Paróquia de São Luis - Faro

Paróquia de São Luis - Faro Para marcar intenções de missa, pode dirigir-se à sacristia antes da missa começar. Os ensaios são às sexta-feiras às 21h na Igreja Paroquial.

HORÁRIOS:

Abertura da Igreja de São Luís em Faro

De segunda a sexta feira – a igreja abre às 08h00 (porta virada para o Hospital de Faro)

Sábado – 18h30 (porta principal)

Domingo – 09h00 (porta principal)

Eucaristia (Missa)
De segunda a quinta-feira às 08h30, na Igreja Paroquial de São Luís
Nesta Eucaristia quem desejar pode adicionar as suas intenções. Sexta-feira – às 08h30 - Celebração da Palavra

Sábado – às 19h00 – Missa Vespertina
Nesta Eucaristia quem desejar pode adicionar as suas intenções. Domingo – às 10h30 – Missa
Nesta Eucaristia quem desejar pode adicionar as suas intenções. Mês do Rosário: Maio e outubro
De terça a sexta-feira às 09h30 - Recitação do Santo Rosário Sábado
Sábado – às 18h30 - Recitação do Santo Rosário Sábado
Domingo – às 09h45 - Recitação do Santo Rosário

Capela de São Luís em Faro
Quinta-feira
Das 16h até as 18h00
– Adoração ao Santíssimo Sacramento, com atendimento de confissões. (no mês de agosto está suspenso)
18h00 - Eucaristia

1º Sábado de Cada Mês:
Movimento da Mensagem de Fátima:
09h00 – Eucaristia seguida de Adoração ao Santíssimo Sacramento. Grupo Coral Paroquial
O Coro encontra-se recetivo a acolher quem o queira enriquecer com o Dom da sua Voz. Formação Litúrgica - quarta-feira às 18h30

A formação litúrgica é fundamental para leitores, ministros da comunhão, cantores e acolhimento, pois prepara os fiéis para desempenharem seus papéis específicos na celebração litúrgica com dignidade. (no mês de agosto está suspensa)

Pastoral Social
Reunião mensal 3º sábado de cada mês a partir das 16h
Esta pastoral busca promover a justiça social, a solidariedade e a dignidade humana, muitas vezes através de projetos e ações concretas na comunidade. Agrupamento de Escutas 1172 São Luís -Faro
Endereço: Tv. Corpo Nacional de Escutas 2, 8005-248 Faro
Telefone: 937 411 747
Horário: sábado das 16h00 às 18h00

Cartório Paroquial
Segunda, quarta e sexta - das 10h00 às 12h30
Terças e quintas - Das 15h às 18h00
Sábados, domingos e feriados, o cartório permanece fechado


Atendimento do Pároco
Terça feira – das 16h00 às 18h00.

22/09/2026

A Diocese do Algarve vai apresentar o último ano do triénio pastoral, iniciado em 2024, e que a continuará a conduzir sob a perspetiva da alegria e da esperança até 2027, tendo como lema a exortação de São Paulo aos romanos «Sede alegres na esperança» (Rm 12,12). Na verdade, na carta aos ...

27 de setembro de 2026 – Liturgia do 26º Domingo do Tempo Comum – Ano ALEITURA I Ez 18, 25-28Leitura da Profecia de Ezeq...
21/09/2026

27 de setembro de 2026 – Liturgia do 26º Domingo do Tempo Comum – Ano A

LEITURA I Ez 18, 25-28

Leitura da Profecia de Ezequiel

Eis o que diz o Senhor:
«Vós dizeis: ‘A maneira de proceder do Senhor não é justa’. Escutai, casa de Israel: Será a minha maneira de proceder que não é justa? Não será antes o vosso modo de proceder que é injusto? Quando o justo se afastar da justiça, praticar o mal e vier a morrer, morrerá por causa do mal cometido. Quando o pecador se afastar do mal que tiver realizado, praticar o direito e a justiça, salvará a sua vida. Se abrir os seus olhos e renunciar às faltas que tiver cometido, há de viver e não morrerá».

