Centro Espirita Vovô Tome e Vovó Luiza

Centro Espirita Vovô Tome e Vovó Luiza atendimento com jogo de buzios, consulta com preto velho ,exu e pombagira ebos e etc.

Dos guerreiros mais brilhantes, tal qual o fio de sua espada, Ogum se prepara para cada batalha como se fosse a última, ...
08/09/2026

Dos guerreiros mais brilhantes, tal qual o fio de sua espada, Ogum se prepara para cada batalha como se fosse a última, mesmo diante de um oponente visivelmente mais fraco... Ogum não conta com a sorte, não canta vitória antes da hora e nem relaxa até que o último inimigo tombe. O Orí vencedor vence, mas esse Orí conta com estratégia, preparação minuciosa, humildade e foco. Alguns chamarão de sorte... eu chamo de Ògún!!!
Pelo dia de hoje , Olojó oni Mo jubá …ogunhê !!

Seguir um sacerdote todos os dias, assistir aos stories, ouvir suas reflexões, acompanhar sua rotina e seus ensinamentos...
07/09/2026

Seguir um sacerdote todos os dias, assistir aos stories, ouvir suas reflexões, acompanhar sua rotina e seus ensinamentos pode fazer alguém sentir que “conhece” aquela pessoa. E daí nasce uma expectativa: “Queria tomar um café com ela. Queria conversar pessoalmente. Queria frequentar a casa dela. Queria ser próxima.”

Só que sacerdócio não é um exercício de correspondência afetiva com seguidores.

A função de um sacerdote não é realizar a expectativa que alguém construiu sobre ele através de uma tela. É sustentar uma tradição, ensinar seus fundamentos, preservar seus limites e, principalmente, fazer valer a prática do culto como ela é inclusive quando isso frustra a fantasia de quem chegou!

Porque uma coisa é admirar o que um sacerdote fala nas redes sociais. Outra é entrar para uma comunidade religiosa dirigida por ele.

Na internet você escolhe o conteúdo que quer consumir. Já dentro do Àṣẹ, você encontrará hierarquia, disciplina, obrigação, limite, responsabilidade, tempo, silêncio e correção.
E talvez seja justamente aí que algumas admirações terminem.

Há quem queira conhecer o sacerdote, mas não queira conhecer profundamente o culto que ele representa.

Quer proximidade, atenção, conversa, acolhimento. Mas quando descobre que aquela pessoa não está ali para ser sua amiga, agradá-la ou adaptar a tradição às suas expectativas, vem a frustração.

Sacerdote não existe para caber na fantasia religiosa de quem o acompanha. Existe para servir ao sagrado e fazer valer os princípios da tradição que assumiu a responsabilidade de conduzir.

Quem chega porque admirava a pessoa precisa, em algum momento, aprender a permanecer porque respeita o culto! E talvez essa seja uma das grandes confusões que as redes sociais produziram na espiritualidade contemporânea pois transformaram acesso ao conteúdo em sensação de intimidade e admiração pelo sacerdote em expectativa de acesso à pessoa.

Dentro do terreiro, nem todo aprendizado começa com alguém dizendo: “sente aqui que eu vou te ensinar”.Há conhecimentos ...
07/09/2026

Dentro do terreiro, nem todo aprendizado começa com alguém dizendo: “sente aqui que eu vou te ensinar”.

Há conhecimentos que chegam enquanto se descasca um alimento, limpa uma folha, prepara uma comida, organiza o barracão ou acompanha um mais velho em uma tarefa aparentemente simples.

É nesses momentos que histórias são contadas, fundamentos aparecem no meio de uma conversa e pequenos detalhes revelam aquilo que livro nenhum conseguiria ensinar.
Porque tradição também se transmite pela convivência!

Quem está sempre preocupado apenas com o grande fundamento pode não perceber o conhecimento acontecendo diante dos próprios olhos. Às vezes, o mais velho não vai chamar você para ensinar. Você é quem precisa aprender a estar perto, observar, perguntar na hora certa e, principalmente, saber ouvir.

No terreiro, até descascar uma cebola pode ser aula. O problema é que muita gente quer receber o segredo, mas ainda não aprendeu a valorizar o caminho que leva até ele.
babalorixá Marcelo

O SEU PAI DE SANTO TAMBÉM TEM ALMAEntão você quer abandonar o Terreiro porque o seu Pai de Santo...Não foi lhe visitar?N...
07/09/2026

O SEU PAI DE SANTO TAMBÉM TEM ALMA

Então você quer abandonar o Terreiro porque o seu Pai de Santo...

