7 Orixás: Umbanda & Candomblé, Amor, Respeito e Fé

7 Orixás: Umbanda & Candomblé, Amor, Respeito e Fé Página direcionada a Umbanda e Candomblé Umbanda é força! Umbanda é fé! Umbanda é raça! Umbanda é amor! Umbanda é humildade! Umbanda é simplicidade de coração!

Umbanda é alegria! Umbanda é luz que ilumina os caminhos de filhos de fé. Umbanda é miscigenação, é a troca da cultura dos povos e das raças. Umbanda é vida em abundância e respeita a vida em todos os seus Reinos. Umbanda é magia. É a magia branca, é a magia do amor. Umbanda é a manifestação da fé do culto ao iletrado. Umbanda é a manifestação de Deus através da sua criação. Umbanda é tudo isso e

muito mais.
É fogo, é água, é terra, é ar.
É a melodia dos ventos, Eparrei Iansã!
É o ribombar dos trovões, Kaô Kabesilé!
É o canto da cachoeira, Oraieieu Oxum!
É o cheiro da mata virgem, Oke Oxossi!
É a luz do luar de prata, Odoiá Iemanjá!
É o raio do sol a nos aquecer, Ogunhê! Umbanda é energia que vibra na mãe natureza - é a força da Terra, Atotó! Saravá Senhor Omulú! A Umbanda é Estrela Matutina! A Umbanda é a luz de Oxalá
Explicar a Umbanda é quase que impossível...
Sentir a Umbanda é essencial.

💟🌼💟🌼💟🌼💟🌼💟🌼💟🌼E eles mi batero... Me marraro no tronco Mesmo eu já seno véia por demais,Nem as algema se prendia Nos meu p...
18/05/2020

💟🌼💟🌼💟🌼💟🌼💟🌼💟🌼

E eles mi batero...
Me marraro no tronco
Mesmo eu já seno véia por demais,
Nem as algema se prendia
Nos meu pulso fininho,
Tiveram de mi marra cm corda,
E o ali tiraram minha camisa
E me chibataram.
A cada veis que o açoite
Rasgava a minha carne
Eu ia morrendo aos poucos
E ao mesmo tempo mi lembrano...
Da minha vida.

