Por Trás da Bíblia

Por Trás da Bíblia Política e religião são meras construções humanas, e como tais, sujeitas a equívocos e limitações. Essa atitude impedia a liberdade investigativa da natureza.

"A religião é vista pelas pessoas comuns como verdadeira, pelos inteligentes como falsa, e pelos governantes como útil"

Lúcio A Sêneca (4 a.C. - 65 d.C). A história da humanidade mostra que as visões acerca da natureza da ciência e da natureza da religião mudam com o tempo, de acordo com as concepções filosóficas e contextos políticos, sociais, econômicos, etc. Historicamente, a ciência tem tido

uma relação complexa com a religião; doutrinas religiosas por vezes influenciaram o desenvolvimento científico, enquanto o conhecimento científico tem surtido efeitos sobre crenças religiosas. A visão do ser humano sobre os deuses influencia a visão dele sobre natureza e vice-versa, já que o ser humano é um ser integral. Durante toda a Idade Média, houve uma luta pelo poder entre a Igreja Católica e os pensadores da natureza. A Igreja queria impor que ela era a instituição que definiria o que é verdade sobre todos os assuntos, inclusive sobre a natureza. Inicialmente o conhecimento grego era banido e a partir do século XII, com Tomás de Aquino e outros "pais da Igreja", algumas visões filosóficas da natureza dos gregos foram incorporadas na Teologia Católica e impostas à sociedade. Dessa forma, a Igreja Católica concentrava-se em si mesma a autoridade para assuntos religiosos e da natureza, autoridade a qual todos deviam se submeter, sob ameaças de terríveis punições.[16]

No século XVI, Galileu Galilei (1564-1642) lutava pela autoridade da ciência:

“à ciência cabe dizer como vai o céu, e à religião como se vai ao céu.”

Galileu foi pressionado a se retratar diante do tribunal da Inquisição, dizendo que era falsa a ideia de que a Terra girava em torno do seu eixo e em torno do Sol. A postura impositiva da Igreja, o pensamento de que ela deveria ser quem determina a Verdade, também acerca da natureza foi a causa de muitas polêmicas no início da era moderna. A filosofia da natureza passou a lutar para dizer à sociedade que ela poderia estudar a natureza e ter autoridade para emitir pareceres.

16/05/2026

"Padrão Hollywood"
Sóstenes justifica custo de filme sobre Bolsonaro com pesquisa em IA: "está abaixo da média"

16/05/2026

Pastor líder do PL Sóstenes Cavalcante justifica custo de filme sobre Bolsonaro com base em pesquisa de IA: "está abaixo da média"

O líder do PL na Câmara, deputado e pastor Sóstenes Cavalcante, afirmou nesta sexta-feira (15) ao SBT News que o custo d...
16/05/2026

O líder do PL na Câmara, deputado e pastor Sóstenes Cavalcante, afirmou nesta sexta-feira (15) ao SBT News que o custo do filme “Dark Horse”, inspirado na trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro, estaria “abaixo da média” das produções de Hollywood.

Para sustentar o argumento, o parlamentar disse ter utilizado pesquisas feitas com ferramentas de inteligência artificial e mecanismos de busca.

Segundo Sóstenes, produções recentes de Hollywood teriam custo médio estimado em US$ 39 milhões, enquanto o longa sobre Bolsonaro teria sido inicialmente orçado em US$ 22 milhões e finalizado por cerca de US$ 16 milhões, cerca de R$ 80 milhões de Reais.

O deputado destacou que o projeto busca seguir um “padrão Hollywood” de produção audiovisual.

O financiamento do filme se tornou alvo de debate político após a divulgação de áudios envolvendo o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o banqueiro Daniel Vorcaro, ex-controlador do Banco Master.

Reportagem do Intercept Brasil revelou conversas em que Flávio solicita apoio financeiro para a realização do longa.

De acordo com a publicação, o investimento negociado teria alcançado US$ 24 milhões, equivalentes a cerca de R$ 134 milhões na cotação da época. Desse montante, aproximadamente R$ 61 milhões teriam sido efetivamente repassados entre fevereiro e maio de 2025.

