐧𝐭𝐨 - Visita ao Santuário e Cripta, onde cada participante poderá desfrutar da obra de arquitetura religiosa moderna, das vistas que se vislumbram a partir dos seus mirantes e das suas janelas, e fazer uma reflexão acerca da Vida de S. Bento, constante nos textos e nos azulejos artísticos de Querubim Lapa.
𝟏𝟑.𝟑𝟎𝐡 – 𝐀𝐥𝐦𝐨𝐜̧𝐨 𝐧𝐨 𝐂𝐚𝐟𝐞́/𝐑𝐞𝐬𝐭𝐚𝐮𝐫𝐚𝐧𝐭𝐞 𝐁𝐨𝐬𝐤, em Covide. Iremos saborear um cozido à portuguesa. Menu completo por 20 euros, pago no local.
𝟏𝟔.𝟎𝟎𝐡 – E estarão dispostos para uma visita ao 𝐍𝐮́𝐜𝐥𝐞𝐨 𝐌𝐮𝐬𝐞𝐨𝐥𝐨́𝐠𝐢𝐜𝐨 𝐝𝐞 𝐂𝐚𝐦𝐩𝐨 𝐝𝐨 𝐆𝐞𝐫𝐞̂𝐬, composto pelo Museu Etnográfico de Vilarinho da Furna, Porta do Parque Nacional da Peneda Gerês e Museu da Geira, um valioso legado patrimonial? (Visita completa guiada 3 euros).
𝟏𝟕.𝟎𝟎𝐡 – 𝐑𝐞𝐠𝐫𝐞𝐬𝐬𝐨 𝐚 𝐌𝐢𝐫𝐞 𝐝𝐞 𝐓𝐢𝐛𝐚̃𝐞𝐬, com chegada prevista para as 18h.

Recordamos o que levar: roupa e calçado que tenha já algum uso e com o qual se sintam confortáveis para caminhar; mochila para transportar água, lanche, um par de peúgas e uma t-shirt, para o caso de transpirar. Se houver previsão de chuva, carregar um impermeável ou guarda-chuva.
A etapa só será anulada se houver uma previsão atmosférica de precipitação superior a 70%.

→ O preço da viagem será de 𝟏𝟓 € para sócios do GAMT e de 𝟐𝟎 € para não sócios (inclui transporte, seguro e acompanhamento). O valor está calculado para um grupo mínimo de 20 participantes.

→ Para darmos seguimento aos compromissos já assumidos, os interessados devem efetuar a sua inscrição, impreterivelmente até ao dia 2 de março com pagamento da viagem.

Para isso, precisam de responder ao questionário inserido no 𝐋𝐢𝐧𝐤 𝐝𝐞 𝐢𝐧𝐬𝐜𝐫𝐢𝐜̧𝐚̃𝐨:
https://forms.gle/Ak4kpFKgKYYio7w66
onde encontram o IBAN para a transferência/pagamento da viagem (enviar comprovativo para [email protected]).

→ → 𝐀𝐭𝐞𝐧𝐜̧𝐚̃𝐨: devem responder a todas as questões do formulário e no final clicar no botão enviar, para obterem uma resposta automática de confirmação no mail que indicarem.

Vamos lá, estamos na última etapa!

A vossa presença acolhedora ajudar-nos-á a ter um bom Caminho!...

Conselho Diretor do GAMT

𝐂𝐚𝐦𝐢𝐧𝐡𝐨 𝐝𝐞 𝐒𝐚̃𝐨 𝐁𝐞𝐧𝐭𝐨 𝐝𝐚 𝐏𝐨𝐫𝐭𝐚 𝐀𝐛𝐞𝐫𝐭𝐚 𝐧𝐨 𝐂𝐚́𝐯𝐚𝐝𝐨 (𝐜𝐨𝐧𝐭𝐢𝐧𝐮𝐚𝐜̧𝐚̃𝐨)𝐄𝐭𝐚𝐩𝐚 𝟒 - 𝐏𝐨𝐧𝐭𝐞 𝐝𝐨 𝐏𝐨𝐫𝐭𝐨/𝐀𝐛𝐚𝐝𝐢𝐚 - 𝐬𝐚́𝐛𝐚𝐝𝐨, 𝟏𝟕 𝐝𝐞 𝐣𝐚𝐧𝐞𝐢𝐫𝐨...
10/01/2026