Ieu num nasci naquela fazenda,
Não sinhô, nasci em otra.
Lembro di minha mãe,
Era de nome Mariana Criola,
Escrava de dona Franscisca.
Minha mãe me amou muito,
Era uma preta forte,
Queixo erguido sabe,
I ela sempre contava as histórias
Di meu pai,
Um valente guerrero
Di nome Manuel
Mas Conhecido como
"Rei do Congo".
Meu pai foi negro reberde,
Armô uma baita duma revorta,
Um bando de mais de trezento
Escravo que o seguia
Fugiram pra mata a fim de funda
Um quilombo.
Mas... no fim dessa grandi aventura
Meu pai foi pego e morto na forca,
E minha mãe levada de volta
Para se mucama de dona Francisca.
Minha mãe por ter sido
Tão guerrera quanto meu pai
Era vítima do ódio do sinhô da Fazenda dela,
I ele não podia batê nela, a sinhá
Não deixava, mas já que não podia
Rela ni minha mãe
Ele se vingou ni mim.
Esse sinhô é que me chamava de "conga"
Pra ninguém se isquece que ieu era
Fia do rei do Congo.
Com sete ano ieu fui vendida
Para essa fazenda, cafezal de
Coroné Teotônio.
Fui levada pra sê cozinhera
Mas no fim fazia de tudo.
Quando completei meus qüatorze ano
Discubri o horror que era
Sê escrava.
A mulhé escrava servia na mesa
E também na cama do patrão.
Num tem humilhação maió meu fio,
Num tem não...
Com quinze ano pari meu primeiro filho,
Samuel eu dei-lhe o nome.
Bem nessa época a sinhá teve também
Um menino então
Tiraro meu filho de mim
E me botaro pra sê ama de leite
Do filho dela.
Quando o período do aleitameto acabô
Me permitiro saí da casa
E i até a senzala vê meu samuel.
Tudo que achei foi uma cruzinha de madera
Fincada no terrero do fundo.
Me dissero que a sinhá Dona Manuela
Mando afoga meu minino porque
Sabia quem era o pai,
O pai era o marido dela.
Com dezessete ano eu tive conheci
O amor de minha vida, João D'angola
Um homi bom, escravo de ofício,
Era marcinero e o sinhô o alugava
Para tudo que é fazenda da região.
Ieu e João nos cazemo, tudo em segredo.
Foi então que o sinhô ficô sabeno,
Mim deu uma sova de chicote
E vendeu João.
Com vinte ano nasceu meu segundo menino,
Jorge, foi o nome que lhe dei.
Jorge era mais preto que branco
Então a sinhá acredito quando ieu jurei
Que ele era fio de um dos escravo,
E assim ela dexo Jorge vivo.
O sinhô sabia que Jorge era fio dele
Então não o judiava tanto como
Fazia cm os otro escravo
Dispois de pari Jorge nunca mais
Ieu tive fio, deu um nó
Na minha barriga e mesmo com
O sinhô me forçano sempre
Ieu nunca mais pari.
Trabaiei muito, e o tempo passô...
Ah como passô...
Me treinaro a sê partera,
Ieu é que fiz trouxe ao mundo
Os fio de tudo que era as escrava da senzala,
E inté fio de os sinhô da região
Ieu era chamada pra fazê nasce.
Foi inton que o sangue quente di meu pai
Afloro nas minhas veia
E ieu numa das viage pra acudi
Muié de parto
Levei meu fio junto e mi escafedi,
Fugi pra mata.
Mas logo me acharo, os cão dos
Capitão de mato me farejaro.
Sinhá num feiz nada cm meu fio
Mas mando queima minha perna esquerda
Pa modi ieu nunca mais corre,
Num podê mais fugi.
Dali por diante ieu mancava
Mas mes mancano ieu trabaiava.
O sinhô e a sinhá morrero de véio
E ieu fiquei pra cuida do sinhozinho,
Sinho António, aquele mesmo minino
Que ieu amamentei quando era de colo.
Meu fio Jorge se caso com uma negra,
Tobia o nome dela.
Sinhô António num gostava de preto
Se casano na senzala então logo vendeu Tobia.
Ela teve duas criança, sim, me deu
Duas netinha, Emilia e Eduarda
E Ieu que criei.
Que assim que crescero
Vieram mim ajuda na lida da cozinha.
Quando Emília tinha lá pros seus doze ano
Ieu percebi os olho do sinhô
Fitano ela di um jeito qui ieu sabia bem
O que era.
Ieu vivi sessenta ano na escravidão,
Sabia tudo o que minhas neta iam vivê
Na cama do sinhozinhoso,
As coisa horriver que iam passa se
Elas fosse levada pras casa de "procria"
Ou se fosse vítima do ciúme
Da futura sinhá que viesse a reina ali.
Então na altura da minha velhice
Me enchi de corage e disse não.

Não! Elas não!

