12/01/2020
Toda vez que você julga, você erra.
Esse princípio é ensinado em todas as culturas e tradições espirituais do mundo, sobretudo, atualmente, muito divulgado pelas redes sociais, e mesmo assim, muitas pessoas infelizes e imaturas ainda continuam julgando as demais. Julga-se quando alguém escolhe ou troca de profissão, quando alguém manifesta felicidade, quando alguém está triste...
Com o julgamento vem sempre a postura de superioridade que é absolutamente falsa.
Na maioria das vezes, a pessoa que julga a outra é infeliz, não tem força interna para fazer mudanças na própria vida, uma pessoa tomada pela inveja.
Gente que, por exemplo, não tem coragem de deixar um relacionamento deteriorado e que conta os anos de infelicidade como se fosse um troféu. Pessoas que são escravizadas pelas mais diversas religiões, tomadas por pensamentos de uma falsa moral e que contam como tempo de relacionamento sinônimo de felicidade.
Quando pessoas julgadoras veem outras que são corajosas e que não ficam presas na zona de conforto fazerem mudanças, apontam logo o dedo e querem fazer os julgamentos.
Cuidado: A pessoa que julga, adoece a alma. Então a melhor coisa é seguir o que todos os mestres de todas as tradições indicam: Não julgue, porque aquilo que hoje você aponta como erro ou imoral, poderá ser o que estará fazendo daqui algum tempo, por necessidade.
Neste final de ano, vamos aproveitar para mudar a nossa consciência.
Sair dessa falsa postura de superior, julgador, para uma postura de respeito a todos os movimentos que os seus semelhantes fazem, porque no fundo, todos estamos em busca da felicidade plena.
(*Aluísio Alves é psicanalista e terapeuta familiar, atende pessoas e empresas de todo o país em seus processos de cura interior, desenvolvimento sistêmico pessoal e profissional).
* Teve a bênção de ter a orientação e direção do Pe Francisco Trombert durante 03 anos.