Nordeste Tridentino

Nordeste Tridentino Nordeste Tridentino | São Tomás de Vilanova
Apostolado Católico segundo Leão XIII e São Pio X. https://nordestetridentino.wordpress.com/missao-parahyba/

É por causa do dia de hoje que temos esperança! Feliz Anunciação!
25/03/2020

É por causa do dia de hoje que temos esperança! Feliz Anunciação!

"«Devoção» deriva da palavra latina devovere, «dedicar-se», consagrar-se a uma pessoa amada. A devoção para com Deus é a...
28/06/2019

"«Devoção» deriva da palavra latina devovere, «dedicar-se», consagrar-se a uma pessoa amada. A devoção para com Deus é a mais alta expressão do amor. «Amarás a Deus com todo o teu coração, com toda a tua alma, com todo o teu espírito, com todas as tuas forças»: Diliges Dominum Deum tuum ex TOTO corde tuo, et ex TOTA anima tua, et ex TOTA mente tua. Este — totus — marca a devoção. Amar a Deus com todo o seu ser, sem nada reservar para si, sem nunca parar, amá-Lo a ponto de a criatura se dedicar ao Seu serviço pronta e livre­mente, tal é a devoção em geral: e, assim entendida, a devoção constitui a perfeição, visto ser a flor da caridade." Dom Columba Marmion.

17/06/2019

O que explica o amor de São Paulo, e de todos outros santos, por Nosso Senhor? O que explica esse amor que nós devemos ter por Jesus Cristo, cujo Sagrado Coração pulsa de amor por nós desde toda eternidade?

Dom Columba Marmion explica que "De facto, o sentimento que nele [em São Paulo Apóstolo] faz nascer esta ardente convicção é que «não quer mais viver para si», ele que blasfemou o nome de Deus e perseguiu os cristãos (Atos XXIV, 9-10; I Cor. XV, 9), «mas quer viver para Aquele que o amou a ponto de dar a própria vida por ele». Caritas Christi urget me… (II Cor. V, 14) — «É o amor de Cristo que me impele», exclama; «por isso me entregarei por Ele, de bom grado me sacrificarei sem reserva, sem conta»; esgotar-me-ei pelas almas que são conquista sua: Liberentissime impendam et superimpendar (II Cor. XII, 15).

Esta convicção de que Jesus Cristo o ama explica realmente toda a obra do grande Apóstolo.

Não há nada que tanto incite ao amor, como o saber e sentir-se amado. «Todas as vezes que pensamos em Jesus Cristo, diz Santa Teresa, lembremo-nos do amor com que nos cumulou de benefícios… O amor chama o amor» (Vida escrita por ela mesma, cap. XXII)."

Dom Columba Marmion (1958) Jesus Cristo nos Seus Mistérios: Conferências Espirituais. 3ª Ed. Singeverga, Ora & Labora, pp. 437-438.

12/06/2019

Hoje é véspera de Santo Antônio. Muitos consideram ele um santo "casamenteiro". Porém, o que mais refulgiu em Santo Antônio foi a pregação. O que é que poderia animar tanto Santo Antônio se não o amor por Nosso Senhor?

Observemos o exemplo de um outro pregador, tão grande ou mesmo maior que Santo Antônio, que é São Paulo, e entenderemos que o amor por Jesus Cristo vai muito além do que tantas vezes pensamos. O amor se manifesta nas obras que vão além dos sentimentos.

