Pb. Evandro Marinho

23/05/2026

O Senhor Jesus chama de bem-aventurados aqueles que são pacificadores. Ele se refere àqueles que usam toda a sua influência para promover a paz e a caridade na terra, em privado e em público, em casa e no exterior. Ele se refere àqueles que se esforçam para fazer com que todos os homens se amem uns aos outros, ensinando o Evangelho que diz: “o amor é o cumprimento da lei”.

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The Lord Jesus calls those blessed, who are peacemakers. He means those who use all their influence to promote peace and charity on earth, in private and in public, at home and abroad. He means those who strive to make all men love one another, by teaching that Gospel which says, “love is the fulfilling of the law.”

Expository Thoughts on the Gospels
by J. C. Ryle

09/05/2026
09/05/2026

O apóstolo Paulo repudiou enfaticamente qualquer sagacidade de truques, eloquência, sofisticação filosófica e manipulação psicológica como ferramentas para ministrar o evangelho: “Eu, irmãos, quando fui ter convosco, anunciando-vos o testemunho de Deus, não o fiz com ostentação de linguagem ou de sabedoria. Porque decidi nada saber entre vós, senão a Jesus Cristo e este crucificado” (1Co 2.1-2).

Evangelismo
John MacArtur

Nos primeiros cinco mandamentos, vemos como Deus salvaguarda a sua glória; nos cinco seguintes, contemplamos como ele pr...
07/05/2026

Nos primeiros cinco mandamentos, vemos como Deus salvaguarda a sua glória; nos cinco seguintes, contemplamos como ele providencia a segurança e o bem-estar dos homens.

Para a proteção da pessoa do homem (“Não matarás”):
Para santidade e o bem de sua família (“não adulterarás”);
Para a segurança de sua propriedade e bens (“não furtarás”);
Para a sua reputação ou bom nome (“não dirás falso testemunho contra o teu próximo”).

Finalmente, como uma cerca forte envolvendo toda a Lei, Deus não apenas proíbe crimes externados, mas impulsos íntimos maléficos em nossos pensamentos e sentimentos (“não cobiçarás”).

A. W. Pink

Moisés com as tábuas dos Dez Mandamentos (1659), Rembrandt.

A ameaça de tirania hoje não provém apenas de governantes autocráticos que ultrapassam e contradizem a lei de Deus; o go...
07/05/2026

A ameaça de tirania hoje não provém apenas de governantes autocráticos que ultrapassam e contradizem a lei de Deus; o governo democrático também pode agir da mesma forma. Pode haver uma tirania das minorias que fazem demandas cada vez maiores em nome da diversidade.

Hoje vemos pessoas defendendo a igualdade para legalizar o que é pecaminoso, mas em seguida negam liberdades aos cristãos que continuam a manter a lei de Deus. O Estado então recompensa aqueles que quebram a lei de Deus e pune aqueles que a defendem. Isso é o oposto de seu propósito de acordo com Romanos 13. Na verdade, é o exemplo perfeito de tirania.

Talvez esta seja a razão pela qual a democracia está em crise em muitos países, com uma inclinação para o autoritarismo e o populismo.

Talvez Deus esteja retirando as restrições para nos mostrar o que acontece quando rejeitamos Sua autoridade.

Não podemos esperar desfrutar dos benefícios democráticos e das liberdades de nossa herança cristã e, ao mesmo tempo, pisotear essa herança. Estamos vivenciando a anarquia do relativismo moral e do secularismo porque rejeitamos a lei de Deus. Essa é a consequência inevitável quando a lei de Deus é rejeitada.

Talvez agora possamos entender em certo grau por que "Lex, Rex" era um livro pelo qual Rutherford teria entregado sua vida de bom grado e com a consciência tranquila. Ele reivindicou a autoridade exclusiva de Deus contra as tentativas do mero homem pecaminoso de ascender ao trono do universo e usurpar a coroa de seu Criador. Precisamos deste livro hoje mais do que nunca.

Matthew Vogan, Presbítero da “Free Presbyterian Church of Scotland”.

01/05/2026

PLANTANDO NOVAS IGREJAS

Plantar igrejas não é só abrir portas, é enfrentar resistências culturais, ataques espirituais e, às vezes, a apatia da própria igreja. Mas o Reino de Deus avança com perseverança e fé.

