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Sobre o Domínio Próprio A ÚLTIMA E MAIOR DAS VIRTUDESCreio que toda a Palavra de Deus foi Soberanamente orientada pelo S...
04/10/2022

Sobre o Domínio Próprio

A ÚLTIMA E MAIOR DAS VIRTUDES

Creio que toda a Palavra de Deus foi Soberanamente orientada pelo Senhor, e portanto, nada está escrito fora do lugar ou consequentemente por acaso. Vejamos esta lista dos Frutos do Espírito, ou como alguns comentarias diriam, o (único) Fruto do Espírito, ou seja, um só Fruto com vários “gomos” ou várias características. E certamente é correto afirmar que essas virtudes aqui citadas pelo Apóstolo Paulo , provém do Espírito Santo em contraste ao que há em nossa natureza pecaminosa. Assim sendo, Amor, Alegria, Paz e Paciência, por exemplo todos eles são manifestações do Espírito Santo do Senhor, nenhum ser humano por si só tem naturalmente tais características.
E não foi por acaso que o último fruto, do Espírito, a última virtude citada é o Domínio Próprio ou Temperança. Essa característica transmite a ideia de restringir as próprias emoções, impulsos e desejos e colocar todos eles, sob o domínio do governo de Deus. Isso vai diretamente contra tudo o que a nossa sociedade atual diz para fazermos, o que ouvimos muito hoje em dia é: “siga o seu coração, faça o que você está sentindo ou o que te faz feliz”, mas, na verdade o que está em nosso coração é o que Jeremias já havia falado no capítulo 17:9 que o nosso coração é capaz de nos enganar o tempo todo.
Portanto, que possamos abrir espaço para que o Senhor dirija os nossos passos, e nos de a capacidade de agirmos não por impulso, mas, por princípios e principalmente de acordo com a Palavra de Deus. Agindo assim, estaremos sem dúvida agradando ao Senhor em tudo.

Pr. Hercílio Celino da Silva Bezerra
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Sobre a MansidãoEstamos na penúltima virtude citada na lista do fruto do Espírito Santo em Gálatas 5. Em retrospecto, co...
29/09/2022

Sobre a Mansidão

Estamos na penúltima virtude citada na lista do fruto do Espírito Santo em Gálatas 5. Em retrospecto, conseguimos ver como cada uma se relaciona com a outra. E com a mansidão isso não é diferente.

A paciência suporta oposição e crítica sem irar-se, e a mansidão suporta tais coisas sem agressão. A mansidão herda a terra (Salmo 37.11, Mateus 5.5) e caminha juntamente com a humildade (Efésios 4.2, 1 Pedro 3.16). Ela não somente é recomendada pelos apóstolos como tem sua fundamentação no Antigo Testamento. O Salmo 23 descreve o Senhor como um pastor que ama, cuida e supre suas ovelhas, as guia “mansamente a águas tranquilas”. Em 1 Reis 19, Elias foge de Jezabel e é encontrado por Deus no deserto sob uma árvore, desejando morrer. Ele dorme e é alimentado pelo pão do céu, entregue por um anjo. Depois Deus fala com ele através de uma voz mansa e delicada. Já no Novo Testamento, Jesus diz em Mateus 11.29 que é ”manso e humilde de coração”.

É olhando para isso que Paulo coloca a mansidão como uma virtude que o cristão deve manifestar, a despeito do contexto em que ele se encontrava – de um mundo greco-romano que valorizava os atos heroicos e impetuosos, de conquistas e Césares. Tal contexto encontra um paralelo conosco hoje, onde temos nossos heróis hollywoodianos e a exaltação da cultura que exige a autoafirmação acima de qualquer coisa.

Que vejamos o próximo com mansidão, lembrando que, assim como ele, nós também temos espinhos.

Luiza Ribeiro ()

Sobre a FidelidadeFidelidade como fruto do Espírito Santo."Mas o fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, longanimidade,...
21/09/2022

Sobre a Fidelidade

Fidelidade como fruto do Espírito Santo.

