Ilê Asé Osoguian Aro Omim

Ilê Asé Osoguian Aro Omim Orisás são forças da natureza

O que seria de mim sem essa mulher em meus caminhos .🌹🔱Aí de mim se não Fosse Maria Quitéria em minha vida.
03/10/2024

O que seria de mim sem essa mulher em meus caminhos .🌹🔱
Aí de mim se não Fosse Maria Quitéria em minha vida.

15/01/2024

ESENTAYE

Esta cerimônia é tradicionalmente realizada uma semana após o nascimento da criança. É feito em duas fases, a primeira é a adivinhação onde o sinal Odu ou Ifá renasce, o que dá à luz o recém-nascido, assim como o Olho que o governará. A segunda fase é um rito de passagem que honra a chegada de um ancestral. Ifa ensina que reencarnamos dentro de nossa própria linhagem familiar. Isso significa que o esentaye é a celebração de uma nova vida e o retorno recebido por um ancestral da família.

Tudo isso para garantir que o bebê tenha uma vida saudável em harmonia e equilíbrio e saiba enfrentar as adversidades que surgem.

Ìa kii ji ni kiitúkútú ma

Mo Odú tó dá ni s‘aiye

Tradução

NÃO é aconselhável que alguém se levante nos primórdios da vida sem conhecer O Odú que nos dá à luz.

.

Uma mulher perguntou: Como trazer uma criança ao mundo e garantir que ela seja feliz?

A responsabilidade de uma mãe é muito grande, apesar da grande felicidade de dar vida, não basta sentir grande amor e grande felicidade e satisfação por ter um ser que saiu do seu ventre.

Talvez ele se pergunte como todos nós fazemos em algum momento da nossa vida

O que eu faço neste mundo?

· Qual é a minha missão e o que faço para cumpri-la?

· Como posso sobreviver e estar bem

· Como posso ter uma realização total

O que esperar depois da minha morte


EU TE DIGO:

O mu o se aiye, emi yoo tão divertido ou nipa ganhou ayanmọ nem ESENTAIYE ...

Você trouxe para o mundo o que, você saberá sobre o seu destino em ESENTAIYE

Emi fi fi ohun ti lati lati mu won nlo, etanje ikuna, aisan ri ati awọt tjj ikú. Emi o fi ọ ohun ti oi ati bayi ko mo, ti awọn ọọ Gigun ogo ati arugbo ori ... Eu quero que ESENTAIYE ki ou si krin ki ou si jó si mi ogo .

Vou lhe mostrar o que fazer para melhorar seu destino, evitar seu fracasso, sua doença e sua morte prematura. Eu vou lhe mostrar o que você deve saber e o que você não sabe hoje, para que a criança alcance a glória e a velhice ... Você deve fazer ESENTAIYE, cantar e dançar para a minha glória.

A vida é uma jornada ... O ritual ESENTAIYE é a maneira mais bonita e segura de garantir que Seu filho chegue dessa viagem com o conhecimento e as bênçãos apropriados do céu ... O uso da sabedoria de Ifá avaliará sua identidade espiritual, se ele ou ela é descendente da linhagem espiritual ou religiosa materna, paterna ou orisa, e assim determina a paternidade ou maternidade da orisa que a governará por toda a vida

Se a nova criatura herdar a Linhagem Materna, sua Orisa dominante será a mesma que sua mãe. Se ele herdar a Linhagem Paterna, sua governante Orisa será a mesma que governa o pai ... E, somente se - através da adivinhação Ifà-, nenhuma dessas linhagens for aceita, é quando é investigado que Orisa governa a nova criatura.

Na cerimônia ESENTAIYE - entre muitas outras coisas - os Oluwo (s) recitam e cantam a história e mitologia pessoal da nova criança, de acordo com o destino manifestado em seu destino ... Também nesse mesmo contexto as práticas sustentáveis ​​que reduzem as ameaças são minimizadas e os aspectos que devem garantir a jornada pela vida da criança são maximizados ...

Então você descobrirá qual é o destino dele, porque ele a escolheu como mãe ou pai, você saberá também quem são os Òrìṣà que acompanham o recém nascido.

