Divulgação Católica

Divulgação Católica ''Sem o Espírito Santo nada podemos fazer''. (Beata Elena Guerra)

Retiro Cordeiro santo 02 junho 2016
20/04/2022

Retiro Cordeiro santo
02 junho 2016

Elena Guerra dedicou sua vida a propagação e reconhecimento do Espírito Santo em toda a Igreja. O resultado de suas cart...
11/04/2020

Elena Guerra dedicou sua vida a propagação e reconhecimento do Espírito Santo em toda a Igreja. O resultado de suas cartas enviadas a Leão XIII, foram os três primeiros documentos escritos por ele sobre a vida segundo o Espírito, a consagração do século a Ele e a imposição de se fazer Sua novena por meio da beata. Também foi a que deu continuidade a escola de formação feminina e congregação Filhas de Santa Zita que depois se tornou Oblatas do Espírito Santo, afim da propagação e devoção a terceira Pessoa da Santíssima Trindade. Elena, ainda está em processo de canonização, foi beatificada por Leão XXIII em 1959.

Beata Elena Guerra, rogai por nós e por um novo Pentecostes!

“Ele me amou e se entregou por mim.” (Gl 2,20)
10/04/2020

“Ele me amou e se entregou por mim.” (Gl 2,20)

15. AQUELE QUE REVELA A VERDADEConhecereis a verdade, e a verdade fará de vós homens livres. (Jo 8,32)JESUS REVELOU MUIT...
08/04/2020

15. AQUELE QUE REVELA A VERDADE

Conhecereis a verdade, e a verdade fará de vós homens livres. (Jo 8,32)

JESUS REVELOU MUITAS COISAS sobre o Espírito Santo que Ele haveria de enviar. Uma delas é: Quando vier o Consolador, que eu vos enviarei da parte do Pai, o Espírito da verdade que procede do Pai, Ele dará testemunho de mim. E também vós dareis testemunho de mim, porque estais comigo desde o princípio. (Jo 15,26) Temos esse farol em nossos corações. Ele nos ajuda a discernir o verdadeiro das coisas erradas e enganadoras. Mas é importante lembrar que Jesus fez essa afirmação no plural. Ele não disse que o Espírito simplesmente inspira cada um individualmente para que, assim, tenha a certeza de que sua inspiração pessoal é a verdade. O Espírito sopra em cada coração, mas confirma a verdade no discernimento da comunidade, da Igreja. É muito importante ter isso presente, pois vivemos em um mundo individualista e relativista, onde cada um pensa que tem a verdade inteira. Jesus envia seu Espírito para revelar a verdade por meio do discernimento em comunidade. Quem diz: “Deus me falou...” já começa mal. É melhor ser mais humilde e dizer: “Ouvi Deus falar no meu coração. Preciso de ajuda para discernir essas palavras e seu significado em minha vida”. Para isso existe a Direção Espiritual, a confissão, os retiros espirituais etc. Quem faz uma experiência mística precisa de ajuda para discernir. Quem imagina que teve uma visão não está autorizado a impor sua visão a Deus com o argumento de que o Espírito Santo falou no seu coração. Sim. Ele falou! Falou também pelos profetas, fala pelos bispos e padres, deixa ouvir sua voz nas palavras dos pregadores. É missão do Espírito Santo dar testemunho de Jesus Cristo: O Paráclito, o Espírito Santo que o Pai enviará em meu nome, vos ensinará todas as coisas e vos fará recordar tudo o que vos disse. (Jo 14,26). O Espírito Santo é o revelador da verdade como caminho para o Pai, que Jesus Cristo percorreu iluminado, assistido pelo Paráclito. Ele nos dá o dom para discernir as manifestações de Deus na História e nos acontecimentos da humanidade.

OREMOS:

Vinde, Espírito Santo, revelar a verdade aos nossos corações. Inspirai-nos pa

A Eucaristia é também o sacrifício da Igreja. A Igreja, que é o corpo de Cristo, participa da oferta de sua Cabeça. Com ...
07/04/2020

A Eucaristia é também o sacrifício da Igreja. A Igreja, que é o corpo de Cristo, participa da oferta de sua Cabeça. Com Cristo, ela mesma é oferecida inteira. Ela se une à sua intercessão junto ao Pai por todos os homens. Na Eucaristia, o sacrifício de Cristo se torna também o sacrifício dos membros de seu Corpo. A vida dos fiéis, seu louvor, seu sofrimento, sua oração, seu trabalho são unidos aos de Cristo e à sua oferenda total, e adquirem assim um valor novo. O sacrifício de Cristo, presente sobre o altar, dá a todas as gerações de cristãos a possibilidade de estarem unidos à sua oferta. Nas catacumbas, a Igreja é muitas vezes representada como uma mulher em oração, com os braços largamente abertos em atitude de orante. Como Cristo que estendeu os braços na cruz, ela se oferece e intercede por todos os homens, por meio dele, com ele e nele.

