Somos Dehonianos

Somos Dehonianos Animação dos Leigos Dehonianos através de vídeos, fotos, mensagens, textos bíblicos e breves reflexões sobre a prática e a espiritualidade deste grupo.

Ciente de que "só dura no tempo, aquilo que é cultivado", esta página visa a animação dos Leigos Dehonianos através de vídeos (que ajudem a refletir sobre nossa vocação leiga e nosso compromisso de transformação da realidade onde nos enserimos), fotos (que façam memória de nossa caminhada e da fraternidade que vivemos), mensagens (que nos estimulem na nossa vivência diária), textos bíblicos (para

lembrarmos constantemente das raízes bíblicas de nossa vocação) e breves reflexões sobre a prática e a espiritualidade dehoniana. Somos Dehonianos, fazemos parte de uma Família composta por padres, consagrados e leigos que se inspiram no projeto espiritual do Pe. Dehon, como resposta à vocação pessoal e missão na Igreja (comunhão de diversas vocações).

Formação de lideranças, com o tema Doutrina Social da Igreja. Hoje, 02 de outubro, às 17h. Transmissão pelo canal youtub...
02/10/2021

Formação de lideranças, com o tema Doutrina Social da Igreja. Hoje, 02 de outubro, às 17h. Transmissão pelo canal youtube Leigos Dehonianos BSP.

MINUTO DEHONIANO Nº 29: DEVOÇÃO AO SAGRADO CORAÇÃO DE JESUSOntem, 19 de junho de 2020, comemoramos a solenidade do Sagra...
20/06/2020

MINUTO DEHONIANO Nº 29: DEVOÇÃO AO SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS

Ontem, 19 de junho de 2020, comemoramos a solenidade do Sagrado Coração de Jesus. Um dia especial para a Família Dehoniana, composta por consagrados religiosos, consagrados na secularidade, novas comunidades, leigas e leigos que tem como ponto de referência espiritual a experiência de fé e o carisma do Pe João Leão Dehon, fundador da Congregação dos Padres do Sagrado Coração de Jesus.
Embora muitos reputem a devoção ao Sagrado Coração de Jesus como algo romântico (piegas) ou intimista (por causa da linguagem de época); contudo, é preciso que se diga (contestando tal afirmação) que o simbolismo do “coração” significa o núcleo integrador, a realidade mais íntima de uma pessoa, que revela quem ela é e explica como ela age. Falar em “coração” significa escapar a superficialidade das relações banais e adentrar na intimidade da pessoa, para conhecê-la e compreender seu modo de ser e seus valores. E, se diga sem melindres, mesmo fora do âmbito religioso, nós humanos nos referimos ao “coração” como sede dos afetos, do amor (a força mais humanizadora que experienciamos).
Em Pe Dehon esta devoção tem uma dimensão social. Para Dehon, a intimidade com Jesus não só nos configura a Ele – e transforma nosso íntimo, nos melhorando como pessoas humanas -, mas nos possibilita participar do seu “estilo de vida” e transformar as relações sociais, para que elas reflitam os valores evangélicos (pelo testemunho, pelo empenho social). A reparação desejada por Dehon, passa pela transformação do mundo, não apenas do homem. Em sua vida, a devoção ao Coração de Jesus não o circunscreveu apenas na própria intimidade pessoal, mas o inseriu nas relações transformadoras das situações de injustiças sociais. Era preciso que o amor de Jesus não fosse apenas parâmetro para a formação do homem novo (sua mudança pessoal), mas precisava ser também o parâmetro para novas relações sociais (transformação da sociedade). Como ele bem dizia: ”É preciso construir o reino do Coração de Jesus nas almas e na sociedade”.
Em Dehon sua profunda devoção ao Sagrado Coração de Jesus o fez um apóstolo social: um homem que tinha numa mão a bíblia e na outra um jornal! Foi um divulgador incansável da encíclica ‘Rerum Novarum’, fundador de revista, participante ativo de semanas sociais, atuou na causa operária, combateu a usura (exploração financeira), etc. Um homem de profunda espiritualidade (onde a adoração eucarística é já apostolado) e de ação social (consequência imediata do amor recebido e contemplado), que combateu com todas as forças aquilo que chamou de “pecado social”. Alguém que viveu os valores evangélicos de um modo tão cativante, que é ainda hoje inspiração para tantos homens e mulheres que desejam ser discípulos missionários do Coração de Jesus.
Imitando Dehon, queremos experienciar este “amor capaz de redimir e transformar” não apenas nossas vidas, mas também as relações sociais. Este amor que tem respostas para as inquietações do mundo - este amor que, mesmo “não sendo amado”, não deixa de amar.