Que Ọ̀rúnmìlà siga nos abençoando

A DOENÇA MAIS COMUM NOS DIAS DE HOJE: A SÍNDROME DA MACUMBASINTOMA 1: Falta de fé.O seu diagnóstico próprio: MACUMBA!A r...
27/01/2023

A DOENÇA MAIS COMUM NOS DIAS DE HOJE: A SÍNDROME DA MACUMBA
SINTOMA 1: Falta de fé.
O seu diagnóstico próprio: MACUMBA!
A realidade: Não reza, não se envolve de fato na vida espiritual.

Sintoma 2: Casamento em crise.
O seu diagnóstico próprio: MACUMBA!
A realidade: Não respeita o cônjuge, olha mais para a grama do vizinho do que para a própria, não dá carinho, amor, atenção, nem respeito ao parceiro(a).

Sintoma 3: Crise financeira.
O seu diagnóstico próprio: MACUMBA!
A realidade: Gasta mais do que ganha!

Sintoma 4: Não tem amigos, vive sozinho(a).
O seu diagnóstico próprio: MACUMBA, INVEJA, FEITIÇO
A realidade: Não tem humildade, é arrogante, não sabe se relacionar com as pessoas, não tem a capacidade de ouvir o ponto de vista do outro.

Sintoma 5: Teve “recaída” nos antigos vícios.
Diagnóstico próprio: MACUMBA!
A realidade: Nunca deixou os vícios!

Sintoma 6: Foi multado.
Diagnóstico próprio: MACUMBA E INVEJA PORQUE COMPROU UM CARRO NOVO.
A realidade: Não respeitou a lei do trânsito.

Sintoma 7: Pisou no cocô andando pela rua.
Diagnóstico próprio: MACUMBA E DEMANDA DO INIMIGO.
A realidade: Estava ocupado(a) demais olhando o WhatsApp, o Facebook e o Instagram, não olhou para qual direção estava caminhando.

Sintoma 8: Perdeu o emprego.
Diagnóstico próprio: MACUMBA E INVEJA
A realidade: Não chegava nenhum dia da semana no horário, não mostrava serviço, não dava um sorriso.
A vida é difícil para todos! Mas é importante ressaltar que temos 100% responsabilidade pela nossa vida e pelo caminho que trilhamos. Afinal a escolha, a decisão sobre qual estrada pegar é sempre nossa!Mas ainda assim, para alguns é preciso tentar parar com isso e ter a coragem de ENCARAR o espelho e mudar.

Crédito
Babalawo Márcio Alexandre Ogbeate

ORIKI A palavra Oriki, é formada por duas palavras, Ori = Cabeça e KI = Louvar / saudar.Então Oriki significa, saudar ou...
20/11/2022

ORIKI

A palavra Oriki, é formada por duas palavras, Ori = Cabeça e KI = Louvar / saudar.

Então Oriki significa, saudar ou louvar a algo que estamos nos referindo.
Sendo as palavras portadoras de força e asè, dá-se aos orikis o poder de invocarem por si próprios a força vital.
Com a importância a ele atribuída, sua entonação sempre emociona as pessoas a quem são dirigidos. Falam de seus feitos e virtudes, suas características e fraquezas, tendo assim valor documental, pois registrou e registra passagens importantes da cultura tradicional Yorubá.
Usamos os orikis por várias razões, direcionados a um òrìsá, egungun, entes queridos, casamentos, komojade, relatam episódios de bênçãos, ressaltam animais e plantas. Quando referido a òrìsá, enfatizam-se suas qualidades e realizações, pois tais chamamentos acreditam-se, tornam-se infalivelmente ouvidos e as oferendas recebidas.
Assim sendo, servem para louvar e pedir auxilio do ALTO.
Os òrisas podem receber o oriki ou o pipe (chamado): oriki Sòngo ou Sòngo pipe, oriki Esù ou Esù pipe, oriki Òyà ou Òyà pipe. Para outros òrìsá usamos apenas o termo oriki, Yemonja, Òba, Òsun e etc.. Estes são devidamente somente alguns exemplos.
Os orikis são repetitivos em algumas palavras, citamos como exemplo os orikis de Sòngo que incluem: Olukoso, e Òba Koso ( orei que não se enforcou), Alado (aquele que racha pilão), Ogiri èkun (leopardo feroz), Asangiri (aquele que racha parede), Alagiri (aquele que abre paredes), Alafin Òyò ( rei de Òyò). Os relativos à Òyà são:
Òyà oriri (o vendaval), Ti ndagi lokeloke ( a que corta a copa das árvores), Òyà ariná bora bi aso (Òyà vestida de fogo). Os de Òsun relatam: A fide rémó ( a que enfeita seus filhos com braceletes de bronze), O wa yanrin wa yanrin kowo si ( a que cava e cava a areia para esconder suas riquezas). Os relativos à Òba incluem: O jowu obirin ( a mulher ciumenta), To t’Ori owu kòla si gbogbo ara ( a que por ciúmes se cobriu de incisões ornamentais).
Tanto os sacrifícios como os orikis são primordiais para que se tenha a presença do orisa ou dos ancestrais e sua entonação pode facilmente induzir ao tranze. Pessoas iniciadas no culto a determinado orisa podem entrar neste transe
Ifadamiyoma