"Vede S. Paulo. Jamais homem algum trabalhou e se consumiu como ele por amor de Jesus. Um dia em que os inimigos atacam a legitimidade da sua missão, é obrigado, para se defender, a fazer narração das suas obras, trabalhos e sofrimentos. Esta descrição viva, conhecei-la muito bem; mas é sempre uma alegria para a alma reler essa página, única nos anais do apostolado: «Muitas vezes, diz o grande Apóstolo, vi a morte de perto; cinco vezes sofri o suplício de flagelação; três vezes fui vergastado, e uma vez apedrejado; três vezes naufraguei; passei um dia e uma noite no fundo do mar. E as minhas viagens inúmeras, cheias de perigos; perigos por parte dos salteadores, perigos por parte dos meus patrícios, por parte dos infiéis; perigos nas cidades, perigos nos desertos, perigos no mar; os meus trabalhos e sofrimentos, as minhas numerosas vigílias; as torturas da fome e da sede, os múltiplos jejuns, o frio, a nudez; e, sem falar de tantas outras coisas, lembrarei as minhas preocupações diárias, a solicitude de todas as igrejas que fundei» (II Cor. XI, 23-28). Noutro lugar aplica a si as palavras do Salmista: «Por amor de Vós, Senhor, todos os dias somos entregues à morte, somos considerados como ovelhas destinadas ao matadouro…» Não obstante, acrescenta logo a seguir: «Mas em todos estes perigos saímos vencedores»: Sed in his omnibus superamus (Rom. VIII, 36-37). E onde encontra ele o segredo desta vitória? Perguntai-lhe porque suporta tudo, até mesmo o «tédio de viver» (II Cor. I, 8); por que é que em todas essas provações permanece unido a Cristo, com tão inabalável firmeza que «nem a tribulação, nem a angústia, nem a perseguição, nem a fome, nem a espada o podem separar de Jesus? (Rom. VIII, 35). Responder-vos-á: Propter eum qui dilexit nos (Ibid. 37) — «por amor d’Aquele que nos amou». O que o sustenta, fortalece, anima, estimula, é a profunda convicção do «amor que Jesus Cristo lhe tem»: Dilexit me et traditit semetipsum pro me (Gal. II, 20)."

Dom Columba Marmion (1958) Jesus Cristo nos Seus Mistérios: Conferências Espirituais. 3ª Ed. Singeverga, Ora & Labora, pp. 436-437.

Oitava de Pentecostes."Descendo sobre eles [sobre os Apóstolos], o Espírito Santo comunica-lhes aquele amor que é Ele pr...
11/06/2019

Oitava de Pentecostes.

"Descendo sobre eles [sobre os Apóstolos], o Espírito Santo comunica-lhes aquele amor que é Ele próprio. É preciso que os Apóstolos sejam cheios de amor para que, ao pregarem o nome de Jesus, façam brotar na alma dos seus ouvintes o amor do Mestre; é preciso que o seu testemunho, ditado pelo Espírito, seja tão cheio de vida, que prenda o mundo a Jesus Cristo."

Dom Columba Marmion (1958) Jesus Cristo nos Seus Mistérios: Conferências Espirituais. 3ª Ed. Singeverga, Ora & Labora, p. 400.

07/06/2019

"É preciso que a nossa fé neste amor de Jesus Cristo seja viva e constante. E por quê? Porque é um dos mais poderosos sustentáculos de fidelidade."

Dom Columba Marmion (1958) Jesus Cristo nos Seus Mistérios: Conferências Espirituais. 3ª Ed. Singeverga, Ora & Labora, p. 436.

06/06/2019

"Quando consideramos estes mistérios de Jesus, qual das Suas perfeições vemos brilhar neles de modo particular? — O amor.
O amor realizou a Incarnação. Propter nos… descendit de cælis… et incarnatus est (Credo da Missa); foi o amor que fez nascer Jesus Cristo numa carne passível e enferma, inspirou a obscuridade da Sua vida oculta, alimentou o zelo da Sua vida pública. Se Jesus se entrega por nós à morte, é porque cede ao «excesso dum amor sem medida» (S. João XIII, 1); se ressuscita, é «para nossa justificação» (Romanos IV, 25); se sobe ao céu, é «como precursor que vai preparar-nos um lugar» (S. João XIV, 2; Hebreus VI, 20) naquela morada de beatitude; envia «o Espírito consolador» para não «nos deixar órfãos» (S. João XIV, 18); institui o sacramento da Eucaristia como memorial do Seu amor (S. Lucas XXII, 19). Todos estes mistérios têm a sua origem no amor."

Dom Columba Marmion (1958) Jesus Cristo nos Seus Mistérios: Conferências Espirituais. 3ª Ed. Singeverga, Ora & Labora, p. 436.