Não foi lhe visitar?

Não lhe deu um cargo no terreiro?

Não lhe deu atenção especial?

Hum!

Quer sair do Terreiro porque seu Pai não pôde lhe atender naquele dia?

Sim!

Mas por favor responda:

Quantas vezes você visitou o seu Pai de Santo sem funções...

Ou algo relacionado a sua vida espiritual?

Quantas vezes você, pelo menos, ligou ou mandou uma mensagem...

Para saber como o seu Pai de Santo estáva?

Quantas vezes você deu um abraço no seu Pai de Santo...

E disse:

Estamos juntos?

Mas um estamos juntos, sincero, verdadeiro!

Você sabia que o seu Pai de Santo é tão humano quanto você?

A diferença é que você se preocupa apenas com os seus problemas...

E ele com os problemas de todos!

Mas afinal de contas!

O que lhe faz pensar ser melhor que seus outros irmãos?

E para um Pai todos os seu filhos são iguais...

Seu Pai no Santo tem sentimentos!

Ele também sente vontade de parar, de desistir!

Ele também sofre, também chora!

Ele também se sente desestimulado, desvalorizado...

Só que ele esconde as lágrimas quando senta a sua frente para para abençoar...

Para lhe encorajar!

Ele esquece sua vontade de parar!

Enquanto lhe direciona de forma entusiasmada...

Para que você não pare!

Deixa suas dores de lado, ao ver a dor de seus filhos...

A verdade é que a maioria, assim como você...

Que está lendo essa mensagem, pensa que o seu Pai no Santo...

É um super-homem!

Mas não, ele é de carne e ossos como você...

Ame o seu Pai ou Mãe de Santo...

Ajude o seu Pai ou Mãe de Santo...

Seja amigo do seu Pai ou Mãe no Santo..

Seja fiel aos princípios de seu terreiro é aos ensinamentos de seu Pai...

Seja um achador de soluções, não um criador de problemas...

Respeite seu Pai e seu Terreiro!

O Sagrado é de todos os filhos!

Seu Pai ou Mãe no Santo precisa de você!

Pensemos nisto!babalorixá Marcelo

MO FORIBALÉ”O ato sagrado de colocar a cabeça no chão " em nossa religião.Foribalẹ é um ato de saudação e veneração, dad...
06/09/2026

MO FORIBALÉ

”O ato sagrado de colocar a cabeça no chão " em nossa religião.

Foribalẹ é um ato de saudação e veneração, dada diretamente para um Òrìṣà ou a seu Sacerdote.
Esta saudação pode ser feita por qualquer pessoa iniciada e consagrada até um simples simpatizantes de nossa religião.
A palavra Foribalẹ está averbada nos Dicionários Yorubá – Português como um verbo transitivo que significa venerar, adorar. Literalmente o referido termo significa: "colocar a cabeça no chão".
Esse ritual também é conhecido pelo nome de Fori(ọ)kànbalẹ, que literalmente siginfica “colocar a cabeça e o coração no chão”.
Isto refere-se ao ato de prostrar-se diante das divindades, de pessoas que de certa forma participaram de seus ritos iniciáticos como a sua Iyalaşé, sua Iyakekere, a Iyajubonã que lhe criou, o Aşogun que sacrificou os bichos para seu Orişa nascer, a Iyabasé que preparou o Aşé de sua iniciação, o Alagbê que tocou e cantou para seu Santo tomar o Rún, seu Padrinho de Orunkó e de Juramento, você não é obrigado a por a cabeça no chão para esses postos, vai do seu respeito e gratidão em nome de seu Orişa.
Também pode se realizar o ato do Foribalẹ a qualquer ancião, denotando respeito a sua antiguidade e aos seus “anos de santo”. Durante esta saudação o Baba ou a Ìyá tocará o solo, saudando ONILÉ e autorizando dessa forma que se levante e em seguida lhe dará a sua bênção dos Òrìṣà para a pessoa abençoando, vale lembrar que o filho é quem beija a mão da mãe ou pai.
Existem duas maneira de se realizar o Foribalẹ, um denominado de ADOBĄLE, destinado as ìyáwò que foram inciadas aos Òrìṣà cuja a essência é masculina OBÓRÓ e IYKÀ para os de essência feminina.
O IYKÀ para os de AIYABÁS, ainda se divide em dois grupos; o grupo de Òṣun, Otìm Yemọja, e Nãnã e o grupo de Yewa, Oba e Oya.
Iyáwos de Logunedé fazem este ato de forma diferenciada, metade oboró e metade Aiyabá, enquanto as divindades masculinas procedem sempre da mesma maneira.

obrigado pai tome e vovó Luiza pelas graças obtidas e conquistadas!
06/09/2026

obrigado pai tome e vovó Luiza pelas graças obtidas e conquistadas!

umbanda linda!
05/09/2026

umbanda linda!

