F.E.A - Grupo de Jovens de Amoreira da Gândara

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Noite de Oração JMJ em Concerto no Arciprestado de Oliveira do Bairro! 🙏🌙✨** O COA OB convida todo o Arciprestado, a mai...
20/02/2023

Noite de Oração JMJ em Concerto no Arciprestado de Oliveira do Bairro! 🙏🌙✨

** O COA OB convida todo o Arciprestado, a mais uma iniciativa no próximo dia 25 de Fevereiro, a decorrer na Igreja Matriz de Bustos para um Momento de Música, Meditação e Fé na forma de Concerto com a cantora católica Claudine Pinheiro, que é conhecida a nível Nacional pelo seu panorama na música cristã. 🎵

Sempre se ouviu dizer que cantar é rezar duas vezes, portanto vamos abrir os nossos corações e escutar a Sua Palavra em comunhão. 😊🎶

* Início da Oração em Concerto às 21h15 com entrada livre e segue, depois do Concerto, até ao Salão Paroquial de Bustos para um convívio com todos os presentes para angariação de fundos na forma de pequenos donativos.

* Destinatários: COD, COPs, todos os jovens do Arciprestado entre os 14-30 anos e paroquianos em geral.

* É essencial continuar a mobilizar os nossos jovens a participar em mais um momento na nossa caminhada rumo à JMJ Lisboa 2023. A vossa presença é de extrema importância. 😉

Juntos Somos MAR de alegRIA! 💪

☺️🇵🇹

Escuta.... pensa....reage....Deus é AMOR.
12/02/2023

Escuta.... pensa....reage....
Deus é AMOR.

12/02/2023

Passo a passo , JUNTOS, fazemos caminho.🙏

20/03/2022

** Convite - Iniciativa 24 Horas para o Senhor, dia 25 de Março na Igreja Matriz de Bustos; adoração Eucarística.

Tema: "Com Jesus...encontro-me com o Pai Misericordioso!"

* Acolhimento às 20h30; * Início às 21h00;
* Encerramento previsível às 23h00.

* Destinatários do 7 ao 12 anos de catequese e jovens Crismados.

*No dia em que o Papa Francisco, pede a consagração ao Imaculado Coração de Maria da Rússia e da Ucrânia. 🇷🇺🇺🇦

*Que nossa Senhora, a Virgem Maria,
nos acompanhe e abençoe. 🙏

*Organiza e convida: EAPJOB - COA, JMJ 2023.

17/08/2021

🗓VINTE23: Todos os meses a viver a JMJ!

No mês de agosto, o dia vinte23 será marcado através de Férias em Deus, um momento de meditação onde quer que estejas! Sem paragens, convidamos-te a continuares a viver a tua fé... 🙏

📩 Para participares neste momento Basta acederes ao grupo de whatsapp através do link

Mesmo distantes, unidos na fé! Esperamos por ti 😉 Para que JUNTOS, possamos celebrar mais um momento rumo à JMJ!

🇵🇹

O desafio da DPJAveiro foi aceite por muitos jovens. Desafiados a falar sobre diversos temas, podemos ‘ouvir’ cada um de...
24/05/2020

O desafio da DPJAveiro foi aceite por muitos jovens. Desafiados a falar sobre diversos temas, podemos ‘ouvir’ cada um deles, vindos de diferentes pontos da nossa diocese.

Contamos com a partilha da nossa Maria Carvalho, que falou sobre FAMÍLIA (podem encontrar a partilha aqui na nossa página).

Obrigado a todos! ❤️🙏

5 semanas. 5 temas: liberdade, trabalho, família, amizade, voluntariado. 37 jovens e grupos de jovens aceitaram o nosso desafio e foram ao longo desta caminhada de ajudando-nos a ver o rosto de Cristo!

Hoje a nossa jovem Maria Carvalho deu a sua partilha sobre o tema família, proposto pelo DPJAveiro para este tempo que v...
05/05/2020

Hoje a nossa jovem Maria Carvalho deu a sua partilha sobre o tema família, proposto pelo DPJAveiro para este tempo que vivemos.

