Somos Igreja Católica Apostólica Romana

Somos Igreja Católica Apostólica Romana "Fomos enviados para curar os feridos, unir os que estão separados, mostrar a verdade aos que estão perdidos no erro." (São Francisco de Assis)

21/04/2026
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21/04/2026

21/04/2026 - UM ANO DE ETERNIDADE
21/04/2026

21/04/2026 - UM ANO DE ETERNIDADE

Hoje, 21 de abril, celebramos com carinho e gratidão a vida e o legado do Papa Francisco, um homem de fé que nos ensinou a viver o amor em ação. Suas palavras de esperança continuam a guiar a Igreja, especialmente entre os mais necessitados. Com seu exemplo, aprendemos a olhar para o próximo com compaixão e a espalhar o amor onde quer que estejamos.

Que sua memória nos inspire a seguir firmes, confiantes de que a vida vivida no amor jamais se perde, mas se transforma em eternidade.

Editora Santuário - A Fé em palavras
www.editorasantuario.com.br

20/04/2026 - VISITA AO UM CENTRO DE ACOLHIMENTO AOS IDOSOS
20/04/2026

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14/04/2026
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Antes do Fim dos Tempos, quando todos os corpos hão de ressuscitar, somos chamados a viver, ainda neste período de espera pela segunda vinda de Cristo, um se...

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CNBB UNE-SE AO PAPA LEÃO XIV
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29/03/2026 - DOMINGO DE RAMOS a polícia israelense impediu o Patriarca Latino de Jerusalém, cardeal Pierbattista Pizzaba...
29/03/2026

29/03/2026 - DOMINGO DE RAMOS a polícia israelense impediu o Patriarca Latino de Jerusalém, cardeal Pierbattista Pizzaballa, juntamente com o Custódio da Terra Santa, Pe. Francesco Ielpo

Na manhã deste Domingo de Ramos, 29 de março, a polícia israelense impediu o Patriarca Latino de Jerusalém, cardeal Pierbattista Pizzaballa, juntamente com o Custódio da Terra Santa, Pe. Francesco Ielpo, de entrar na Basílica do Santo Sepulcro, em Jerusalém, enquanto se dirigiam para celebrar a Santa Missa.

A informação foi divulgada em comunicado conjunto pelo Patriarcado Latino e pela Custódia da Terra Santa. Impedir a entrada de autoridades que “ocupam as mais altas responsabilidades eclesiásticas” é descrito como “uma medida claramente irracional e gravemente desproporcional”, além de “precipitada e fundamentalmente errada”, representando “um grave afastamento” da razoabilidade, da liberdade de culto e do respeito ao Status Quo.

Pizzaballa e Ielpo foram detidos no trajeto, “enquanto seguiam de forma privada”, sem caráter de procissão, e obrigados a voltar. Segundo o comunicado, é “a primeira vez em séculos” que líderes da Igreja são impedidos de celebrar a Missa do Domingo de Ramos no Santo Sepulcro, criando “um grave precedente” que ignora a sensibilidade de fiéis em todo o mundo.

O texto destaca que, mesmo com as restrições impostas pelo conflito, os líderes religiosos sempre atuaram “com plena responsabilidade”, cancelando encontros públicos, limitando a participação e garantindo a transmissão das celebrações a milhões de fiéis.

Diante do ocorrido, o Patriarca e o Custódio expressaram “profundo pesar” aos cristãos na Terra Santa e no mundo, lamentando que a oração em um dos dias mais sagrados tenha sido impedida.

Para este domingo, está previsto que o cardeal conduza uma oração pela paz no Santuário do Dominus Flevit, no Monte das Oliveiras, com bênção sobre Jerusalém. Não haverá presença da imprensa, e a cobertura será feita pela agência Reuters. A tradicional procissão do Domingo de Ramos também havia sido cancelada devido ao conflito.

Em mensagem anterior, o cardeal afirmou que a guerra impede uma celebração plena da Páscoa, “uma ferida” que se soma a outras, mas ressaltou que “nenhuma escuridão, nem mesmo a da guerra, pode ter a última palavra”.