Comecei a assuntá com o povo
Sobre a história de um tal quilombo
Que f**ava pra lá da lagoa grande.
Os escravo da fazenda gostava muito di eu
Intonce caçaro de sabe o lugá certo
Donde f**ava o quilombo.
Rezei muito a meu pai Oxalá
Pra ele mim da corage,
E inton uma noite
Chamei meu fio e contei o que
Ieu tinha na cabeça.
Jorge fico muito assustado
Mas ieu fiz pé firme
Até ele dizê que ia fazê o que ieu falava.
Peguei um balde,
Enchi de agua cm mastruz
E botei ropas de moio na água.
Passada umas lua
Chego a noite de fugi dalí.
Acordei minhas menina e
Pedi pra elas tira as ropa,
Elas me deram as ropa que usava,
Ieu enfiei numa borsa de páia
E fiz as duas vesti as ropa
Molhada de agua com mastruz,
Meu fio também vestiu as carça
Moiada e mi deu a seca.
Ieu virei o balde daquela água
Na cabeça deles e
Intonce nois quatro cruzemo
O cafezar na calada da noite
E si embrenhamo na mata.
Corremo na direção que
Os otro escravo tinha dito
Que f**ava o tar quilombo.
Deu nem meia hora e ouvimo
O estardalhaço, os capitão do mato
Vindo atrais de nois
Com os cachorro de caça.
Foi então que dei um abraço apertado
Nas minha neta e no meu fio,
Ele me olhô com muita dor
Mas sabia que era o único jeito.
As menina choraro por demais
Mas Jorge as impurro e
Correro pra cima do Morro.
Ieu tirei as ropa deles que trazia
Na minha borça de paia
E comecei a corre pro outro lado,
Ieu curria como dava
Já que mancava duma perna,
Mas ieu fiz o que dava
E ia sacudino as ropa e batendo elas
Nas arvore que passava.
Eu sabia que eles cheirano a mastruz
Num iam sê farejado pelos cachorro,
Então com as ropa seca deles
Ieu fui correno pa longe
Deixano os rastro.
Corri até as perna fraqueja,
Ieu já era muito veia, nun guentava.
Corri até que cai deitada na terra
Sem força pa continua.
Logo os cachorro me acharo,
Num me mordero, mas latiro
Avisano que ieu tava lá.
Os capitão do mato chegaro
E com eles o sinhozinho.
Os capitão quando me viro
Ficaro inté assustado
E um, um que ieu ajudei a criá
Inté cochichô "foge dona maria, foge!"
Mas ieu num tinha força pra fugi.
Eu já nunca achei que ia consegui fugi,
Nunca foi o que ieu quis.
O sinhozinho veio por de trás deles
E gritô
"cade eles velha desgraçada?! Ande! Diga!"
Mas ieu num disse nada.
Eles pegaro minha borça e viro
Que ieu tinha engano os cão com
O chero das ropa,
E des de lá o sinhozinho
Já começo e me bate.
Ele exigia que ieu dissesse
O rumo que meu fio e minhas neta
Tinham tomado, mas ieu num disse nada.
Cheguemo na fazenda
E ele chamô os otro escravo
Pra me vê apanha.
Então mi deu uma surra de vara
Na frente deles.
Os escravo, a maioria eram moços
Que eu mesma tinha criado
Chorava e implorava pro sinhozinho
Para de mi judiá,
Mas ele dizia que se eu falasse
Ele parava.
Mas ieu num falei.
Então ele fico muito bravo
E mando o capataz mi rasta
Pro terrero do fundo,
Lá donde f**ava o tronco.
Me amarraro, rasgaro minha camisa
E então veio a primera chibatada.
Meus jeolho cedero, doía demais.
Ele disse que se ieu num falasse
Ele ia da outra.
Mas ieu num disse palavra.
Veio a otra chibatada,
E a outra, e a outra, e outra...
A cada veis que o chicote
Me atingia
Meu corpo tremia
E as vista ia escureceno.
Fiquei olhando pro longe,
Pras montanha de mata fechada
Onde minhas neta e meu fio
Iam de sê feliz, iam de sê livre.
E foi ali no tronco que ieu morri.
Mas ieu morri feliz.

Do outro lado, no lugar ondi
As Almas descansa
Ieu tive a chance di f**a em paz,
Na companhia de nosso pai Oxalá,
De Zambi e de nosso sinhô Jesus Cristo
Ieu ia pôde tê o descanso dos justo.
Mas... de lá escutei
Meu povo rezano pedino ajuda.
Ieu ainda só vó dessa gente, sim sô.
Ieu voltei de lá
E aqui eu tô, ainda cheia de corage
Para ajuda quem precisá.
Sei que a minha historia é tristi
Mas se ieu conto ela
É pra oces sabe que
Eu só a vovó Maria Conga
E que tenho o peito forte
Pra muita gente ainda podê ajudá.
Ieu num vô imbora não,
E sempre que oceis tivere passando
Pelas maió tristeza dessa vida,
Pode confiá que Vovó vem ajudá.

