Kipupa Malunguinho - Coco na Mata do Catucá

Kipupa Malunguinho - Coco na Mata do Catucá Informações para nos contatar, mapa e direções, formulário para nos contatar, horário de funcionamento, serviços, classificações, fotos, vídeos e anúncios de Kipupa Malunguinho - Coco na Mata do Catucá, Rua de São João 340, Olinda.

Filme Mãe Terezinha Bulhões – um mar de amor no coração do Recife (43’41)Existiu um mar de amor, caridade, verdade e fé ...
14/11/2021

Filme Mãe Terezinha Bulhões – um mar de amor no coração do Recife (43’41)

Existiu um mar de amor, caridade, verdade e fé no coração do Recife pulsando há 91 anos. Espalhando acolhimento e muito axé, Mãe Terezinha Bulhões, foi uma das juremeiras e iyalorixás mais antigas de Pernambuco vivas e ativas em seus trabalhos espirituais e sociais. Com incontáveis filhos e filhas na religião, tendo prestado assistência há toda sua comunidade em sua trajetória, ela é uma referência importante da religião de matriz africana e indígena no Brasil, herdeira e continuadora das insígnias sagradas do candomblé e da Jurema Sagrada, um verdadeiro patrimônio vivo dos povos tradicionais de terreiro.

Infelizmente se encantou no dia 13 de novembro de 2021, deixando uma lacuna profunda na tradição de mátria africana e indígena no Brasil. Mais uma biblioteca viva se foi deixando grandes saberes da vida para quem vivenciou toda sua bondade e axé.

Como homenagem à sua trajetória e fundamental contribuição à nossa religião, Alexandre L’Omi L’Odò assumiu o papel de diretor e roteirista de um filme (média metragem) que registra a memória e história dessa grande liderança religiosa de nosso tempo, cujo nenhum registro oficial e documental sistematizado consta de sua existência, até então. Com produção audiovisual do Angola Filmes e realização do Quilombo Cultural Malunguinho e a Casa das Matas do Reis Malunguinho, o projeto Mourão que não Bambeia, que tem como objetivo registrar e salvaguardar a memória, história oral e tradicional do povo de terreiro de nosso Estado através de pesquisa e registro documental e audiovisual, faz nascer seu primeiro trabalho de preservação de memória oral dos grandes sacerdotes e sacerdotisas da religião de terreiro em Pernambuco.

A missão desse filme é eternizar a memória de Mãe Terezinha Bulhões, trazendo-a como protagonista de sua própria história, mostrando à toda sociedade que ela existiu e que merece respeito histórico. Esse projeto é anti apagamento da memória ancestral, afinal sabemos que existe uma lacuna imensa a ser preenchida sobre a história de nossa religião. Quase não há registros qualificados dos mais velhos dos terreiros e quando esses e essas morrem, toda sua trajetória se apaga no mar do esquecimento do racismo estrutural que nos assola socialmente. Temos que barrar esse processo e dar voz e vez à pessoas como Mãe Terezinha e tantas outras que merecem ser reconhecidas ainda em vida pela sua importante contribuição na história e desenvolvimento da sociedade como um todo.

Atenciosa, carinhosa e muito acessível, mesmo na altura dos seus 91 anos, dava atenção e ouvia cada filho e filha. Realiza anualmente todos os ciclos festivos da religião e adora dançar um coco. Essa é a filha dileta de Iyemojá Sessú, uma mulher guerreira que distribuiu muito amor com todes, mesmo tendo sofrido tanto em sua infância.

No coração do Recife existiu um mar, um oceano de amor sim, lá na Vila das Lavadeiras (Rua Palmares, nº 56, Areias) morou a felicidade e a resistência negro-indígena dos povos tradicionais de terreiro e toda sua história que forma a identidade deste país que precisa se encontrar consigo próprio para se reconhecer.

O filme foi lançado no dia de seu aniversário, 07 de outubro de 2020, data de seu aniversário de 90 anos, com apresentações de maracatu e coco, exibição do filme para toda comunidade e celebração coletiva de seu aniversário. Foi um momento ímpar registrado na alma de todos nós.

