Àṣẹ Omí Odò

Àṣẹ Omí Odò Ìyá Denise Queiroz Ifarẹ̀mi

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28/01/2026

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Bom diaaaaaa
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Odidé – Ìkódídę (Papagaio-da-Costa)O Odidé, conhecido como papagaio-da-costa, fornece a pena mais famosa e reverenciada:...
16/10/2025

Odidé – Ìkódídę (Papagaio-da-Costa)
O Odidé, conhecido como papagaio-da-costa, fornece a pena mais famosa e reverenciada: o Ikodide, de tonalidade vermelha viva, que cai naturalmente da cauda da ave.
No culto de Ifá, o Ikodide é considerado essencial para sacralizar ritos, atrair felicidade e assegurar proteção contra espíritos perversos. Ele também aparece nos cultos de Èṣù, Òrì e Ìyámi, sempre com funções de fortalecimento espiritual e defesa.
Um Ìtàn de Ifá ensina:

“Aquele que deseja felicidade por onde quer que vá, use o Ikodide.”

Por isso, o Yawò em iniciação usa constantemente o Ekodidé. As três voltas que o iniciado dá no Ilé-Ṣiré (salão de festa) com a pena simbolizam suas futuras jornadas pelo mundo, compreendidas como pedido de direção, prosperidade e longevidade.
O Ikodide, além disso, representa o sangue vital e o axé do renascimento, sendo usado também para afastar a morte prematura (Ikú) e abrir novos ciclos de vida.

Crédito
Ewe Biyiiola

Kábíyèsí Ṣàngó .. Aquele que afugenta as pessoas que estão fazendo intriga.A Divindade que esfrega a boca dos maldosos n...
16/10/2025

Kábíyèsí Ṣàngó
.. Aquele que afugenta as pessoas que estão fazendo intriga.

A Divindade que esfrega a boca dos maldosos na terra.

Ele que é teimoso, ele que por motivo de briga, faz sua horta à beira da rua.

Ṣàngó diz: se você não cumprimentar Ládobo, isso trará brigas.
Se você cumprimentar Ládobo, também haverá brigas.

Divindade imortal, marido de Ọyá.

A Divindade forte e quente como o fogo.

Ṣàngó é a Divindade que não se enforcou.
Marido de Ọyá.

Me ajude a vencer meus inimigos.

Ṣàngó, senhor do trovão ruidoso como espingarda no céu.

Dragão faiscante com olhos em formato de orogbo.

Ṣàngó que veste roupa vermelha e é dono da casa da riqueza.

Que tem fogo na boca.
Ele que caça como um gato hábil.

Aquele que briga com as pessoas sem ser condenado, porque nunca briga injustamente.

É em ti que busco meu refúgio...

Kábíyèsí Ṣàngó 🔥

Ifalola Sangowale
🍂🌿

16/10/2025
Curiosidade: Essa imagem não é de Yemanjá!Ficou curioso para saber? A Folha te explica!Quando os africanos escravizados ...
16/10/2025

Curiosidade: Essa imagem não é de Yemanjá!
Ficou curioso para saber? A Folha te explica!

Quando os africanos escravizados chegaram ao Brasil, eles foram catequizados a força pela Igreja Católica.

Para que continuassem com seus cultos aos Orixás (deuses nigerianos), Inkisses (deuses angolanos) e Voduns (deuses beninenses), os escravizados fingiam reverência à uma imagem católica em suas próprias línguas, quando na verdade direcionaram a fé a seus deuses de origem.

Exemplo:
Rezavam para Yansã em frente à imagem de Santa Bárbara.
Rezavam para Ogum em frente à imagem de São Jorge.
Rezavam para Oxóssi em frente à imagem de São Sebastião...

Era uma forma de despistar as ordens europeias e manter vivas as suas raízes religiosas.

Este episódio é conhecido como Sincretismo Religioso no Brasil.

Essa santa da imagem é Nossa Senhora dos Navegantes.

E aí vai mais uma curiosidade: todas as santas que começam com "Nossa Senhora" (Nossa Senhora de Fátima, Nossa Senhora do Desterro, Nossa Senhora do Bom Parto e etc...) se trata de uma única santa com nomes diferentes.
Se trata de Maria, mãe de Jesus.

Portanto, a santa da Imagem, Nossa Senhora dos Navegantes foi reverenciada como Yemanjá no período do Sincretismo, mas se trata de Maria, mãe de Jesus - com uma de suas centenas de variações de nomes.

Texto: Brad Paghanni Keverkamp - historiador, antropólogo, arqueólogo e escritor; autor do livro com mais de 100 mil leitores: As Dúvidas Mais Frequentes no Mundo da Macumba.
Autor do primeiro vlog afro religioso do mundo!

