Igreja Batista Neo Testamentária

Igreja Batista Neo Testamentária A Igreja Batista Neo Testamentária é uma igreja evangélica que anuncia o Evangelho do Senhor Jesus Cristo, conforme Sua órdem: Mt.28:16-20.

04/03/2026

🧱 Há mais de cinco mil anos, a civilização suméria na antiga Mesopotâmia inventou o sistema de escrita cuneiforme. O objetivo inicial não era registrar textos literários ou leis, mas sim organizar matematicamente os estoques comerciais em blocos sólidos de argila.

🔍 Arqueólogos decifraram um desses blocos de barro datado de aproximadamente três mil e cem anos antes de Cristo. O detalhe impressionante é que o artefato físico contém o primeiro nome próprio de um indivíduo registrado na história da humanidade.

🧾 O texto gravado não descrevia batalhas de imperadores. O documento era um recibo financeiro contabilizando o recebimento de milhares de litros de mercadorias num armazém. No final do cálculo da transação, o responsável marcou o próprio nome no canto do material: Kushim.

⏳ Kushim era apenas um contador ou administrador de estoques trabalhando no antigo Oriente Médio. A sua assinatura burocrática foi cozida no barro, sobreviveu intacta a milênios de soterramentos geológicos e imortalizou um funcionário comercial muito antes de qualquer monarca egípcio.

04/03/2026

É um pouco solitário comemorar mais um ano de vida sem ninguém para abraçar ao pousar, por isso decidi compartilhar esse momento aqui. Se você admira quem persegue seus sonhos com coragem, mesmo com o coração apertado, poderia me desejar um feliz aniversário? Saber que alguém do outro lado torce por mim faz o meu voo muito mais leve. 🎂💙☁️

28/02/2026

Ela tinha apenas 22 anos. Estava de pé ao lado da porta aberta do avião, com balas cortando o ar ao seu redor — e foi nesse instante que tomou uma decisão que salvaria 359 vidas, mas custaria a sua própria.

5 de setembro de 1986.
O voo Pan Am 73 pousou em Karachi para uma rápida parada de reabastecimento.
Os passageiros se ajeitaram. Crianças dormiam no colo dos pais.
Ninguém imaginava o terror que estava prestes a começar.

Quatro homens armados invadiram o avião.
Gritos. Desespero. Caos absoluto.

Na cabine dianteira estava Neerja Bhanot, comissária-chefe, 22 anos.
Um sorriso calmo, postura firme.
Ela poderia ter congelado. Poderia ter fugido.
Mas escolheu agir.

Num movimento rápido, Neerja enviou um sinal aos pilotos — segundos preciosos que permitiram que eles escapassem pela escotilha de emergência. Isso arruinou completamente o plano dos sequestradores. Sem pilotos, eles não poderiam levar o avião para outro país nem usá-lo como arma.

Centenas de vidas estavam salvas… e o pesadelo só estava começando.

Durante 17 horas, Neerja manteve-se serena no centro do terror.
Passou pelos assentos escondendo passaportes americanos, evitando que os terroristas selecionassem suas vítimas.
Acalmou crianças, abraçou passageiros em pânico, colocou-se entre rifles e corpos indefesos.

Ela não pensou em si mesma.
Nem por um instante.

Quando a noite caiu, as luzes do avião apagaram.
O pânico explodiu.
Os terroristas abriram fogo.

Neerja estava ao lado da saída de emergência.
A porta estava destravada.
A liberdade — a centímetros.

Mas quando os passageiros correram, ela não se salvou.
Ela ficou onde estava.
Forçou a abertura da porta, empurrou pessoas para a saída, usando o próprio corpo como escudo.
E quando três crianças travaram de medo, incapazes de se mover, Neerja fez o impensável:

Ela se colocou sobre elas.

As balas a atingiram.
Ela recebeu todas.

Neerja Bhanot não sobreviveu.
Mas 359 pessoas voltaram para casa por causa dela.

Hoje, seu nome é dito com respeito em todo o mundo.
Ela recebeu a mais alta honraria de bravura em tempos de paz na Índia.
Um filme conta sua história.
E sua conduta virou referência nos treinamentos de comissários de bordo.

Mas, acima de títulos e homenagens, permanece uma verdade simples:

Quando precisou escolher — sua vida ou a vida de desconhecidos —
Neerja escolheu a deles.
Sem hesitar. Sem medo.

Uma jovem de 22 anos que se tornou eterna no momento em que decidiu que a vida dos outros valia mais que a própria.

O verdadeiro heroísmo raramente é ruidoso.
Às vezes, é apenas uma jovem diante de uma porta aberta, sussurrando:

“Vão. Eu fico.”

E ela ficou.

26/02/2026

Dolly Parton nasceu em 19 de janeiro de 1946, numa pequena cabana perdida nas montanhas do Tennessee.