(Texto de Somos Dehonianos)

Um grito a Deus .. um grito ao homem!!!
10/04/2020

Um grito a Deus .. um grito ao homem!!!

L'OMELIA DI PADRE RANIERO CANTALAMESSA NELLA CELEBRAZIONE DELLA PASSIONE DEL SIGNORE 2020 HD

Em tempos de coronavirus ... temos vivido uma quaresma diferente: este sempre foi para nós um tempo de recolhimento, em ...
06/04/2020

Em tempos de coronavirus ... temos vivido uma quaresma diferente: este sempre foi para nós um tempo de recolhimento, em meio ao barulho do cotidiano; contudo, desta vez, por medo de um virus invisível, as ruas silenciaram e passou-se a uma agitação interior (consumo de horas de apreensão, e a triste contagem daqueles que foram ceifados nesta crise sanitária); em meio às urgências e ao temor coletivo, a sensibilidade para a dor dos demais aflorou; os oportunismos políticos também, numa mescla do melhor e do pior que a humanidade porta em si. Mas o fato inegável é que todos (os que creem e os que dizem em nada crer) voltaram o olhar para a vida (dom dado a todos) e para aquilo que realmente importa (os laços de amor, amizade, família, etc). Em meio ao temor e ao cansaço do isolamento coletivo, percebemos na pele que somos seres sociais, que é maravilhoso abraçar a quem queremos bem, que é impagável a sensação dos raios de sol em nosso corpo, que é acariciante a brisa suave, e como há tanta beleza em coisas simples que, em outras circunstâncias, simplesmente ignoramos. Mas também é verdade que temos feito a experiência da fragilidade humana e dos limites de nossa condição de criaturas (inteligentes, sim; mas também arrogantes, presunçosas, chegadas ao auto-engano), temos visto o tamanho das discrepâncias sociais que assolam o nosso país, e como a dor de uns é matéria para o cinismo de outros ... e como é fácil emitir juízos, sem nada fazer. Nesta semana santa, perfazemos um caminho de dores e de esperança de ressurreição, em meio às disputas e falácias dos que só querem salvar a alma e daqueles que só querem salvar o corpo ... enquanto muitos falam desse "Jesus" (com eloquência e conhecimentos acadêmicos), sem ter fé nele ... todos dizem o conhecer, mas poucos estão dispostos a fazer seu o caminho dele. Sim, continuamos necessitados de conversão como sempre, precisamos de cuidar melhor da vida ... e nossa solidariedade precisará durar para além da pandemia, pois ela ou é manifestação de amor (decisão) pelo próximo (e, assim, manifestação de amor a Deus) ou é apenas temor da morte (perda da fruição dos prazeres passageiros desta vida) e/ou desejo de aplauso em meio a desolação (parte desta doença social de querer influenciar outras pessoas e arrebanhar seguidores, nesta era das aparências). Não nos esqueçamos, entre os tantos exemplos que esta semana nos deixa: é preciso lavar os pés uns dos outros, ser alimento (e não pedra de tropeço) e dar-se àqueles que encontrarmos no caminho. Nós cristãos, não rememoramos uma história do passado ou mero mito religioso, nós celebramos uma convicção: somos salvos por Jesus e convocados a viver com Ele, por Ele e Nele!!! Este é o fundamento do nosso agir!!!

