Paróquias em que o Padre Paulo Emanuel é Pároco

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Um mês depois das tempestades, mais de 50 mil pessoas continuam sem telecomunicações
06/03/2026

Um mês depois das tempestades, mais de 50 mil pessoas continuam sem telecomunicações

https://www.youtube.com/watch?v=7T4DditXb6kHá caminhos que ninguém escolhe andar,No silêncio onde custa respirar,Mas qua...
04/03/2026

https://www.youtube.com/watch?v=7T4DditXb6k
Há caminhos que ninguém escolhe andar,
No silêncio onde custa respirar,
Mas quando a noite parece vencer,
Há mãos amigas que fazem amanhecer.
Chegam sem pedir lugar,
Sabem ouvir, sabem ficar,
No peso dos dias mais incertos,
Transformam distâncias em afetos.

Sérgio, irmão de tantas histórias,
De risos altos e memórias,
Agora somos nós a remar contigo,
Cada passo teu é também nosso caminho.
Quando o cansaço tenta falar,
Há vozes prontas para te levantar,
Porque amizade verdadeira
É força viva, constante e inteira.

SOMOS ABRAÇO QUANDO FALTA CHÃO,
SOMOS CORAGEM NO TEU CORAÇÃO,
NA DOR, NA ESPERA, NA ORAÇÃO,
SOMOS PRESENÇA, NUNCA SOLIDÃO.
E mesmo quando o medo vem,
Há luz nos amigos que dizem “vem”,
Porque onde a esperança resistir,
Há sempre alguém para te sorrir.

Joana, firme como o mar,
Ensina-nos todos a cuidar,
No teu olhar mora a certeza
De que o amor vence a fraqueza.
E a Olívia, fé silenciosa,
Força tranquila e corajosa,
Nas suas preces encontramos paz,
Um porto seguro que nunca se desfaz.
E há um pequeno sol a brilhar,
Luisinho a ensinar-nos a acreditar,
No seu sorriso mora a verdade:
O milagre simples da felicidade.
É por ele que seguimos mais fortes,
Desafiando sombras e sortes,
Porque cada riso seu lembra bem:
A vida renasce todos os dias também.
SOMOS ABRAÇO QUANDO FALTA CHÃO,
SOMOS CORAGEM NO TEU CORAÇÃO,
NA DOR, NA ESPERA, NA ORAÇÃO,
SOMOS PRESENÇA, NUNCA SOLIDÃO.
Somos rosto de Deus na escuridão,
Luz acesa na tua direção,
E enquanto houver amizade assim,
Nenhuma noite chega ao fim.
Estamos contigo até ao vencer,
Na queda há sempre quem te erguer,
Amigos não deixam ninguém parar,
São fé viva a caminhar.
E quando esta luta terminar,
Vamos juntos celebrar,
Porque a amizade que aqui nasceu
É cura que o amor escreveu.

Há caminhos que ninguém escolhe andar,No silêncio onde custa respirar,Mas quando a noite parece vencer,Há mãos amigas que fazem amanhecer.Chegam sem pedir lu...

https://www.youtube.com/watch?v=P2KQavYP1GA&list=RDP2KQavYP1GA&start_radio=1No primeiro domingo do mês de março, quando ...
02/03/2026

