Herdade Maria da Guarda

Herdade Maria da Guarda A Herdade de Maria da Guarda, situada em Serpa no Alentejo, tem um olival com cerca de 1,3 milhões

Herdade:
Estrada de Vale de Vargo Km6 Serpa
GPS:+37º 57' 5.55" , -7º 31' 14.98"

03/08/2026

Boas Leituras!

- Olival em sebe no mediterrâneo: Quais as principais pragas que o afectam
- Futuro do sector do azeite continua a depender da inovação e investimento dos empresários
- Malta: O menor produtor mundial de azeite continua a desenvolver esforços para aumentar
- Consumo de azeite no planeta duplicou nas últimas décadas. Europa perde peso e Estados Unidos sobe quota mundial
- Receita: Salada grega

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Apesar da pressao internacionalAzeite resiste à escalada de preços O preço da garrafa de azeite estabilizou este ano aba...
27/07/2026

Apesar da pressao internacional
Azeite resiste à escalada de preços

O preço da garrafa de azeite estabilizou este ano abaixo dos sete euros e não acompanhou o ritmo da recente escalada no custo dos alimentos, segundo os dados divulgados elo Correio da Manhã. Os portugueses ainda se lembram dos máximos atingidos em 2024 pelo chamado ouro líquido, quando chegou a atingir nalguns casos mais de 12 euros nas prateleiras dos supermercados. No ano passado, o preço do azeite teve uma redução drástica, em torno dos 40%. Para alívio dos consumidores, a tendência mantém-se e este ano a garrafa de 75 centilitros de azeite virgem extra, um dos produtos cujo preço é monitorizado semanalmente pela Deco Proteste, só por uma vez esteve acima dos sete euros. Atualmente, está nos 6,69 euros, tendo arrancado o ano nos 6,27 euros (um aumento de 42 cêntimos).

Enquanto outros produtos, nomeadamente os hortícolas e o peixe, têm elevado este ano o custo do cabaz, o azeite deixou de figurar na lista de produtos com maior variação de preço, num contexto em que as tempestades e a guerra no Irão contribuíram para a escalada dos alimentos. Desde o início do ano, a cesta composta por 63 produtos essenciais já aumentou 11,81 euros. Em janeiro de 2022, antes do início da guerra na Ucrânia, era possível comprar o mesmo cabaz por menos 65,93 euros. Nessa altura, a garrafa de azeite virgem extra custava 4,46 euros, o que significa que, face há quatro anos, o azeite está 2,23 euros mais caro.

Futuro do sector do azeite continua a depender da inovação e investimento dos empresáriosO ministro da Agricultura e Mar...
20/07/2026

Futuro do sector do azeite continua a depender da inovação e investimento dos empresários

O ministro da Agricultura e Mar defende que o futuro do sector do azeite depende da inovação, mas também de investimento, pedindo que a nova Política Agrícola Comum não perca o que já está a funcionar.

“O azeite é a pedra angular dos contextos mediterrâneos, com conhecidas características em termos de saúde e valor cultural e promover isto vai ser fundamental para termos uma maior presença global. O futuro depende da nossa capacidade de inovar, ao mesmo tempo que mantemos a tradição”, afirmou recentemente o ministro da Agricultura, José Manuel Fernandes.

Para o governante, o sector precisa de continuar a inovar, mas também precisa de investimento, tecnologia, competitividade, sustentabilidade e coesão.

O antigo eurodeputado sublinhou que a agricultura “também é defesa”, pois é preciso garantir que a comida chega ao prato.

Contudo, avisou que não é possível fazer mais com menos e, assim, José Manuel Fernandes referiu que Portugal é um dos maiores exportadores de azeite e que o sector teve uma transformação enorme nas últimas décadas, fruto da modernização, de novas tecnologias e da especialização.

Por outro lado, destacou o legado do país em matéria de proteção das variedades de azeitona e de padrões de qualidade.