Palavra do Senhor.



SALMO RESPONSORIAL Sl 24 (25), 4-5.6-7.8-9 (R. 6a)

Refrão: Lembrai-Vos, Senhor, da vossa misericórdia.

Mostrai-me, Senhor, os vossos caminhos,
ensinai-me as vossas veredas.
Guiai-me na vossa verdade e ensinai-me,
porque Vós sois Deus, meu Salvador:
em vós espero sempre.

Lembrai-Vos, Senhor, das vossas misericórdias
e das vossas graças, que são eternas.
Não recordeis as minhas faltas
e os pecados da minha juventude.
Lembrai-Vos de mim segundo a vossa clemência,
por causa da vossa bondade, Senhor.

O Senhor é bom e reto,
ensina o caminho aos pecadores.
Orienta os humildes na justiça
e dá-lhes a conhecer os seus caminhos.



LEITURA II Forma longa Flp 2, 1-11

Leitura da Epístola do apóstolo São Paulo aos Filipenses

Irmãos:
Se há em Cristo alguma consolação, algum conforto na caridade, se existe alguma comunhão no Espírito,
alguns sentimentos de ternura e misericórdia, então completai a minha alegria, tendo entre vós os mesmos sentimentos e a mesma caridade, numa só alma e num só coração. Não façais nada por rivalidade nem por vanglória; mas, com humildade, considerai os outros superiores a vós mesmos, sem olhar cada um aos seus próprios interesses, mas aos interesses dos outros. Tende em vós os mesmos sentimentos que havia em Cristo Jesus. Ele, que era de condição divina, não Se valeu da sua igualdade com Deus, mas aniquilou-Se a Si próprio. Assumindo a condição de servo, tornou-Se semelhante aos homens. Aparecendo como homem, humilhou-Se ainda mais, obedecendo até à morte, e morte de cruz. Por isso, Deus O exaltou e Lhe deu um nome que está acima de todos os nomes, para que ao nome de Jesus todos se ajoelhem, no céu, na terra e nos abismos, e toda a língua proclame que Jesus Cristo é o Senhor, para glória de Deus Pai.

Palavra do Senhor.



LEITURA II Forma breve Flp 2, 1-5

Leitura da Epístola do apóstolo São Paulo aos Filipenses

Irmãos:
Se há em Cristo alguma consolação, algum conforto na caridade, se existe alguma comunhão no Espírito, alguns sentimentos de ternura e misericórdia, então completai a minha alegria, tendo entre vós os mesmos sentimentos e a mesma caridade, numa só alma e num só coração. Não façais nada por rivalidade nem por vanglória; mas, com humildade, considerai os outros superiores a vós mesmos, sem olhar cada um aos seus próprios interesses, mas aos interesses dos outros. Tende entre vós os mesmos sentimentos que havia em Cristo Jesus.

Palavra do Senhor.



EVANGELHO Mt 21, 28-32

+ Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Mateus

Naquele tempo, disse Jesus aos príncipes dos sacerdotes e aos anciãos do povo: «Que vos parece? Um homem tinha dois filhos. Foi ter com o primeiro e disse-lhe: ‘Filho, vai hoje trabalhar na vinha’. Mas ele respondeu-lhe: ‘Não quero’. Depois, porém, arrependeu-se e foi. O homem dirigiu-se ao segundo filho e falou-lhe do mesmo modo. Ele respondeu: ‘Eu vou, Senhor’. Mas de facto não foi. Qual dos dois fez a vontade ao pai?». Eles responderam-Lhe: «O primeiro». Jesus disse-lhes: «Em verdade vos digo: Os publicanos e as mulheres de má vida irão diante de vós para o reino de Deus. João Batista veio até vós, ensinando-vos o caminho da justiça, e não acreditastes nele; mas os publicanos e as mulheres de má vida acreditaram. E vós, que bem o vistes, não vos arrependestes, acreditando nele».

Palavra da salvação.



