02/17/2026
Isso não é sobre direita ou esquerda.
Não é disputa ideológica.
É respeito à família e à religião.
O que vimos não foi arte.
Foi desrespeito espiritual.
Usar o Carnaval — um ambiente de excessos, vulgarização e perda de limites — para exaltar uma figura política é uma afronta direta aos valores familiares e à fé de milhões de brasileiros, independentemente de posição política.
Quando símbolos, discursos e referências que tocam o sagrado são inseridos nesse contexto, o que ocorre não é cultura:
é profanação, é inversão de valores, é confundir o que é humano com aquilo que jamais deveria ser idolatrado.
Nenhum político, inclusive Luiz Inácio Lula da Silva, é salvador.
Nenhum governante é messias.
E toda idolatria — política, religiosa ou ideológica — gera desequilíbrio espiritual e cegueira moral.
A espiritualidade verdadeira não exalta homens.
Ela ensina humildade, consciência, respeito e responsabilidade.
Defender a fé e a família não é extremismo.
É preservar limites.
O sagrado não é palco.
O povo não é massa de manobra.
E a consciência espiritual de uma nação não deve ser usada como espetáculo.
Ricardo Marchi