"A quem Zambi promete tudo dá, é só tê paciência de esperá! Vem curimba cm eu, curimbá! Vem curimba cm eu, curimbá!"

Saravá os Pretos Velhos!
Savará Vovó Maria Conga!
Saravá o povo do cativeiro!
Saravá a Umbanda!

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Contos de Terreiro, dramatização: Felipe Caprini
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Espero que tenham gostado!
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📷Para ver,a imagem em alta qualidade visitem meu BLOG no Link:
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Muito obrigado!

Os tambores se calam!*Ogum* guardou sua espada;*Iansã* acalmou seus ventos;*Oxum* deixou de lado seu espelho e em silênc...
31/03/2020

Os tambores se calam!

*Ogum* guardou sua espada;

*Iansã* acalmou seus ventos;

*Oxum* deixou de lado seu espelho e em silêncio se pôs a olhar por nós;

*Iemanjá* aquietou as ondas;

Os *Marinheiros* ancoraram em alto mar e, em silêncio, f**aram a contemplar o mar;

*Oxóssi* e seus *Caboclos* na mata decidiram f**ar! Ninguém se quer os ouvia bradar.

*Xangô*, do alto da pedreira, em silêncio, ficou a observar.

O *Boiadeiro* guardou seu laço e protegeu sua boiada e seu berrante, deixou de tocar.

O *acampamento* *Cigano*, outrora alegre, hoje, sem ciganas a bailar, sem pandeiros a tocar, sem cartas a revelar o futuro.

Os *Baianos* não se fazem escutar;

Os *Erês* estão quietinhos ao lado de *OXALÁ!*

*Seu Zé* ninguém vê dançar, e a *Malandragem* alegre não desce o morro para conversar.

Os *Exus* caminham silenciosamente pela encruzilhada a observar.

As Marias, as Rosas, nossas amadas, *Senhoras Pombagiras* formosas, não surgem a luz do luar com suas saias a rodar.

Na calunga, profundo silêncio...

Na senzala os *Vovôs e as Vovós,* com o rosário na mão, intervém junto às *Santas Almas* pela nossa salvação.

Todos em silêncio, clamando a *Obaluaiê* que não nos deixe mais padecer e que venham nos valer.

ATOTÔ
Sua misericórdia meu pai!

ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE A ARTE DE CAMBONEAR1) Os cambones são tão importantes quanto os médiuns de incorporação. Sem...
06/02/2020

ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE A ARTE DE CAMBONEAR

1) Os cambones são tão importantes quanto os médiuns de incorporação. Sem seu trabalho não há gira de Umbanda. E por este motivo, merecem todo nosso carinho e respeito.
2) Servir é um privilégio. É uma oportunidade incrível cambonear. Você acompanha de perto os guias e aprende muito com eles. É o momento de exercer a humildade e devoção aos guias e Orixás.
3) O cambone é também médium de sustentação. Durante a gira, ele deve manter os pensamentos elevados para assegurar a firmeza da corrente. Ele doa energias para o bom funcionamento do trabalho. Por isso, o cambone deve evitar conversas desnecessárias.
4) Ele deve ser sempre o exemplo. Manter a disciplina, o respeito e o zelo. É ele o mais próximo do consulente, aquele que ele vai recorrer caso tenha alguma dúvida. Por esta razão, o cambone precisa estudar bastante, compreender os fundamentos.
5) São muitas as atividades prestadas pelo cambone. Desde pegar os elementos solicitados pela entidade, escrever as orientações, ser “tradutor” para aqueles que tem dificuldade de entender o sotaque do guia, cantar os pontos, auxiliar na incorporação e desincorporação dos médiuns. Ele está ali para ajudar.
6) Lembre-se de que quando o médium de incorporação trabalha no terreiro, quem faz a caridade é o guia, ele é apenas o intermediário. Já no caso dos cambones, é ele próprio quem exerce seu trabalho. Dessa maneira, na “conta" do karma, o cambone sai na frente.
7) A cambonagem não precisa ser temporária. Enquanto alguns a encaram como uma obrigação enquanto desenvolvem suas mediunidades, outro a vêem como uma oportunidade de servir a espiritualidade. A cambonagem é uma atividade honrosa. E se você exercê-la durante toda a vida, só tem a se beneficiar.