Plantar novas igrejas significa lançar sementes no deserto. O solo é árido, o clima é adverso, mas a colheita é garantida quando o semeador confia no Senhor da seara.

A verdadeira plantação de igrejas é feita com joelhos no chão, lágrimas e mãos calejadas. O caminho é estreito, mas a glória de Deus será revelada em cada etapa."

Plantar igrejas exige líderes dispostos a morrer para si mesmos. Não é sobre construir impérios, mas sobre formar discípulos. A recompensa? O prazer de ver Cristo glorificado em novas vidas.



Por Augustus Nicodemus

30/04/2026

PREGANDO EM UMA CULTURA QUE NÃO OUVE

"É cada vez mais difícil pregar atualmente [...]. Pregamos a pessoas jovens e idosas cuja capacidade de atenção está cada vez mais curta. Nosso auditório senta-se diante de nós com um controle remoto oculto em suas mentes [...]. Mais ainda, nossas congregações consomem cada vez mais religião com menos gosto pela meditação profunda, pelos desafios às suas pressuposições e pelo raciocínio teológico."

David Fisher (O pastor do século 21), Ed. Vida, 1999.

30/04/2026

O PODER DA PREGAÇÃO

"De alguma forma, misteriosamente e sob a mão de Deus, os pregadores levantam-se a cada domingo e com titubeantes mensagens humanas encarnam novamente a Palavra, a qual avança com poder e atinge corações humanos de maneira que nós, pregadores, nem conseguimos imaginar. A Palavra de Deus é afiada e poderosa, e nunca volta vazia (Hb 4:12,13)."

David Fisher (O pastor do século 21), Ed. Vida, 1999.

30/04/2026

Futebol, Champions League e a necessidade de ordenar os afetos

O futebol continua sendo uma das grandes liturgias seculares do nosso tempo. Nos últimos dias, a Champions League voltou ao centro das atenções, e o jogo entre Liverpool e PSG, em 14 de abril, empurrou o tema de volta ao noticiário e às buscas: o PSG venceu por 2 a 0 em Anfield e avançou à semifinal com 4 a 0 no agregado. É natural que o esporte mova paixões, una famílias e produza memória afetiva. O problema começa quando a paixão legítima se converte em devoção desordenada.

A Bíblia não condena alegria, celebração ou competição justa. Pelo contrário, usa imagens atléticas para falar de perseverança, disciplina e foco. O ponto é outro: o coração humano fabrica absolutos. Para muitos, o futebol deixa de ser jogo e passa a ser identidade final. A derrota produz ódio, a vitória produz soberba, e a linguagem usada em torno de clubes, ídolos e rivais frequentemente revela uma religião informal. A pessoa talvez não ore, não leia as Escrituras e não participe fielmente da comunidade cristã, mas conhece cada estatística do time e organiza a vida ao redor disso. Nessa hora, o esporte deixou de ser criação e virou senhor.

Há ainda uma lição moral importante. O futebol, como quase toda atividade humana, mostra grandeza e miséria misturadas. Ele exibe talento, beleza, disciplina e trabalho em equipe, mas também exalta egos, dinheiro sem freio e violência verbal. O cristão pode apreciar o jogo, mas precisa manter a alma livre. “Onde estiver o seu tesouro, aí estará também o seu coração” (Mt 6.21, NAA). Essa palavra vale igualmente para arquibancadas, mesas-redondas e timelines esportivas.

A fé reformada ensina a receber os bens da criação com gratidão, sem absolutizá-los. O futebol pode ser desfrutado como dom comum de Deus, desde que permaneça no seu lugar. Nem toda paixão é pecado, mas toda paixão precisa ser submetida ao senhorio de Cristo. O problema não é gostar muito de futebol. O problema é amar qualquer coisa mais do que a Deus.

Rev. Augustus Nicodemus

07/04/2026

Considerando que todas as nossas esperanças e recursos estão em Deus, nem nosso ser, nem nossos interesses podem prosperar sem a bênção dele; devemos submeter constantemente todo o nosso ser e tudo o que temos a Ele.

João Calvino, Dia a Dia com Calvino: Devocional Diário, trad. Elisa Tisserant de Castro (Curitiba: Publicações Pão Diário, 2021), 108.

Endereço

Tianguá, CE

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