A Chave33 A página que proclama a soberania, autoridade e poder de JESUS sobre toda a humanidade. "Aquele que

Por isso, tendo este ministério, segundo a misericórdia que nos foi feita, não desfalecemos;
Antes, rejeitamos as coisas que por vergonha se ocultam, não andando com astúcia nem falsificando a palavra de Deus; e assim nos recomendamos à consciência de todo o homem, na presença de Deus, pela manifestação da verdade. Mas, se ainda o nosso evangelho está encoberto, para os que se perdem está encobert

o. Nos quais o deus deste século cegou os entendimentos dos incrédulos, para que lhes não resplandeça a luz do evangelho da glória de Cristo, que é a imagem de Deus. Porque não nos pregamos a nós mesmos, mas a Cristo Jesus, o Senhor; e nós mesmos somos vossos servos por amor de Jesus.
2 Coríntios 4:1-5

Vídeo novo no canal 📹Nesse vídeo eu trato um pouco sobre o livro de Lamentações. Não se esqueçam de se inscreverem no ca...
26/05/2025

Vídeo novo no canal 📹
Nesse vídeo eu trato um pouco sobre o livro de Lamentações. Não se esqueçam de se inscreverem no canal 🫡

Olá, pessoal!! Tudo bem??Está no ar mais um vídeo devocional!! Desta vez, analisando o livro de Lamentações.Confiram, curtam, compartilhem e não se esqueçam ...

16/04/2023

O CATOLICISMO ROMANO HOJE

Por: Dr. Augustus Nicodemos

O Catolicismo não precisa de apresentação. Ainda é a religião com maior número de adeptos no Brasil, embora este número venha caindo. Em 1940, 95% dos brasileiros eram católicos. Em 1991, esse número caiu para 83%. Em 2000, caiu mais ainda, para 73,6%. Em 2010, 64,6% dos brasileiros se declararam católicos.

Não temos os números atuais, mas é plausível que os números de católicos no Brasil tenham caído mais ainda, coincidindo com o crescimento dos evangélicos no Brasil, especialmente os pentecostais. Lembremos ainda que dessa quantidade de católicos declarados, uma porcentagem apenas é praticante.

Em 313 d. C. o Imperador Constantino assinou o Édito de Milão, concedendo liberdade de religião aos cidadãos do Império Romano. Com isso, o Cristianismo, que era considerada religião ilegal, expandiu-se e não demorou que se tornasse a religião oficial do Império Romano.

Multidões aderiram ao Cristianismo para ganhar o favor imperial. Não se conformando com a pureza do simples Evangelho, a Igreja cristã começou a acrescentar ritos pagãos e a modificar doutrinas.

No séc. XI (1054) houve o Grande Cisma do Oriente, quando os líderes da Igreja de Roma (Ocidente) e da igreja de Constantinopla (Oriente) se excomungaram mutuamente, nascendo a Igreja Católica Apostólica Romana e a Igreja Católica Apostólica Ortodoxa. A causa, entre outras, foram as pretensões do papa de Roma de ser pai de toda cristandade. Em 1965 suspenderam as excomunhões.

No sec. XVI houve uma tentativa de reformar a Igreja, da parte de homens como Lutero, Calvino, Zwinglio, Huss, etc. Não sendo possível, separaram-se, nascendo a Igreja Protestante ou Reformada. Em 1546 a Igreja Católica Apostólica Romana se reuniu em concílio na cidade de Trento, e durante 18 anos discutiu e decidiu o que fazer diante do crescimento da Reforma em todo mundo. Esse concilio foi chamado da Contra Reforma Protestante.

