09/08/2026
Há pessoas que aprenderam a ser fortes tão cedo que quase ninguém percebe quando elas também precisam de cuidado.
São pais, mães, filhos, amigos, homens e mulheres que seguram a casa, resolvem problemas, protegem quem amam e continuam caminhando mesmo quando alguma coisa dentro deles está cansada.
E, justamente por parecerem fortes, muitas vezes passam pela vida sem receber aquilo que oferecem para todo mundo.
Um abraço.
Uma mão no ombro.
Uma palavra de carinho.
Alguém que simplesmente diga: “Hoje eu cuido de você.”
Em Mateus 8, um homem marcado pela lepra se aproxima de Jesus. Jesus poderia curá-lo apenas com uma palavra. Mesmo assim, antes de dizer “f**a limpo”, Jesus estende a mão e toca nele.
Talvez porque algumas feridas estejam na pele.
E outras tenham sido abertas por anos sem abraço, sem acolhimento, sem alguém suficientemente perto.
Há gestos pequenos que carregam um mundo inteiro dentro deles.
Um abraço pode dizer “você ainda pertence”.
Uma mão pode dizer “eu não tenho medo da sua dor”.
Um olhar pode dizer “eu vejo você”.
Uma aproximação pode dizer “você não precisa enfrentar tudo sozinho”.
Neste domingo, em nosso Especial do Dia dos Pais, vamos conversar sobre aquilo que Jesus nos ensina quando decide tocar quem todos evitavam tocar.
Porque até os fortes desejam ser cuidados.
Até quem sustenta todo mundo precisa, algumas vezes, encontrar braços onde possa descansar.
E talvez existam curas que começam exatamente assim: quando alguém decide chegar perto.
GESTOS QUE CURAM
📖 Mateus 8.1-4
🕙 Domingo, às 10h
📍 INOVA Igreja Batista
Av. Armando Salles de Oliveira, 373 • Suzano/SP
Especial do Dia dos Pais.
Traga seu pai. Traga seus filhos. Traga sua família.
Talvez neste domingo Deus nos ensine novamente que amar alguém também signif**a aprender a tocá-lo com cuidado.