"Mas o fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade..." Gl 5.22.

Quando ponderamos sobre fidelidade algumas questões perpassam nossas mentes, entre essas a fidelidade conjugal que anda desacreditada por muitos, devido ao curso deste mundo, escancarado em suas músicas, conversas e procedimentos. Na cultura Romana e Grega a infidelidade era algo normal.

Mas quando olhamos para a fidelidade mencionada pelo apóstolo Paulo como fruto do Espírito na vida do cristão (resultado da ação divina no homem), o que está em alto relevo é o relacionamento entre o salvo e o seu Redentor, entre o crente e Cristo, entre a Igreja e Deus. A palavra para fidelidade no grego é "pistis" que signif**a confiança, lealdade e fidelidade. E justamente nessa área os nossos irmãos da Galácia estavam com dificuldades, eram infiéis para com o Evangelho de Cristo Jesus e para com Deus (Gl 1.6-9; 3.1-5; 5.7-12). Podemos concluir aqui que fidelidade para com Deus é a Fé no Evangelho de Cristo, Fé na pessoa de Jesus como o Emanuel e Fé na Trindade Santa.

Devemos vigiar para que a infidelidade esteja sempre longe de nós. Jesus aconselha o discípulo Pedro: "Vigiai e orai para que não entreis em tentação"(Mt 26.41). Pedro nega a Jesus por três vezes (Mt 26.69-75). Mas restaurado por Jesus junto do mar de Tiberíades (Jo 21.1-21) Pedro se torna um discípulo fiel ao Senhor (At 2.14-36; 3.1-26; 4.8-13) mesmo depois de ser ameaçado ele declara: "Julgai se é justo diante de Deus ouvir-vos antes a vós outros do que a Deus... não podemos deixar de falar das coisas que vimos e ouvimos"(At 4.19,20) chegando à morrer por causa de Cristo crucif**ado de cabeça para baixo (segundo a tradição cristã - Livro dos Mártires)." Sê fiel até a morte, e dar-te-ei a coroa da vida."(Ap 2.10b).

Pr Raimundo Brindeiro
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Surpreendido pela Alegria"Pela primeira vez examinei-me a mim mesmo com um propósito seriamente prático. E ali encontrei...
09/09/2022

Surpreendido pela Alegria

"Pela primeira vez examinei-me a mim mesmo com um propósito seriamente prático. E ali encontrei o que me assustou; um bestiário de luxúrias, um hospício de ambições, um canteiro de medos, um harém de ódios mimados. Meu nome era legião".

Essas são palavras do irlandês Clive Staples Lewis, nosso querido C. S. Lewis, em seu livro autobiográfico Surpreendido pela Alegria – que, nas suas palavras, “visa contar a história da minha conversão, não sendo uma autobiografia comum, muito menos "Confissões" como as de Santo Agostinho ou Rousseau”.

As primeiras páginas são responsáveis por nos apresentar o ambiente familiar de Clive – o pai sempre cercado de livros, a mãe que lhe ensinou francês e latim, e Warren, seu irmão e melhor amigo, o Jovem Rajá que o acompanhava em suas aventuras pela Índia e pela terra dos bichos (vislumbres de Nárnia?). Ainda na infância, somos levados pelo autor a compartilhar da aflição que este sente em seus pesares e do horror imediato à Inglaterra – horror esse fomentado pelas inóspitas planícies inglesas e pela sua nova vida, agora regida por internatos.

Lewis descreve com tamanha genialidade as paisagens que as páginas parecem gotejar o aroma do ambiente: na Irlanda, é como se tudo fosse verde, bucólico, natural, primaveril – um eterno chá da tarde com vista para o mar e brincadeira de criança; na Inglaterra, fumaça de chaminé, locomotivas barulhentas, rostos hostis, horários a cumprir e ferro. Lewis chama sua cidade de destino de Belsen (nome de um campo de concentração nazista). Pelo menos, mesmo que depois de muito tempo, ele conseguiu superar essa animosidade.