Com autorização da família, publico seu filme, sua memória, sua fala, e sua luta. Esse trabalho foi feito com muito amor e respeito. Mãe Terezinha sempre foi muito admirada por mim e por todos. Sinto-me honrado de ter sido escolhido pela espiritualidade para fazer e concluir esse trabalho único. Obrigado Iyemojá Sessú e Reis Malunguinho.

Ela com certeza toda Jurema a recebeu com alegria e luz. Com tanta humanidade e amor, ela hoje descansa leve com todo seu dever ancestral cumprido na terra. Bença mãe Terezinha, até breve. Obrigado por tudo que sua existência me ensinou.

Ficha Técnica

Concepção, Roteiro, Pesquisa e Direção: Alexandre L’Omi L’Odò
Produção Audiovisual: Angola Filmes
Produção Executiva: Alexandre L’Omi L’Odò
Fotografia, Montagem e Finalização: Adriano Lima
Assistentes de Edição: Pollyanne Carlos e Zé Gabriel
Assistentes de Produção: Diviol Lira e Welica Terezinha e Daniel Menezes
Assistente de Gravação: Diviol Lira
Projeto Gráfico/Cartaz: Adriano Lima
Articulação e Produção: Nadja de Oyá, Vado de Pau Ferro e Carolina Bulhões
Trilha Sonora Original: Alexandre L’Omi L’Odò e Obé Iná
Direção de Arte, figurino e dançarina (Iyemojá): Obé Iná
Realização Geral: Quilombo Cultural Malunguinho e Casa das Matas do Reis Malunguinho

Participações/depoimentos:

Pai Vado de Pau Ferro (juremeiro e babalorixá)
Pai Paulinho da Luz (babalorixá e juremeiro)
Hilton Bulhões (filho carnal)

Contatos: [email protected]

ATENÇÃO: Está proibido o download desse filme, completo ou suas partes, para publicação em páginas de instagran, facebook e youtube de terceiros sem autorização do diretor.

Compartilha bastante, essa história tem que ser conhecida por todo povo de terreiro do Brasil:

Link:

Existiu um mar de amor, caridade, verdade e fé no coração do Recife pulsando há 91 anos. Espalhando acolhimento e muito axé, Mãe Terezinha Bulhões, foi uma d...

Com incentivo da Lei Aldir Blanc, FUNDARPE e Governo do Estado, realizar.eos nessa quarta feira, 30 de junho, a live Mar...
30/06/2021

Com incentivo da Lei Aldir Blanc, FUNDARPE e Governo do Estado, realizar.eos nessa quarta feira, 30 de junho, a live Maracatu Nação do Reis Malunguinho e sua breve história para juntes compartilharmos saberes negríndios e fazer um bom debate sobre erradicado, inovação e futuro.

Todas e todos convidados. Live em meu canal de YouTube. 17h. Aproveita. Deixa o baque truar!!



01/06/2021

Malunguinho seja meu guia - música de Lucas dos Prazeres

No próximo episódio do *PVB Entrevista*, *Padrinho Alexandre L'Omi L'Odò* - () conversa com o Ọlóyè Marcuse de Airá () s...
01/06/2021

No próximo episódio do *PVB Entrevista*, *Padrinho Alexandre L'Omi L'Odò* - () conversa com o Ọlóyè Marcuse de Airá () sobre o tema *Malunguinho: de líder quilombola a Guardião da Jurema Sagrada*.