𝐂𝐚𝐦𝐢𝐧𝐡𝐨 𝐝𝐞 𝐒𝐚̃𝐨 𝐁𝐞𝐧𝐭𝐨 𝐝𝐚 𝐏𝐨𝐫𝐭𝐚 𝐀𝐛𝐞𝐫𝐭𝐚 𝐧𝐨 𝐂𝐚́𝐯𝐚𝐝𝐨 (𝐜𝐨𝐧𝐭𝐢𝐧𝐮𝐚𝐜̧𝐚̃𝐨)
𝐄𝐭𝐚𝐩𝐚 𝟒 - 𝐏𝐨𝐧𝐭𝐞 𝐝𝐨 𝐏𝐨𝐫𝐭𝐨/𝐀𝐛𝐚𝐝𝐢𝐚 - 𝐬𝐚́𝐛𝐚𝐝𝐨, 𝟏𝟕 𝐝𝐞 𝐣𝐚𝐧𝐞𝐢𝐫𝐨 𝟐𝟎𝟐𝟔.

Ano Novo, Nova Caminhada!...

Dando andamento aos compromissos assumidos, o Grupo de Amigos do Mosteiro de Tibães vai continuar o caminho para S. Bento da Porta Aberta, uma rota de peregrinação no norte de Portugal.

Novamente, cada um com a sua filosofia de caminhada, encontrar-nos-emos no sábado do dia 17 de janeiro para realizarmos a quarta etapa, de nível alcançável, que ligará a Ponte do Porto, Amares, ao Santuário de Nossa Senhora da Abadia, cumprindo um itinerário de cerca de 14 quilómetros.

Depois da Ponte do Porto, término da etapa anterior, teremos um trilho agradável por caminhos rurais até entrarmos na montanha. A parte mais difícil estará na subida parcial do famoso "rebentaço" que antecede a Senhora da Abadia (últimos 5 km).

Pelo caminho, encontraremos património variado como alminhas, calvários, capelas, cruzeiros, fontes, terminando no Santuário de Nossa Senhora da Abadia.

E a propósito deste santuário, citamos um texto retirado do Guia do Peregrino de São Bento da Porta Aberta no Cávado:
“O Santuário de Nossa Senhora da Abadia esteve sempre ligado ao Mosteiro de Santa Maria de Bouro, dos monges de Cister, seguidores da Regra de S. Bento, até 1834. Ainda hoje se pode ver na fachada do templo o escudo da Congregação Cisterciense de Santa Maria de Alcobaça, mosteiro sede da citada congregação, a que pertencia Santa Maria de Bouro. Antecedido por conjunto de capelas da Via Sacra, o santuário é ladeado por longas galerias, onde se alojam os quartéis de peregrinos à esquerda e antiga residência monástica à direita. O conjunto é rematado por igreja robusta cuja forma invoca um abrigo de montanha, encravado no relevo granítico das fraldas da Serra do Gerês. No seu interior, a imagem venerada de Nª Sª da Abadia, oferecida por Ernesto Jardim de Vilhena e datada entre os séculos XIII e XIV.”