14 DE MARÇO :  DIA DA VOCAÇÃO DEHONIANANo dia do nascimento de Leão Dehon, vemos o milagre que Deus é capaz de fazer no ...
16/03/2020

14 DE MARÇO : DIA DA VOCAÇÃO DEHONIANA

No dia do nascimento de Leão Dehon, vemos o milagre que Deus é capaz de fazer no seio de uma família – seja ela rica, seja ela pobre. Nosso Dehon nasce numa família de ricos proprietários de terra, especializada em criação de cavalos de corrida. Seu avô, seu pai e seu irmão foram prefeitos em La Capelle. Dehon faz parte de uma família de sólida posição social. Do lado paterno, um catolicismo de tradição, mas pouco praticado - embora o pai fosse um homem justo e correto (mas para o qual religião era coisa de mulher). Do lado materno, a grande influência cultural e religiosa (cuja piedade marcará profundamente o filho). Por ambos, amado. Sonhavam para o filho um futuro brilhante, no qual a ideia de um sacerdote não se encaixava.
Durante anos a vocação do filho foi causa de conflito familiar (estabelecendo uma longa incompreensão entre o pai e Dehon). O pai não poupou esforços para para dissuadir o filho daquela ideia ... queria o filho advogado, envolvido nos negócios da família! O filho realizou o sonho do pai, mas não abriu mão de seguir seu próprio caminho.
Dehon, um jovem da pequena burguesia rural francesa, que tinha tudo para se contentar com uma vida cômoda e passar seus dias usufruindo do dinheiro e da posição social da própria família! No entanto, este jovem se tornará um inquieto ‘profeta’, marcado pela misericórdia de Deus, sensível ao sofrimento dos seus contemporâneos ... um apóstolo do Coração de Jesus ... um propagador da doutrina social da Igreja ... um verdadeiro ‘pastor com o cheiro das ovelhas’.
No dia do nascimento de Dehon não é o glamour de uma vida cheia de fascínios que se comemora, mas a história do amor divino que “encanta” um jovem e molda toda a sua vida até a velhice ... que descobre no “Coração de Jesus” o único tesouro pelo qual vale a pena empenhar a vida. E que, em suas últimas palavras, deixa insculpida em nossos corações a receita de sua santidade: “Por ELE vivi, por ELE morro”. Que estas palavras nunca deixem de ressoar em nós!

Vicente Bruno Cavalcanti de Oliveira
(Coordenador Geral dos Leigos Dehonianos BSP)

Celebramos hoje o poder do amor que se dá inteiramente, sem limites na sua entrega, como sinal de união a oblação de Jes...
26/11/2019

Celebramos hoje o poder do amor que se dá inteiramente, sem limites na sua entrega, como sinal de união a oblação de Jesus (por amor ao Pai e em favor dos homens).
Assim, a Memória dos Mártires Dehonianos é para nós convite constante a uma entrega generosa de nós mesmos - nos lembra que "amar" não é simplesmente uma manifestação dos nossos sentimentos, mas a firme opção de dar-se pelo bem de outro, sem fazer exigências, na alegria de construir e partilhar o melhor de nossa humanidade. Pois, amando permanecemos em Deus e em nós sua obra se completa.
Os mártires dehonianos nos lembram que "Dar-se" é a nossa forma de construir o 'reino do Sagrado Coração de Jesus nas almas e na sociedade.
Viva o Coração de Jesus!
Pelo Coração de Maria!