(Continua nos comentários)

Sobre a Benignidade“Mas o fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade.” Gál...
30/08/2022

Sobre a Benignidade

“Mas o fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade.” Gálatas 5:22

Benignidade, uma utopia ou uma realidade possível por meio do Espírito Santo?

Sem dúvida uma utopia (e das boas) para aqueles que não possuem o Espírito Santo. Agir com benignidade implica querer o bem do próximo, mais que isso, promovê-lo, empenhar-se para tanto. Nada mais antinatural ao ser humano (pós queda) do que isso. Num mundo afastado de Deus e sem conexão com o Espírito Santo, o desejo do ser humano não é outro se não promover o bem de si próprio e empenhar-se para tanto, ainda que seja preciso prejudicar seu semelhante. Contudo, as pessoas não admitem de pronto, seria uma sinceridade não aceitável pelas normas de etiqueta (politicamente correto).

Aí entra a utopia, o desejo de ser benigno, dizer a si mesmo que se importa com alguém além de si mesmo, que se alegra com o bem-estar do seu semelhante e nunca dá lugar a inveja (o Instagram é prova disso). Contudo, será apenas um ideal, uma utopia, e nunca deixará de ser assim.

Por quê? A benignidade é fruto do Espírito Santo. Isto quer dizer que Deus concede este fruto como um prêmio para aqueles que venceram (ou lutam arduamente) contra as obras da carne, neste sentido, não há que se falar em utopia, mas sim numa realidade concreta e experimentada por todo cristão que vive em uma comunidade de fé bíblica e saudável.

A título de conclusão, pode-se afirmar convictamente que aquilo que a humanidade sonha como ideal, só é possível por meio da conversão a Cristo e o consequente recebimento do Espírito Santo de Deus que começa a habitar no cristão desde o momento da conversão.

Existe uma música da banda Jota Quest que fala sobre dias melhores (inclusive este é o nome da canção), contudo, não se fala em como as pessoas serão melhores ou o que as motivaria a isso. Obviamente a resposta está em Cristo, que é a única forma de os seres humanos viverem em paz e harmonia – uma vez que a Sua Cruz aponta para duas religações, de Deus com o homem (vertical) e do homem com seu semelhante (horizontal).

Anderson Soares Barreto ()
ICE Metropolitana

Sobre ser pacienteOs três primeiros itens da lista de Gálatas 5.22 soam muito espirituais: amor, alegria e paz. São pala...
23/08/2022

Sobre ser paciente

Os três primeiros itens da lista de Gálatas 5.22 soam muito espirituais: amor, alegria e paz. São palavras que soam dominicais, o tipo de coisa que se renova em todo culto. Mas aí vem a longanimidade, ou paciência, que soa mais como uma segunda-feira de rotinas e compromissos.

Devemos ser pacientes porque Deus é paciente. Em Êxodo 34.6 Deus descreve a si mesmo como: “Senhor, Senhor, Deus compassivo e misericordioso, paciente, cheio de amor e de fidelidade” (NVI). O Antigo Testamento aponta para paciência do Senhor com o povo de Israel e como Ele suportou os seus pecados (Isaías 53.12), e vemos a literalidade dessas palavras na crucif**ação de Jesus Cristo. Em 1 Pedro 2.21-24 somos chamados à paciência no exemplo de Cristo, que sofreu em nosso lugar e que quando insultado não revidava, quando sofria não fazia ameaças; Ele levou sobre si o pecado que não era dele.