Alexandre L'Omi L'Odò é Historiador e Mestre em Ciência da Religião, sacerdote da Casa das Matas do Reis Malunguinho e autor do livro (no prelo) "Juremologia: uma busca etnográfica para sistematização de princípios da cosmovisão da Jurema Sagrada"_

🗓️ *QUARTA, 02 JUNHO*

⏰ Pontualmente às *20h*

✅ Clique aqui https://youtu.be/bBsCgoIRIDA e *DEFINA O LEMBRETE*

Malunguinho, Catucá e Abreu e Lima – histórias de lutaMalunguinho fora o título dado aos líderes do Quilombo do Catucá, ...
13/05/2021

Malunguinho, Catucá e Abreu e Lima – histórias de luta

Malunguinho fora o título dado aos líderes do Quilombo do Catucá, pessoas de grande transcendência e força que lideraram a segunda maior frente de luta por liberdade negra no Brasil. 115 anos aproximadamente separam Palmares do Catucá (1695 – 1810), e Pernambuco fora na primeira metade do século XIX o mais amplo e articulado campo para o desenvolvimento desse clã negro de luta, que segundo Pereira da Costa agia de forma a remontar as práticas africanas bantas e também exerciam uma forma de convívio comunista, tendo como participes indígenas, alguns brancos e mulheres que exerceram importante papel na consolidação e resistência do quilombo.

O Catucá iniciava-se nas abundantes matas e mangues nas margens do Rio Beberibe entre Recife e Olinda (onde hoje é Peixinhos e demais bairros), ampliando-se e dominando importante parte da Mata Norte, seguindo por Paulista, Abreu e Lima (antiga Maricota), Igarassu, Paudalho, Timbaúba, entre outros municípios até Goiana (onde existe um povoado quilombola recém reconhecido chamado de Catucá) até Alhandra na Paraíba.

Na história do país, não existiu negro a ter a cabeça colocada a prêmio por valor mais alto. Malunguinho (o primeiro cujo nome não foi revelado), devido a sua importante liderança e poder, aterrorizou a Coroa portuguesa que anunciou o valor de 100 mil réis para quem o entregassem morto. Com as elites fragilizadas pelas fraturas internas e revoluções, que fragilizaram seus aparatos repressivos devido as lutas armadas entre 1817 e 1824, o Catucá se fortaleceu, muitos negros e negras fugiram para as matas e conseguiram assim se unir ao ponto de colocar em risco a estabilidade da coroa e a segurança de toda população branca. Realizando inúmeros saques de alimentos e ocupações de mais e mais territórios, onde construiram casas, mocambos e plantações, os malungos como também eram chamados, instituíram-se como força bélica de grande porte, atormentando o sono dos colonizadores. Assim sendo, foi criada a “partida exterminadora do Chefe Malunguinho”, que após inúmeras investidas, conseguiu detê-lo e exterminá-lo em 1829.

O Catucá não se calou e sua luta por liberdade continuou com outros diversos líderes “Malunguinhos”, entre eles, o João Batista, último líder do quilombo, dominando importante quartel general chamado Cova da Onça e fazendo frente de guerra nas matas da antiga Maricota, hoje Abreu e Lima. Afamado pela sua coragem, João Batista foi amplamente perseguido, tendo sido assassinado de forma covarde em emboscada cruel em setembro de 1837, como informou documento expedido no dia 18 do mesmo mês.

A longa história do Catucá e dos Malunguinhos é grande e importante para o país. Continuando viva até os dias de hoje.

Malunguinho foi deificado e transformou-se numa das mais importantes divindades da Jurema Sagrada, coisa inédita a acontecer com outras lideranças negras no paísl. Ele virou um espírito de grande poder nessa religião do nosso Nordeste. Malunguinho é caboclo (índio), mestre, trunqueior/exu e Reis, titularidades religiosas dentro destra tradição forte e em pleno funcionamento em todo Pernambuco. Ele é o primeiro a ser cultuado, a receber oferendas e continuando sua missão como defensor do povo negríndio e pobre, é dada a ela a missão de defender a casa de todos os males, protegendo o portão do terreiro e as Cidades encantadas da Jurema. Seu papel continua sendo essencial para todas e todos que nele tem fé. Realizador de grandes milagres, é muito querido pelos juremeiros e juremeiras.

É em Abreu e Lima que acontece o maior encontro do povo de terreiro do Estado, o Kipupa Malunguinho – Coco na Mata do Catucá (), evento realizado pela instituição Quilombo Cultural Malunguinho () que há 15 anos faz esse grande e importante evento que atrai pessoas de todo país para conhecer as matas de Pitanga II, onde outrora Malunguinho e seus bandos dominaram e fizeram a mais importante revolução negra que a história conheceu depois de Palmares.