Suas principais decisões em relação aos protestantes foram essas: (1) Condenou a doutrina protestante da justificação pela fé somente; (2) Declarou, como texto bíblico autêntico a tradução de São Jerônimo denominada "Vulgata" (popular, ou de uso popular, em latim) e com ela, os livros apócrifos, que até então não faziam parte do cânon bíblico usado pela Igreja desde sua origem; (3) Os sete sacramentos da Igreja (batismo, confirmação, eucaristia, matrimônio, ordens, confissão auricular, extrema unção) foram mantidos, como os meios que Deus usa para salvar pecadores; (4) Manteve o culto dos santos e relíquias; (5) Reafirmou a doutrina do purgatório e das indulgências; (6) reafirmou e fortaleceu o papel do papa como sucessor de Pedro. Nesse concílio, ao contrário dos concílios anteriores, foi estabelecida a supremacia dos papas, tendo o papa Pio IV que ratificar suas decisões.

Essas doutrinas não foram adotadas pela Igreja Católica com base nas Escrituras, que no catolicismo tem autoridade igual ao magistério católico, mas no que consideram revelação de Deus mediante a Igreja, que consiste numa expansão daquilo que a Bíblia diz. Não é sem razão que o lema central da Reforma foi Sola Scriptura (Somente a Escritura). Somente a Bíblia é nossa regra de fé e prática. A aceitação de outras fontes de revelação e autoridade abre as portas para doutrinas espúrias, como por exemplo, aquelas relacionadas com Maria (virgindade perpétua, nasceu sem pecado, co-medianeira, ascendeu aos céus depois da morte).

Em outras palavras, a Igreja Católica não aceitou o apelo dos Reformadores para retornar a um cristianismo bíblico, abandonando as doutrinas que foram acrescentadas sem fundamento bíblico. Não somente continuou como era, mas endureceu ainda mais os seus posicionamentos.

Os dogmas do concílio de Trento nunca foram revogados. Apesar das decisões do Concílio Vaticano II (1961-1965) sinalizarem de maneira amigável para os protestantes, a Igreja Católica nunca mudou seus posicionamentos. Atualmente a Igreja Católica tem uma grande influência política no mundo, e tenta revitalizar-se com papas carismáticos, como o papa Francisco, que tem o ecumenismo como ponto central de sua agenda. Contudo, experimenta em todo lugar uma diminuição acentuada de sua membresia. Uma das reações do catolicismo tem sido o investimento pesado nas mídias sociais, através de blogueiros, “digital influencers” e canais digitais onde ataca os evangélicos e propaga as doutrinas católicas. A conversão de “evangélicos” ao catolicismo, especialmente de pastores, é festejada e destacada por esses canais, muito embora o número de católicos que se convertem ao evangelicalismo seja muito maior.

É muito importante que os evangélicos conheçam mais de perto o catolicismo romano para entender os motivos que levaram à Reforma protestante.

10/04/2023
10/04/2023

O credo dos apóstolos lembra que nosso Salvador chama-se Jesus Cristo.

Jesus é a tradução grega do nome hebraico Josué.

Estamos diante de alguém que é maior que o conquistador de Canaã. Mas, assim como ele, Jesus incorpora em seu nome o significado de que Yahweh salva, ou seja, é Yahweh, exclusivamente, que opera a salvação.

Sendo assim, nosso Salvador recebe o nome que já testemunha que a salvação procede exclusivamente de Deus e não dos esforços humanos.

Jesus é aquele que traz a salvação de Deus para nós. Uma salvação que nós não temos como produzir, mas devemos receber pela fé.

Nosso Jesus é o Cristo.

Essa expressão se tornou quase um sobrenome de Jesus, incorporada ao seu nome próprio. Mas “Cristo” é um título, que seria melhor traduzido como “Messias”.

Card 5: Nosso Salvador é aquele que traz a salvação de Yahweh para nós, é o único que nos salva diante de Yahweh, mas também é o Messias, isto é, ele é especialmente ungido pelo seu Pai para ser o Seu instrumento de salvação em nosso lugar e em nosso favor.

Este é o nome de nosso salvador: Jesus, o Messias; Jesus, o Cristo.

No diálogo com os judeus, é importante traduzirmos a expressão grega “Kristós”, que vem do hebraico “Mashiach”.

Estamos falando de Yeshua Hamashiach, isto é, de Jesus, o Messias, aquele que é especialmente ungido.