(Catecismo da Igreja Católica - CIC, §1368, Sacrifício da cruz e altar)

14. PERPÉTUA GRAÇA DE PENTECOSTESO Espírito Santo habita na Igreja e nos corações dos fiéis como num templo. (1Cor 3,16)...
07/04/2020

14. PERPÉTUA GRAÇA DE PENTECOSTES

O Espírito Santo habita na Igreja e nos corações dos fiéis como num templo. (1Cor 3,16)

O PAPA JOÃO PAULO II, em sua Encíclica sobre o Espírito Santo, Dominum et Vivificantem (nº 25), afirma que Pentecostes não é um fato acontecido e passado. Ele permanece presente e se perpetua na Igreja. Jesus continua a derramar o seu Espírito abundantemente, constantemente. É verdade que muitas vezes acabamos confiando nas estruturas, nas instituições, nos organogramas e leis, e acabamos nos esquecendo dessa “presença subversiva” de Deus na História que sopra onde quer, quando quer e como quer. O Espírito Santo não pede passagem. Não precisa de autorização. Ele simplesmente inspira, consola, fortalece, agracia, inova, modifica, sacode, queima. Ser cristão é essencialmente ser pentecostal. Não é possível transformar a Igreja de Jesus Cristo em uma mera instituição humana. Existe um princípio espiritual, carismático que guia a Igreja e que está acima de qualquer forma de poder. O Espírito Santo abre as portas, as mentes e os corações. Abriu naquele dia as portas do cenáculo e continua inspirando uma Igreja de portas abertas, como tanto proclama o Papa Francisco. Ser pentecostal é mais do que assumir um estilo de discurso, de reza ou de roupa. É mais do que uma denominação eclesial. É mais do que uma corrente de espiritualidade. Ser pentecostal é voltar todos os dias ao cenáculo e sair de lá incendiado pelo fogo do céu. É viver em permanente discernimento ouvindo a voz que fala aos nossos corações. É seguir suas instruções que se manifestam em profecias e palavras de ciência e sabedoria. É deixar que ele reze em nós. É aderir ao santo atrevimento de evangelizar oportuna e inoportunamente. É esquecer-se de si na certeza de que o Espírito cuida de nós. Tudo isso foi proclamado solenemente no Concílio Vaticano II (Lumen gentium 4):

O Espírito Santo introduz a Igreja no conhecimento de toda a verdade, unifica-a na comunhão e no ministério, edifica-a e dirige-a com os diversos dons hierárquicos e carismáticos e enriquece-a com os seus frutos. Faz ainda com que a Igreja se mantenha sempre jovem, com a força do Evangelho, renova-a continuamente e l

13. DIVINO PROMOTOR DA PAZBem-aventurados os que promovem a paz, porque serão chamados filhos de Deus. (Mt 5,9)O ESPÍRIT...
07/04/2020

13. DIVINO PROMOTOR DA PAZ

Bem-aventurados os que promovem a paz, porque serão chamados filhos de Deus. (Mt 5,9)

O ESPÍRITO SANTO É QUEM nos concede o dom da paz e nos impulsiona a compreendermos e aceitarmos o que Jesus nos pede. Nos Atos dos Apóstolos (1,5-8) o Senhor nos diz: “Sereis batizados no Espírito. Sereis revestidos com a forca do alto”. Se nos deixamos conduzir pelo Espírito Santo, produziremos os seus frutos de amor, paz, alegria, bondade, serenidade, paciência, fidelidade e pureza (cf. Gl 5,22-23). O Papa João Paulo II afirma, em sua Encíclica Dominum et Vivificantem, que aqueles que acolhem o Espírito Santo vão produzindo frutos de santidade, amor, paz, alegria, mansidão, temperança, bondade, humanidade, sinceridade, mas os que resistem ao Espírito acabam produzindo frutos de divisão, ódio, mentira, orgulho, vaidade, inconstância, brigas, partidarismos. Tudo isso dificulta que a paz aconteça. Portanto, é pelos frutos que nós saberemos se uma pessoa vive a vida segundo o Espírito. Jesus ordenou seus discípulos a serem missionários da paz: Ide; eis que vos envio como cordeiros entre lobos. Não leveis bolsa nem mochila, nem calçado e a ninguém saudeis pelo caminho. Em toda casa em que entrardes, dizei primeiro: “Paz a esta casa!”. Se ali houver algum homem pacífico, repousará sobre ele a vossa paz; mas, se não houver, ela tornará para vós. (Lc 10,3-6) Essa paz que é fruto do Espírito é muito pais do que mera ausência de conflito. É o que na Bíblia se chama de shalom, que poderia ser traduzido como “equilíbrio vital”. É a beleza original da imagem de Deus segundo a qual fomos criados. É quando as coisas estão no seu devido lugar e Deus pode olhar e repetir como no princípio: “Tudo está muito bom”. Vivemos em um mundo de conflitos e divisões. O Espírito da Serenidade nos concede a paciência, que é a ciência da paz. Os pacíficos são pessoas que se esforçam para reconciliar os que estão envolvidos em todo tipo de discórdias. São promotores da paz.

