Mãe Flávia Pinto

Mãe Flávia Pinto Sacerdotisa,Socióloga, Gestora Publica Metropolitana (ENAP) e de Gênero América Latina (IPPDH) Prêmio nacional direitos humanos 2011

12/03/2026

✨ Entrega das Certificações do Programa Casas Ancestrais

Após a participação nos 19 circuitos de formação realizados pela cidade, chegou o momento de reconhecer oficialmente as casas que agora estão aptas a serem conhecidas como Casas Ancestrais.

A cerimônia de entrega dos certificados será realizada dia 17 às 13h, no Salão Assírio, anexo do Teatro Municipal do Rio de Janeiro, com a presença da secretária Tainá de Paula, representando a Prefeitura do Rio.

Essa certificação é muito importante porque reconhece e valoriza as comunidades de terreiro e comunidades tradicionais, que preservam saberes milenares, cuidam da cultura e também contribuem para a proteção do meio ambiente. 🌿

📲 Atenção, participantes: quem participou da formação deve verificar as informações no grupo de WhatsApp das Casas Ancestrais.

08/03/2026

Marcha em Defesa das Mulheres - RJ
A pergunta que não quer calar …?
Você,seu terreiro e sua Iya, Baba foram as ruas lutar, publicamente, pelos direitos das mulheres permanecerem vivas e seguras?
Se a resposta for negativa, acorda Alice , vc está vivendo mundo das ilusões patriarcais…
O mito adâmico, como bem nos ensina Rita Segato, em seu clássico “Contra Pedagogias da Crueldade” explica pq assistimos de camarote a espetacularização da violência, orquestrada pelo “Mandato dos Homens” , como se não tivéssemos nada ver com isso….
Me assusta o silêncio público dos terreiros e das(os) dirigentes de uma religião que é historicamente matriarcal… mas sabemos que atualmente é liderada majoritariamente por homens…. Seria esse o motivo do silêncio interno e público do debate???
Há tb preciso dizer que senti a ausência das pessoas homoafetivas nessa luta pública… nós mulheres reforçamos as pautas LGBTQIA+, achei que eram nossas(os/es) aliades…
Mas esqueci, que na verdade eu que sou a mãe de santo chata, que fico inisitindo nesse debate de mulherismo africana e feminismo…
Enfim… escolhi o lado da luta por mim e pelas ancestrais e vcs , que lado escolheram ??? Ou vcs acham que o silêncio 🤫 não é uma escolha consciente na luta pelo direito das mulheres?
Por isso escrevi

03/03/2026

Falar sobre machismo dentro dos terreiros não é atacar a tradição — é honrar nossas Yabás e Ìyámi.

Se cultuamos o poder feminino, precisamos praticar respeito dentro do sagrado e dentro de casa.
Esse debate é responsabilidade de homens e mulheres.

Sagrado feminino é postura.

E é com essa consciência que seguimos para a 20ª edição do Ritual do Sagrado Feminino.

🗓 7 de março às 17h até a manhã de 8 de março
💫 R$ 700

CulturaAfroBrasileira DiaDasMulheres

Talking about sexism inside the terreiros is not attacking tradition — it is honoring the Yabás and Ìyámi.

If we worship feminine power, we must practice respect inside the sacred and at home.
This conversation belongs to men and women.

Sacred feminine is a posture.

20th Sacred Feminine Ritual
March 7th (5pm) – March 8th (morning)
R$700

SacredFeminine EndSexism AfroBrazilianTradition WomenInSpirituality AncestralRespect InternationalWomensDay

26/02/2026

Te convido a estar presente no 32* PRESENTE D’YEMANJA de SEPETIBA neste próximo domingo 01/03/26 às 9H no Clube Recôncavo

20/02/2026

✨ Pós-Carnaval também é cuidado espiritual ✨
Depois da festa, é hora de olhar pra dentro, limpar o que ficou pesado e recuperar a energia.
Se você se preparou em um terreiro, siga as orientações recebidas — elas são o seu caminho.
Se não, um banho de descarrego com ervas como guiné, arruda e quina com sal grosso pode ajudar a renovar corpo e espírito.

Cada tradição tem sua forma: repetir o banho por alguns dias, tomar um mergulho no mar ou buscar rituais mais profundos são maneiras de se reequilibrar.
O importante é atravessar o Carnaval com alegria e sair dele com saúde — sem deixar que a energia da festa fique em você.

🌿 Cuide do seu axé. Limpe, renove e siga leve.

13/02/2026

Ìyá Mí Òsòròngà - Parte 4

13/02/2026

Ìyá Mí Òsòròngà - Parte 3

13/02/2026

Ìyá Mí Òsòròngà - Parte 2

13/02/2026

Ìyá Mí Òsòròngà - Parte 1

12/02/2026

Parte 2 – vídeo resposta aos comentários

Não estamos dizendo que o povo de terreiro no Brasil não tem legitimidade. Temos, sim. Nossa ancestralidade é viva e real.

O que estamos dizendo é que existem tecnologias espirituais, filosóficas e culturais que vêm antes de nós, e que precisam ser referenciadas, respeitadas e nomeadas.

Nosso terreiro dialoga com matrizes africanas e também com saberes dos povos originários, porque espiritualidade não nasce do vazio — nasce da memória dos povos.

11/02/2026

Aqui não defendemos um purismo. ✨Leia a legenda ⬇️
Defendemos respeito, escuta e consciência.

Existem muitas tradições, muitos caminhos e muitas tecnologias humanas que nos antecedem. Por muito tempo, fomos afastados das nossas terras, das nossas origens e das possibilidades de troca com outros saberes.

Religiosidade é linguagem. E como toda linguagem, ela se desenvolve, se transforma, se comunica e se aprimora a partir do encontro. 🌍

Ouvir quem veio antes, quem construiu determinados conhecimentos e filosofias, é um ato de respeito e também de crescimento. Não se trata de copiar, mas de aprender, dialogar e se relacionar com consciência.

Não é sobre purificar. É sobre compreender.
Não é sobre fechar. É sobre ampliar. 🧠✨

03/02/2026

Vc gasta sua energia para cumprir o seu destino ou tentando ser alguém que vc não nasceu pra ser?

Endereço

Seropédica, RJ

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