https://www.youtube.com/watch?v=P2KQavYP1GA&list=RDP2KQavYP1GA&start_radio=1
No primeiro domingo do mês de março, quando o inverno começa lentamente a inclinar-se diante da promessa da primavera, a comunidade reúne-se em oração para recordar os pais que já partiram desta vida. Não os recordamos como quem fala de um passado fechado, mas como quem contempla uma presença transformada. A morte levou-os do nosso olhar, mas não lhes retirou a dignidade eterna de serem pais. Um pai não deixa de o ser quando o seu coração deixa de bater na terra. Tal como uma estrela que desaparece do horizonte ao cair da noite e, no entanto, continua a brilhar no firmamento, também o amor de um pai permanece vivo para além da fronteira da morte. O corpo pode descansar no silêncio da terra, mas a paternidade continua a pulsar no mistério da eternidade. Os filhos continuam a caminhar na vida com a marca invisível das mãos que os ensinaram a andar. Nos conselhos que ecoam na memória, no exemplo que permanece como um farol em noites de dúvida, nos gestos aprendidos no quotidiano simples da família, o pai continua presente. É como uma raiz profunda que permanece escondida sob a terra, mas sustenta a árvore que cresce e dá fruto. A fé ensina-nos que a morte não é um muro, mas uma porta. Não é um ponto final, mas uma vírgula no grande livro da vida que Deus escreve com cada um de nós. Por isso rezamos pelos nossos pais falecidos. Se já contemplam a luz do Céu, unimo-nos à sua alegria. Se ainda caminham para essa plenitude, as nossas orações são como velas acesas que iluminam o caminho da sua esperança. Neste mês dedicado aos pais, a nossa memória torna-se um altar. Sobre ele colocamos a gratidão, as lágrimas discretas, as saudades que não se apagam. Cada recordação é como uma flor depositada diante de Deus. E cada oração sobe como incenso, perfumando o céu com o amor dos filhos. Porque um pai nunca deixa de ser pai. Mesmo quando o silêncio da morte parece ter falado mais alto, o amor continua a falar mais forte. E assim acreditamos — com a confiança humilde dos que rezam — que aqueles que nos ensinaram a viver na terra continuam agora a interceder por nós junto de Deus, na eterna casa do Pai.

No primeiro domingo do mês de março, quando o inverno começa lentamente a inclinar-se diante da promessa da primavera, a comunidade reúne-se em oração para r...

https://www.youtube.com/watch?v=6Lq1lLqzQ3w&list=RD6Lq1lLqzQ3w&start_radio=1No primeiro domingo do mês de março, quando ...
02/03/2026

https://www.youtube.com/watch?v=6Lq1lLqzQ3w&list=RD6Lq1lLqzQ3w&start_radio=1
No primeiro domingo do mês de março, quando o inverno começa lentamente a inclinar-se diante da promessa da primavera, a comunidade reúne-se em oração para recordar os pais que já partiram desta vida. Não os recordamos como quem fala de um passado fechado, mas como quem contempla uma presença transformada. A morte levou-os do nosso olhar, mas não lhes retirou a dignidade eterna de serem pais. Um pai não deixa de o ser quando o seu coração deixa de bater na terra. Tal como uma estrela que desaparece do horizonte ao cair da noite e, no entanto, continua a brilhar no firmamento, também o amor de um pai permanece vivo para além da fronteira da morte. O corpo pode descansar no silêncio da terra, mas a paternidade continua a pulsar no mistério da eternidade. Os filhos continuam a caminhar na vida com a marca invisível das mãos que os ensinaram a andar. Nos conselhos que ecoam na memória, no exemplo que permanece como um farol em noites de dúvida, nos gestos aprendidos no quotidiano simples da família, o pai continua presente. É como uma raiz profunda que permanece escondida sob a terra, mas sustenta a árvore que cresce e dá fruto. A fé ensina-nos que a morte não é um muro, mas uma porta. Não é um ponto final, mas uma vírgula no grande livro da vida que Deus escreve com cada um de nós. Por isso rezamos pelos nossos pais falecidos. Se já contemplam a luz do Céu, unimo-nos à sua alegria. Se ainda caminham para essa plenitude, as nossas orações são como velas acesas que iluminam o caminho da sua esperança. Neste mês dedicado aos pais, a nossa memória torna-se um altar. Sobre ele colocamos a gratidão, as lágrimas discretas, as saudades que não se apagam. Cada recordação é como uma flor depositada diante de Deus. E cada oração sobe como incenso, perfumando o céu com o amor dos filhos. Porque um pai nunca deixa de ser pai. Mesmo quando o silêncio da morte parece ter falado mais alto, o amor continua a falar mais forte. E assim acreditamos — com a confiança humilde dos que rezam — que aqueles que nos ensinaram a viver na terra continuam agora a interceder por nós junto de Deus, na eterna casa do Pai.