OREMOS:

Vinde, Espírito Santo, Divino Promotor da paz! Ensinai-nos a sentir Vossa presença pacificadora. Dai-nos coragem para estar sempre à Vossa procura, mesmo em meio aos conflitos e guerras de todos os

12. AMOR DO PAI E DO FILHONós conhecemos e cremos no amor que Deus tem para conosco. Deus é amor, e quem permanece no am...
04/04/2020

12. AMOR DO PAI E DO FILHO

Nós conhecemos e cremos no amor que Deus tem para conosco. Deus é amor, e quem permanece no amor permanece em Deus e Deus nele. (1Jo 4,16)

SANTO AGOSTINHO AFIRMA EM seu livro De Trinitate: O Espírito Santo é, pois, alguma coisa comum ao Pai e ao Filho, seja o que for [...] Mas seria mais adequado chamá-lo de caridade. É ele igualmente uma substância, visto que Deus é uma substância, e Deus é Caridade. (Livro VI, 7) No mesmo livro, ele completa sua reflexão dizendo: Se a caridade pela qual o Pai ama o Filho e pela qual o Filho ama o Pai nos revela a inefável comunhão de um com o outro, não seria de todo indicado atribuir como próprio o nome de Caridade ao Espírito comum do Pai e do Filho? (Livro XV, 19,37) Muitos anos mais tarde, Santo Tomás de Aquino completou essas meditações inspiradas e afirmou, de maneira tão simples quanto complexa: É preciso dizer que o Espírito Santo é o elo (nexus) do Pai e do Filho, enquanto ele é o Amor. Com efeito, é por uma dileção única que o Pai ama não só a si mas também ao Filho – e reciprocamente; em seguida, enquanto Amor, o Espírito Santo evoca uma relação recíproca entre o Pai e o Filho, aquela de amante a amado. Mas pelo fato de que o Pai e o Filho se amam, é necessário que o seu amor mútuo, dito de outra maneira, o Espírito Santo, proceda de um e do outro. Se se considera a origem, o Espírito Santo não está no meio: ele é a Terceira Pessoa da Trindade. Mas se se considera a relação mútua da qual se acaba de falar, então, sim, ele está entre as duas outras Pessoas como o Elo que os une, procedendo sempre de cada uma delas. (Suma Teológica P I, q. 37 a 1 ad 3) Você deve estar pensando o que significa toda essa matemática mental. Tudo isso é simplesmente afirmar que o Pai é o Amante, o Filho é o Amado e o Espírito Santo é o próprio Amor do Pai e do Filho. É um belíssimo modo de entender a Santíssima Trindade como comunhão transbordante de amor. Nessa comunidade de Amor, somos convidados a mergulhar de corpo e alma para construir um mundo onde o Amor não seja uma mera palavra, mas o próprio viver e conviver humanos. Rezemos com o Cardeal Verdier:

OREMOS:

Ó Espírito Santo, amor do Pai e do Filho! I

11. AMPARO NA CONSTANTE VIRTUDEPor ora subsistem a fé, a esperança e a caridade – as três. Porém, a maior delas é a cari...
04/04/2020

11. AMPARO NA CONSTANTE VIRTUDE

Por ora subsistem a fé, a esperança e a caridade – as três. Porém, a maior delas é a caridade. (1Cor 13,13)