Os valores chamaram atenção por ultrapassarem o orçamento de produções brasileiras recentes com destaque internacional.

O filme “Ainda Estou Aqui”, dirigido por Walter Salles e vencedor do Oscar de Melhor Filme Internacional em 2025, teve orçamento estimado em R$ 45 milhões. Já “O Agente Secreto”, representante brasileiro na edição seguinte da premiação, custou cerca de R$ 28 milhões.

A repercussão também ganhou dimensão política. Sóstenes saiu em defesa de Flávio Bolsonaro, afirmando que o senador apenas cobrava parcelas relacionadas a investimentos já acordados para o projeto cinematográfico.

O deputado ainda sugeriu que o vazamento das mensagens teria motivação eleitoral, alegando que o crescimento de Flávio nas pesquisas preocupa adversários políticos.

Flávio Bolsonaro, por sua vez, declarou que não cometeu irregularidades e afirmou que Daniel Vorcaro era um empresário procurado por diversos grupos e investidores à época das negociações.

O senador negou qualquer oferta de vantagens em troca do financiamento e disse que todas as tratativas ocorreram dentro da legalidade.

Fontes:
SBT News;
Intercept Brasil.

O senador Flávio Bolsonaro afirmou, em entrevista à CNN Brasil, que novos vídeos, mensagens ou registros de encontros co...
16/05/2026

O senador Flávio Bolsonaro afirmou, em entrevista à CNN Brasil, que novos vídeos, mensagens ou registros de encontros com o banqueiro Daniel Vorcaro ainda podem vir a público.

Segundo ele, qualquer material que eventualmente seja divulgado estaria relacionado exclusivamente às negociações para o financiamento do filme “Dark Horse”, produção inspirada na trajetória política do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Flávio declarou que não existe “nada além do filme” envolvendo sua relação com Vorcaro e que possíveis vazamentos poderiam mostrar visitas a estúdios, trocas de mensagens ou reuniões ligadas ao projeto audiovisual.

O senador também negou ter mantido proximidade pessoal com o banqueiro, afirmando que nunca viajou com ele nem possuía convivência social fora do contexto das negociações.

Durante a entrevista, o parlamentar reconheceu que errou ao negar inicialmente qualquer relação com Vorcaro. Após a divulgação de mensagens pelo Intercept Brasil, ele pediu desculpas pela postura adotada e justificou a omissão dizendo que temia perseguições políticas e exploração do caso por adversários.

O senador afirmou ainda que está disposto a tornar públicos os contratos ligados ao financiamento do filme, embora tenha ressaltado que os documentos estão vinculados a um fundo privado sediado nos Estados Unidos e sujeitos a regras de compliance.

Segundo Flávio, o orçamento previsto da produção seria de aproximadamente US$ 24 milhões, dos quais pouco mais de US$ 12 milhões teriam sido efetivamente investidos.

A entrevista também repercutiu críticas feitas pelo governador de Minas Gerais, Romeu Zema, que condenou publicamente a relação entre o senador e Vorcaro. Flávio afirmou que Zema “se precipitou” e declarou que uma eventual composição política entre ambos teria se tornado inviável após as críticas.

Outro ponto abordado foi a decisão do ministro do STF Flávio Dino de abrir investigação sigilosa para apurar possíveis irregularidades envolvendo recursos parlamentares destinados a projetos culturais relacionados ao filme.

Flávio negou qualquer uso de emendas parlamentares na produção e saiu em defesa do deputado federal Mário Frias, afirmando confiar plenamente tanto nele quanto em seu irmão, Eduardo Bolsonaro.

Fontes:
cnnbrasil.com.br · 2

Durante uma agenda pública voltada para investimentos em segurança pública, realizada em um batalhão da Polícia Militar ...
16/05/2026

Durante uma agenda pública voltada para investimentos em segurança pública, realizada em um batalhão da Polícia Militar no Rio de Janeiro, o senador e pré-candidato à Presidência da República pelo PL, Flávio Bolsonaro, comentou as recentes repercussões sobre "Dark Horse", o filme biográfico em homenagem ao seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro.