Uma triste realidade!Quem não para em terreiro nenhum costuma carregar mais problemas do que vontade de se resolver. Hoj...
05/09/2026

Uma triste realidade!
Quem não para em terreiro nenhum costuma carregar mais problemas do que vontade de se resolver. Hoje está aqui, amanhã ali, depois acolá. Não cria raízes, não firma compromisso e não respeita os fundamentos. Só quer milagre rápido, sem se comprometer com o axé.
O Candomblé é continuidade, constância e aprendizado. Quem vive pulando de casa em casa nunca aprende de verdade, não recebe os devidos cuidados e acaba sendo mais um peso do que uma ajuda.
O Orixá trabalha com quem se entrega, não com quem foge ao primeiro toque do tambor.
Quer evoluir? Firme os pés, respeite o tempo da casa, da natureza e do seu próprio caminho.
Axé não é mercadoria, e terreiro não é rodoviária.

O Iyawo sempre será o protagonista deste mundo chamado Candomblé.Houve um tempo em que o nome de um Iyawo era aguardado ...
05/09/2026

O Iyawo sempre será o protagonista deste mundo chamado Candomblé.

Houve um tempo em que o nome de um Iyawo era aguardado por todos com grande expectativa.
A simplicidade do Candomblé vivido pelo Iyawo representava a continuidade da religião, em uma época em que ainda não existia a liberdade que temos hoje.

Havia um grande mistério para descobrir quem seria contemplado para "tirar o nome" do noviço e assumir o seu apadrinhamento.
Todos sabiam que aquele Iyawo, vestido com roupas simples, seria recebido com poucos cânticos, pois a grande celebração aconteceria em sua saída, marcando simbolicamente um novo nascimento.

Quem nasce para o Òrìṣà permanece, por toda a vida, um eterno Iyawo. Esse título não se perde, porque representa a lembrança permanente do renascimento para o sagrado.

🎶 Ké'áwo, Ké'ajó... Ajá ẹni ké'áwo... 🎶
Sobre a esteira e ao som do Ajá (a sineta sagrada), carregamos nossos mistérios (Àwo).

PARA SER DE CANDOMBLÉPara ser de Candomblé tem que se ter dom, quem não tem dom pra ser de Candomblé não consegue achar ...
05/09/2026

PARA SER DE CANDOMBLÉ

Para ser de Candomblé tem que se ter dom, quem não tem dom pra ser de Candomblé não consegue achar a felicidade dentro do Candomblé. Será iniciado e andará anos e anos dentro do Candomblé a procura daquilo que lhe faz falta, mas dentro do Candomblé só acha o que faz falta aqueles que tem merecimento aos olhos do Òrísà-Nkisi-Vodum e foi separado para " ser do Candomblé ".
Ser de Candomblé não é ser "humilde" andando mal vestido, sujos, e em casas de candomblé quebradas, sujas e desorganizadas, confundindo humildade com miséria e pobreza, enquanto as pessoas de Candomblé detém o pensamento de que Candomblé é essa tal "humildade", as igrejas estão criando cada vezes mais palácios e lançando " modas evangélicas".
Ser de Candomblé não é ser rico, ser de Candomblé é lutar pelos seus objetivos, ajudar a casa de axé crescer, estudar, formar-se e mostrar pra quem quiser ver que o Candomblé não é uma religião apenas de descendentes de escravos analfabetos vivendo na total
ignorância.
Ser de Candomblé é ter a certeza que por mais longa que seja a noite o Sol voltará a brilhar, os pássaros voltarão a cantar e que todos que lutam alcançam vitórias como ensinaram nossos ancestrais.
Ser de Candomblé é manter o sorriso no rosto ainda que o coração esteja debulhando-se em lágrimas.
Ser de Candomblé não é pra quem pode e nem pra quem quer. É para quem nasceu para ser. Para quem tem o chamado ancestral. Candomblé não é modismo, mas um jeito de se viver.

Baba Marcelo do Omolu!

Endereço

Rua Resende Da Costa Lote 7 Quadra 42 N224
São Gonçalo, RJ
24722291

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