20/07/2019

E foi assim ... em meio ao corre-corre da vida, dos compromissos que nos rodeiam, das incompreensões que surgem, das dificuldades da jornada, do noticiário que proclama o caos, dos sofrimentos que afligem o mundo, da fluidez das redes sociais, da fragilidade da vida e das tantas preocupações que nos acompanham ao longo do dia ... que senti aquele espaço de silêncio, aquela pausa dentro, em meio ao burburinho de fora ... aí percebi: era o cair da tarde e o Senhor vinha passear em seu jardim!
A vida pode ser agitada, muitos podem ser os problemas, mas não se esqueça: aí dentro habita o Senhor da vida. Coragem!!! Semeie a paz!!!

14 de março –  nascimento de Dehon: uma vida em chave vocacionalA data 14 de março é significativa para toda a Família D...
14/03/2019

14 de março – nascimento de Dehon: uma vida em chave vocacional

A data 14 de março é significativa para toda a Família Dehoniana: dia do nascimento do seu pai espiritual - um dom para a Igreja e para o mundo, pois em sua história pessoal se abriu a ação do Espírito, com uma tal entrega, que portou para todos ‘seiva’ nova, gerada na profecia do amor e no serviço da reconciliação. Data a celebrar a vocação dehoniana.
Neste ano, em especial, dois fatos a serem destacados. Primeiro, nesta data encerra-se o ‘Ano Vocacional Dehoniano’ da Província Brasil São Paulo, razão pela qual deveríamos nos perguntar: nossas pastorais, movimentos, espiritualidade, enfim, nossas comunidades paroquiais tem uma chave de compreensão ‘vocacional’? Nós, pessoalmente, buscamos a clareza de compreender nossas próprias vidas como a realização de uma vocação? Será que nos percebemos como um ‘povo’ em missão? Segundo, estamos no transcorrer do ano do ‘Coração Ferido’, celebrado por toda a Família Dehoniana. Neste ponto, não seria demais relembrarmos um pequeno trecho da mensagem do ano passado, enviada pelo então Superior Geral SCJ, Pe Heinrich Wilmer, que assim nos falou: “O ícone do ‘Coração Ferido’ sabe revelar a vida interior e íntima feita de desejos e expectativas, de frustrações e sofrimentos. Aponta para os sentimentos de muitas pessoas, torna vivas as sua lágrimas e angústias, as suas torturas e sofrimentos até o sangue. Tudo o que está próximo do homem traz consigo o sinal da ferida” (Prot. N. 0072/2018, de 01/03/2018). E, mais uma vez, não podemos nos furtar à pergunta: nossa vida paroquial, comunitária e pessoal tem sido vivida na perspectiva do ‘serviço da reconciliação’? Percebemos que falar em Coração Ferido não é exercício de pieguismo (sentimentalismo exagerado), mas convocação ao cuidado, ao acolhimento, ao perceber a dor do outro como ‘clamor’ que se eleva ao céu e que exige minha solidariedade?
Notamos, assim, que falar em vocação é falar em forma concreta de ‘empenho de vida’, com implicações na nossa maneira de ver e agir no mundo, como uma forma de ‘estar presente’ na cotidianidade da sociedade na qual vivemos.
Mas como viver uma vida em chave vocacional? Dehon nos deixou algumas pistas: intimidade com a Palavra de Deus, fazer memória da própria história pessoal, sensibilidade eucarística, sentir com a Igreja, atenção aos sinais dos tempos, assumir com maturidade as próprias dores e, acima de tudo, confiança inabalável no amor de Deus: pois Aquele que chama e envia, está presente em nosso meio e caminha conosco através da nossa história.
A vida de Dehon nos lembra que o Senhor nos ama e é amado em cada um daqueles a quem servimos!
Vicente Bruno Cavalcanti de Oliveira
(Coordenador Geral dos Leigos Dehonianos da Província Brasil-São Paulo)

CARTA ABERTA À FAMÍLIA DEHONIANA NO BRASILQueridos irmãos e irmãs da Família Dehoniana,Rendemos graças ao senhor pelo te...
21/01/2019