O Estado de Pernambuco aprovou a Lei Estadual da Vivência e Prática da Cultura Afro Pernambucana, a Lei Malunguinho nº 13.298/07, revogada e relocada na lei 16.241/17), que instituiu no calendário anual uma semana para debater a importância de Malunguinho para nossa identidade. Outras leis com o mesmo propósito foram aprovadas em São Lourenço da Mata (2.285/09), Olinda (5591/17) e Recife (18.562/19), faltando a Cidade de Abreu e Lima se pronunciar e aprovar uma lei ampla no município que valorize sua história a partir de Malunguinho e toda luta negríndia que envolve essa temática.

Malunguinho vive! O Catucá vive! Sobô Nirê Mafá!

Texto: Alexandre L’Omi L’Odò – juremeiro, historiador e mestre em ciências das religiões – SIGA:

06/04/2021

II Kipupa Malunguinho no Sopa Diário com Roger de Renór

14/03/2021

Um dos mais importantes percussionistas do Brasil homenageou em uma música chamada "Malunguinho que me guia" o Kipupa e o Reis Malunguinho.

Lucas dos Prazeres, multi artista renomado no cenário nacional da música brasileira, participou pela primeira vez do Kipupa em 2019, ano em que fez um lindo show para todo povo de terreiro.

Inspirado pela energia da mata sagrada do Catucá e todo mistério da Jurema daquele lugar, criou uma canção linda que apresentou neste mesmo ano no palco. A composição foi feita em parceria com sua esposa Deyse Leitão após terem tentado em anos anteriores chegar ao evento, se perdendo na mata por algumas vezes, concretizando a chegada somente em 2019, quando fez seu vibrante show animando o grande público presente.

Esse vídeo é um corte da produção do DEGUSTA - SONDAGEM, projeto apresentado na internet no domingo de Carnaval de 2021, ano que pela primeira vez na história não houve a festa de Momo. Pedi permissão para postar e ele nos autorizou. Fizemos uma pequena edição nesse vídeo que também tem outras músicas e vale muito a pena ser visto todo.

Obrigado Lucas e Deyse por tão carinhosa homenagem à este evento que realizamos com tanto amor. Em anos vindouros pós Pandemia queremos vocês em nosso palco fazendo àquele belíssimo show pra todo povo da Jurema. Simbora.

Música - Malunguinho que me guia: Lucas dos Prazeres e Deyse Leitão.

Link original da postagem do DEGUSTA - SONDAGEM: https://youtu.be/0-L3CkQtMu0

Sobô Nirê Mafá!

07/03/2021

Kipupa Malunguinho e a Ciência dos Encantados

NOTA DE FALECIMENTOHoje, às 11h da manhã, faleceu Dona Naílde, conhecida como Mãe Ná de Oxum Jagurá, ou Agbá Iyá seu nom...
02/03/2021

NOTA DE FALECIMENTO

Hoje, às 11h da manhã, faleceu Dona Naílde, conhecida como Mãe Ná de Oxum Jagurá, ou Agbá Iyá seu nome africano, uma das juremeiras e iyalorixás mais antigas do Estado de Pernambuco, com 93 anos de idade, deixa grande legado afro indígena cultural.

Mãe Ná, desde os seus 16 anos de idade, cultuava os orixás e a Jurema Sagrada. Iniciada dentro da Jurema por Mãe Bela de Ogum Tayó e Pai Adolfo do Caboclo Sultão da Mata, e no Orixá, pela Iyálòrixá, Josefina Guedes de Oyá Dolú, até hoje, permanecia cultuando junto aos seus filhos e filhas, netos e netas e bisnetos sua tradição nagô e sua Jurema inata.

Fez sua passagem para o mundo da verdade devido à uma parada cardiorrespiratória decorrente a diabetes e a uma infecção pulmonar que se agravou nos últimos dias.

