Conheça o Budismo Nichiren

Conheça o Budismo Nichiren Pagina para divulgação do budismo!!!

E AGORA ?Para começar, cito uma frase de Nitiren Daishonin: “Misturar outro ensino com o Nam-myoho-rengue-kyo é uma séri...
25/12/2024

E AGORA ?

Para começar, cito uma frase de Nitiren Daishonin: “Misturar outro ensino com o Nam-myoho-rengue-kyo é uma séria ofensa. Uma lanterna é inútil quando o sol se levanta. Como poderiam as gotas de orvalho ser úteis quando cai a chuva? Haveria necessidade de alimentar um bebê recém-nascido com algo que não seja o leite materno? O bom remédio atua por si só; não há necessidade de outro remédio”.

Quando iniciei a prática, notei que estava diante de algumas dúvidas semelhantes à sua, leitor. Meu pai era praticante firme da umbanda — e eu participava de alguns “trabalhos” com ele. Na época, conversando com um veterano budista, ele me disse: “Como você é iniciante no budismo, é plenamente compreensível sua questão”. E complementou: “Acredito que se ouvir uma criança recitando ‘batatinha quando nasce, esparrama pelo chão...’, poderá considerar uma gracinha; agora se, com o passar dos anos, ela continuar recitando do mesmo jeitinho, você poderá considerá-la meio maluca”.

Portanto, o primeiro passo é crescer na convicção como budista. No momento, ainda é compreensível que busque soluções imediatas, soluções fora de si mesmo e até “milagres”; com o passar dos dias, meses e anos, entenderá melhor que não existe solução fora do desafio de realizar a própria revolução humana.

Voltando às palavras daquele veterano, um dia ele citou vários exemplos que guardo até hoje: “Se você se casar e, vez por outra, visitar a ex-noiva, poderá esperar o quê?”; “Se você trocar de emprego, mas faltar no atual para resolver problemas e atender solicitação do ex-patrão, correrá o risco de ficar sem nenhum dos dois”; “Se diante de uma dor de cabeça, você tomar diferentes comprimidos, acabará sem saber qual fez efeito na melhora ou qual causou uma intoxicação”. Resumindo, você precisa definir claramente o que deseja ser.

Permita-me também refletir sobre outro aspecto de sua pergunta: Conforme você escreveu: “Será que tenho faltado com respeito ao Gohonzon?”, fico pensando se ao misturarmos práticas religiosas não estamos faltando com respeito a nós próprios...

O presidente da SGI, Daisaku Ikeda, orienta: “Devemos sempre nos lembrar da exortação de Daishonin em acreditar que a nossa própria vida é uma entidade do Myoho-rengue-kyo, bem como sua advertência de que se buscarmos a iluminação fora de nós, não estaremos praticando a Lei Mística, mas um ensino inferior. (...) A fé contínua na Lei Mística é a própria consecução do estado de Buda”.

Não é muito fácil ser budista no Brasil. Quer um exemplo simples? Pegue qualquer nota de real em sua carteira e encontrará impresso: “Deus seja louvado”, isto é, independentemente da fé, ou mesmo que seja ateu, o indivíduo está fadado a conviver com uma cultura repleta de manifestações religiosas. Porém, existe uma enorme diferença entre adaptar-se à cultura do país e misturar práticas religiosas. Nosso mestre ainda afirma: “... os senhores devem respeitar a cultura e os costumes de seu país. O Budismo de Nitiren Daishonin é o Budismo do Universo em si, é a grande Lei que ilumina a vida de todas as pessoas do mundo com absoluta igualdade. (...) Nada pode ser mais distante do espírito universal do budismo do que estar em conflito com os outros ou ser intolerante em nome da religião. Espero que, observando rigorosamente as leis e os costumes de seu país, como budistas, os senhores tornem-se cidadãos exemplares e de confiança de todos”.