Saravá a todos!

Texto : Umbanda com simplicidade

Ficar recebendo santo não é tudo não minha gente! Quer louvar Ogum? Ajude aquele irmão desempregado a arrumar emprego.Qu...
29/01/2020

Ficar recebendo santo não é tudo não minha gente!

Quer louvar Ogum?
Ajude aquele irmão desempregado a arrumar emprego.

Quer louvar Xangô?
Ajude a expor a verdade sobre aquele irmão que vem a sendo maltratado pelas mentiras espalhadas sobre ele.

Quer se visto por Oxóssi? Ajude uma pessoa que necessita de mantimentos.

Gosta de Iemanjá?
Pare e reserve alguns minutos para ouvir os problemas de alguém, ajude e aconselhe de forma positiva.

Quer louvar Nanã? Seja honesto e direito com as pessoas.

Quer agradar a Oxum?
Esteja sempre de coração aberto para ajudar quem precisa.

Louve Omolu ajudando os doentes, não tem aptidão para ajudar a cuidar?
Não tem problema, ajude com medicamentos ou materiais de necessidade diária.

Quer louvar Iansã?
Seja a mudança na vida de alguém, leve a boa nova, o sorriso e os bons ventos.

Quem cuida de seus irmãos está com certeza louvando aos Orixás. Quem ama ao próximo, ama também aos Orixás. Vamos cuidar uns dos outros e assim estaremos cuidando e garantindo a continuidade dos nossos Orixás.

Por Silvana Carnevalle

Que as diferenças fiquem dentro de cada Fé...Sejam muito felizes!
20/01/2020

Que as diferenças fiquem dentro de cada Fé...
Sejam muito felizes!

Lais é umbandista e Rafael é evangélico. Casal tenta arrecadar o dinheiro para fazer um casamento que una as duas famílias.

🍃🖤 NÓS SOMOS CHAMADOS, DIZEM OS OBSESSORES....Não pensemos que só existem obsessores que nos procuram por vingança. Por ...
20/01/2020

🍃🖤 NÓS SOMOS CHAMADOS, DIZEM OS OBSESSORES....

Não pensemos que só existem obsessores que nos procuram por vingança. Por outros motivos também. Um motivo que tem nos chamado à atenção, e dito pelos próprios obsessores, é que eles são chamados às nossas presenças por nós mesmos. Como? Vejamos os exemplos que nos esclarecem. Há alguns anos atrás dirigíamos uma reunião prática na cidade de Araçatuba, quando um médium ficou envolvido por um espírito muito agitado. E, entre outras coisas, dizia com muita convicção, que ele ia a muitos lares, incontáveis, pois “eles me chamam”. Querendo saber como, ele disse, pelos palavrões, pelos gritos, pelas brigas. Alimento-me destas vibrações, é como se uma força irresistível me puxasse para lá.

No final de outubro de 2015, orientávamos um espírito que fora trazido de um lar onde permanecia sem nenhuma razão, a não ser a de querer f**ar no ambiente, por gostar simplesmente.

Perguntamos por que insistia em f**ar lá e ele disse “porque ela me prende ali por seus pensamentos, seus sentimentos, suas ações e me sinto bem lá”.