​A visita do parlamentar ao batalhão foi marcada por um clima tenso, com manifestantes recebendo-o sob gritos de protesto, incluindo termos como "bandido" e "pega ladrão".

Apesar do ambiente hostil, Flávio Bolsonaro respondeu às perguntas sobre a produção cinematográfica, assegurando que o projeto já foi concluído de forma regular.

​"O filme tá pronto. Todos os recursos foram destinados para o filme. Ficou maravilhoso, vocês vão gostar bastante", declarou o senador.

Ele completou afirmando que o longa-metragem terá um papel político e simbólico importante para a família: "O presidente Bolsonaro merece ter a sua honra resgatada e isso vai começar a ser construído a partir desse filme".

​A cinebiografia entrou no centro do debate público após a divulgação de áudios capturados em uma conversa entre Flávio Bolsonaro e o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.

Nas gravações, o senador cobra o empresário pelo atraso nas parcelas do contrato de financiamento voltado à execução do projeto. Flávio nega veementemente qualquer tipo de irregularidade no processo de captação ou gestão dos recursos para a obra.

​O caso ganhou contornos mais complexos devido à situação jurídica de Vorcaro, que se encontra detido sob acusações que envolvem a prática de fraudes financeiras, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

​Fontes:
​Reportagem original: Revista VEJA (veja.abril.com.br)
​Investigação e áudios citados: The Intercept

O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) negou publicamente ter qualquer relação financeira com o banqueiro Danie...
16/05/2026

O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) negou publicamente ter qualquer relação financeira com o banqueiro Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master.

O posicionamento ocorre após o veículo The Intercept Brasil divulgar um contrato que apontava a atuação de Eduardo como produtor-executivo de Dark Horse, um longa-metragem biográfico sobre seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro.

De acordo com o documento, ele teria inclusive poderes de gestão financeira sobre o projeto.

​Em vídeo publicado em suas redes sociais, Eduardo admitiu ter aportado inicialmente R$ 350 mil (cerca de US$ 50 mil) na produção — recurso que, segundo ele, foi obtido por meio da venda de um curso digital.

O ex-deputado afirmou que a quantia lhe foi integralmente devolvida pela produtora por razões contratuais, mas não detalhou como ou por quem a restituição foi realizada.

Ele classificou as suspeitas de que seria sustentado por Vorcaro como "baboseiras sem pé nem cabeça", enfatizando que nenhum valor transitou pelo fundo de investimentos norte-americano criado para financiar a obra.
​Eduardo também esclareceu sua saída da gestão do filme. Segundo seu relato, o modelo de negócios foi reestruturado para captar recursos via fundos de investimento quando ele se mudou para os Estados Unidos.

Diante disso, ele deixou a função de diretor-executivo e passou a figurar apenas como cedente de direitos autorais, permitindo que sua imagem fosse representada por um ator sem o risco de futuras contestações judiciais.

O ex-deputado ressaltou ainda que todas as suas movimentações financeiras passam pelo crivo rigoroso das autoridades dos EUA devido ao seu processo de solicitação de green card.

​As investigações sobre o caso avançaram institucionalmente. O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Flávio Dino, determinou a abertura de uma apuração sob sigilo para apurar o envio de emendas parlamentares destinadas ao filme.

Paralelamente, a Polícia Federal deve checar se o empresário Daniel Vorcaro fez repasses financeiros a Eduardo a pedido de seu irmão, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).

Mensagens interceptadas revelaram contatos anteriores entre o senador e o banqueiro para tratar do financiamento do longa, embora ambos os irmãos neguem irregularidades ou a manutenção de contatos frequentes com o empresário.

​Para Eduardo Bolsonaro, a ampla divulgação do caso pela imprensa reflete uma tentativa de desgastar a imagem da família motivada pelo cenário político eleitoral, destacando que as denúncias ganharam força no mesmo momento em que pesquisas de intenção de voto apontavam Flávio Bolsonaro em posição competitiva para a sucessão presidencial.