Aquele que é maior que os profetas do passado, maior que os sacerdotes e os reis do passado e que, na verdade, é o grande sacerdote, o grande profeta e o grande rei, por quem os sacerdotes, profetas e reis do Antigo Testamento anelaram, mas não viram o seu dia.

Aprender mais sobre quem é Jesus nos leva a um relacionamento mais profundo com ele e fortalece nossa fé nas promessas presentes na Palavra de Deus.

Compartilhe esta publicação com um amigo que deseja aprender mais sobre o nosso Salvador.

10/04/2023

Para o cristão, qualquer amor por nosso país que não flua de um amor último pelo Deus trino é defeituoso, deficiente e secundário

10/04/2023

Não se engane: se Ele ressuscitou mesmo
foi com Seu corpo;
se a dissolução das células não foi revertida, as moléculas
reconectadas,
os aminoácidos reanimados
a Igreja cairá.

Não foi como as flores
que ressurgem em cada suave primavera
não foi com Seu Espírito nas bocas e olhos aturdidos
dos onze apóstolos;
foi com Sua Carne: nossa.

Os mesmos dedos articulados
o mesmo coração e suas válvulas
que – perfurado – morreu, murchou, parou, e então reconquistou de permanente Poder
novas forças para sustentar.

Não debochemos de Deus com metáforas,
analogias, esquivando-nos da transcendência;
fazendo do evento uma parábola, um símbolo pintado na
apagada
credulidade de eras antigas:
entremos pela porta.

A pedra foi rolada,
não papel-machê, não uma pedra de contos de fadas,
mas a vasta rocha da materialidade que no lento moer
do tempo vai eclipsar para cada um de nós
a vasta luz do dia.

E se vamos ter um anjo na tumba,
que seja um anjo real,
pesado com os quanta de Max Planck, vívido com cabelos,
opaco
na luz do amanhecer, vestido com linho de verdade
feito em um tear definido.

Não busquemos deixar a coisa menos monstruosa,
para nossa conveniência, nosso senso de beleza,
para que, despertos naquela hora impensável, nós não sejamos envergonhados
pelo milagre,
e esmagados pelo julgamento.

10/04/2023

O Credo dos apóstolos confessa com clareza que Deus é o Pai, o Filho e o Espírito Santo. Essa confissão se dá nessa ordem, colocando o Filho no centro.

Essa escolha tem a ver com a exposição de quem Cristo é, como aquele que dá aos homens a possibilidade de ver a Deus, pois não fosse o Filho isso não seria possível.

Mas há ainda aquilo que Karl Barth chamou de “o centro dentro desse centro”.

No entendimento dele, trata-se de um trecho que define uma doutrina decisiva para o Cristianismo. Ele enfatiza as seguintes palavras do segundo artigo do Credo:

“padeceu sob Pôncio Pilatos,
foi crucificado, morto e sepultado;
desceu à mansão dos mortos;”

Ele morreu de fato!

Qualquer um que afirme menos do que isso a respeito do que ocorreu na Páscoa naquele dia há tantos anos contradiz uma verdade decisiva para a exposição de nossa fé e daquilo que a Escritura é taxativa em afirmar.

Somente quando entendemos nestes termos é que podemos afirmar a doutrina da ressurreição também com convicção, pois ele entregou seu sangue pela igreja e ao terceiro dia ressuscitou, vencendo a morte.

Daí a percepção deste centro do centro, conforme Barth propôs. Esta é uma doutrina decisiva para a maneira como vamos entender tudo o mais que a Escritura tem a propor.

Não a toa, Paulo define: “E, se Cristo não ressuscitou, a vossa fé é inútil e ainda estais nos vossos pecados.” 1 Coríntios 15.17

Note a centralidade dessas informações, bem como a exposição disso em sua centralidade no Credo dos apóstolos.

Que essa percepção venha a trazer co***lo ao seu coração, pois no mesmo trecho, o apóstolo nos diz que seremos “em Cristo vivificados”.

Se gostou do conteúdo, salve essa publicação!

Endereço

São Gonçalo, RJ

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando A Chave33 posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Compartilhar