CARTA ABERTA À FAMÍLIA DEHONIANA NO BRASIL
Queridos irmãos e irmãs da Família Dehoniana,
Rendemos graças ao senhor pelo tesouro concedido à Igreja através do carisma vivido por Pe Dehon, carisma que ao longo dos anos tem sido fecundado pelo Espírito Santo e transbordado para outras realidades vocacionais, graças à escuta e à fidelidade dinâmica do Instituto SCJ, irmão maior desta realidade chamada Família Dehoniana.
Ao longo da caminhada, este irmão maior sempre deu suporte teológico-pastoral, compartilhou reflexões bíblico-canônicas, partilhou dos recursos humanos e materiais, para que a ação do Espírito não fosse obstaculizada. Sim, reconhecemos e somos gratos pelos esforços sinceros de tantos que partilharam suas capacidades e sua ‘paixão’ pela sequela Christi. Testemunhamos a partilha dos dons, o diálogo sincero e respeitoso entre todos que se sentem atraídos ao Coração de Jesus, através da voz e do exemplo de Dehon.
De fato, podemos dizer que somos uma realidade eclesial ainda nova, que tem aprendido (na escuta do Senhor e na escuta recíproca) a fazer o caminho, enquanto caminha - atentos aos sinais históricos e às orientações da Igreja. Somos família na Igreja! E assumimos como nossa missão colaborar na construção do “Reino do Sagrado Coração de Jesus”, no homem e na sociedade, a partir já das relações fraternas ao íntimo desta família.
Nosso caminho é um caminho de discernimento constante daquilo que o Espírito quer suscitar em nós-Família; por isso, é preciosa a atitude de abertura de mente e coração para acolher o vigor/a fecundidade deste carisma. Não estar alheio ao momento presente, ao esforço de discernimento e à necessidade de dar passos na consolidação (jurídico-canônica) desta Família (já realidade viva e presente no coração da Igreja) é disposição daqueles que entoam o “Eis-me aqui!”, daqueles que generosamente dizem “é a tua vontade, Senhor, que buscamos”!
Por isso, queridos irmãos e irmãs, precisamos nos ‘revestir’ da ousadia do Espírito e assumir a corresponsabilidade pelos caminhos a serem trilhados, cada um dando o contributo que lhe é possível, cada um vivendo autenticamente o chamado do Senhor, todos rezando, estudando e discernindo o encaminhar desta família. E, no momento presente, se inteirar do conteúdo do documento “A Família Dehoniana como Família Carismática” é mais do que uma obrigação, é uma demonstração de seriedade diante da própria vocação, uma abertura a ação do Espírito ... é ter o DNA de Dehon!
Na liberdade de filhos e filhas de Deus, convocamos a todos a se deixarem sensibilizar pela ação do Espírito no seio desta Família - sem medo de pronunciarmos o “Ecce Venio” e o “Ecce Ancila”, para que de fato o “Sint Unum” seja o pão partilhado de cada dia.
A Família Dehoniana precisa, em sua fragilidade humana, do interesse, do empenho e do contributo de cada um dos seus membros, na certeza de que a abundância do Espírito não nos faltará.
No Coração de Jesus,
Vicente Bruno Cavalcanti de Oliveira – Membro da Coordenação Internacional da FD

NATAL: DA FESTA AO FESTEJADO!Estamos em dezembro! Lojas enfeitadas! Promoções! Clima de festa, mesmo em meio a crise! To...
22/12/2018

NATAL: DA FESTA AO FESTEJADO!

Estamos em dezembro! Lojas enfeitadas! Promoções! Clima de festa, mesmo em meio a crise!
Todos, de alguma forma, sabem tratar-se de um aniversário ilustre! Ao menos, é o mais conhecido e badalado aniversário do ano! Filmes, novelas, músicas, programas, enfim, todos os meios se rendem a este clima diferente. É festa!

