18/02/2024
Toda poda é doída.
Independentemente de como alguém sai de nossa vida, se de forma espontânea ou removida.
Toda poda é doída.
A diferença está em como lidar com esta dor, na decisão, nos motivos por trás da ação.
Raiva, amor, tristeza, frustração.
Maturidade.
A maturidade de honrar quem fomos. Amar o que tivemos.
Mas entender que aquilo que está lá não mais funciona e que é preciso mudar.
É preciso o corte.
É preciso voltar as raízes. Subjugar o ego, admitir as fraquezas, reconhecer as negligências, aceitar o passar do tempo. E recomeçar.
Para que, mesmo menores, voltemos a florir mais forte.
A todos que fizeram parte do Caer Saille, agradecemos profundamente o tempo que passamos juntos, mais do que palavras podem expressar.
Que seja um novo começo para todos que aqui passaram, que levem as sementes aqui aprendidas e partilhadas, para novos e lindos bosques.
Juju Aiduâ, Lívia Atanovinda, Juliana Boduogenâ, Lúthien Widlua