Iyami OxorongáMãe ancestral Todos os ancestrais femininos, as Ìyagbà ou Ìyámi, têm sua instituição em sociedades como Eg...
18/11/2022

Iyami Oxorongá
Mãe ancestral

Todos os ancestrais femininos, as Ìyagbà ou Ìyámi, têm sua instituição em sociedades como Egbé Eleye, Egbé Ògbóni e Egbé Gèlèdé, consideradas secretas pelo fato de os seus conhecimentos serem transmitidos apenas a iniciados. As Iyami Oxorongá representam o poder ancestral feminino e os elementos místicos da mulher em seu duplo aspecto: protetor e generoso, perigoso e destrutivo. Todos os orixás femininos são detentores deste poder.

As Iyami são zeladoras da existência e guardiãs do destino: por isso sua boa vontade, essencial à continuidade da vida e da sociedade, deve ser cultivada. Pertencem a um grupo de seres espirituais chamados Ajogùn, cujas funções incluem carregar o ebó para alimentar-se dele ou, mais precisamente, do sofrimento humano do qual está impregnado. Ao processarem as energias dos ebós, possibilitam a cura, a superação de dificuldades e a atração de bens necessários. Sua relação com os poderes mágicos lhes possibilita também neutralizar os efeitos negativos de pensamentos, palavras e ações destrutivas que uma pessoa dirija contra outra ou contra si mesma. A presença e a influência de Iyami no jogo oracular é fundamental, pois se manifestam em todos os odus e, sendo parceiras deles, têm como ajudá-los a comunicar-se entre si. Parceiras também de Exu e dos demais orixás, indicam com eles os ebós necessários para cada situação, sendo de competência comum a todos a tarefa de transportá-los.

A expressão Ìyámi, Minha(s) Mãe(s) ou Zeladora(s), designa um orixá cujo poder é tão grande que todos se referem a elas sempre no plural, aludindo a uma coletividade. Quando se quer saudá-las basta pronunciar um de seus nomes, pois elas representam uma coletividade de seres relacionados a todos os elementos fundamentais para a sobrevivência dos homens: por isso traí-las significa trair a própria essência vital humana. Invocar as Mães implica em associar-se a uma coletividade de energias que vivem em estreita relação com elementos indispensáveis à sobrevivência humana.

As Iyami, curandeiras com grande poder mágico, podem assumir diferentes formas. Intervêm na existência humana no plano individual (na saúde física, psíquica e espiritual, no casamento e na sexualidade) e no plano social (no trabalho e nas amizades). Elas apóiam as pessoas em sua tarefa de organizar pensamentos e conhecimentos para melhor atingir objetivos, atraindo sorte e favorecendo conquistas materiais. Promovem mudanças no plano emocional, facilitando que um homem nervoso se acalme e um impaciente torne-se paciente. Intervindo nos destinos, protegem as pessoas de danos causados por inimigos e por falhas próprias. Como harmonizam relações, favorecem casamentos. Sendo portadoras de axé, favorecem a aquisição e a manutenção da energia vital; protetoras e zeladoras de tal energia, orientam as pessoas quanto à melhor maneira de realizar seu destino.

