GRUPO SEMENTE - SEMINARISTAS EM AÇÃO

GRUPO SEMENTE - SEMINARISTAS EM AÇÃO Seminaristas em Ação - FETSU - Faculdade Evangélica de Teologia Seminário Unido - Campus Avançado em Rio das Ostras.

Estou pensando no evento: um ano de PROJETO MOISÉS - VOCACIONADOS POR DEUS - "EU SOU me enviou a vós". (Ex 3: 14). Nos d...
23/07/2013

Estou pensando no evento: um ano de PROJETO MOISÉS - VOCACIONADOS POR DEUS - "EU SOU me enviou a vós". (Ex 3: 14). Nos dias 9, 10 e 11 de Agosto, na TIBRO - TERCEIRA IGREJA BATISTA EM RIO DAS OSTRAS. Rua Bangu, 2011 - Liberdade - Rio das Ostras.

23/12/2012

Para a Reflexão...
“... Sem uma sólida compreensão das Escrituras, debates em torno de doutrinas não passa de um "vale tudo" entre achólogos...” (Bp Walter McAlister)

07/12/2012

89 Para sempre, ó SENHOR, a tua palavra permanece no céu.
90 A tua fidelidade dura de geração em geração; tu firmaste a terra, e ela permanece firme.
91 Eles continuam até ao dia de hoje, segundo as tuas ordenações; porque todos são teus servos.
92 Se a tua lei não fora toda a minha recreação, há muito que pereceria na minha aflição.
93 Nunca me esquecerei dos teus preceitos; pois por eles me tens vivificado.
94 Sou teu, salva-me; pois tenho buscado os teus preceitos.
95 Os ímpios me esperam para me destruírem, mas eu considerarei os teus testemunhos.
96 Tenho visto fim a toda a perfeição, mas o teu mandamento é amplíssimo.
(Psa 119:89-96 ACF)

06/12/2012

81 Desfalece a minha alma pela tua salvação, mas espero na tua palavra.
82 Os meus olhos desfalecem pela tua palavra; entrementes dizia: Quando me consolarás tu?
83 Pois estou como odre na fumaça; contudo não me esqueço dos teus estatutos.
84 Quantos serão os dias do teu servo? Quando me farás justiça contra os que me perseguem?
85 Os soberbos me cavaram covas, o que não é conforme a tua lei.
86 Todos os teus mandamentos são verdade. Com mentiras me perseguem; ajuda-me.
87 Quase que me têm consumido sobre a terra, mas eu não deixei os teus preceitos.
88 Vivifica-me segundo a tua benignidade; assim guardarei o testemunho da tua boca.
(Psa 119:81-88 ACF)

Aprendi que a Bíblia é o melhor "livro do mundo".
18/11/2012

Aprendi que a Bíblia é o melhor "livro do mundo".

Transformação Megamix, de DJ Alpiste: ouça, veja letra da música e monte suas playlists na Rádio UOL

18/11/2012

Para que serve a teologia?

Nossa prateleira de hoje traz até você o lançamento de outubro, Teologia Pura e Simples. Leia com exclusividade o primeiro capítulo do livro, “O cenário da fé”, e saiba mais sobre o impacto transformador que a teologia tem em nossas vidas.

Teologia pura e simples: o cenário da fé


A fé, em sua base, é um assunto relacional; é sobre confiar em Deus. Apesar disso, parte da dinâmica mais íntima da vida de fé é o desejo de entender mais a respeito de quem e em que nós confiamos. Anselmo de Cantuária (c. 1033–1109) fez famosa observação de que a teologia é, basicamente, “fé à procura de entendimento”. O grande teólogo cristão Agostinho de Hipona (354–430) também deixou claro que há uma genuína empolgação intelectual em lutar junto com Deus. Teologia é uma paixão da mente, um desejo de entender mais sobre a natureza e os caminhos de Deus e o impacto transformador que isso tem na vida. Nossa fé pode ser aprofundada e nossa vida pessoal, enriquecida por meio da reflexão teológica. Assim, como começamos a desenvolver essa paixão da mente?


Não podemos, entretanto, explorar a relevância da teologia sem, primeiramente, observar como tem sido ruim a sua reputação dentro das igrejas nas últimas décadas. Para alguns líderes cristãos, a teologia é irrelevante para a vida real. É como se retirar para torres de marfim quando existem coisas mais urgentes com o que se preocupar. Mas, entendendo corretamente, a teologia trata de possibilitar ações cristãs instruídas. Ela nos faz querer fazer coisas, e fazê-las de modo cristão. Ela nos ajuda a fazer julgamentos em relação a como agir melhor; ela nos encoraja a interagir com o mundo real.