Teremos então o seguinte horário:
- Local de concentração junto ao Mosteiro de S. Martinho de Tibães (quem mora na cidade de Braga poderá organizar-se em boleias até ao mosteiro).
𝟖𝐡𝟎𝟎 – 𝐒𝐚𝐢́𝐝𝐚, do terreiro do Mosteiro de Tibães em autocarro.
𝟖𝐡𝟑𝟎 – 𝐈𝐧𝐢́𝐜𝐢𝐨 𝐝𝐨 𝐭𝐫𝐚𝐦𝐨, na Ponte do Porto (lado Crespos).
𝟏𝟏𝐡𝟎𝟎 – 𝐈𝐠𝐫𝐞𝐣𝐚 𝐝𝐞 𝐒𝐚𝐧𝐭𝐚 𝐌𝐚𝐫𝐭𝐚 𝐝𝐞 𝐁𝐨𝐮𝐫𝐨, ao fim de 8,5 km (pausa para reajuntamento/ resgate em autocarro).
𝟏𝟐𝐡𝟑𝟎 – 𝐂𝐡𝐞𝐠𝐚𝐝𝐚 𝐚𝐨 𝐒𝐚𝐧𝐭𝐮𝐚́𝐫𝐢𝐨 𝐝𝐞 𝐍𝐨𝐬𝐬𝐚 𝐒𝐞𝐧𝐡𝐨𝐫𝐚 𝐝𝐚 𝐀𝐛𝐚𝐝𝐢𝐚 (visita à igreja e zona envolvente)
𝟏𝟑𝐡𝟑𝟎 – Como sucedeu nos trilhos anteriores, propomos terminar a jornada com um 𝐚𝐥𝐦𝐨𝐜̧𝐨/𝐜𝐨𝐧𝐯𝐢́𝐯𝐢𝐨. Desta vez, será no restaurante 𝐎 𝐄𝐧𝐜𝐨𝐧𝐭𝐫𝐨, em Santa Isabel do Monte, com sugestão: sopa, pão e azeitonas de entrada; de prato principal o arroz de feijão com pataniscas e febras; sobremesa o que oferecer, café e vinho da casa (vinho de garrafa cada qual paga o seu como extra) ... que deve ficar cerca de 𝟐𝟎 € por pessoa.
𝟏𝟓𝐡𝟑𝟎 – Antes do regresso, pequena visita pela 𝐚𝐥𝐝𝐞𝐢𝐚 𝐝𝐞 𝐒𝐚𝐧𝐭𝐚 𝐈𝐬𝐚𝐛𝐞𝐥 𝐝𝐨 𝐌𝐨𝐧𝐭𝐞 onde se respira a portugalidade ancestral.

– Locais previstos para poder ter o apoio do autocarro, em situação de cansaço:
– Igreja de Santa Marta de Bouro (+/-8,5 Km), baía de estacionamento, junto à Pizzaria Topaso;
– Santuário de Nossa Senhora da Abadia (+/-14 Km).

O que levar: roupa e calçado que tenha já algum uso e com o qual se sintam confortáveis para caminhar; mochila para transportar água, lanche, um par de peúgas e uma t-shirt, para o caso de transpirar. Se houver previsão de chuva, carregar um impermeável ou guarda-chuva.

A etapa só será anulada se houver uma previsão atmosférica de precipitação superior a 70%.

→ O preço da viagem será de 𝟏𝟓 € para sócios do GAMT e de 𝟐𝟎 € para não sócios (inclui transporte, seguro e acompanhamento). O valor está calculado para um grupo mínimo de 20 participantes.
Para darmos seguimento aos compromissos já assumidos, os interessados devem efetuar a sua inscrição, impreterivelmente até ao dia 12 de janeiro.

Para isso, precisam de responder ao questionário inserido no 𝐋𝐢𝐧𝐤 𝐝𝐞 𝐢𝐧𝐬𝐜𝐫𝐢𝐜̧𝐚̃𝐨: https://forms.gle/u9cY1cdRRvcDWr9m6
onde encontram o IBAN para a transferência/pagamento da viagem (enviar comprovativo para [email protected]).

→ → 𝐀𝐭𝐞𝐧𝐜̧𝐚̃𝐨: devem responder a todas as questões do formulário e no final clicar no botão enviar, para obterem uma resposta automática de confirmação no mail que indicarem.

Vamos lá, inscrevam-se rapidamente, pois as inscrições são efetuadas por ordem de chegada.

Precisamos da vossa presença para termos um bom Caminho!...