​Fontes:
​Portal Terra (Reportagem: "Eduardo Bolsonaro nega atuação como produtor de filme: ‘Não houve nada de ilegal'", por João Pedro Bitencourt).
​The Intercept Brasil (Investigação sobre os contratos e mensagens).
​O Estado de S. Paulo / Estadão (Informações sobre o andamento das investigações da Polícia Federal).

A deflagração da Operação Sem Refino pela Polícia Federal (PF), que teve como alvo o ex-governador do Rio de Janeiro Clá...
16/05/2026

A deflagração da Operação Sem Refino pela Polícia Federal (PF), que teve como alvo o ex-governador do Rio de Janeiro Cláudio Castro (PL), representou mais um duro golpe estratégico para os planos eleitorais do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).

O avanço das investigações sobre o núcleo político fluminense tensionou o palanque da direita e provocou debates internos no Partido Liberal (PL) sobre a necessidade de isolar aliados envolvidos em escândalos judiciais.

​O ex-governador Cláudio Castro, que já havia renunciado ao cargo em março após ser tornado inelegível pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) por abuso de poder político e econômico, teve aparelhos celulares e tablets apreendidos em sua residência.

A PF investiga a suspeita de que a Secretaria de Fazenda do Rio tenha sido utilizada para criar um "ambiente propício" e facilitar fraudes fiscais bilionárias em benefício da refinaria Refit.

O proprietário da empresa, Ricardo Magro, apontado como um dos maiores devedores tributários do país, teve a prisão decretada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no âmbito da mesma ação.

​Em nota oficial, a defesa de Cláudio Castro sustentou que todas as decisões de sua gestão foram pautadas por critérios estritamente técnicos e legais. Os advogados argumentaram, ainda, que o governo do ex-mandatário foi o único a conseguir fazer com que o Grupo Refit pagasse dívidas ativas expressivas com o Estado do Rio de Janeiro.

​Apesar das justificativas, o impacto político da operação foi imediato. Integrantes do PL passaram a defender abertamente que Flávio Bolsonaro afaste Castro de suas agendas e palanques eleitorais. Originalmente, Castro pretendia buscar uma vaga ao Senado na chapa bolsonarista, mas o novo revés judicial fortaleceu nomes alternativos dentro da legenda para substituí-lo, como Carlos Jordy, Felipe Curi e Rogéria Bolsonaro.

​Essa nova crise atinge Flávio Bolsonaro em um momento de vulnerabilidade política.

O senador já enfrentava forte desgaste público decorrente do vazamento recente de áudios e mensagens envolvendo o banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master.

Nas gravações, o parlamentar cobra repasses financeiros que estariam vinculados ao financiamento de um filme biográfico sobre a família Bolsonaro — transação que gerou contradições entre as versões do senador e dos produtores do longa.

​Com as frentes de investigação avançando simultaneamente na Polícia Federal, lideranças do PL avaliam que a proximidade com Cláudio Castro na linha de frente da campanha fluminense se transformou em um ônus político difícil de sustentar, ameaçando os planos estratégicos do grupo para as eleições majoritárias.

​Fontes:
​UOL Notícias (Reportagem de Roger Modkovski e colunas de Letícia Casado e Fabio Serapião)
​O Estado de S. Paulo (Estadão)
​JOTA Info
​Correio Braziliense
​Revista Oeste

Uma investigação jornalística baseada em documentos contratuais revelou que o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP)...
16/05/2026

Uma investigação jornalística baseada em documentos contratuais revelou que o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) possuía amplas atribuições de controle financeiro e decisório sobre o orçamento do filme "Dark Horse", um longa-metragem biográfico sobre seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro.

​A documentação, datada originalmente de novembro de 2023 e assinada digitalmente em janeiro de 2024, aponta que o parlamentar figurava formalmente na função de produtor executivo do projeto, ao lado do também deputado federal Mário Frias (PL-SP).

A produtora principal listada no acordo é a GoUp Entertainment, sediada nos Estados Unidos.