No aiye as Iyami trabalham para colocar ordem no conhecimento e na sabedoria dos seres, e transmitem isso ao orum através de assentamentos já consagrados a elas, de iniciações e da realização de constantes oferendas e ebós. A partir do momento em que se estabelece uma ligação com Iyami, adquire-se melhores condições para atingir objetivos e concretizar ideais.

A natureza, que inclui os seres humanos, possui uma ligação energética entre os mundos visível e invisível e recebe o toque divino das Mães. Água, ar, terra e fogo constituem elementos através dos quais se pode chegar a elas. Assim sendo, pode-se evocá-las com água, obi e orobô em rios, mares, encruzilhadas, estradas, ao pé de um peregun, na mata ou no quintal de casa, entre tantos locais possíveis, dado o fato de pertencerem à natureza, particularmente à terra.

As mulheres pertencentes ao grupo de devotos das Iyami são chamadas Ìyá-Agbà ou Ìya Aiyé (Mães do Universo, Mães Anciãs ou Veneráveis Mães Anciãs); os homens são chamados de Òsó (Bruxo, Feiticeiro). Ambos ficam atribuídos do poder de manipular o destino humano através de rituais de consagração. A aquisição do poder das Iyami ocorre pelo nascimento, por herança e pela iniciação. Esta última pode proporcionar a proteção delas para o iniciado e seus familiares e amigos mais próximos e pode, num grau mais elevado, permitir a transmutação física, embora exclusivamente no caso de mulheres. Diz o provérbio que o filho de Iyami tem dois ouvidos, dois olhos e uma única boca, para ouvir e ver bem mais do que falar. Falar sobre as Mães inspira a sensação de poder e sabedoria, muitas vezes equivocada, porque um devoto que não saiba proteger e preservar a força e os segredos confiados a ele será vencido facilmente. Falar sobre elas é uma tarefa desafiadora porque exige cumplicidade entre quem fala e quem ouve e uma responsabilidade rara das pessoas em relação ao uso que fazem das palavras. Por isso, durante a iniciação, as pessoas se comunicam o mínimo necessário.

Os iniciados em Iyami possuem as marcas simbólicas das Mães em seu corpo e podem sentí-las até mesmo fisicamente. Essas marcas indicam sinais de nobreza. Os devotos das Mães muitas vezes acabam se tornando líderes. Deles exige-se postura séria e rigorosa e uma auto-educação para que não fiquem mencionando o poder delas. Pessoas indiscretas ou que se considerem poderosas não devem cultuá-las, pois sua postura afasta o poder das Mães. Tolerância e paciência, qualidades do sábio, são os principais meios de se venerar Iyami e aos demais orixás. O devoto das Mães deve ser verdadeiro, leal, fiel e respeitoso para criar espaços onde elas possam viver e atuar. As Iyami têm o poder de tornar o tempo favorável ou desfavorável, podendo provocar morte prematura ou prolongar a vida: a capacidade de trabalhar com seus poderes para atuar sobre a duração da existência, entretanto, é privilégio de poucos sacerdotes.
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PERDE O DIREITO DE AXÊXÊ .TODO O INICIADO QUE SE SUICIDA .SEGUNDO AS TRADIÇÕES.No Candomblé tem sim, regras, e se tratan...
17/11/2022

PERDE O DIREITO DE AXÊXÊ .
TODO O INICIADO QUE SE SUICIDA .
SEGUNDO AS TRADIÇÕES.