REFLEXÃO

1. Como é importante tomar cada vez mais consciência do Amor infinito que Deus nos tem!

“Lembrai-vos Senhor da vossa misericórdia.” Assim pedíamos há momentos ao repetir o refrão do Salmo intercalar. Sabemos que o Senhor sempre tem presente a Sua misericórdia infinita, o que levou o Papa Francisco a afirmar mesmo que Deus é misericórdia. Tal será possível na medida em que cada um tomar, cada vez mais consciência do Seu Amor e da pouca correspondência que a esse mesmo Amor tem dado. A 1ª Leitura chama a atenção para aqueles que, tomando consciência do Amor, se converteram, salvando a sua vida, e de outros que que se negam a fazê-lo, mas acabam por a cumprir. “Tende entre vós os mesmos sentimentos que havia em Cristo Jesus” nos recomenda S. Paulo. E esses sentimentos, nos são lembrados mais uma vez as Leituras da Missa de hoje: sentimentos de misericórdia e de perdão. Para que tal aconteça, é necessário olhar para a Cruz. Ela fala-nos desse Amor infinito que Deus nos tem. Importa nunca a perder de vista. S. Paulo lembra mesmo aos cristãos de Corinto “Julguei que não devia saber coisa alguma entre vós senão a Jesus Cristo e este Crucificado” (1 Cor 2,2). A Cruz, na qual Jesus, morreu por nós, surge como um verdadeiro grito de Amor. Os milhares de jovens de todo o mundo, que na Jornada Mundial de Juventude, seguiram e ergueram bem alto esse símbolo maravilhoso, revelaram que tinham descoberto o verdadeiro sentido da vida, que a todos agregou e transmitiu muita e sincera alegria. Como é importante descobrir e saborear o Amor infinito do nosso Deus!



2. Como importa escutar já os apelos do Senhor!

No Evangelho escutamos mais uma parábola contada pelo Senhor: um filho que afirma a seu pai que vai cumprir o seu pedido, mas não o faz, enquanto outro filho, apesar de dizer que não vai trabalhar para a vinha do pai, acaba por o fazer.

Não basta dizer que fazemos, que amamos o Senhor, importa sim que O amemos a valer. Mais que cumprir leis de uma forma automática, fria, importa cumpri-las por Amor.

S. Paulo, na 2ª Leitura, traça todo um programa de vida para concretamente darmos frutos de salvação: não façais nada por rivalidade nem vanglória, mas sempre unidos pelo mesmo sentir.

Jesus ensina-nos o quanto, para fazer parte do seu reino, já na terra, é necessário crer n’Ele e amá-lO. E esse amor que devemos concretizar na prática dos Seus mandamentos, isto é, fazendo sempre, com generosidade a vontade do Pai do Céu. É necessário amar como Jesus nos ensinou a amar, dando a vida por todos e por cada um de nós.



3. Ter bem presente as lições que a parábola de hoje nos transmite.

Com a parábola que o Evangelho de hoje nos transmite, Jesus quer chamar a nossa atenção para a sinceridade e fidelidade dos nossos compromissos para com Ele. Para tal é necessário que não imitemos estes filhos: devemos dizer sempre sim e cumprirmos com generosidade o que o Senhor nos pedir. Ele só nos pede que sigamos pelos caminhos da verdadeira felicidade. Como Pai bondoso que é, só deseja o nosso bem terreno e eterno. Que bom e seguro é seguir neste mar da vida, por vezes com ondas bem alterosas, no “barco” da vida acompanhado pelo Senhor, que dá garantias de segurança total na viagem até ao porto eterno e feliz do Céu. Para essa travessia, todos, todos, todos são convidados, como lembrou repetidas vezes a Papa Francisco na J.M.J. em Lisboa. Todos, de fato, tem lugar nessa segura viagem. Esse convite geral e total foi iniciado por Jesus Cristo e prosseguido pela santa Igreja por Ele fundada. Os pecadores e marginalizados eram mesmo os preferidos do divino Mestre, como sempre a Igreja tem por especial função realizar. Mas só o poderão fazer aqueles que estejam de forma convicta resolvidos a entrar no “barco”, isto é a amar o Timoneiro que conduz a viagem. Quem não estiver resolvido a essa conversão, cumprindo os sagrados mandamentos do Senhor, está a excluir-se de entrar no barco da salvação. Ninguém os está a excluir. Eles é que se recusam entrar. Assim aconteceu com o Profeta Jonas, quando queria seguir viagem fugindo aos planos amorosos do Senhor. Tiveram mesmo que o lançar ao mar, para que todo a barco se não afundasse. Deus é Bom. A todos quer salvar, mas como nos recorda Santo Agostinho “Aquele que te criou sem ti, não pode salvar-te sem ti.” Vamos todos aceitar tão amável e seguro convite. Rezemos uns pelos outros para que tal aconteça.