​Atribuições e Mecanismos de Financiamento
​De acordo com as cláusulas do contrato de produção, as responsabilidades atribuídas aos produtores executivos iam muito além da cessão de direitos de imagem.

O texto estipulava a participação direta em decisões estratégicas de financiamento, que incluíam:
​Identificação e captação de fontes de recursos, tais como patrocínios, créditos e incentivos fiscais;
​Elaboração de relatórios informativos voltados para atrair investidores;

​Planejamento, projeção orçamentária e acompanhamento minucioso dos custos de produção;
​Negociação e estruturação do cronograma de filmagens.

​Paralelamente ao desenvolvimento do longa, o plano de negócios desenhado para atrair capital estrangeiro utilizava o filme como um atalho imigratório.

A proposta oferecia a investidores de grande porte a oportunidade de obter o Green Card (visto de residência permanente nos Estados Unidos), associando o aporte financeiro na produção a programas de imigração norte-americanos.

​A engrenagem financeira do projeto envolveu cifras expressivas. Relatos indicam o envolvimento do empresário Daniel Vorcaro, do Banco Master, que teria se comprometido a repassar um total de US$ 24 milhões à produção.

Desse montante, cerca de US$ 10,6 milhões teriam sido efetivamente transferidos em um curto período entre fevereiro e maio de 2025. Adicionalmente, investigações apontam que pelo menos R$ 61 milhões foram movimentados para o exterior por meio de um fundo gerido por pessoas ligadas a aliados políticos do deputado.

​Contrapontos e Defesa

​Após a repercussão do caso, Eduardo Bolsonaro utilizou suas redes sociais para contestar veementemente o teor das acusações e classificar as manchetes sobre o tema como distorcidas.

O parlamentar apresentou as seguintes justificativas:
​Assunção de Risco Inicial: O deputado afirmou que assumiu individualmente o risco de um contrato temporário de dois anos — avaliado em aproximadamente US$ 50 mil — apenas para assegurar a contratação do diretor da obra. Em razão desse aporte inicial, a produtora o teria registrado sob a rubrica de produtor executivo.

​Transição de Função: Eduardo argumentou que, próximo ao encerramento deste período contratual, formou-se um grupo consolidado de investidores privados.

A partir desse momento, ele teria se desligado das funções operacionais, limitando sua participação estritamente à cessão dos direitos de imagem para a narrativa biográfica.

​Negativa de Gestão: Ele negou categoricamente ter exercido cargos administrativos, gerenciais ou de ordenamento de despesas no fundo financeiro associado ao projeto, afirmando que a gestão burocrática e jurídica competia a escritórios especializados.

​A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro e os demais citados no gerenciamento do fundo imobiliário e societário também foram procurados e mantêm os canais abertos para manifestações formais sobre os fluxos de capitais apontados.

​Fontes consultadas:

​Reportagem exclusiva: "Eduardo Bolsonaro tinha poder sobre dinheiro do 'Dark Horse', revela contrato" – Intercept Brasil (Publicado em 15 de maio de 2026).
​Desdobramentos e repercussão: "Contrato põe Eduardo como produtor executivo de filme sobre Jair, diz site" – Portal UOL (Publicado em 15 de maio de 2026).
​Dados complementares de mercado: "Contrato aponta poder de Eduardo Bolsonaro sobre verba de 'Dark Horse'" – ICL Notícias (Publicado em 15 de maio de 2026).

Em reunião realizada na manhã desta sexta-feira (15), o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), reun...
16/05/2026

Em reunião realizada na manhã desta sexta-feira (15), o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), reuniu-se com integrantes da Polícia Federal (PF) para alinhar os próximos passos de investigações complexas sob sua relatoria.

O pano de fundo do encontro é o avanço da Operação Compliance Zero, que apura fraudes financeiras envolvendo o Banco Master, e a apresentação da nova coordenação da Operação Sem Desconto, focada em desvios no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

​O movimento do magistrado ocorre em um momento de forte tensão política e jurídica. No dia anterior, a PF prendeu Henrique Vorcaro, pai do empresário Daniel Vorcaro, em Belo Horizonte.