No Candomblé tem sim, regras, e se tratando a respeito de um suicida, sabemos que o mesmo perde o direito ao axexe, e desta forma é privado de se tornar um lessaegun, ou seja, ser cultuado como um ancestral do seu axé, e louvado no ypade, sendo o baba/yalorisa. E para nós, isso seria uma grande perda, pois como em toda religião entre outros propósitos um deles é a imortalidade da alma e a paz eterna.
O Candomblé como outra religião qualquer tem os seus ensinamentos, dogmas e propósitos em ensinamentos de bom viver e orientar numa vida social.
“ Para os Yorubá, e por extensão lógica, para os seguidores da religião afro brasileira de etnia nagô ou Yorubá, a moralidade, como dissemos, é fruto da religião. Não há como separá-las." O direito ao axexe no caso de um suicídio não é decisão do zelador, e sim como disse, uma regra.
Sim perde o direito de axexe sim, e não só um suicida que perde não, como também mortes provocadas por consequências de atos indignos. bom são alguns dogmas da nossa religião que para alguns não existem, mas existem. E a respeito das decisões do Ori, claro que o livre arbítrio é válido, mas não podemos esquecer que para cada ato haverá a consequência, agora se é certo ou errado, se é bom ou ruim, isso vai da capacidade de cada um em enfrentar as consequências de tais atos.
seja, dogmas, regras, fundamentos, ou o nome que seja mais confortáveis, existe sim. e não tem nada a ver com influência cristã, ao contrário. Quem quiser pesquise sobre axexe, tem antropólogos confiáveis e professores sérios que escreveram sobre este assunto, além de ter aprendido pelos meus antigos, e verá que os rituais fúnebres do povo yoruba que foi trazido para o Brasil junto com o Candomblé, com adaptações que foram necessárias, e verão o impedimento para as pessoas terem direito a um axexe, e te ser cultuado como um lesseegun.
No candomblé realmente não existe pecados, mas isso não quer dizer que podemos fazer de tudo, e que esse de tudo não irá gerar consequências. Temos a liberdade de escolha, e teremos que ter também coincidência que o tudo que podemos fazer, irá nos proporcionar um de tudo na mesma proporção e até mesmo maior. a privação ao axexe, não seria um castigo, e sim uma consequência, a pessoa vai ter o seu ritual sim, a retirado do oxo, o "carrego", entre outras coisas, mas o axexe, o ritual que nos consagra como um lesseegun, este infelizmente a pessoa que escolheu esta forma de viver, ou de morrer, perde o direito...

Texto extraido do Agen Afro curiosidade, não especificando o autor do texto.

Ajé – Sàlugá:Senhora do paraíso da riqueza, òrìsà do desenvolvimento financeiro, da prosperidade, do reconhecimento e do...
08/06/2022

Ajé – Sàlugá:

Senhora do paraíso da riqueza, òrìsà do desenvolvimento financeiro, da prosperidade, do reconhecimento e do progresso econômico, favorecendo o uso sábio e prudente do dinheiro, da sorte e dos recursos, defendendo seus devotos da inveja e de forças negativas que possam impedir seu desenvolvimento como, por exemplo, pagamentos de má vontade feitos com raiva pelas pessoas. Seus iniciados deverão conter também iniciações em Iyemoja, Òsùn e Olokun. Por ser representante do sucesso e da riqueza sempre teve que confrontar com os demais òrìsà para manter seu poder, ambicionado por todos.
A palavra Ajé significa progresso para você, sucesso para você ou que aquilo que você deseja em seu trabalho que se realize.
Ajé Ògúgúlúsò, senhora da morada da sorte e das realizações.
Paciente, próspera, fértil, detentora da longevidade, sábia, harmoniosa, generosa, tolerante, justa, protetora da riqueza do homem em todos os sentidos atraindo riqueza assim como descrito no seguinte Oríkì:

Iré wole wá!
Ajé kóre dé.
Olórí Eni mà nímà
Ajé wole dé!
Iré wole bò.
Olówó orí eni màmà ní.

Que a riqueza entre em nossa casa
Ajé chegou com a sorte
Ela é a senhora do nosso orí
Ajé entre em minha casa