Outros líderes cristãos expressam preocupação quanto à tendência da teologia em criar divisão e conflito na Igreja. J. I. Packer, uma das vozes mais influentes e sábias do meio evangélico, tem escrito sobre o problema dos “intelectualistas defensivos” — “cristãos rígidos, argumentadores e críticos, campeões da verdade de Deus, para os quais a ortodoxia é tudo”. Creio que todos nós conhecemos pessoas que parecem ter uma obsessão com o que Packer chama de “vencer a batalha para a precisão mental” e pouco interesse em qualquer outro aspecto da fé cristã. Eles podem amar a Deus, mas parecem ter problemas em amar outras pessoas — especialmente quando discordam delas. Não é sempre fácil discernir como essa fixação na precisão teológica se conecta com os registros do ministério de Jesus de Nazaré, encontrados no evangelho. Certamente, a melhor maneira é procurar uma ortodoxia generosa, vendo as divergências no contexto das harmonias maiores que nos unem.


Para continuar a leitura, acesse o hotsite. Lá você também encontra mais informações sobre o livro.

18/11/2012

Em defesa da teologia

Em meados do segundo século, um cristão procedente do Ponto, na Ásia Menor, chegou a Roma com uma mensagem atraente. Márcion, que era filho de um bispo, acreditava na radicalidade do amor de Deus. Para ele, a bondade era o atributo supremo da divindade, que se mostrava sempre, em todas as circunstâncias, um Deus generoso, misericordioso e perdoador. Como alguém poderia discordar de conceitos tão nobres e belos? Pois bem, pouco tempo depois, ao compreender as implicações mais amplas desse ensino, a igreja romana expulsou Márcion e o considerou um herege.
Para ele, o amor divino era tão exclusivo que eliminava a noção de justiça. Deus perdoa a todos, até mesmo os pecadores impenitentes, porque não pode agir de outra forma. Assim, não há condenação de qualquer espécie, e todos irão se salvar. O Deus verdadeiro, dizia ele, é o amoroso pai de Jesus Cristo, e não a divindade justiceira e vingativa do Antigo Testamento, o criador do mundo material. A doutrina de Márcion se mostrou tão cativante que ele atraiu um grande número de seguidores. Chegou a surgir uma igreja marcionita, que subsistiu por vários séculos.

Nem tudo que reluz
O caso de Márcion ilustra o fato de que não basta uma doutrina ou teologia ser atraente e popular. Não é suficiente que ela seja “lógica” e satisfaça as expectativas e preferências das pessoas. É preciso que ela seja verdadeira, coerente com a revelação dada por Deus nas Escrituras. Apesar de todo o seu aparente encanto, a teologia de Márcion se revelou falsa, uma perversão da mensagem bíblica. Esse fenômeno tem se repetido inúmeras vezes ao longo da história e continua a ocorrer nos dias atuais. Os ensinos são outros, os personagens são diferentes, mas o mecanismo é o mesmo.

Qual a origem dessas distorções? Em primeiro lugar, a tendência humana para o subjetivismo. A teologia é, por sua própria natureza, um empreendimento humano. Sua tarefa é refletir sobre os dados da revelação em busca de uma compreensão mais clara de Deus, do ser humano, da salvação e de todos os grandes temas da Escritura. No entanto, ela corre o risco de se tornar um esforço excessivamente personalista, gerando desvios antigos e novos bem conhecidos. Os reformadores do século 16 estavam conscientes desse perigo, ao insistirem que a teologia se apoiasse explicitamente na Palavra de Deus, corretamente lida e interpretada. Para tanto, elaboraram métodos saudáveis e equilibrados de exegese bíblica.

Respeito pela história
Mesmo que uma teologia seja bíblica, podem existir problemas. A Bíblia já foi utilizada, por exemplo, para defender a poligamia e a escravidão. A hermenêutica da Escritura pode ser excessivamente condicionada por estreitos pressupostos ideológicos. Daí a preocupação dos reformadores em valorizar a experiência teológica e exegética da igreja, acumulada ao longo das gerações. Ao mesmo tempo em que rejeitaram os dogmas para os quais não encontravam suporte na Palavra de Deus, Lutero, Calvino e seus colegas não hesitaram em acolher e utilizar tudo aquilo que viam de positivo no passado cristão.