O ministro da Agricultura, no encontro dedicado aos profissionais do sector do azeite falou também da reputação internacional que nesta matéria Portugal tem vindo a ganhar, “resultado de um esforço coletivo de fortalecimento do setor agroalimentar”, mas também dos grandes desafios globais, que precisam de “uma resposta coordenada”.

Consumo de azeite no planeta duplicou nas últimas décadasEuropa perde peso e Estados Unidos sobe quota mundialApesar de ...
13/07/2026

Consumo de azeite no planeta duplicou nas últimas décadas
Europa perde peso e Estados Unidos sobe quota mundial

Apesar de a Europa continuar a representar muito peso no consumo mundial de azeite - cerca de 60% - a sua quota tem vindo a diminuir de forma gradual. Em contrapartida, os Estados Unidos consolidaram-se como o maior importador mundial de azeite, com compras anuais entre 380 mil e 400 mil toneladas, o equivalente a cerca de 35% das importações globais. O crescimento do mercado norte-americano é atribuído ao posicionamento do azeite como um produto premium associado a hábitos alimentares saudáveis.

O acréscimo de produção deve-se a empresas inovadoras como a Herdade de Maria da Guarda e tantas outras unidades portuguesas que se souberam modernizar e fazer crescer a produção de kg de azeite por ha para valores nunca antes registados .
O consumo mundial de azeite quase duplicou nas últimas três décadas, impulsionado pela crescente procura em mercados fora da região mediterrânica. A conclusão foi apresentada no segundo dia do Olive Oil World Congress (OOWC), que reuniu especialistas internacionais para analisar a evolução do consumo e da produção mundial deste produto.

Durante a sessão, o diretor executivo-adjunto do Conselho Oleícola Internacional (COI), Abderraouf Laajimi, revelou que o consumo global de azeite atingiu 3,2 milhões de toneladas na campanha 2024/25, representando praticamente o dobro do registado em 1990. No mesmo período, a produção aumentou mais de 130%, enquanto a comercialização manteve uma trajetória de crescimento sustentado.

O azeite deixou de ser um produto essencialmente associado aos países mediterrânicos para se afirmar como uma commodity global de elevado valor, acompanhando a crescente valorização da alimentação saudável em diversos mercados.

Apesar de a Europa continuar a representar cerca de 60% do consumo mundial, a sua quota tem vindo a diminuir de forma gradual. Em contrapartida, os Estados Unidos consolidaram-se como o maior importador mundial de azeite, com compras anuais entre 380 mil e 400 mil toneladas, o equivalente a cerca de 35% das importações globais. O crescimento do mercado norte-americano é atribuído ao posicionamento do azeite como um produto premium associado a hábitos alimentares saudáveis.

O Brasil surge como o segundo maior importador mundial, absorvendo aproximadamente 80 mil toneladas por ano e representando 8% das importações globais. No entanto, o mercado brasileiro continua fortemente dependente do exterior, uma vez que 99% do azeite consumido no país é importado, tornando-o particularmente vulnerável às oscilações dos preços internacionais.

A região da Ásia-Pacífico é apontada como o principal motor de crescimento futuro do setor. China, Japão, Coreia do Sul e Índia foram responsáveis, em conjunto, por cerca de 22% do aumento da procura mundial nas últimas duas décadas. Embora o consumo por habitante continue relativamente baixo, o crescimento da população e o aumento das classes médias conferem a estes mercados um elevado potencial de expansão.

Malta: O menor produtor mundial de azeite continua a desenvolver esforços para aumentarNum mundo dominado por gigantes d...
06/07/2026

Malta: O menor produtor mundial de azeite continua a desenvolver esforços para aumentar

Num mundo dominado por gigantes da olivicultura como Espanha, Itália, Portugal e Grécia, Malta destaca-se como o menor produtor de azeite entre todos os países produtores, com uma produção anual de apenas 10 toneladas. Este pequeno arquipélago do Mediterrâneo mantém uma tradição olivícola modesta, mas significativa para sua identidade cultural.