Uma partilha pessoal, mas muito nossa! 🙏❤️

Lançámos o desafio à Maria Carvalho da paróquia da Amoreira da Gândara do Arciprestado de Oliveira do Bairro e ela aceitou partilhando connosco a sua reflexão. “A família é a esperança do futuro.
Rezemos especialmente pelas famílias que estão a passar por dificuldades, para que o Senhor as apoie.” (Papa Francisco). Neste momento em que a maioria de nós têm de ficar em casa, nem sempre é fácil gerir os conflitos que vão surgindo no seio familiar, nem sempre temos a paciência necessária para desculpar ou mesmo arranjarmos tempo para agradecer o quão sortudos somos por pudermos simplesmente estar em casa, rodeados por quem mais amamos. Infelizmente há quem continue lá fora, longe das suas famílias, arriscando-se todos os dias para que nós possamos estar em casa, em segurança. Por isso mesmo, agradeçamos todos os dias, pela nossa família, por quem está connosco e por quem gostaríamos que estivesse. Sejamos gratos todos os dias pelo dom da vida, mas sobretudo por termos uma família, seja ela a que nos foi dada ou aquela que escolhemos. O Papa Francisco lança-nos também o desafio de amar, da misericórdia e do perdão daquela que é a nossa família alargada, porque família são todos aqueles que “se apoiam mutuamente nas suas dificuldades, no seu compromisso social e na fé.”. Sejamos mais do que nunca uns para os outros, acolhamos com amor todos aqueles que precisem de um colo para descansar. «Ninguém tem maior amor do que quem dá a vida pelos seus amigos.» (Jo 15,13) A melhor maneira de amarmos a nossa família, os nossos irmãos, é tomarmos todas as medidas de segurança necessárias. Quando tudo isto acabar esperamos voltar a abraçar todos aqueles que não podemos agora, dizer o quanto os amamos, mas até lá fiquemos em casa, protejamo-nos uns aos outros, para que isto tudo acabe rapidamente e possamos voltar para os braços de quem mais amamos. Tenhamos a coragem para ficar em casa, ou para ir trabalhar. Seja qual for a nossa missão agora, nunca estaremos sozinhos. «Escuta, é uma ordem que te dou: tem coragem; não tremas, porque o SENHOR, teu Deus, estará contigo para onde quer que fores.» (Josué 1, 9)”

Os nossos jovens têm vivido este tempo de isolamento de uma forma unida, em família, em grupo, com Deus. Hoje como noutr...
04/04/2020

Os nossos jovens têm vivido este tempo de isolamento de uma forma unida, em família, em grupo, com Deus. Hoje como noutros tantos sábados estaríamos reunidos na nossa sala, mas não é possível! Mostramos que estamos juntos cada um em sua casa, juntos nesta caminhada, e convictos que tudo vai correr bem.

‘Assim fala o Senhor, que estabelece o Sol para iluminar o dia; que manda à Lua e às estrelas que iluminem a noite;que agita o mar e as suas ondas rugem.
O seu nome é Senhor do universo.’ [Jer 31, 35]

27/03/2020

Homilia do Papa Francisco na celebração extraordinária de oração pela pandemia da Covid-19

Ao entardecer…» (Mc 4, 35): assim começa o Evangelho, que ouvimos. Desde há semanas que parece o entardecer, parece cair a noite. Densas trevas cobriram as nossas praças, ruas e cidades; apoderaram-se das nossas vidas, enchendo tudo dum silêncio ensurdecedor e um vazio desolador, que paralisa tudo à sua passagem: pressente-se no ar, nota-se nos gestos, dizem-no os olhares. Revemo-nos temerosos e perdidos. À semelhança dos discípulos do Evangelho, fomos surpreendidos por uma tempestade inesperada e furibunda. Demo-nos conta de estar no mesmo barco, todos frágeis e desorientados mas ao mesmo tempo importantes e necessários: todos chamados a remar juntos, todos carecidos de mútuo encorajamento. E, neste barco, estamos todos, todos. Tal como os discípulos que, falando a uma só voz, dizem angustiados «vamos perecer» (cf. 4, 38), assim também nós nos apercebemos de que não podemos continuar estrada cada qual por conta própria, mas só o conseguiremos juntos.