Seguindo pelos caminhos que o Pai nos indica, experimentaremos a misericórdia do Senhor, por maiores que tenham sido os nossos desvios de viagem até então percorridos, estaremos no caminho do Céu, onde, com Ele viveremos felicíssimos por toda a eternidade.



ORAÇÃO UNIVERSAL OU DOS FIÉIS

Irmãs e irmãos em Cristo:
Oremos pelos filhos que dizem “sim” e por aqueles que só sabem dizer “não” ao convite para trabalharem na vinha do Pai, e supliquemos (ou: e cantemos), todos juntos:

R. Ouvi-nos, Senhor.
Ou: Pela vossa misericórdia, salvai-nos, Senhor.
Ou: Senhor, nosso refúgio, ouvi-nos.



1. Pelo Papa N. e pelos bispos, que nos confirmam na fé,
pelos presbíteros e diáconos, que nos servem,
e por todos os discípulos de Cristo,
oremos.

2. Pelos que procuram agradar a Deus,
pelos pecadores que se afastam do mal
e pelos justos que deixam de ser bons,
oremos.

3. Pelos homens seguros de si próprios,
por aqueles que reconhecem a sua fragilidade
e por todos os que se levantam quando caem,
oremos.

4. Pelos professores e alunos de todas as escolas,
pelos que vão entrar no último ano de estudos
e pelos que já terminaram, mas não têm trabalho,
oremos.

5. Pela nossa assembleia do domingo,
pelos seus membros mais activos e fiéis
e pelos que se recusam a servir a comunidade,
oremos.

(Outras intenções: leigos da nossa diocese; grandes problemas mundiais …).



Senhor, Pai santo,
fazei nascer em cada um de nós os mesmos sentimentos que havia em vosso Filho, que Se entregou à morte pelos homens.
Por Cristo Senhor nosso.

20/09/2026

Eucaristia de início do ministério de D. Vitorino Soares como bispo do Algarve na Sé de Faro, no dia 19 de setembro de 2026 - Fotos: Samuel Mendonça

19/09/2026
19/09/2026
18/09/2026
20 de setembro de 2026 – 25º Domingo do Tempo Comum – Ano A | «Deus dá o prémio conforme os méritos»: É o epitáfio no tú...
18/09/2026

20 de setembro de 2026 – 25º Domingo do Tempo Comum – Ano A | «Deus dá o prémio conforme os méritos»: É o epitáfio no túmulo do amor

