Mãe Flávia Pinto

Mãe Flávia Pinto Sacerdotisa,Socióloga, Gestora Publica Metropolitana (ENAP) e de Gênero América Latina (IPPDH) Prêmio nacional direitos humanos 2011

18/08/2026

PARTE 2 — O NOME, O NASCIMENTO E O PACTO ESPIRITUAL

Neste vídeo, usamos “batismo” apenas como referência didática, para facilitar a compreensão em português. Cada tradição — Yorùbá, Banto, indígena ou outras — possui seus próprios rituais, nomes e significados.

Mas há algo presente em muitas delas: o nome não é apenas uma palavra. É por meio dele que uma pessoa é invocada e reconhecida e, em muitas tradições, ele deve estar em consonância com o destino daquela alma.

Em diferentes culturas, o nome pode ser definido ou confirmado após o nascimento.

O nome pelo qual uma alma é frequentemente chamada pode estabelecer uma ligação tanto com sua família ancestral quanto com aqueles que a invocam, reconhecem e se relacionam com ela no mundo.

Como falamos na Parte 1, é importante não confundir convenções e pactos do patriarcado com aquilo que é, de fato, um pacto espiritual.



PART 2 — NAME, BIRTH AND THE SPIRITUAL COVENANT

Here, we use “baptism” only as a didactic reference, to make the subject easier to understand in Portuguese. Each tradition — Yorùbá, Bantu, Indigenous or otherwise — has its own rituals, names and meanings.

Yet one idea appears across many traditions: a name is not merely a word. It is how a person is called and recognized and, in many traditions, it should be aligned with that soul’s destiny.

In different cultures, a child’s name may be defined or confirmed after birth.

The name by which a soul is frequently called can create a connection both with its ancestral family and with those who invoke, recognize and relate to that soul in the world.

As discussed in Part 1, it is important not to confuse patriarchal conventions with what is truly a spiritual covenant.

Espiritualidade PactoEspiritual

14/08/2026

O nome que chama o seu espírito

Na consulta oracular, mais importante do que o nome que está no documento é o nome pelo qual você se reconhece. O espírito responde àquilo que, ao longo da vida, você aprendeu a reconhecer como seu — porque é esse nome que foi repetidamente pronunciado para invocá-lo.

Por isso, uma mudança no registro civil não necessariamente muda a forma como o seu espírito é reconhecido e invocado. O fundamento dessa informação é simples: o espírito precisa se reconhecer naquele nome. Entender esse fundamento é essencial para compreender todos os seus desdobramentos na espiritualidade.

name that calls your spirit

In an oracle consultation, what matters most is not necessarily the name on your legal documents, but the name by which you recognize yourself. The spirit responds to the name you have learned to recognize as your own — the name that has been spoken to invoke you throughout your life.

That is why a change in civil records does not necessarily change the way your spirit is recognized or invoked. The foundation is simple: the spirit needs to recognize itself in that name. Understanding this foundation is essential to understanding its spiritual implications.

SpiritualName OracleReading Spirituality ChosenName MãeFláviaPinto

Hoje na Casa Savana As 16h! Aguardamos todas e todos lá!Casa Savana
13/08/2026

Hoje na Casa Savana As 16h! Aguardamos todas e todos lá!
Casa Savana

  Só pra lembrar que a luta continua sendo participativa, crítica politica, proprositiva e ninguém silencia ninguém, com...
09/08/2026

Só pra lembrar que a luta continua sendo participativa, crítica politica, proprositiva e ninguém silencia ninguém, combinado ?

07/08/2026

O ódio disseminado nas redes não é inofensivo. Um estudo publicado na Scientific Reports, da Nature, com 128 adultos, mostrou que a exposição a comentários negativos aumentou significativamente a ansiedade e piorou o humor dos participantes. Já uma pesquisa da Amnesty International, analisada pela TIME, encontrou 1,1 milhão de tweets abusivos dirigidos a 778 mulheres jornalistas e políticas: mulheres negras tinham 84% mais probabilidade de receber ataques abusivos do que mulheres brancas.