É importante lembrar que os nossos pensamentos, sentimentos e atitudes geram energias. Se forem bons, energias boas; se forem ruins, energias negativas que compõem a nossa aura e impregnam o ambiente à nossa volta. No caso das vibrações negativas, elas formam um ambiente propício para os espíritos desequilibrados, doentes, perturbadores, desocupados, pois os semelhantes se atraem. Esta é a lei da afinidade e da sintonia.

No livro História do Espiritismo em Piracicaba e Região, de Eduardo Carvalho Monteiro, existe um relato que comprova tal fato (o fato de atrairmos os obsessores):

Numa das viagens de trem que fazia como palestrante espírita e representante do Jornal O Clarim e Revista RIE, de Matão, João Leão Pitta, alguém o interrompe em sua leitura e respeitosamente indaga se ele era o Sr. Pitta.

Confirmado, o desconhecido pede-lhe que o ajude a conversar com um parente ali presente, “tomado“ por um espírito. Pitta, então inicia um diálogo com o espírito que envolvia o jovem.

Perguntado por que estava assediando o moço, a Entidade dizia que “não queria aquilo, mas que o fulano era quem o atraia com seus vícios”. Pitta argumentou com o Espírito: mas se você corresponde ao chamado, é porque você está na mesma faixa mental que ele, porque semelhante atrai semelhante. Não o atenda quando ele o chamar, que você passará bem e ele também.

Bem, podemos ver, pelo exemplo, que nós encarnados também atraímos os espíritos infelizes, quando nosso comportamento se assemelha ao deles, e não somente eles nos procuram. Então a nossa responsabilidade é grande nas obsessões. Nunca algo ocorrerá nesse sentido se não estivermos com a nossa parte de responsabilidade.

Em O Evangelho Segundo O Espiritismo, Cap.XXVIII, diz: Os maus espíritos pululam ao redor da Terra, em conseqüência da inferioridade moral dos seus habitantes. Sua ação malfazeja faz parte dos flagelos dos quais a humanidade é alvo neste mundo...

Para se preservar das doenças, fortif**a-se o corpo; para se garantir da obsessão, é preciso fortalecer a alma; daí, para o obsidiado, a necessidade de trabalhar pela sua própria melhoria, o que basta, o mais freqüentemente, para livrá-lo do obsessor...

Fonte: Antonio Carlos Piesigilli
Créditos: Nas Asas da Espiritualidade

🤣🤣🤣
25/12/2019

🤣🤣🤣

Nem tudo que reluz é ouro. Mas tudo que é ouro é de Oxum.Ora Yê Yê! 8 de Dezembro é o dia de saudar nossa Mãe, Rainha da...
08/12/2019

Nem tudo que reluz é ouro.
Mas tudo que é ouro é de Oxum.

Ora Yê Yê!

8 de Dezembro é o dia de saudar nossa Mãe, Rainha das águas doces ...

💛🕊💦💛🕊💦💛🕊💦💛🕊💦💛🕊💦💛

Não pise na bola com o povo de Oxum, Você finge que mente e eles fingem que acredita. Temos uma intuição que dá medo!E N...
08/12/2019

Não pise na bola com o povo de Oxum,
Você finge que mente e eles fingem que acredita. Temos uma intuição que dá medo!
E Não adianta mentir pra nós porque sempre descobrimos tudo. Mesmo que não queira,
Oxum vai lá e mostra! 👊😉

DESENVOLVIMENTO MEDIÚNICO Como nossos guias incorporam.Como se comunicam.Pergunta: Todos somos médiuns?Resposta: Todos o...
26/11/2019

DESENVOLVIMENTO MEDIÚNICO

Como nossos guias incorporam.
Como se comunicam.

Pergunta: Todos somos médiuns?
Resposta: Todos os seres humanos são médiuns, sem exceção!

A palavra médium tem origem no Latim e signif**a “meio”. Meio de comunicação entre o mundo espiritual (onde vivem os espíritos) e o mundo material (onde vivemos). A mediunidade é nata em todos os seres humanos.