A produção de azeitonas em Malta enfrenta desafios particulares. Em 2024, a colheita maltesa despencou quase pela metade devido a ventos fortes, ondas de calor e seca. A Safra de 2023/24 fora excepcional, rendendo 121 toneladas de azeite, mas a colheita atual ficou 48% abaixo da média das quatro colheitas anteriores. Apesar da produção reduzida, Malta continua a desenvolver seu setcor olivícola. Uma nova cooperativa de olivicultores foi criada para profissionalizar este setor histórico, com planos de expandir para 130 hectares de olivais. O Ministério da Agricultura malteso estima produção de 60.000 quilos de azeitonas nos próximos anos.

Boas Leituras!- Cada vez mais empresários investem no agronegócio em Portugal e Espanha- Consumo regular de azeite prote...
29/06/2026

Boas Leituras!

- Cada vez mais empresários investem no agronegócio em Portugal e Espanha
- Consumo regular de azeite protege células cerebrais contra danos dos radicais livres
- Shakespeare já tinha olival plantado há 5 séculos no Reino Unido
- Receita: Açorda alentejana

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Olival em sebe no mediterraneoQuais as principais pragas que o afectamNas instalações de olival em sebe ou superintensiv...
22/06/2026

Olival em sebe no mediterraneo
Quais as principais pragas que o afectam

Nas instalações de olival em sebe ou superintensivo, as principais pragas que afetam a cultura são a mosca-da-azeitona, conhecida cientificamente como Bactrocera oleae, que é reconhecidamente a praga mais importante na bacia do Mediterrâneo e causa prejuízos significativos ao perfurar os frutos e provocar a queda das azeitonas antes da colheita, além de elevar a acidez do azeite produzido. A traça-da-oliveira, Prays oleae, é a segunda praga mais grave, cujas larvas atacam folhas, flores e frutos ao longo de três gerações anuais, reduzindo consideravelmente a produtividade do olival.

Além destas duas pragas principais, destaca-se a cochonilha-preta da oliveira, que se alimenta da seiva da planta e produz uma substância açucarada que favorece o desenvolvimento de fungos negros (fumagina) nas folhas, reduzindo a capacidade fotossintética. A euzófera do olival, Euzophera pinguis, é outra praga relevante que ataca os ramos e a casca, causando a secagem de brotos e ramos secundários, especialmente em áreas de alta densidade. A algodão da oliveira, Euphyllura olivina, é uma praga secundária mas comum em sistemas superintensivos, que excreta substâncias brancas e algodonosas nas folhas, também favorecendo a fumagina e dificultando a fotossíntese.

No sistema superintensivo, as alterações no padrão de crescimento das oliveiras, devido à alta densidade de plantas e à formação de sebe fechada, estimulam a reemergência de pragas secundárias e patógenos invasores, criando um microclima mais úmido e reduzido que favorece o desenvolvimento de insetos. A colheita mecanizada com máquinas straddle também pode ferir os frutos, tornando-os mais vulneráveis à infestação da mosca-da-azeitona. O monitoramento constante e a proteção integrada com insetos benéficos são essenciais para o controle dessas pragas, já que a alta densidade de plantas exige tratamentos mais frequentes e precisos para evitar perdas significativas na produção de azeite.

Shakespeare já tinha olival  plantado há 5 séculos no Reino UnidoActualmente, são consumidas 70 mil toneladas de azeite ...
15/06/2026

Shakespeare já tinha olival plantado há 5 séculos no Reino Unido

Actualmente, são consumidas 70 mil toneladas de azeite por ano no Reino Unido, o que equivale a cerca 1 kg por pessoa. No entanto, o azeite já é produzido internamente há mais de duas décadas, graças a 12 hectares de olivais cultivados no país.