05/06/2019

"Tudo o que possuímos no domínio da graça nos vem de Jesus Cristo; «é da Sua plenitude que todos nós recebemos»: De plenitudine ejus nos omnes accepimus (S. João I, 16). Ele derrubou o muro de separação que nos impedia de chegar até Deus; com abundância infinita, mereceu para nós todas as graças; divina cabeça do Corpo Místico, tem o poder de nos comunicar o Espírito dos Seus Mistérios, para nos transformar em Si."

Dom Columba Marmion (1958) Jesus Cristo nos Seus Mistérios: Conferências Espirituais. 3ª Ed. Singeverga, Ora & Labora, p. 435.

Mês de junho é mês de tudo! Santo Antônio, São João, São Pedro e São Paulo! O que todos eles têm em comum? O amor a Jesu...
04/06/2019

Mês de junho é mês de tudo! Santo Antônio, São João, São Pedro e São Paulo! O que todos eles têm em comum? O amor a Jesus Cristo, cujo Coração é de carne, como o nosso!

Podemos meditar todos os dias nesse amor e, quando estivermos cansados – como os romeiros da pintura –, podemos lembrar desse Coração que nos ama e que se entrega a cada dia por nós na Santa Missa! Enfim, junho é mês de tudo! É o mês do amor. É o mês do Sagrado Coração de Jesus!

O mês de junho consagrado ao Coração Eucharistico de Jesus, compõe-se de 33 meditações em honra dos 33 annos da vida de Nosso Senhor. Oração antes da meditação Eis-me prostrado diante de Vós, meu a…

O mês de junho é dedicado especialmente ao Sagrado Coração de Jesus. Dom Columba Marmion ensina que essa devoção é o "cu...
03/06/2019

O mês de junho é dedicado especialmente ao Sagrado Coração de Jesus. Dom Columba Marmion ensina que essa devoção é o "culto do Verbo Incarnado, enquanto nos manifesta o Seu amor e nos mostra o Seu Coração como símbolo desse amor". Podemos oferecer nossas ações todos os dias a este Sagrado Coração por meio desta oração curta, mas profunda.

Offerecimento Quotidiano «Meu Deus, eu Vos ofereço as acções e p***s d’este dia em união ao Coração Eucarístico de Jesus, em espirito de Adoração, de Acção de Graças, de Reparação e Supplica, afim …

«Eis o que nos diz a fé: este Menino é o Verbo de Deus incarnado; é o Criador do género humano, feito homem: Creator gen...
26/12/2017

«Eis o que nos diz a fé: este Menino é o Verbo de Deus incarnado; é o Criador do género humano, feito homem: Creator generis humani; precisa dum pouco de leite para se alimentar, Ele que sustenta as avezinhas do céu: Parvoque lacte pastus est per quem nec ales esurit.» — Dom Columba Marmion, O.S.B.

Um santo e feliz Natal a todos!

«Sou verdadeira mãe de um Deus que é filho,E sou sua filha, ainda ao ser-lhe mãe;Ele de eterno existe e é meu filho,E eu...
09/12/2017

«Sou verdadeira mãe de um Deus que é filho,
E sou sua filha, ainda ao ser-lhe mãe;
Ele de eterno existe e é meu filho,
E eu nasci no tempo e sou sua mãe.

Ele é meu Criador e é meu filho,
E eu sou sua criatura e sua mãe;
Foi divinal prodígio ser meu filho
Um Deus eterno e ter a mim por mãe.

O ser da mãe é quase o ser do filho,
Visto que o filho deu o ser à mãe
E foi a mãe que deu o ser ao filho;

Se, pois, do filho teve o ser a mãe,
Ou há de se dizer manchado o filho
Ou se dirá Imaculada a mãe.»

Durante um exorcismo de um menino, analfabeto,possesso em 1823, dois sacerdotes dominicanos, Pe. Bassiti e Pe. Pignataro, para humilhar o demônio, obrigaram-no, em nome de Deus, a demonstrar a veracidade da Imaculada Conceição de Maria. Para sua surpresa, o demônio compôs o soneto acima, pela boca do menino possesso.

http://www.lepanto.com.br/catolicismo/doutrina-catolica/a-imaculada-conceicao/

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