Para sorte entrar logo em minha casa e em minha vida
Senhora da prosperidade que reina em minha vida.
Segundo alguns Ìtàn, Ajé é filha de Iyemoja com Olokùn, senhor dos mares. Olodunmare deu-lhe a determinação de dar ao homem a noção de prosperidade, progresso assim como uso adequado do dinheiro, competindo a ela transmitir o poder econômico.
Em outro Ìtàn encontramos Ifá e Èsù caminhando com Ajé em busca de um lugar para ela. Nessa caminhada chegam a uma cidade em conflito, porém como já se fazia noite estava tudo tranquilo. Ifá perguntou a Ajé: “Você vai permanecer com sua prosperidade aqui?” E ela então responde: “Não sei”. Dirigiram-se então ao rei da cidade e Èsù contou sobre os poderes da Ajé e em seguida, perguntou se ele gostaria de receber suas bênçãos de prosperidade. O rei disse que sim, pois desejava vitória na guerra. Então Ajé pergunta a Èsù:
“Isso está correto meu amigo Èsù?” Ele então responde: “Não Ajé, eles não merecem o progresso!”.
Os três amigos continuaram andando e chegaram a uma segunda cidade. Assim igualmente a primeira Èsù perguntou ao rei se aceitaria receber suas bênçãos de prosperidade de Ajé. O rei respondeu que adoraria, pois assim ninguém mais precisaria mais trabalhar, Ajé então pergunta a Èsù: “Isso está correto meu amigo Èsù?” Ele então responde: “Não Ajé, eles não merecem o progresso!”.
Assim continuaram sua jornada e chegaram a terceira cidade. Foram falar com o rei e Èsù foi logo perguntando a ele se gostaria de receber as bênçãos de prosperidade de Ajé. O rei de imediato respondeu que sim, pois assim não precisavam mais guerrear e todos alcançariam o progresso econômico e, com isso, obteriam o reconhecimento de todos. Ajé pergunta a Èsù: “Isso está correto meu amigo Èsù?” Ele então responde: “Não Ajé, eles não merecem o progresso!”. Ajé é associada ao poder do trabalho e a prosperidade que se pode conquistar através do esforço no trabalho.
Os amigos partiram para quarta cidade, ao chegarem Èsù faz a mesma pergunta que fizera aos outros rei em relação a Ajé, o rei disse que sim, pois assim poderia compartilhar a prosperidade com todos do reino e, além disso, ele e seu povo se empenhariam bastante e com muito trabalho para que a cidade se tornasse conhecida pelo progresso conquistado. Èsù então disse para Ajé: “Aqui sim é um bom lugar para você”.

Ifagbola ojewale Monteiro.

Babalawo ifasayo ayinla

EXÚ ONÃ Vamos falar um pouco dessa deidade das casas de candomblé. Como já vimos antes, a palavra Exú, nunca significou ...
07/04/2022

EXÚ ONÃ Vamos falar um pouco dessa deidade das casas de candomblé. Como já vimos antes, a palavra Exú, nunca significou capeta, pois os africanos não tinham a compreensão desse ser inferior. Exú é uma das principais divindades do panteão afro, pois é ele quem guarda a porta que separa nosso mundo do mundo dos encantados. Uma qualidade de Exú muito cultuada é Onã ou Bára Onã. Senhor dos caminhos, é ainda o guardião das porteiras e das entradas das casas de Santo, morando do lado de fora do portão e não no lado de dentro. Em sua grande maioria, os sacerdotes assentam esse Bára, pois sem ele, ficaria muito difícil, acesso às casas, pois quem iria guiar as pessoas até ali? Obviamente que seu assentamento é feito de forma diferente dos demais Exús, uma vez que ficaria complicado colocar um Igbá de Exú na rua, assim sendo, seus fundamentos são preparados de outra forma, mas, na hora de comer, ele come fora de casa, ou seja: na rua, do lado de fora do portão. É irmão de Ogum, e com ele, ronda as estradas nos protegendo de todos os infortúnios que possam vir contra nós. Seus preceitos são complicados e muito diferentes dos demais Exú, porque sendo ele o dono da rua, se alimenta nela mesma, e sempre está pronto a nos ajudar. Como os demais Orixás Exú, ele come padê, bode, galos, feijão fradinho torrado, milho vermelho torrado, aguardente, acarajé, entre outras comidas. Quando uma pessoa está com muita dificuldade, deve se dar presentes a Onã, para que ele reconheça aquela pessoa e ajude a abrir seus caminhos, seja para emprego, negócios e outros. Sendo Exú uma das cabaças que criou o mundo, devemos ter por ele muito respeito e sempre agradá-lo, pois, a qualquer momento que precisarmos ele ali estará para nos ajudar. Algumas pessoas insistem em dizer que Onã mora dentro do quintal, mas, em todas as casas de fundamento, ele é o guardião da entrada externa, é ele quem traz clientes, que cuida dos caminhos e protege a casa e seu sacerdote. Bára Onã, conhecedor de todos os mistérios, come com Ogum e anda com o mesmo. Poucas pessoas se lembram de agradar essa divindade e justamente por isso, sua vida caminha até certo ponto e depois fracassa. Se alguém vai fazer uma viajem, abrir um negócio é interessante se consultar a Onã para ver se é necessário fazer oferendas a ele para que tudo corra bem com aquela pessoa. Seu dia de culto: Segunda feira Suas cores: o preto e o vermelho Suas comidas: padê, acarajé, feijão fradinho e milho torrado. Saudação: Laroiê Exú, Exú a Mojubá. Cobá Laroiê Exú Onã.