Conselho Diretor do GAMT

𝐂𝐞𝐥𝐞𝐛𝐫𝐚𝐧𝐝𝐨 𝐚 𝐀𝐦𝐢𝐳𝐚𝐝𝐞𝐌𝐎𝐒𝐓𝐄𝐈𝐑𝐎 𝐃𝐄 𝐒𝐀̃𝐎 𝐌𝐀𝐑𝐓𝐈𝐍𝐇𝐎 𝐃𝐄 𝐓𝐈𝐁𝐀̃𝐄𝐒 – 𝐁𝐑𝐀𝐆𝐀𝟎𝟑-𝟎𝟏-𝟐𝟎𝟐𝟔 | 𝐒𝐚́𝐛𝐚𝐝𝐨 | 𝟏𝟓𝐇𝟎𝟎Queridos Amigos,O Grupo de A...
29/12/2025

𝐂𝐞𝐥𝐞𝐛𝐫𝐚𝐧𝐝𝐨 𝐚 𝐀𝐦𝐢𝐳𝐚𝐝𝐞

𝐌𝐎𝐒𝐓𝐄𝐈𝐑𝐎 𝐃𝐄 𝐒𝐀̃𝐎 𝐌𝐀𝐑𝐓𝐈𝐍𝐇𝐎 𝐃𝐄 𝐓𝐈𝐁𝐀̃𝐄𝐒 – 𝐁𝐑𝐀𝐆𝐀
𝟎𝟑-𝟎𝟏-𝟐𝟎𝟐𝟔 | 𝐒𝐚́𝐛𝐚𝐝𝐨 | 𝟏𝟓𝐇𝟎𝟎

Queridos Amigos,

O Grupo de Amigos do Mosteiro de S. Martinho de Tibães, GAMT, deu os seus primeiros passos há 15 anos.
É já um longo caminho que que temos vindo a percorrer convosco, num esforço conjunto que nos tem permitido cumprir a missão principal da nossa associação: Ajudar na salvaguarda, valorização, dinamização e divulgação do Mosteiro de São Martinho de Tibães.

Honrando essa partilha e celebrando essa amizade, o GAMT convida os seus Amigos, para uma pequena festa de Natal, a acontecer no dia 3 de janeiro às 15:00 horas no Mosteiro de Tibães, com um programa que incluirá um tempo para a Memória de Momentos que vivemos juntos, uma visita ao Presépio Movimentado de Tibães e uma pequena colação festiva na cozinha monástica.

Convictos que nos brindarão com o calor da vossa presença, agradecemos que nos façam chegar, por email 𝐚𝐦𝐢𝐠𝐨𝐬𝐝𝐞𝐭𝐢𝐛𝐚𝐞𝐬@𝐠𝐦𝐚𝐢𝐥.𝐜𝐨𝐦, as vossas inscrições, até 31 de dezembro.

Celebremos a Amizade!

Conselho Diretivo do GAMT

Feliz Natal!Com a arte do pintor Teixeira Barreto, a sua Adoração dos Magos, um óleo sobre tela do século XVIII,  expost...
22/12/2025

Feliz Natal!

Com a arte do pintor Teixeira Barreto, a sua Adoração dos Magos, um óleo sobre tela do século XVIII, exposto na Casa das Pinturas do Mosteiro de Tibães e um pensamento de Clarice Lispector

"𝐍𝐚𝐭𝐚𝐥 𝐞́ 𝐮𝐦 𝐢𝐧𝐬𝐭𝐚𝐧𝐭𝐞 𝐝𝐞 𝐞𝐭𝐞𝐫𝐧𝐢𝐝𝐚𝐝𝐞
𝐪𝐮𝐚𝐧𝐝𝐨 𝐨 𝐜𝐨𝐫𝐚𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐬𝐞 𝐟𝐚𝐳 𝐞𝐬𝐭𝐫𝐞𝐥𝐚,
𝐞 𝐢𝐥𝐮𝐦𝐢𝐧𝐚, 𝐩𝐨𝐫 𝐝𝐞𝐧𝐭𝐫𝐨,
𝐨 𝐞𝐬𝐜𝐮𝐫𝐨 𝐝𝐨 𝐦𝐮𝐧𝐝𝐨"

Desejamos a todos um Feliz Natal.

Conselho Diretor do GAMT

Endereço

Mire De Tibães

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