Há qualquer coisa de injusto e de irritante no comportamento do proprietário de quem fala a parábola: mostra-se generoso sem tomar em consideração os méritos. Ninguém lhe proibia de fazer beneficência com o seu dinheiro, mas premiar aqueles que tinham aparecido às 17h e que, até àquele momento, tinham ficado sem fazer nada, e que talvez até se tivessem entretido a vadiar, está fora de qualquer lógica. Se havia alguém que merecia uma recompensa eram os que tinham trabalhado mais, os operários da primeira hora. Nós estamos habituados a estipular os contratos de acordo com certos princípios que aqui, na parábola, não são respeitados.
É precisamente no modo provocatório de agir do proprietário que está o ensinamento principal do relato. Então vejamos.
É a época da vindima, e quando a uva está madura tem de ser recolhida e esmagada, tendo em atenção o momento e a lua certa. Para os proprietários dos grandes vinhedos são dias de tensão, precisam de trabalhadores, e aqueles que não têm um trabalho fixo sabem disso e aproveitam a urgência dos patrões para lhe arrancar um contrato favorável. Os mais disponíveis posicionam-se em lugares estratégicos ainda antes do nascer do dia e esperam que passe alguém que lhe dê trabalho. É aqui que começa a nossa parábola.
Ainda antes do nascer do Sol, eis que chega, ofegante, um vinhateiro. Já está a pé há mais de duas horas, programou o trabalho para aquele dia, arrumou as dornas, os cestos, os pipos; cozeu o pão e preparou as azeitonas que irá distribuir aos trabalhadores a maio do dia; nota-se a tensão no rosto e, pelo olhar, os gestos rápidos, quase nervosos, deixa transparecer toda a sua pressa e preocupação. Algumas palavras rápidas para acordar o pagamento e o primeiro grupo, o dos madrugadores, já está na vinha.
O proprietário tem uma grande urgência em concluir o trabalho, e de facto sai mais quatro vezes à procura de trabalhadores: a meio da manha, ao meio-dia, às três da tarde e, quando chama o último grupo, são já as 17h00, falta apenas uma hora para a conclusão da jornada.
Até aqui não há nada de estranho, é tudo lógico, normal.
Vamos começar a identificar as personagens: o proprietário representa Deus ou Cristo; os trabalhadores são os discípulos que, em momentos diferentes da vida de cada um, respondem ao seu chamamento; a vinha é a comunidade cristã, onde o trabalho nunca falta e deve ser feito com grande urgência. Catequistas, leitores, acólitos, acolhimento durante as celebrações, cantores, pastoral social. A pressa é a mesma que encontramos na disposição que Jesus dá aos seus enviados: «Não vos detenhais a saudar ninguém pelo caminho» porque não há tempo a perder. O dia é a imagem da vida de cada pessoa e o entardecer é o momento do justo juízo de Deus.
Todos conhecemos os termos eucaristia e carisma. Derivam do termo grego charis que significa benevolência, dom gratuito, prenda que dá alegria, felicidade.
É grande a satisfação que podemos experimentar quando nos é entregue o diploma da licenciatura, depois de muitas canseiras e noites insones; mas é imensa a alegria que suscita em nós a simples flor que a pessoa amada nos entrega no momento em que declara o seu amor.
A prenda comunica uma emoção única, porque é sinal de alguém que pensa em nós, que nos ama, que pronuncia com ternura o nosso nome.
A introdução na relação com o Senhor dos critérios da justiça retributiva, da contabilidade, dos prémios e dos castigos, das lisonjas e das ameaças, do registo dos méritos e das transgressões é uma deformação diabólica da fé. Os rabis tinham catalogado os homens em quatro categorias: justos, se observavam toda a lei; ímpios, se prevaleciam as infrações; medíocres, se os méritos e as culpas eram equivalentes; arrependidos, se pediam o perdão dos seus pecados. Com o princípio: «a recompensa só se recebe por uma boa obra» tinham decretado o fim da relação de amor.
O diálogo entre Deus e o homem só se instaura onde há o encontro livre, o dom gratuito, o amor recíproco sem condições. Quem ama não pretende nada, não espera mais nada senão ver a pessoa amada sorrir e alegrar-se.
Na linha dos profetas, os melhores dos rabis diziam ao Senhor: «Nisto se manifesta a tua salvação: Tu tens misericórdia daqueles que não possuem um tesouro de boas obras» «Tudo o que Tu nos fizeste é graça, pois nas nossas mãos não havia boas obras» Jesus fez sua esta justiça de Deus.

Ano Pastoral 2026 /2027 | Catequese Paroquial.A catequese está a começar e queremos caminhar contigo! 🌟Se desejas que o ...
17/09/2026

Ano Pastoral 2026 /2027 | Catequese Paroquial.