07/03/2026
07/03/2026

07/03/2026

, 2ª Semana da Quaresma 💜🪻

“Não basta melhorar a própria conduta e deixar de fazer o mal, se também não se dá satisfação a Deus pelas culpas cometidas, por meio da dor da penitência, dos gemidos da humildade, do sacrifício do coração contrito, juntamente com as esmolas”. Agostinho

📖+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas 15,1-3.11-32

Naquele tempo,
os publicanos e pecadores
aproximavam-se de Jesus para o escutar.
Os fariseus,
porém, e os mestres da Lei criticavam Jesus:
“Este homem acolhe os pecadores e faz refeição com eles”.
Então Jesus contou-lhes esta parábola:
“Um homem tinha dois filhos.
O filho mais novo disse ao pai:
‘Pai, dá-me a parte da herança que me cabe’.
E o pai dividiu os bens entre eles.
Poucos dias depois,
o filho mais novo juntou o que era seu
e partiu para um lugar distante.
E ali esbanjou tudo numa vida desenfreada.
Quando tinha gasto tudo o que possuía,
houve uma grande fome naquela região,
e ele começou a passar necessidade.
Então foi pedir trabalho a um homem do lugar,
que o mandou para seu campo cuidar dos porcos.
O rapaz queria matar a fome
com a comida que os porcos comiam,
mas nem isto lhe davam.
Então caiu em si e disse:
‘Quantos empregados do meu pai têm pão com fartura,
e eu aqui, morrendo de fome’.
Vou-me embora, vou voltar para meu pai e dizer-lhe:
‘Pai, pequei contra Deus e contra ti;
já não mereço ser chamado teu filho.
Trata-me como a um dos teus empregados’.
Então ele partiu e voltou para seu pai.
Quando ainda estava longe, seu pai o avistou
e sentiu compaixão.
Correu-lhe ao encontro, abraçou-o,
e cobriu-o de beijos.
O filho, então, lhe disse:
‘Pai, pequei contra Deus e contra ti.
Já não mereço ser chamado teu filho’.
Mas o pai disse aos empregados:
‘Trazei depressa a melhor túnica para vestir meu filho.
E colocai um anel no seu dedo e sandálias nos pés.
Trazei um novilho gordo e matai-o.
Vamos fazer um banquete.
Porque este meu filho estava morto e tornou a viver;
estava perdido e foi encontrado’.
E começaram a festa.
O filho mais velho estava no campo.
Ao voltar, já perto de casa,
ouviu música e barulho de dança.
Então chamou um dos criados
e perguntou o que estava acontecendo.
O criado respondeu:
‘É teu irmão que voltou.
Teu pai matou o novilho gordo,
porque o recuperou com saúde’.
Mas ele ficou com raiva e não queria entrar.
O pai, saindo, insistia com ele.
Ele, porém, respondeu ao pai:
‘Eu trabalho para ti há tantos anos,
jamais desobedeci a qualquer ordem tua.
E tu nunca me deste um cabrito
para eu festejar com meus amigos.
Quando chegou esse teu filho,
que esbanjou teus bens com prostitutas,
matas para ele o novilho cevado’.
Então o pai lhe disse:
‘Filho, tu estás sempre comigo,
e tudo o que é meu é teu.
Mas era preciso festejar e alegrar-nos,
porque este teu irmão estava morto e tornou a viver;
estava perdido, e foi encontrado’ ”.
Palavra da Salvação.

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Tinham tudo para uma vida simples, anônima, mas acabaram por entrar para a história como testemunhas privilegiadas de Aparições num pequeno local chamado Cova da Iria, perto de Fátima, centro de Portugal.

Das curtas vidas de Francisco e de Jacinta Marto, “as duas candeias que Deus acendeu para iluminar a humanidade nas suas horas sombrias e inquietas”, como João Paulo II lhes chamou, há poucos registos biográficos. A mais importante fonte para o conhecimento sobre eles é constituída pelas Memórias de sua prima, Lúcia.

Francisco Marto nasceu em Aljustrel em 11 de junho de 1908 e morreu em 4 de abril de 1919 vítima da gripe espanhola. Jacinta Marto teve uma vida ainda mais curta do que a do seu irmão. Nascida em 11 de março de 1910, também em Aljustrel, faleceu em Lisboa, igualmente vítima da pneumônica, em 20 de fevereiro de 1920.

Vidas breves, mas suficientes para que a Igreja reconhecesse a “heroicidade das virtudes e a maturidade de fé de crianças não-mártires”, por decreto de João Paulo II de 13 de maio de 1989, que abriu o precedente para o reconhecimento da sua santidade.

Eles foram canonizados pelo Papa Francisco no Santuário de Fátima em 13 de maio de 2017.

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