Rever-nos nesta narrativa, é fácil; difícil é entender o comportamento de Jesus. Enquanto os discípulos naturalmente se sentem alarmados e desesperados, Ele está na popa, na parte do barco que se afunda primeiro... E que faz? Não obstante a tempestade, dorme tranquilamente, confiado no Pai (é a única vez no Evangelho que vemos Jesus a dormir). Acordam-No; mas, depois de acalmar o vento e as águas, Ele volta-Se para os discípulos em tom de censura: «Por que sois tão medrosos? Ainda não tendes fé?» (4, 40).

Procuremos compreender. Em que consiste esta falta de fé dos discípulos, que se contrapõe à confiança de Jesus? Não é que deixaram de crer N’Ele, pois invocam-No; mas vejamos como O invocam: «Mestre, não Te importas que pereçamos?» (4, 38) Não Te importas: pensam que Jesus Se tenha desinteressado deles, não cuide deles. Entre nós, nas nossas famílias, uma das coisas que mais dói é ouvirmos dizer: «Não te importas de mim». É uma frase que fere e desencadeia turbulência no coração. Terá abalado também Jesus, pois não há ninguém que se importe mais de nós do que Ele. De facto, uma vez invocado, salva os seus discípulos desalentados.

A tempestade desmascara a nossa vulnerabilidade e deixa a descoberto as falsas e supérfluas seguranças com que construímos os nossos programas, os nossos projetos, os nossos hábitos e prioridades. Mostra-nos como deixamos adormecido e abandonado aquilo que nutre, sustenta e dá força à nossa vida e à nossa comunidade. A tempestade põe a descoberto todos os propósitos de «empacotar» e esquecer o que alimentou a alma dos nossos povos; todas as tentativas de anestesiar com hábitos aparentemente «salvadores», incapazes de fazer apelo às nossas raízes e evocar a memória dos nossos idosos, privando-nos assim da imunidade necessária para enfrentar as adversidades.

Com a tempestade, caiu a maquilhagem dos estereótipos com que mascaramos o nosso «eu» sempre preocupado com a própria imagem; e ficou a descoberto, uma vez mais, aquela abençoada pertença comum a que não nos podemos subtrair: a pertença como irmãos.

«Por que sois tão medrosos? Ainda não tendes fé?» Nesta tarde, Senhor, a tua Palavra atinge e toca-nos a todos. Neste nosso mundo, que Tu amas mais do que nós, avançamos a toda velocidade, sentindo-nos em tudo fortes e capazes. Na nossa avidez de lucro, deixamo-nos absorver pelas coisas e transtornar pela pressa. Não nos detivemos perante os teus apelos, não despertamos face a guerras e injustiças planetárias, não ouvimos o grito dos pobres e do nosso planeta gravemente enfermo. Avançamos, destemidos, pensando que continuaríamos sempre saudáveis num mundo doente. Agora nós, sentindo-nos em mar agitado, imploramos-Te: «Acorda, Senhor!»

«Por que sois tão medrosos? Ainda não tendes fé?» Senhor, lanças-nos um apelo, um apelo à fé. Esta não é tanto acreditar que Tu existes, como sobretudo vir a Ti e fiar-se de Ti. Nesta Quaresma, ressoa o teu apelo urgente: «Convertei-vos…». «Convertei-Vos a Mim de todo o vosso coração» (Jl 2, 12). Chamas-nos a aproveitar este tempo de prova como um tempo de decisão. Não é o tempo do teu juízo, mas do nosso juízo: o tempo de decidir o que conta e o que passa, de separar o que é necessário daquilo que não o é. É o tempo de reajustar a rota da vida rumo a Ti, Senhor, e aos outros. E podemos ver tantos companheiros de viagem exemplares, que, no medo, reagiram oferecendo a própria vida. É a força operante do Espírito derramada e plasmada em entregas corajosas e generosas. É a vida do Espírito, capaz de resgatar, valorizar e mostrar como as nossas vidas são tecidas e sustentadas por pessoas comuns (habitualmente esquecidas), que não aparecem nas manchetes dos jornais e revistas, nem nas grandes passarelas do último espetáculo, mas que hoje estão, sem dúvida, a escrever os acontecimentos decisivos da nossa história: médicos, enfermeiros e enfermeiras, trabalhadores dos supermercados, pessoal da limpeza, curadores, transportadores, forças policiais, voluntários, sacerdotes, religiosas e muitos – mas muitos – outros que compreenderam que ninguém se salva sozinho.
Perante o sofrimento, onde se mede o verdadeiro desenvolvimento dos nossos povos, descobrimos e experimentamos a oração sacerdotal de Jesus: «Que todos sejam um só» (Jo 17, 21). Quantas pessoas dia a dia exercitam a paciência e infundem esperança, tendo a peito não semear pânico, mas corresponsabilidade! Quantos pais, mães, avôs e avós, professores mostram às nossas crianças, com pequenos gestos do dia a dia, como enfrentar e atravessar uma crise, readaptando hábitos, levantando o olhar e estimulando a oração! Quantas pessoas rezam, se imolam e intercedem pelo bem de todos! A oração e o serviço silencioso: são as nossas armas vencedoras.