Na rede social, a carne mais barata do mercado continua sendo a mesma carne mais barata no cotidiano: a carne da mulher negra. E ela pode estar em qualquer campo político, inclusive no progressista. Há muitos anos alertamos para o quanto mulheres pretas são deslegitimadas, boicotadas e transformadas em alvo — especialmente na política. No Brasil, dados do Observatório Racismo nas Redes mostram que 56% das vítimas de denúncias de racismo em ambientes digitais são mulheres negras.

A minha rede social não será usada para alimentar ódio. Vamos acalmar. Vamos diminuir a violência. Vamos pensar antes de reproduzir aquilo que dizemos combater. Se dizemos combater o preconceito, não podemos reproduzi-lo como método. Isso não pertence à nossa filosofia, à nossa ética nem à ancestralidade que nos orienta. Nossas palavras têm poder. Que sejam usadas para construir, e não para destruir.

Fontes: Scientific Reports/Nature — estudo experimental sobre o impacto de comentários negativos nas redes sociais (2025); TIME/Amnesty International & Element AI — estudo sobre abuso contra mulheres no Twitter; Denise Mota, Folha de S.Paulo/Geledés — “Misoginia e racismo nas redes: 56% dos ataques têm mulheres negras como alvo” (2025), com dados do Observatório Racismo nas Redes/Aláfia Lab.

06/08/2026

Cancelar, criticar a mana Sára Zara não é a estratégia correta para uma luta coletiva de pessoas e mulheres negras para estarem nas estâncias de poder defendendo nossas pautas ! Menos críticas e mais compreensão política com@a mana por favor! Partido se troca o mais difícil é entrar ! Vamos acolher ao invés de tentar destruir um novo quadro que está se formando em defesa de nossos ancestrais que foram impedidos de fazer esta disputa e proteção às próximas gerações de pessoas negras que precisam ver um congresso muito mais preto, feminino e periférico do que ele é hoje! Mais amor com a mana ok 🆗 meu polvo 🐙! A esquece já errou diversas vezes conosco tb
preta a

04/08/2026

Para salvar nossas crianças da senzala moderna, talvez o primeiro instrumento seja um atabaque.

Trecho da minha palestra, na FLIP 2026, realizada no Quilombo do Campinho

Essa fala não questiona os fundamentos do atabaque nem a importância dos ogãs. Pelo contrário: reafirma o respeito à liturgia e aos saberes ancestrais.

Mas, depois de anos atuando dentro do sistema prisional brasileiro, eu me pergunto: quantos meninos negros poderiam ter encontrado outro destino se tivessem conhecido, desde cedo, o acolhimento do terreiro, a ancestralidade e o axé?

O terreiro também educa. Também protege. Também transforma vidas.

🎥 Vídeo: GUI DO AXÉ 🔥

To save our children from the modern-day plantation, perhaps the first instrument they need is an atabaque drum.

Excerpt from my talk at the Clinton MindLab during FLIP, held at Quilombo do Campinho .

This message is not a criticism of the sacred traditions surrounding the atabaque or the role of the ogãs. On the contrary, it reaffirms respect for ancestral knowledge and the sacred liturgy.

After years working inside Brazil’s prison system, I keep asking myself: how many Black boys could have had a different future if they had found the embrace of the terreiro, ancestry, and axé from an early age?

The terreiro also educates. It also protects. It also transforms lives.

🎥 Video:

Minha candidata Deputada Estadual Verônica Lima
02/08/2026

Minha candidata Deputada Estadual Verônica Lima

Minha candidata a Deputada Federal RJ Tainá de Paula
01/08/2026

Minha candidata a Deputada Federal RJ Tainá de Paula

27/07/2026

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Seropédica, RJ

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