A catequese está a começar e queremos caminhar contigo! 🌟
Se desejas que o teu filho cresça na fé, descubra Jesus e viva a alegria da comunidade, este é o momento.
As inscrições estão abertas — junta-te a nós e faz parte desta família que acolhe, escuta e celebra.

📌 Inscreve-te no link:
https://forms.gle/WkxWh4WppLMhsCoK6

Tomada de Posse de D. Vitorino Soares, Bispo do AlgarveSábado, 19 de setembro, às 11h30, na Sé Catedral de Faro.Quem não...
14/09/2026

Tomada de Posse de D. Vitorino Soares, Bispo do Algarve
Sábado, 19 de setembro, às 11h30, na Sé Catedral de Faro.
Quem não puder estar presente pode acompanhar a celebração em direto. A emissão começa às 10h45, com uma reportagem de enquadramento antes da celebração.
• Online, no YouTube da Diocese do Algarve youtube.com/, no Facebook do jornal Folha do Domingo (facebook.com/folhadodomingo) e da Agência Ecclesia, e nos sites da Diocese, da Folha do Domingo e da Agência Ecclesia — transmissão assegurada pela parceria Folha do Domingo / Mais Algarve;
• Na TV Canção Nova — NOS 186 | MEO 182 | Vodafone 187 e 210 | NOWO 145;
• Num ecrã no Largo da Sé, em Faro, para quem não conseguir lugar no interior da Catedral.

Jornal regional generalista especializado em informação religiosa, fundado em 1914

20 de setembro de 2026 – Liturgia do 25º Domingo do Tempo Comum – Ano A.LEITURA I Is 55, 6-9Leitura do Livro de IsaíasPr...
14/09/2026

20 de setembro de 2026 – Liturgia do 25º Domingo do Tempo Comum – Ano A.

LEITURA I Is 55, 6-9

Leitura do Livro de Isaías

Procurai o Senhor, enquanto se pode encontrar, invocai-O, enquanto está perto. Deixe o ímpio o seu caminho, e o homem perverso os seus pensamentos. Converta-se ao Senhor, que terá compaixão dele, ao nosso Deus, que é generoso em perdoar. Porque os meus pensamentos não são os vossos, nem os vossos caminhos são os meus – oráculo do Senhor –. Tanto quanto o céu está acima da terra, assim os meus caminhos estão acima dos vossos, e acima dos vossos estão os meus pensamentos.

Palavra do Senhor.



SALMO RESPONSORIAL Sl 144 (145), 2-3.8-9.17-18 (R. 18a)

Refrão: O Senhor está perto de quantos O invocam.

Quero bendizer-Vos, dia após dia,
e louvar o vosso nome para sempre.
Grande é o Senhor e digno de todo o louvor,
insondável é a sua grandeza.

O Senhor é clemente e compassivo,
paciente e cheio de bondade.
O Senhor é bom para com todos,
e a sua misericórdia se estende a todas as criaturas.

O Senhor é justo em todos os seus caminhos
e perfeito em todas as suas obras.
O Senhor está perto de quantos O invocam,
de quantos O invocam em verdade.



LEITURA II Flp 1, 20c-24.27a

Leitura da Epístola do apóstolo São Paulo aos Filipenses

Irmãos:
Cristo será glorificado no meu corpo, quer eu viva quer eu morra. Porque, para mim, viver é Cristo e morrer é lucro. Mas, se viver neste corpo mortal me permite um trabalho útil, não sei o que escolher. Sinto-me constrangido por este dilema: desejaria partir e estar com Cristo, que seria muito melhor; mas é mais necessário para vós que eu permaneça neste corpo mortal. Procurai somente viver de maneira digna do Evangelho de Cristo.

Palavra do Senhor.