Créditos e fonte: Cesar Alexandre
Filha dos Rios 🌻

O Ajé materno.Hoje venho dividir com vocês algo que não é legal mas que precisa ser falado, muitas pessoas não se atenta...
07/04/2022

O Ajé materno.

Hoje venho dividir com vocês algo que não é legal mas que precisa ser falado, muitas pessoas não se atentam a isso e muitas vezes tem suas vidas atrapalhadas pelo Ajé materno.

Todos nascemos em uma sociedade que desde que nascemos somos ensinados que mãe é sagrada, que amamos espontaneamente no momento que nascemos.

A grande maioria tem uma relação de amor, de carinho e respeito com a mulher que lhe deu a vida e isso é o que diria, Normal.

Mas existem pessoas que trazem consigo o que chamo de Ajé materno (negativo materno), sempre ouvimos que o olho gordo tem força, que inveja alheia não nos faz bem, que energias ruins dos outros nos prejudica, imagina se todas essas energias ruins vem da pessoa que te gerou na barriga, que lhe deu a vida, tem seu sangue correndo em suas veias.

Nesses 11 anos atendendo pessoas e vendo os mais diversos tipos de histórias, cuidei e ajudei muitas que tinha uma relação ruim com suas mães
e isso espiritualmente causava muitos infortúnios na vida dessas pessoas.

Por isso sempre ensino essas pessoas a necessidade de resgatar uma boa relação, fazer determinados ebó, restaurar e em últimos casos quando não tem jeito, oriento que a pessoa se afaste e evite falar da sua vida, seus sonhos e planos para a própria mãe.

Vou deixar aqui para vocês alguns exemplos de como o Ajé materno trabalha contra você e se identificar alguns procure ajude espiritual.

1- Mãe que impede a evolução pessoal, profissional e amorosa dos filhos, ela tem a necessidade de manter a prole sempre perto, debaixo das suas asas, impedindo os filhos de crescer, evoluir e aprender, muitas vezes parece medo natural de mãe, mas devemos saber a hora de deixar eles voarem, preparem seus filhos para a vida e não para vocês.

2- Praga de mãe, é muito comum ouvir que “fulano” tem praga de mãe, pois isso existe! Mamães que ficam chingando seus filhos de nomes ruins, proferindo palavras de raiva e de energias ruins, saiba mamãe que sua palavra tem poder, não amaldiçoar, chingar e não jogar praga ajudará muito seu filho na caminhada dele aqui na terra.

3- Esse terceiro tipo é um dos piores, são aquelas mães que a todo momento tentam colocar seus filhos pra baixo, humilha, coloca defeito em tudo que fazem, nunca incentiva os sonhos dos filhos e a todo momento é pessimista, não é legal ter amigos assim por perto, imagina a sua própria mãe.

Ficaria aqui horas escrevendo os mais diversos tipos de situação de Ajé materno, quero aqui deixar claro a sorte que tenho em ter dona Ilda como mãe, a melhor que eu poderia ter, gratidão ao criador por ser seu filho.

Babalorisa Raí de Oti.

Endereço

Rua Nove N:119 Jardim Olivas Guarulhos
São Paulo, SP

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 09:00 - 17:00
Terça-feira 09:00 - 17:00
Quarta-feira 09:00 - 17:00
Quinta-feira 09:00 - 17:00
Sexta-feira 09:00 - 17:00

Telefone

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