Existem três regiões principais produtoras de azeitona no Reino Unido: Long Sutton (Lincolnshire), localizada no leste do país, na região baixa e soalheira conhecida como The Fens. É o maior e mais setentrional olival do país. As azeitonas são também cultivadas na Ilha de Oxney (Kent), situada no sudeste de Inglaterra. Esta área possui um solo argiloso bem drenado e um clima mais seco. Por fim, as azeitonas são cultivadas na Península de Roseland (Cornwall). Trata-se de um microclima costeiro único, fortemente influenciado pelas correntes temperadas do Atlântico, o que
mantém a área praticamente livre de geadas severas.

No entanto, cinco séculos antes, William Shakespeare (26 de abril de 1564 – 3 de maio de 1616), o dramaturgo, poeta e actor inglês considerado o mais importante escritor de língua inglesa e uma das figuras mais célebres da literatura mundial, plantou um olival na Floresta de Arden, inspirado numa floresta real em Warwickshire, também no Reino Unido.

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Cada vez mais empresários investem no agronegócio em Portugal e EspanhaMais população, maior pressão sobre a produção al...
08/06/2026

Cada vez mais empresários investem no agronegócio em Portugal e Espanha

Mais população, maior pressão sobre a produção alimentar e menos terra arável: esta é a tríade que ajuda a explicar o crescente interesse dos investidores pelo agronegócio.

Entre 2000 e 2024, o mercado agrícola em Portugal e Espanha refletiu um setor em clara expansão, marcado por valorização consistente e volatilidade relativamente contida. Estes indicadores revelam a maturidade do mercado e a sua atratividade para o capital institucional, que procura ativos resilientes, com
histórico sólido e perspetivas de valorização futura.

A agricultura na Península Ibérica afirma-se, assim, como uma classe de activos estratégica para a diversificação de carteiras de investimento. Segundo a CBRE, empresa que analisa o sector imobiliário, esta àrea tem atraído volumes crescentes de capital, tendo ultrapassado os 4,1 mil milhões de euros em investimento institucional entre 2022 e 2024, e mais de 400 milhões de euros apenas até maio de 2025.

A CBRE identifica centenas de investidores nacionais e internacionais com estratégias de investimento em agribusiness, entre os quais se destacam Fundos Especializados em Agribusiness, Investidores Industriais, Family Offices e Fundos Generalistas. Neste universo, os Investidores Industriais representam uma fatia
relevante do capital, enquanto os Fundos Especializados, os Family Offices e os Fundos Generalistas ganham progressivamente peso, cada um com diferentes tickets de investimento, estruturas de transação e preferências de culturas.

Entre 2021 e 2025, foram transacionados cerca de 6 mil milhões de euros em ativos agrícolas entre Portugal e Espanha, com particular destaque para terras de regadio de elevado valor, sobretudo em zonas como o Alqueva e a Andaluzia. O contexto confirma que este mercado se tornou mais profissionalizado,
com produtos e estratégias adaptados a diferentes perfis de investidor.

A atractividade do setor também se explica pelo seu perfil de risco-retorno. De acordo com o índice NCREIF, que mede o desempenho do setor agrícola nos Estados Unidos, o farmland tem historicamente apresentado retornos competitivos e menor volatilidade do que classes como equities, REITs ou corporate bonds. Esse comportamento reforça a perceção da agricultura como um activo de longo prazo, capaz de combinar estabilidade, rendimento e proteção relativa em ciclos de mercado mais exigentes.

Boas Leituras!- Azeite: Portugal no topo da qualidade produz entre 90 e 98% virgem ou virgem extra- 15º Concurso Interna...
01/06/2026

Boas Leituras!
- Azeite: Portugal no topo da qualidade produz entre 90 e 98% virgem ou virgem extra
- 15º Concurso Internacional de Azeite Virgem Extra Prémio CA Ovibeja
- Revista norte americana "Frontiers in Nutrition" diz: Azeite reduz em 17% risco de morte por doenças cardiovasculares
- Receita: Bolo de chocolate

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