Paralelamente, veio a público o vazamento de áudios de uma conversa entre o senador Flávio Bolsonaro e o dono do Banco Master.

​A principal preocupação manifestada por Mendonça centraliza-se justamente no vazamento seletivo dessas conversas gravadas.

Nos áudios divulgados, o parlamentar solicita repasses financeiros — referidos como "parcelas" — que totalizariam R$ 61 milhões, sob a justificativa de financiar um filme biográfico sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro.

A Polícia Federal trabalha para esclarecer se esses valores configuram mecanismos de lavagem de dinheiro ou financiamento político irregular, especialmente por terem ocorrido em um período em que a instituição financeira já se encontrava sob o escrutínio de investigações e crises internas.

​André Mendonça assumiu a condução dos inquéritos referentes ao Banco Master e às fraudes do INSS após o ministro Dias Toffoli declarar-se suspeito para julgar os casos.

A decisão de Toffoli foi motivada pela descoberta de menções ao seu próprio nome em mensagens encontradas no telefone celular de Daniel Vorcaro.

​Durante a audiência com os investigadores, o relator enfatizou que a divulgação indevida de elementos sob sigilo compromete a eficácia das diligências em curso e expõe precocemente os investigados, violando as garantias do devido processo legal.

O objetivo central do encontro foi restabelecer o rigor no tratamento das informações da equipe da PF, coordenando de forma estrita o cumprimento dos novos mandados de busca e apreensão e as quebras de sigilo autorizadas.

​Fontes:
​Reportagem "Master: preocupado com vazamentos, Mendonça cobra da PF sigilo de investigações", escrita por Gabriela Coelho para o blog Quarta Instância, publicada pelo portal R7 Notícias em 15 de maio de 2026.

O senador e pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), refutou publicamente as suspeitas de que recursos sol...
15/05/2026

O senador e pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), refutou publicamente as suspeitas de que recursos solicitados por ele ao empresário Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master, teriam sido utilizados para custear a permanência de seu irmão, Eduardo Bolsonaro, nos Estados Unidos.

Segundo o parlamentar, os valores foram destinados integralmente à produção de “Dark Horse”, uma cinebiografia sobre a trajetória de Jair Bolsonaro.

​Em entrevista recente à GloboNews, Flávio esclareceu que o montante foi aportado em um fundo específico em território americano.

Embora tenha confirmado que o fundo é gerido pelo advogado de Eduardo Bolsonaro — justificando a escolha por se tratar de uma "pessoa de confiança" —, o senador negou qualquer irregularidade.

No entanto, o fluxo financeiro apresenta pontos de dúvida, visto que a produtora do filme, GlowUp, afirmou em nota não ter recebido repasses de Vorcaro.

​O senador justificou sua postura anterior, na qual negava conhecer o banqueiro, alegando a existência de uma "cláusula de confidencialidade" no contrato de patrocínio.

Segundo Flávio, ele não poderia confirmar a relação sem violar o acordo jurídico, mas decidiu falar abertamente agora que o caso se tornou público através de reportagens investigativas.

​A controvérsia ganhou força após a revelação de que o patrocínio negociado chegaria a R$ 134 milhões (aproximadamente US$ 24 milhões), valor que supera o orçamento de grandes produções internacionais premiadas.

Questionado anteriormente sobre o tema na saída do Supremo Tribunal Federal (STF), Flávio havia reagido com desdém, chamando o jornalista responsável pela apuração de "militante".

Na nova declaração, ele admitiu que a reação foi uma tentativa de proteger as informações sigilosas do contrato enquanto era possível.

​Fontes:
​Reportagem de Anna Satie para a Revista VEJA (Política).
​Entrevista do senador Flávio Bolsonaro à GloboNews.
​Apurações do site The Intercept.
​Notas oficiais da produtora GlowUp.

15/05/2026

A reação de Zema após o áudio de Flávio com Vorcaro

Endereço

São Paulo, SP

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