A casa tinha apenas um cômodo.
Sem eletricidade.
Sem água encanada.
Sem banheiro.

Ela era a quarta de doze filhos numa família marcada pela pobreza. Quando veio ao mundo, os pais não tinham dinheiro para pagar o médico — então ofereceram um s**o de farinha de milho como pagamento.

O pai trabalhava duro numa plantação de tabaco, mas mal sabia ler e escrever. A mãe dava à luz filho após filho naquela cabana apertada. À noite, três ou quatro crianças dividiam a mesma cama para espantar o frio. No verão, o banho era no riacho gelado do lado de fora.

As roupas de Dolly eram costuradas com s**os de ração. Um dia, a mãe juntou retalhos e fez-lhe um cas**o colorido para o inverno. Na escola, riram dela. Dolly chorou… até decidir amar aquela peça única. Anos depois, transformou a memória numa canção imortal: Coat of Many Colors.

Ela não sabia que era pobre — porque todos à sua volta viviam igual.
Mas sabia algo que valia mais do que dinheiro: música.

Na varanda da cabana, a família cantava e tocava violão e banjo. A música era gratuita, e por alguns minutos fazia esquecer o peso da vida.

Aos 10 anos, Dolly já cantava na rádio.
Aos 13, gravou o primeiro disco.
E no dia seguinte a terminar o ensino médio, em 1964, entrou num autocarro rumo a Nashville com uma mala pequena e sonhos gigantes.

Na cidade da música, tornou-se uma estrela. Escreveu clássicos como Jolene e I Will Always Love You. Ganhou prémios, brilhou no cinema e construiu um parque temático chamado Dollywood.

Mas o sucesso nunca apagou a menina que tomava banho no riacho.

Em 1995, criou a Imagination Library, um projeto que envia um livro gratuito por mês a crianças desde o nascimento até entrarem na escola. O que começou no seu condado hoje alcança vários países e já distribuiu centenas de milhões de livros.

Quando incêndios devastaram casas perto da sua terra natal em 2016, Dolly ofereceu apoio financeiro mensal às famílias que perderam tudo, ajudando-as a recomeçar.

Em 2020, doou 1 milhão de dólares para a pesquisa da vacina da Moderna COVID-19 vaccine. Também financiou bolsas de estudo, hospitais e inúmeras causas — muitas delas sem publicidade.

Ela nunca divulga valores exatos. Apenas diz:
“Não faço contabilidade da bondade.”

Especialistas estimam que Dolly e a sua fundação tenham doado centenas de milhões do próprio bolso, enquanto os projetos que inspirou movimentaram mais de mil milhões em impacto social.

Hoje é rica, famosa e admirada.
Mas ainda se lembra da cabana, dos s**os transformados em vestidos e do frio das noites partilhadas.

E carrega uma convicção simples:
“Se tens mais do que precisas, ajuda alguém.”

O mundo ama Dolly não só pela voz, mas pelo coração.

Ela transformou uma infância dura numa vida de generosidade.
Provou que é possível sair de quase nada e, mesmo no topo, continuar a olhar para trás — não com vergonha, mas com gratidão.

De uma cabana nas montanhas ao estrelato mundial, a história de Dolly Parton é um lembrete poderoso:
o sucesso verdadeiro não é apenas chegar longe,
é levar outros contigo no caminho.

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26/02/2026

Clément Gass nasceu cego. Engenheiro estatístico, corredor de trilha, maratonista e recordista mundial em maratona autônoma, ele decidiu que não dependeria de guia para correr.

Para isso, desenvolveu, junto a um pesquisador, um GPS por comando de voz que combina dados de satélite, bússola e sensores do celular. O sistema informa direção e distância a cada poucos segundos e pode ser personalizado para avisar sobre obstáculos identificados previamente no percurso.

Aos 38 anos, o alsaciano já enfrentou desafios como o GR20, na Córsega, completou provas em terrenos montanhosos exigentes e detém o recorde mundial de maratona autônoma para um corredor cego, com o tempo de 4h04, registrado em Cernay-La-Ville.

No dia 12 de outubro de 2025, ele participa dos 20 km de Paris como um competidor independente, reforçando sua filosofia de que a deficiência não elimina a liberdade de escolha.

Para Clément, correr é mais do que esporte. É autonomia.

Fonte: Marathons.com

26/02/2026

🏎️ Walter Arnold dirigia seu Benz motorizado pelas ruas de Londres.

🚩 A lei de trânsito da época exigia que os carros andassem a no máximo 3 km/h. E o mais bizarro: um homem tinha que andar a pé na frente do veículo balançando uma bandeira vermelha para avisar os pedestres do perigo.

Walter decidiu ignorar a bandeira, pisou fundo no acelerador e atingiu a velocidade alucinante de 13 km/h.

👮🏻‍♂️ Um policial viu a cena, pegou uma bicicleta e pedalou desesperadamente atrás do infrator. Walter foi capturado, levado ao juiz e forçado a pagar 1 xelim de multa. Ele entrou para a história como o primeiro criminoso de trânsito do mundo.