Há um tempo atrás recebi em uma caixinha de perguntas um pedido de orientação de uma seguidora que relatou ter uma amiga...
16/10/2025

Há um tempo atrás recebi em uma caixinha de perguntas um pedido de orientação de uma seguidora que relatou ter uma amiga em estado depressivo e que gostaria que eu desse uma “dica” que ajudasse essa pessoa a “acordar”. Prontamente essa fala me chocou e me fez refletir sobre o quão desenformadas são e estão as pessoas. Primeiro que a criatura não está dormindo para precisar acordar, ela não está dormindo, ela está doente.

E hoje, recebi novamente uma pergunta sobre algo muito parecido..

A depressão tem exatamente qual efeito sobre a vida espiritual e sobre a mediunidade?

Antes de mais nada, é bom entendermos que a depressão é uma condição psicoemocional profunda que pode afetar diversos aspectos da vida de uma pessoa, desde a saúde física até os relacionamentos sociais, profissionais e também espirituais. No contexto do Candomblé, uma religião de matriz africana rica em espiritualidade e conexão com os Òrìsàs, a depressão pode ter impactos significativos tanto na vivência religiosa quanto na prática da mediunidade no dia a dia.

A pessoa em depressão pode ter dificuldade de lidar com sua sensibilidade espiritual, sentir-se sobrecarregada por energias ou, ao contrário, sentir um “vazio espiritual”. A conexão com o Òrìsà pode parecer distante, e isso pode gerar ainda mais angústia, especialmente se a pessoa interpretar esse afastamento como um castigo espiritual, o que não é o caso. O Candomblé, em sua essência, acolhe, cura e restaura.

É importante lembrar que a depressão não é fraqueza espiritual, nem sinal de falha na fé. Ela é uma condição de saúde que precisa ser tratada com cuidado, amor e suporte tanto espiritual quanto psicológico. Os rituais de limpeza, oferendas, banhos de ervas e os rituais podem atuar como instrumentos de fortalecimento espiritual, ajudando a pessoa a reencontrar seu centro. Mas eles não substituem o tratamento médico. A espiritualidade pode ser uma grande aliada no processo de cura, desde que caminhe junto com a ciência e com o acolhimento emocional.

Se você não tem entendimento para lidar com essa patologia, não arrote achismo. O seu amigo depressivo não precisa acordar, ele precisa se curar, sem críticas.

Oyanitiatiiná 🔥

No Candomblé Ketu, o lagarto não é apenas um animal: ele é Agemo, entidade viva, símbolo do àṣẹ (força vital) e do àymọ̀...
05/08/2025

No Candomblé Ketu, o lagarto não é apenas um animal: ele é Agemo, entidade viva, símbolo do àṣẹ (força vital) e do àymọ̀, o mistério sagrado que não se revela ao mundo profano.
Agemo representa o segredo, o silêncio e a sabedoria ancestral.
Com seu olhar atento e corpo imóvel, ensina que há momentos em que o poder espiritual está no não-dizer, no não-agir, na vigilância.
Sua capacidade de regeneração o liga à cura, à transformação e à sobrevivência, sendo considerado um guardião do axé.
Na mitologia yorubá, Agemo é um mensageiro de Ọ̀rúnmìlà e também associado a Obaluwayiè, sendo figura fundamental em rituais de proteção, equilíbrio e saúde.
Em algumas tradições, participa de cerimônias de grande sigilo, onde sua imagem ou até sua presença física representa a força dos segredos bem guardados.

Agemo transita entre o àiyé (mundo visível) e o òrun (mundo espiritual), sendo um dos poucos seres que carrega saberes de ambos os reinos, mantendo-se entre muros, troncos e sombras — nunca completamente exposto, nunca totalmente ausente.
Sua aparição em um terreiro é considerada sinal de que o àṣẹ está preservado, que os fundamentos estão vivos e que o silêncio litúrgico está sendo respeitado.
Reconhecer Agemo é respeitar o que é sagrado e invisível.
Ele não fala, mas diz.
Não ataca, mas guarda.
Onde Agemo vigia, o àṣẹ respira em paz.
Ele nos lembra que nem tudo se revela, que o segredo sustenta a casa, e que o mistério é o próprio fundamento da fé ancestral.

Quem tem àṣẹ, tem postura.
Quem tem àṣẹ, tem propósito.
(•﹏•) ( ✿^‿^). (灬º‿º灬)♡

Ìyá Marli D'Sàngó
Ilé Àṣẹ Àlákètú Odara Eníkejí

A verdadeira sorte não vem de fora, mas do Orí, nossa essência e destino individual.Quando estamos alinhados com nosso O...
02/08/2025

A verdadeira sorte não vem de fora, mas do Orí, nossa essência e destino individual.

Quando estamos alinhados com nosso Orí, nem forças negativas conseguem nos derrubar.

Cultuar e cuidar do Orí é o caminho para atrair prosperidade, sucesso e sorte verdadeira.

Isidoro Ifagbemi

Endereço

Rua :Paineiras
Rio De Janeiro, RJ
23093480

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