No primeiro domingo do mês de março, quando o inverno começa lentamente a inclinar-se diante da promessa da primavera, a comunidade reúne-se em oração para r...

https://www.youtube.com/watch?v=wJID7AWtQ88O PÃO NASCIDO DO MILHO DESFOLHADO NA DESFOLHADA DAS FESTAS DO SAMIGUEL DE CAB...
01/03/2026

https://www.youtube.com/watch?v=wJID7AWtQ88
O PÃO NASCIDO DO MILHO DESFOLHADO NA DESFOLHADA DAS FESTAS DO SAMIGUEL DE CABAÇOS É PRESENÇA CONSTANTE NAS MESAS E NOS CORAÇÕES DE CABAÇOS AO LONGO DE TODO O ANO. E UMA VEZ POR MÊS A PARÓQUIA COZE BROA PARA ALIMENTAR TODAS AS PESSOAS QUE ENTREM NA CASA DO ADRO DA IGREJA PARA PROVAR A BROA QUENTINHA.

O PÃO NASCIDO DO MILHO DESFOLHADO NA DESFOLHADA DAS FESTAS DO SAMIGUEL DE CABAÇOS É PRESENÇA CONSTANTE NAS MESAS E NOS CORAÇÕES DE CABAÇOS AO LONGO DE TODO O...

No primeiro domingo do mês de março, quando o inverno começa lentamente a inclinar-se diante da promessa da primavera, a...
01/03/2026

No primeiro domingo do mês de março, quando o inverno começa lentamente a inclinar-se diante da promessa da primavera, a comunidade reúne-se em oração para recordar os pais que já partiram desta vida. Não os recordamos como quem fala de um passado fechado, mas como quem contempla uma presença transformada. A morte levou-os do nosso olhar, mas não lhes retirou a dignidade eterna de serem pais.
Um pai não deixa de o ser quando o seu coração deixa de bater na terra. Tal como uma estrela que desaparece do horizonte ao cair da noite e, no entanto, continua a brilhar no firmamento, também o amor de um pai permanece vivo para além da fronteira da morte. O corpo pode descansar no silêncio da terra, mas a paternidade continua a pulsar no mistério da eternidade.
Os filhos continuam a caminhar na vida com a marca invisível das mãos que os ensinaram a andar. Nos conselhos que ecoam na memória, no exemplo que permanece como um farol em noites de dúvida, nos gestos aprendidos no quotidiano simples da família, o pai continua presente. É como uma raiz profunda que permanece escondida sob a terra, mas sustenta a árvore que cresce e dá fruto.
A fé ensina-nos que a morte não é um muro, mas uma porta. Não é um ponto final, mas uma vírgula no grande livro da vida que Deus escreve com cada um de nós. Por isso rezamos pelos nossos pais falecidos. Se já contemplam a luz do Céu, unimo-nos à sua alegria. Se ainda caminham para essa plenitude, as nossas orações são como velas acesas que iluminam o caminho da sua esperança.
Neste mês dedicado aos pais, a nossa memória torna-se um altar. Sobre ele colocamos a gratidão, as lágrimas discretas, as saudades que não se apagam. Cada recordação é como uma flor depositada diante de Deus. E cada oração sobe como incenso, perfumando o céu com o amor dos filhos.
Porque um pai nunca deixa de ser pai. Mesmo quando o silêncio da morte parece ter falado mais alto, o amor continua a falar mais forte. E assim acreditamos — com a confiança humilde dos que rezam — que aqueles que nos ensinaram a viver na terra continuam agora a interceder por nós junto de Deus, na eterna casa do Pai.

No primeiro domingo do mês de março, quando o inverno começa lentamente a inclinar-se diante da promessa da primavera, a comunidade reúne-se em oração para r...

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