UM DOS VERSOS DO Veni Creator invoca o Espírito Santo como virtute firmans perpeti. Poderíamos traduzir literalmente como “fortalecei-nos na virtude para sempre”. Outros preferem dizer o mesmo, afirmando que o Santo Espírito é um “amparo na constante virtude”. Mas o que significa isso na prática? O filósofo grego Aristóteles dizia que a virtude é o “hábito do bem”. Ensinava também na sua Ética a Nicômaco que o hábito se adquire pela repetição constante de um ato bom. Portanto, a constância no bem nos faz virtuosos. Claro que isso depende de um esforço humano. Mas temos um “amparo interior”. Temos uma “força espiritual” para não desaminar nesse exercício das virtudes: o Espírito Santo. Sabemos que existem três virtudes ditas “teologais”, pois são força de Deus em nossos corações. Não podem ser conquistadas somente pela repetição de atos bons. São infusas pelo Espírito Santo. São presentes do alto: fé, esperança e caridade. Por meio delas Cristo vai sendo edificado em nossas vidas é N’Ele que cremos, esperamos e amamos. Existem também as virtudes conhecidas como “cardeais”, ou seja, são pontos de orientação para tudo o que fazemos. Também aqui o Espírito age com seu amparo constante: prudência, temperança, fortaleza e justiça. A prudência é a arte de decidir do jeito certo. É a habilidade para discernir as coisas da vida. A temperança nos fortalece para renunciar ao que não escolhemos e ordenar os afetos e ações. A vida tem seus temperos e os exagerados costumam colocar sal demais ou sal de menos. A fortaleza nos dá a perseverança, a regularidade, a capacidade de resistir quando as coisas não vão tão bem. Finalmente, a justiça é ser como Deus quer que sejamos: fraternos, solidários, íntegros e integrados. José era um homem justo, ou seja,
“santo”. A prática das virtudes nos torna pessoas felizes, ou seja, bem-aventuradas,
afinal, santidade é felicidade. O Espírito Santo colabora para que vivamos essas virtudes teologais e cardeais, e sejamos aperfeiçoados em Cristo Jesus.

OREMOS:

Vinde, Espírito Santo, amparo na constant

10. PAI DOS POBRESVós conheceis a bondade de nosso Senhor Jesus Cristo. Sendo rico, se fez pobre por vós, a fim de vos e...
03/04/2020

10. PAI DOS POBRES

Vós conheceis a bondade de nosso Senhor Jesus Cristo. Sendo rico, se fez pobre por vós, a fim de vos enriquecer por sua pobreza. (2Cor 8,9)

ESTA É A FORTE expressão utilizada na Sequência de Pentecostes logo no início – Veni, pater pauperum – “Vinde, Pai dos pobres”. O Espírito Santo revela a paternidade de Deus em sua solidariedade com os pobres, sofredores e aflitos. Ele é pobre com os pobres, pois manifesta Deus enquanto se dá na forma de dom total. Esta é a forma mais positiva da pobreza: esvaziar-se de si mesmo para enriquecer os outros com sua presença solidária. Existem basicamente três tipos de pobreza. A primeira é a pobreza material, e é um mal quando rouba de nossos irmãos as condições mais básicas de vida. Jesus denunciou esse tipo de pobreza ao longo de toda a sua vida e sacramentou sua presença no meio dos pobres quando disse que estaria presente eternamente nos irmãos sedentos, famintos, espoliados de sua terra e de sua dignidade (cf. Mt 25,31-46). O segundo tipo de pobreza é espiritual. É viver uma vida simples e sóbria. É não se deixar dominar pelo consumismo. Essa pobreza é uma bem-aventurança e um caminho de felicidade. A respeito dela, Jesus afirma: “Bem-aventurados os pobres no Espírito” (cf. Mt 5,3). O Mestre viveu e ensinou a viver essa mística. Ao jovem rico Ele provocou para vender seus bens, dar aos pobres e depois segui-lo na liberdade total. Mas o jovem foi embora triste, pois estava apegado às riquezas. A conclusão do mestre é severa: como é difícil aos que se apegam aos bens entrarem no Reino dos céus! O terceiro tipo de pobreza é a união da primeira com a segunda: ser pobre em Espírito com os pobres do Espírito. É a solidariedade com os mais sofridos. O apóstolo Paulo indicou essa dinâmica na vida de Jesus com uma frase emblemática: “Vós conheceis a bondade de nosso Senhor Jesus Cristo. Sendo rico, se fez pobre por vós, a fim de vos enriquecer por sua pobreza” (2Cor 8,9). A síntese dessas três formas de pobreza encontra-se em nossa “opção preferencial pelos pobres”. Essa é uma opção daqueles que se deixam guiar totalmente pelo Pai dos Pobres, como fez São Francisco de Assis.

OREMOS:

Vinde, Espírito Santo, Pai

Endereço

Sete Lagoas, MG

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