18/08/2026
PARTE 2 — O NOME, O NASCIMENTO E O PACTO ESPIRITUAL
Neste vídeo, usamos “batismo” apenas como referência didática, para facilitar a compreensão em português. Cada tradição — Yorùbá, Banto, indígena ou outras — possui seus próprios rituais, nomes e significados.
Mas há algo presente em muitas delas: o nome não é apenas uma palavra. É por meio dele que uma pessoa é invocada e reconhecida e, em muitas tradições, ele deve estar em consonância com o destino daquela alma.
Em diferentes culturas, o nome pode ser definido ou confirmado após o nascimento.
O nome pelo qual uma alma é frequentemente chamada pode estabelecer uma ligação tanto com sua família ancestral quanto com aqueles que a invocam, reconhecem e se relacionam com ela no mundo.
Como falamos na Parte 1, é importante não confundir convenções e pactos do patriarcado com aquilo que é, de fato, um pacto espiritual.
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PART 2 — NAME, BIRTH AND THE SPIRITUAL COVENANT
Here, we use “baptism” only as a didactic reference, to make the subject easier to understand in Portuguese. Each tradition — Yorùbá, Bantu, Indigenous or otherwise — has its own rituals, names and meanings.
Yet one idea appears across many traditions: a name is not merely a word. It is how a person is called and recognized and, in many traditions, it should be aligned with that soul’s destiny.
In different cultures, a child’s name may be defined or confirmed after birth.
The name by which a soul is frequently called can create a connection both with its ancestral family and with those who invoke, recognize and relate to that soul in the world.
As discussed in Part 1, it is important not to confuse patriarchal conventions with what is truly a spiritual covenant.
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