Mãe Naílde, deu grande contribuição na preservação dos saberes e fazeres da tradição de matriz afro indígena, pois foi referência para inúmeros terreiros, realizando sempre grandes festas em sua casa na Rua Egas Muniz 158 - Água Fria/Recife (Rua de Batuta).

Foi homenageada no Prêmio Mourão que não Bambeia no XIV Kipupa Malunguinho - Coco na Mata do Catucá em 2018, momento de grande emoção no evento. Toda sua família se fez presente e juntes cantaram para Tertuliano. Foi incrível.

Era discípula do Caboclo Reis do Ororubá (Urubá) e do Mestre Tertuliano na Jurema Sagrada. No candomblé, fora iniciada para Oxum Jagurá (Ajangurá/Ijangurá) e fundou o Afoxé Oxum Jagurá, fazendo lindos carnavais no Recife, levando o brilho da deusa do ouro para a avenida e palcos no período momesco.

Toda sua família é do axé e da Jurema. Criou suas filhas e filhos dentro dos preceitos antigos de sua nação, construindo um patrimônio indelével na história do povo de eterreiro. Mãe Naílde, é o exemplo da mulher negríndia que lutou até seus últimos dias contra o racismo estrutural e o machismo, pois jamais abandonou suas raízes por quaisquer motivo que seja.

Fará muita falta entre nós. Chora todo povo da religião, pois mais uma biblioteca de valor inestimável nos deixou. Sabemos que seu Egun continuará iluminando nossas vidas, contudo, sua presença física, com seu sorriso largo e lindo, nos deixou grande saudade.

A Casa das Matas do Reis Malunguinho e todos seus filhos e filhas se solidarizam com a dor da família, amigos, filhos e filhas de Jurema e de "santo". Nosso mais profundo pesar.

Axexê mojubá.

Vídeo lindo de Lucas Dos Prazeres. Homenagem fantástica ao Kipupa. Tolamente emocionado. Que Malunguinho seja nosso mapa...
15/02/2021

Vídeo lindo de Lucas Dos Prazeres. Homenagem fantástica ao Kipupa. Tolamente emocionado. Que Malunguinho seja nosso mapa para sempre!!

Compartilhem muitoooooo!!

Lucas dos Prazeres especial Carnaval 2021 no Morro da Conceição | DegustaDomingo de Carnaval, e é claro que não podíamos deixar de presentear todos vocês com...

Nós da Casa das Matas do Reis Malunguinho e do Quilombo Cultural Malunguinho apoiamos veementemente o Cacique Marquinhos...
10/12/2020

Nós da Casa das Matas do Reis Malunguinho e do Quilombo Cultural Malunguinho apoiamos veementemente o Cacique Marquinhos Xukurú - em seu pleito judicial.

Queremos justiça e vitória para que ele assuma plenamente seus direitos civis como prefiro de Pesqueira/PE. NUNCA MAIS UM BRASIL SEM NÓS! é prefeito cacique indígena sim!

Enviamos todas as boas vibrações da Jurema Sagrada para que esse grande representante de nosso povo possa gerir sua cidade. Foi eleito pelo voto democrático e não pode ser impedido de dar continuidade ao projeto pelo qual foi eleito por mais de 51% da população.

DIGA AO POVO QUE AVANCE! e estamos juntes!

Alexandre L'Omi L'Odò
Sacerdote e coordenador geral

O amanhecer sempre acontece dentro da gente. Deixa os raios de sol saírem pelos seus dentes. Registro do XV Kipupa Malun...
06/12/2020

O amanhecer sempre acontece dentro da gente. Deixa os raios de sol saírem pelos seus dentes.

Registro do XV Kipupa Malunguinho 2020 - um retorno às origens motivado pela Pandemia do COVID-19. Vida que segue na força da Jurema Sagrada! Eu tocando e cantando coco para os(as) encantades.

Foto de .ft

Endereço

Rua De São João 340
Olinda, PE
53240442

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Kipupa Malunguinho - Coco na Mata do Catucá posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Entre Em Contato Com O Local De Adoração

Envie uma mensagem para Kipupa Malunguinho - Coco na Mata do Catucá:

Compartilhar