26/02/2026

Madison Kenyon e Kate Marshall são duas figuras reconhecidas do atletismo universitário, que vieram relatar sua difícil experiência competindo contra pessoas trans, conclamando à defesa do esporte feminino.

🗣 “Os meninos são meninos e as meninas são meninas, e isso não muda por mais discursos que existam. Existem apenas dois sexos. E ninguém deveria ser castigado por pensar isso.”

26/02/2026

Omar Yaghi, químico da Universidade da Califórnia em Berkeley e vencedor do Prêmio Nobel de 2025, desenvolveu uma máquina capaz de produzir até 1.000 litros de água potável limpa por dia a partir do ar.

Construído por sua empresa Atoco, o dispositivo funciona mesmo em áreas muito secas, com menos de 20% de umidade. Ele opera com calor de baixa intensidade, como a luz solar, podendo funcionar fora da rede elétrica sem depender de eletricidade.

O sistema utiliza materiais avançados chamados Estruturas Metal-Orgânicas (MOFs). Esses materiais porosos agem como esponjas poderosas, capturando moléculas de água do ar. Quando levemente aquecidos, liberam a umidade, que então é condensada em água líquida limpa.

Com aproximadamente o tamanho de um contêiner de transporte de 20 pés, a unidade pode ser instalada em vilarejos desérticos remotos, ilhas ou regiões atingidas por desastres. Ela pode fornecer água potável confiável em áreas afetadas por secas ou furacões, especialmente quando os sistemas centrais de água e energia estão danificados.

A tecnologia é baseada no trabalho vencedor do Nobel de Yaghi em química reticular, que tornou os MOFs possíveis e abriu caminho para aplicações como a captação de água e a captura de carbono.

Fonte: "SERVICE, Robert. This new solar-powered device can pull water straight from the desert air. Science"

26/02/2026

NOTÍCIA BOA! 💙 A Dra. Tatiana Sampaio, pesquisadora da UFRJ, confirmou em entrevistas recentes, incluindo ao programa Roda Viva, que o objetivo principal de sua equipe é garantir que a polilaminina seja incorporada ao SUS, garantindo acesso gratuito à população. A substância, que ainda passa por te**es clínicos de segurança, já mostrou resultados promissores em casos de uso compassivo para recuperação de movimentos em pacientes com lesão medular, e sua produção no Brasil está assegurada por patente nacional e acordo com o laboratório Cristália, sem qualquer interesse comercial pessoal da pesquisadora.

26/02/2026

Bilhões em faturamento.
Milhões de botijões vendidos.
Uma universidade referência no Nordeste.

Tudo isso começou com um menino curioso.

Edson Queiroz nasceu em 1925, em Cascavel, no Ceará.
Filho mais velho de uma família simples, cresceu em meio a dificuldades.

Ainda jovem, desmontava bicicletas.
Vendia confetes no Carnaval.
Aprendeu cedo a ganhar dinheiro criando soluções.

Na década de 1930, a grande seca levou a família para Fortaleza.
Edson estudava e trabalhava ao mesmo tempo.
Ali aprendeu algo essencial: trabalho e inventividade caminham juntos.

Durante a Segunda Guerra Mundial, enxergou oportunidade onde ninguém via.
Enquanto havia escassez, usava pequenas embarcações para transportar açúcar entre Recife e Fortaleza.
Driblou submarinos alemães.
Fez caixa.
Construiu reputação.

Com isso, entrou em negócios improváveis.
Alguns deram errado.
Outros deram muito certo.

Mas o grande salto veio em 1951.

Edson apostou em um setor desacreditado:
gás de cozinha.

O mercado desconfiava.
Ele foi all-in.

Ficou endividado.
Quase quebrou.
Mas não recuou.

Construiu concessões.
Negociou com o governo.
Fez alianças estratégicas.

Poucos anos depois, liderava o gás no Ceará.
Depois no Nordeste.
Depois no Brasil.

Os botijões viraram símbolo de progresso.

E ele não parou ali.

Criou metalúrgicas, rádios, TVs, fábricas de eletrodomésticos e empresas no campo.

Sempre com a mesma lógica:
ver antes,
assumir risco,
executar rápido.

Seu lema dizia tudo:
“Quem não tem coragem, o cão engole.”

Em 1971, fundou a Universidade de Fortaleza.
Empreendedor virou agente de transformação social.
Educação como legado.

Um trágico acidente aéreo encerrou sua vida cedo.
Mas não encerrou sua obra.

O Grupo Edson Queiroz segue crescendo.
O legado se multiplicou.

A lição é clara:
não existe grande império sem risco real.
Não existe crescimento sem coragem.
E não existe legado sem impacto além do lucro.

Edson Queiroz não construiu só empresas.
Construiu futuro.

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