EVANGELHO Mt 20, 1-16a

+ Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Mateus

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos a seguinte parábola: «O reino dos Céus pode comparar-se a um proprietário, que saiu muito cedo a contratar trabalhadores para a sua vinha. Ajustou com eles um denário por dia e mandou-os para a sua vinha. Saiu a meia-manhã, viu outros que estavam na praça ociosos e disse-lhes: ‘Ide vós também para a minha vinha, e dar-vos-ei o que for justo’. E eles foram. Voltou a sair, por volta do meio-dia e pelas três horas da tarde, e fez o mesmo. Saindo ao cair da tarde, encontrou ainda outros que estavam parados e disse-lhes: ‘Porque ficais aqui todo o dia sem trabalhar?’. Eles responderam-lhe: ‘Ninguém nos contratou’. Ele disse-lhes: ‘Ide vós também para a minha vinha’. Ao anoitecer, o dono da vinha disse ao capataz: «Chama os trabalhadores e paga-lhes o salário, a começar pelos últimos e a acabar nos primeiros’. Vieram os do entardecer e receberam um denário cada um. Quando vieram os primeiros, julgaram que iam receber mais, mas receberam também um denário cada um. Depois de o terem recebido, começaram a murmurar contra o proprietário, dizendo: ‘Estes últimos trabalharam só uma hora, e deste-lhes a mesma paga que a nós, que suportámos o peso do dia e o calor’. Mas o proprietário respondeu a um deles: ‘Amigo, em nada te prejudico. Não foi um denário que ajustaste comigo? Leva o que é teu e segue o teu caminho. Eu quero dar a este último tanto como a ti. Não me será permitido fazer o que quero do que é meu? Ou serão maus os teus olhos porque eu sou bom?’. Assim, os últimos serão os primeiros e os primeiros serão os últimos».

Palavra da salvação.



REFLEXÃO

1. “Os meus pensamentos não são como os vossos, nem os vossos caminhos são os meus”.

Sendo o Senhor a fonte de toda a felicidade, como pois é importante invocá-lo! Essa invocação do Senhor será tanto maior quanto mais e melhor O conhecermos. Como é importante conhecê-lo!

As Leituras da Missa de hoje levam-nos a um conhecimento mais perfeito do próprio Deus. Revelam-nos que a lógica do Senhor é muito diferente da nossa. Se a não conhecermos, estamos longe de O conhecer também.

A 1ª Leitura, do profeta Isaías, relaciona-se com o exílio do Povo de Deus na Babilónia. Eles sabiam que tinham sido infiéis ao Senhor pelo que se julgavam definitivamente abandonados por Ele. Pois bem o Profeta Isaías vem dizer-lhes que não estão abandonados. Deus aguarda com paciência o seu regresso. O que é necessário é que o ímpio deixe o seu caminho e que se converta. E explica: “porque os meus pensamentos não são os vossos, nem os vossos caminhos são os meus”. “Tanto quanto o céu está acima da terra, assim os meus caminhos estão acima dos vossos”. O mesmo nos quer dizer o Senhor com a parábola do Evangelho da Missa de hoje.

2. Assim, os últimos serão os primeiros e os primeiros serão os últimos.

Como compreender que o dono da vinha tenha dado ordens ao capataz para começar os pagamentos pelos últimos e todos receberem o mesmo? Mais uma vez o Senhor quer chamar a atenção para o facto do Seu modo de agir ser tão diferente do nosso.

Manda proceder assim pois tal, além de não cometer qualquer injustiça para quem foi contratado, quis chamar a atenção para a honra de todos esses chamamentos. Os primeiros a serem contratados puderam usufruir da honra de trabalhar na vinha do Senhor, que no caso concreto é o reino de Deus, é ter a felicidade de viver com Ele. Tal facto é em si já um grande prémio. O Senhor que a todos quer salvar, mostra para com aqueles que passaram a vida longe d’Ele, seguindo por caminhos errados, de abandono e tristeza, mas acabaram por ouvir o Seu apelo de Pai amoroso, aceitando com alegria o convite divino. Tal aceitação é motivo de festa, de grande alegria para o próprio Pai que convida, como nos relata Jesus com a linda parábola do filho pródigo. Com este salário em primeiro lugar o Senhor quer compensar os que por ignorância e falta de convite para o trabalho na vinha, viveram abandonados.