Creio que quando olhamos para Colossenses 3.13 que diz “Suportai-vos uns aos outros, perdoai-vos mutuamente, caso alguém tenha motivo de queixa contra outrem” não nos sentimos imediatamente atraídos à paciência. Se não fosse a continuação “Assim como o Senhor vos perdoou, assim também perdoai vós”, muito provavelmente não sentiríamos o peso desse versículo. Como cremos que a prática cristã advém do imperativo divino, e não de uma moral diluída à la Kant, devemos lembrar: o outro precisa do perdão divino tanto quanto eu, e, sendo assim, quem sou eu para não ter paciência com seus erros?

Texto: Luiza Ribeiro ()

Nosso preletor será o Pastor Tiago Leite. Formado em Teologia pelo SETECEB, atua com atual reitor do seminário.
20/08/2022

Nosso preletor será o Pastor Tiago Leite. Formado em Teologia pelo SETECEB, atua com atual reitor do seminário.

20/08/2022

O tema do nosso acampamento é "NITIDEZ", nosso texto base conclama a igreja a olhar para Jesus Cristo que é quem consuma a nossa fé. Como será que podemos ajustar para vermos a Cristo com mais Nitidez?

Já deixe marcadinho no calendário o local e as datas no nosso Acampamento Regional 2022!Você não pode f**ar de fora, né?...
20/08/2022

Já deixe marcadinho no calendário o local e as datas no nosso Acampamento Regional 2022!

Você não pode f**ar de fora, né?

Assim como George Bailey parece já ter nascido velho, o filme “It’s a Wonderful Life” (trazido para o Brasil como “A Fel...
19/08/2022

Assim como George Bailey parece já ter nascido velho, o filme “It’s a Wonderful Life” (trazido para o Brasil como “A Felicidade Não Se Compra”) é um filme que parece já ter nascido clássico, um clássico de natal para ser específico. É o típico filme que é cheio de clichês; parece que o espectador assume a figura de um jogador de xadrez, pois sua mente f**a a todo momento prevendo os próximos passos do protagonista (George Bailey), e se você for um espectador atento a taxa de acerto beira os 90%. É um filme simples, mas nem de longe é simplista!

Colocando os óculos da cosmovisão cristã, conseguimos entender o filme à luz da verdade bíblica. Logo, veremos o filme de forma a refletir a glória de Deus.

George Bailey passara a vida toda se sacrif**ando pelos amigos, salvou seu irmão da morte, livrou seu patrão de um erro de receita que custaria a vida de um cliente, salvou a firma de seu pai da falência, propiciou meios para que pessoas carentes comprassem a casa própria, isso dentre outras ações. Esse amor sacrif**al tipif**a o Cristo que deu sua vida pelos seus amigos (João 15: 13-17).

Mas Bailey ainda assim vive frustrado, pois por conta de seus sacrifícios acabou não realizando seus sonhos: não foi à faculdade, não foi um grande explorador e não conseguiu sair da cidade de Bedford Falls. Ele se viu na figura de coadjuvante em sua própria história, se tornou o que ele menos esperava, um “homem comum”. O egocentrismo de Bailey é um pecado que o afasta de ver a realidade, e que reflete bem nossa sociedade hedonista e idólatra, como observa o psicólogo Tim Kesser quando fala do que chamamos hoje dessa glorif**ação do consumo, gerando um desejo narcisista de validação externa focada nos elogios. Para nós cristãos redimidos, o sofrimento de Bailey é irrisório, ao comparar a quem subsistindo na forma de Deus, se tornou homem, se humilhou, tornando-se obediente até à morte e morte de cruz (Fp 2.6-10).

O texto: de um homem comum.