O que tem acontecido com frequência no decorrer dos séculos, e também em nossos dias, é que muitos pensadores desprezam solenemente as contribuições do passado e a maneira como os cristãos têm entendido seu legado espiritual -- a chamada “fé cristã histórica”. Um bom exemplo é a própria doutrina de Deus, que tem experimentado as mais diferentes reinterpretações nos últimos tempos. Sob o pretexto de que a própria Bíblia ou a reflexão da igreja antiga foi contaminada pelo pensamento filosófico grego, são feitas reavaliações radicais acerca do ser divino. Um exemplo recente é o chamado teísmo aberto, que se afasta da compreensão cristã tradicional de Deus -- e do testemunho claro das Escrituras -- ao questionar as ideias da soberania e da providência divinas, e ao dar à liberdade humana uma dimensão e uma autonomia que o pensamento cristão majoritário jamais reconheceu.

Cuidado com as motivações
O marcionismo tinha motivações muito nobres: ressaltar a grandeza do amor de Deus e sensibilizar o mundo pagão com a mensagem cristã. O mesmo se pode dizer de outra heterodoxia cristã da antiguidade -- o pelagianismo. Pelágio queria que os cristãos vivessem vidas consagradas e santificadas. Quem poderia ser contra isso? No entanto, logo ficou evidente o fosso que havia entre suas ideias e o testemunho da Escritura. Para ele, o ser humano é moralmente neutro, tendo a plena capacidade, sem qualquer auxílio especial de Deus, de viver uma vida virtuosa, isenta de pecado. Muito bonito, muito empolgante, mas muito errôneo, como bem demonstrou o ilustre bispo Agostinho de Hipona.

Hoje, as motivações de muitas teologias vão do nobre ao questionável. No caso da nefasta teologia da prosperidade, o que ocorre é simplesmente uma sujeição da Escritura aos valores materialistas e hedonistas da sociedade de consumo. Já o teísmo aberto e os outros movimentos de inspiração semelhante são motivados pela necessidade legítima de lidar com uma realidade aflitiva -- o mal e o sofrimento no mundo de um Deus bom. O problema está, utilizando um chavão bem conhecido, em “jogar fora o bebê junto com a água do banho”. Em outras palavras, no esforço de explicar ao homem moderno uma questão espinhosa, são desprezados valores importantes da herança cristã. Procura-se alcançar um objetivo importante mediante o sacrifício da verdade bíblica.

Conclusão
A teologia é uma tarefa imprescindível e absolutamente essencial para o povo de Deus. Como a Escritura não apresenta formulações precisas e sistemáticas, coube à igreja se debruçar sobre os dados da revelação e organizar de forma coerente e harmônica suas verdades centrais. Sem a boa teologia, calcada numa exegese criteriosa do texto sagrado, os cristãos ficam à deriva em um mar de opiniões conflitantes a respeito de tudo. A fim de que seja benéfica para a igreja e para o testemunho cristão, a reflexão teológica tem de observar certos parâmetros, a começar de uma profunda reverência por Deus e sua Palavra. Além disso, ela não deve ser um exercício individualista, mas um esforço conjunto de cristãos que dialogam ao mesmo tempo com seus contemporâneos e com a “nuvem de testemunhas” do passado. Finalmente, o objetivo primário da teologia não é satisfazer os anseios ou dirimir as angústias do homem contemporâneo, mas ser fiel àquele que, em sua Palavra e em seu Filho, vem a nós em julgamento e graça.

• Alderi Souza de Matos é doutor em história da igreja pela Universidade de Boston e historiador oficial da Igreja Presbiteriana do Brasil. É autor de A Caminhada Cristã na História e Os Pioneiros Presbiterianos do Brasil. [email protected]

Meu amigo, Pr. Jason Montechiari. Começamos um trabalho com casais ali em Cordeiro. Muito bom Vê-lo na luta. http://bit....
20/01/2012

Meu amigo, Pr. Jason Montechiari. Começamos um trabalho com casais ali em Cordeiro. Muito bom Vê-lo na luta. http://bit.ly/A9qAMV

Programa de Missões Estaduais da Convenção Batista Fluminense. Campanha 2011 "Deus Conte Comigo". Cidade de São Sebastião do Alto. Missão Fazendinha. Pr. Jas...

Vale à pena ver... http://bit.ly/s5v9F7
27/12/2011

Vale à pena ver... http://bit.ly/s5v9F7

Ana Maria Braga entrevista o Pastor Israel Belo na série O Sagrado, do programa Mais Você, da TV Globo, falando sobre o protestantismo.

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Rio Das Ostras, RJ
28890000

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