Jesus conta esta parábola dos chamados a trabalhar na vinha, para que cada um, ouvindo o convite, caia em si, como o fez o filho pródigo, e reconheça o que é e o que vale diante de Deus.


3. Como é importante escutar já, o apelo do Senhor!

“Para mim viver é Cristo e morrer é lucro” nos afirma S. Paulo na 2ª Leitura da Missa de hoje. É à luz deste princípio que podemos compreender como “os pensamentos de Deus não são como os nossos”.

Humanamente falando parece que o senhor da parábola, que convidou os trabalhadores para a sua vinha tinha sido injusto, pagando o mesmo e começando a pagar pelos últimos. É necessário que todos nos compenetremos que nunca mereceremos o Reino dos Céus. Ele é sempre um dom de Deus. Os que começaram mais cedo a trabalhar na vinha do Senhor, isto é, na sua santificação, têm a seu favor o facto de ter podido viver mais dias felizes na companhia do mesmo Senhor. O que mais tarde se converte, poderá dizer com razão, como o fez Santo Agostinho “que tarde te conheci Senhor! O meu coração andava inquieto…”

É necessário trabalhar algum tempo na própria santificação. Ai de quem adia este convite, que o Senhor nos faz à conversão! Ninguém sabe em que fase do dia da vida se encontra. Morre-se em todas as idades.

Aceitemos o convite que Ele hoje mais uma vez nos dirige, para que possamos dizer com verdade como S. Paulo “Para mim viver é Cristo e morrer é lucro”.

Procuremos que os outros o façam também, para que confiando na misericórdia infinita do Senhor, todos alcancem a salvação eterna para a qual um dia nos chamou à vida.



ORAÇÃO UNIVERSAL OU DOS FIÉIS

Oremos, irmãos e irmãs, a Deus Pai,
que está perto de quantos O invocam
e é misericordioso para com todos,
e supliquemos confiadamente,
dizendo (ou: cantando):

R. Escutai, Senhor, a oração do vosso povo.
Ou: Mostrai-nos, Senhor, o vosso amor.
Ou: Ouvi, Senhor, a nossa oração.

1. Para que a palavra de Deus ilumine a santa Igreja,
e, em todas as horas da tarde e da manhã,
haja quem trabalhe na vinha do Senhor,
oremos.

2. Para que os responsáveis pela economia mundial
não se fechem às necessidades de ninguém,
mas defendam os direitos dos mais pobres,
oremos.

3. Para que todos os cidadãos tenham emprego,
os camponeses tempo favorável às colheitas,
e cada família uma digna habitação,
oremos.

4. Para que as nossas aldeias, vilas e cidades,
sejam lugares de convivência e amizade,
onde se invoque o Senhor e haja paz,
oremos.

5. Para que os membros da nossa assembleia dominical
sintam gosto em trabalhar no serviço do Evangelho
e encham o coração com os seus valores,
oremos.

(Outras intenções: os que vão iniciar este novo ano escolar; as iniciativas pastorais da nossa diocese …).

Senhor, nosso Deus,
cujos pensamentos e caminhos
estão muito acima dos nossos,
fazei que a palavra de Jesus
nos desperte para o trabalho da sua vinha.
Por Cristo Senhor nosso.

Endereço

Praça De Tânger
Faro
8000-166

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 10:00 - 12:30
Terça-feira 10:00 - 12:30
15:00 - 20:00
Quarta-feira 10:00 - 12:30
15:00 - 20:00
Quinta-feira 10:00 - 12:30
15:00 - 20:00
Sexta-feira 10:00 - 12:30
15:00 - 20:00
Sábado 18:00 - 12:30
Domingo 10:00 - 12:30

Notificações

Seja o primeiro a receber as novidades e deixe-nos enviar-lhe um email quando Paróquia de São Luis - Faro publica notícias e promoções. O seu endereço de email não será utilizado para qualquer outro propósito, e pode cancelar a subscrição a qualquer momento.

Entre Em Contato Com O Local De Adoração

Envie uma mensagem para Paróquia de São Luis - Faro:

Atalhos

Compartilhar