Mas fato curioso ocorre: se festeja o aniversário e se esquece do aniversariante. Todos comem, bebem, trocam presentes, se reúnem, fazem até boas obras. No entanto, permanece este fato estranho: ninguém se incomoda de celebrar um aniversário sem o aniversariante. A alegria se sobrepõe a causa da alegria, até se tornar uma alegria sem causa, até se tornar riso e formalidade coletiva.

Em que canto empoeirado de nossos corações, em que esquina de nossas infâncias, se perdeu “o que” torna esta data tão especial? Como nossa fé foi se tornando esta coisa morna, esta indiferença tranquila de si mesma, se aquietando em paz numa celebração 'bonita'?

É tempo de rever e recomeçar … uma vida nova é possível, disto nos fala este nascimento do 'Emanuel' … É tempo de vida: Ele está no meio de nós! É Deus-conosco! Assume nossa realidade, nos faz surpresa: vem pequeno para nos ensinar a crescer! Já não estamos entregues ao marasmo de nossa fraqueza petulante. “Ele vai salvar seu povo de seus pecados” (Mt 1,21b). Amados de Deus e santos por vocação, chamados a pertencer a Jesus (Rm 1, 5-7) – como presentes vivos.

Redescobrir o sentido do natal, para que o aniversariante volte a ser o principal – o festejado – e nós, gratos, voltemos a contemplar neste 'pequenino' que nos vem o caminho para a maturidade de nossa fé. Nele seremos verdadeiramente humanos, nos tornaremos 'filhos' no Filho! Pois não basta ter uma vocação bonita, é preciso encarná-la no nosso dia a dia. Pois uma coisa é certa: ou Jesus nasce através do nosso testemunho de vida ou Ele é crucificado em nossa incoerência.

É natal! É tempo de vida em abundância! Deixemos Jesus nascer em nossas vidas e atitudes. Aquele que nos vem, é Ele a alegria e a razão de nossa comemoração.

Hoje nos vem nosso salvador! Eis, nossa alegria! 'Re-nasçamos' com Ele!!!

(Vicente Bruno Cavalcanti de Oliveira - Coordenador dos Leigos Dehonianos BSP )

MINUTO DEHONIANO Nº 28:  26 de novembro -   Dia da Memória DehonianaO Dia da Memória Dehoniana é para todos nós dia de e...
26/11/2018

MINUTO DEHONIANO Nº 28: 26 de novembro - Dia da Memória Dehoniana

O Dia da Memória Dehoniana é para todos nós dia de encontro com as raízes de nossa vocação. Olhando para o exemplo daqueles que tomaram parte no “evangelho” e com suas vidas proclamaram a boa nova do Reino, tomamos consciência do nosso próprio caminhar. E juntos, dehonianos de ontem e de hoje, realizamos a profecia dos que “olham para Aquele que foi trespassado”, para Nele, com Ele e por Ele aprendermos o amor ao Pai e aos irmãos. A este amor oblativo e reparador todos nós somos chamados, este é o nosso caminho de santificação. Por isso, damos glórias a Deus por tantos entre nós que viveram em tal intensidade esta experiência de fé, a ponto de se tornarem um convite constante à conversão. Nossos ‘mártires’ nos lembram que não fomos chamados a uma vida de mediocridade. De nós o Senhor espera que sejamos ‘sementes do Reino do Sagrado Coração de Jesus’. Portanto, celebremos juntos este dia!
Não podemos viver no marasmo. Temos que, com coragem e confiança em Deus, assumirmos as fragilidades de nossos grupos e darmos nosso contributo, sempre em comunhão fraterna no seio da Família Dehoniana: projeto de espiritualidade e missão a serviço da Igreja. Que o ‘sopro’ do Espírito nos faça destemidos e servos humildes: somos de Cristo e partícipes do seu evangelho!

Vicente Bruno Cavalcanti de Oliveira
(Coordenador Geral dos Leigos Dehonianos BSP)

Endereço

Rio De Janeiro, RJ

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