(Continua nos comentários)

A VERDADEIRA PAZ "Mas o fruto do Espírito é amor, alegria, paz, paciência, amabilidade, bondade, fidelidade, mansidão e ...
15/08/2022

A VERDADEIRA PAZ

"Mas o fruto do Espírito é amor, alegria, paz, paciência, amabilidade, bondade, fidelidade, mansidão e domínio próprio. Contra essas coisas não há lei."
Gálatas 5:22-23

O fruto do Espírito é singular, dividido em virtudes que refletem o caráter de Cristo, que deve ser almejado por nós.
Ele é o Príncipe da Paz, e nos concedeu essa dádiva quando naquela cruz por nós se entregou, aplacando a ira de nosso Senhor.
Reconciliou com preço de sangue, com sua cruz transformou muros em pontes. O véu se rasgou, aquilo que era impossível para nós, em Jesus se consumou.
Talvez você se questione: “Onde está a minha paz se sempre me vejo em guerras?”. E nessa inquietude da alma muitos perdem a calma e a vida se desespera.
Ansiedade e depressão invadem o coração, então vem a pergunta: Onde está a nossa paz, então? Pois vivemos tempos de caos, parece que estamos acuados pelo mal.
Nosso corpo e nosso espírito batalham dia após dia, nossos desejos por vezes querem vencer o nosso propósito por rebeldia. Aquilo que não quero fazer muitas vezes é o que faço, mas há um jeito de sair deste embaraço.
Me esvazio de mim e me encho de ti, Senhor, meditando em tuas Palavras com orações, súplicas e muita gratidão, a paz que excede todo entendimento, guardará minha mente e meu coração.
Em perfeita paz o Senhor me guardará, se meu propósito estiver firme e nele perseverar. Um pacif**ador eu quero ser, e na preparação do evangelho da paz, vidas se render.
A verdade é que a virtude da Paz não é ausência de guerras, mas é viver transbordando apesar desta.
É um ato interno e soberano do Espírito que resulta em uma manifestação externa, nos tornando parecidos com Cristo. É quando podemos dizer que “não sou eu mais quem vivo, mas Cristo vive em meu ser”.

Reflexão: A paz não é conquistada, ela é presenteada. É uma virtude que faz parte de um fruto do qual não plantamos, mas uma dádiva que por meio da graça recebemos, portanto, se sabemos que esta obra vem do Espírito, venhamos a nos encher dele e não de nós mesmos.

Deyvid Carvalho
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Sobre a AlegriaSe eu te perguntasse ‘o que é Alegria?’ o que você responderia? Creio que essa seja uma daquelas palavras...
08/08/2022

Sobre a Alegria

Se eu te perguntasse ‘o que é Alegria?’ o que você responderia?
Creio que essa seja uma daquelas palavras que todos conhecem mas nem todos sabem defini-las em palavras objetivas. Quando não sabemos o signif**ado dicionarizado, usamos explicar por aquilo que entendemos ser na nossa experiência. Meio que ‘subjetivamos’ as coisas.

Mas e quando nossas experiências sobre algo não passam de pequenos vislumbres daquilo que ele realmente é? E será que devemos confiar aos dicionários seculares a definição de palavras que não passam de sombras daquilo que só conheceremos plenamente na eternidade? Será se podemos saber e desfrutar hoje o que é a Alegria?

Graças a Deus que Ele não nos deixa desamparados!
Vemos nas páginas das Escrituras que a Alegria é relacional (em Cristo, somos feitos filhos de Deus e nos tornamos uma só família – não éramos povo, mas agora somos povo de Deus); é celebrativa (em Cristo, recebemos as boas novas de salvação e a graça para crermos no evangelho); e é criacional (somos convidados a desfrutarmos do mundo que o nosso Deus fez e reconhecer a Sua grandeza manifestada até mesmo no germinar de uma semente).

Meus irmãos, como desejo que a Alegria que somente o Senhor pode dar inunde nossos corações! Como desejo que à semelhança de Paulo em Romanos 8:18 digamos “porque para mim tenho por certo que os sofrimentos do tempo presente não podem ser comparados com a glória a ser revelada em nós” verdadeiramente conscientes de que a Alegria que Ele nos garante em perfeição na era vindoura já pode ser experimentada aqui, apesar de nós!

Concluímos que aqui reside a Alegria: viver em comunhão com os irmãos em Cristo, celebrar a salvação e admirar a criação tendo em mente quem a fez.

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Palmas, TO

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