A mediunidade pode ser Natural ou de Prova.

“Mediunidade Natural” é a mediunidade decorrente da conquista de valores morais e evolução espiritual. (Exemplo: Chico Xavier). Nessa situação o médium é um missionário em meio aos homens e tem sempre como objetivo a pratica da caridade e a eliminação de seus defeitos.

“Mediunidade de Prova” é aquela em que os homens sob a misericórdia Divina passam a ter intercambio com os espíritos guias e dessa forma, passam a ressarcir seus débitos kármicos do passado. Esse é o tipo de mediunidade da esmagadora maioria dos médiuns, sejam eles umbandistas, kardecistas, seguidores do Candomblé ou ainda, de qualquer outra religião, tendo em vista que o fenômeno mediúnico existe em todas as religiões ou civilizações.

Deus assim procede para que ninguém nunca possa dizer:
“Não tenho fé porque fui privado do contato com os espíritos”!

Os kardecistas catalogaram perto de 60 tipos de mediunidade, sendo as mais comuns a:
Psicografia, Vidência, Auditiva, Intuitiva, Sensitiva, de Cura, Efeitos físicos, Incorporação.

Psicografia

O guia do médium envia seus pensamentos a mente do médium concentrado. Em seguida envia comandos ao sistema nervoso do médium e passa a ter domínio sobre o braço e a mão do médium e nessa situação a escrita se desenvolve. A caligrafia é normalmente a mesma que o espírito adotava quando encarnado.


Vidência

Na mediunidade de vidência o médium vê e pode conversar com os espíritos, porém, esse tipo de vidência é rara, o mais comum é a vidência momentânea situação em que podemos ver os espíritos em frações de segundo. Deve-se sempre desconfiar dos videntes até que fique comprovada a sua veracidade como médium.


Auditiva

Na mediunidade auditiva o médium ouve as vozes dos espíritos, mas não ouve com os ouvidos e sim, com a mente.
O médium ouve a comunicação como se fosse um pensamento, mas ouve com timbre, onde pode distinguir um espírito masculino ou feminino, se ele está irritado ou se o espírito comunicante é amigo. A obsessão utiliza largamente esse meio para atingir seus desafetos.


Intuitivos

Na intuição um espírito amigo (ou inimigo), envia sugestões através de seus pensamentos ao médium. Cabe ao médium ter discernimento nessas comunicações a fim de não cometer erros.
A intuição pode muito nos ajudar, mas se a fé for cega poderá ser perigoso.
“A obsessão faz uso dela amplamente”.


Sensitivos

Os sensitivos quando adestrados e desenvolvidos corretamente são muito úteis, principalmente em reuniões em que não estão presentes os videntes.
São capazes de perceber vibrações nas pessoas, objetos, plantas, animais e ambientes, mas a principal característica é sentir a presença dos espíritos e suas vibrações, como exemplo; “Se são bons ou maus”.

Curadores

Este gênero de mediunidade consiste, principalmente, no dom que possuem certas pessoas de curar pelo simples toque, pelo olhar, mesmo por um gesto, sem o concurso de qualquer medicação.
Existe logicamente a necessidade de elevada espiritualidade para que esse tipo de médium atinja seus objetivos. “São médiuns raros”

Efeitos fisicos – Por intermédio desse tipo de médium, os espíritos podem causar manifestações no nosso mundo físico. Podem movimentar objetos de grande porte, se materializarem e serem palpáveis ao toque físico. Utilizam para tanto os fluidos do médium conhecido como “ectoplasma”. Para realização das sessões de materialização são necessários além da forte concentração de todos os presentes, das orações preliminares e do ambiente totalmente escuro. Mas em alguns casos espontâneos existem registros dessas manifestações em qualquer ambiente e sem preparo algum.

Axe ❤

住所

Nagoya-shi, Aichi

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