«Por que sois tão medrosos? Ainda não tendes fé?» O início da fé é reconhecer-se necessitado de salvação. Não somos autossuficientes, sozinhos afundamos: precisamos do Senhor como os antigos navegadores das estrelas. Convidemos Jesus a subir para o barco da nossa vida. Confiemos-Lhe os nossos medos, para que Ele os vença. Com Ele a bordo, experimentaremos – como os discípulos – que não há naufrágio. Porque esta é a força de Deus: fazer resultar em bem tudo o que nos acontece, mesmo as coisas más. Ele serena as nossas tempestades, porque, com Deus, a vida nunca morre.

O Senhor interpela-nos e, no meio da nossa tempestade, convida-nos a despertar e ativar a solidariedade e a esperança, capazes de dar solidez, apoio e significado a estas horas em que tudo parece naufragar.
O Senhor desperta, para acordar e reanimar a nossa fé pascal. Temos uma âncora: na sua cruz, fomos salvos. Temos um leme: na sua cruz, fomos resgatados. Temos uma esperança: na sua cruz, fomos curados e abraçados, para que nada e ninguém nos separe do seu amor redentor. No meio deste isolamento que nos faz padecer a limitação de afetos e encontros e experimentar a falta de tantas coisas, ouçamos mais uma vez o anúncio que nos salva: Ele ressuscitou e vive ao nosso lado. Da sua cruz, o Senhor desafia-nos a encontrar a vida que nos espera, a olhar para aqueles que nos reclamam, a reforçar, reconhecer e incentivar a graça que mora em nós. Não apaguemos a mecha que ainda fumega (cf. Is 42, 3), que nunca adoece, e deixemos que reacenda a esperança.

Abraçar a sua cruz significa encontrar a coragem de abraçar todas as contrariedades da hora atual, abandonando por um momento a nossa ânsia de omnipotência e possessão, para dar espaço à criatividade que só o Espírito é capaz de suscitar. Significa encontrar a coragem de abrir espaços onde todos possam sentir-se chamados e permitir novas formas de hospitalidade, de fraternidade e de solidariedade. Na sua cruz, fomos salvos para acolher a esperança e deixar que seja ela a fortalecer e sustentar todas as medidas e estradas que nos possam ajudar a salvaguardar-nos e a salvaguardar. Abraçar o Senhor, para abraçar a esperança. Aqui está a força da fé, que liberta do medo e dá esperança.

«Por que sois tão medrosos? Ainda não tendes fé?» Queridos irmãos e irmãs, deste lugar que atesta a fé rochosa de Pedro, gostaria nesta tarde de vos confiar a todos ao Senhor, pela intercessão de Nossa Senhora, saúde do seu povo, estrela do mar em tempestade. Desta colunata que abraça Roma e o mundo desça sobre vós, como um abraço consolador, a bênção de Deus. Senhor, abençoa o mundo, dá saúde aos corpos e conforto aos corações! Pedes-nos para não ter medo; a nossa fé, porém, é fraca e sentimo-nos temerosos. Mas Tu, Senhor, não nos deixes à mercê da tempestade. Continua a repetir-nos: «Não tenhais medo!» (Mt 14, 27). E nós, juntamente com Pedro, «confiamos-Te todas as nossas preocupações, porque Tu tens cuidado de nós» (cf. 1 Ped 5, 7).

Vaticano, 27 de março de 2020

24/03/2020

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