Acabamos de passar pelas festas de fim de ano. No meu local de trabalho, bem em frente da minha mesa montaram uma árvore de natal, foi realizado o tradicional amigo-secreto e uma festa de confraternização. Participei de tudo, com as palavras de Nitiren Daishonin em mente: “Uma vez que nasci no domínio do governante, devo segui-lo em minhas ações. Mas não preciso segui-lo nas crenças do meu coração”.

Bem, leitor, o mais importante é realmente saber o que se deseja. Eu, por exemplo, tenho me esforçado ao longo de 40 anos de conversão para fazer sempre o que é mais certo. Não sou anti nada. Sou budista, tenho o Gohonzon, o presidente Ikeda como meu mestre e a BSGI... não preciso de mais nada.

TC 485 01/01/2009

02/11/2024

A morte é o último dos “quatro sofrimentosˮ e representa o medo.

Não há nada mais certo do que o fato de que iremos morrer.

Qual é a visão budista sobre a morte? Que postura devemos ter diante da morte?

Ciclo da vida e da morte

O budismo acredita que o ciclo de vida e morte é eterno. Esse ciclo pode ser comparado com o dia e a noite; com o despertar e dormir.

Assim como o sono nos prepara para as atividades do dia seguinte, a morte pode ser vista como um estado no qual descansamos e nos reabastecemos para uma nova vida.

Dessa perspectiva, a morte não deve ser reconhecida com medo.

A morte nos faz valorizar o presente

Transformar os sofrimentos e despertar para a realidade da morte nos propicia buscar e valorizar ao máximo cada momento.

A maioria das pessoas, posterga suas ações para algum dia no futuro. No budismo, o momento presente é o que mais importa.

Se atingirmos o estado de buda nesta existência, esse estado permeará para sempre a nossa vida.

Atitude diante da morte

A atitude de encerrar nossa existência com profundo senso de realização e serenidade, como resultado de nossa fé, sem sermos abalados pelo impedimento da morte nem por outras funções negativas, é o que nos conduz a um estado de felicidade ilimitada e eterna.

“Recite o Nam-myoho-rengue-kyo com a convicção de que sua fé será firme e correta no momento de sua morteˮ.
Nichiren Daishonin

O que você achou da série “Os quatros sofrimentos na visão budistaˮ?

Buda em vida, buda em morte

A morte nos dá a oportunidade de viver de maneira significativa.

Aos entes queridos que faleceram, o budismo expõe que, por meio do poder da Lei Mística, renascemos na companhia de nossos entes queridos existência após existência e por toda a eternidade.

O mais importante é realmente nos dedicarmos ao máximo nesta existência, acumulando o tesouro do coração para toda a eternidade.

Fontes de pesquisa: BS 1522, 2260, TC 589.

*Errata:* Na capa desta série erramos no título, o correto seria _"Os quatro sofrimentos da vida na visão budista"_. Pedimos desculpas.

14/10/2024
A palavra renge significa “flor de lótus”.É uma planta típica da Ásia (Japão, Filipinas, Índia), pertencente à mesma fam...
15/08/2024

A palavra renge significa “flor de lótus”.

É uma planta típica da Ásia (Japão, Filipinas, Índia), pertencente à mesma família da vitória-régia, uma planta que vive na água.

As suas qualidades de pureza e eternidade têm atraído atenção desde os tempos antigos. Não por acaso, também tornou-se símbolo dos ensinamentos de Shakyamuni.

Causa e efeito simultâno

Diferentemente de outras plantas, a flor de lótus (causa) e o fruto/semente (efeito)
germinam ao mesmo tempo e ilustram a simultaneidade da lei de de causa e
efeito.

Flor (causa)
Fruto/semente (efeito)

Crescendo em meio às adversidades

O lótus cresce em meio à água lamacenta, e mesmo nesse habitat hostil não
perde suas características, produzindo uma flor bela com agradável fragrância.

Fazendo uma analogia da flor de lótus com a nossa vida.

A compreensão da simultaneidade da lei de causa e efeito, nos dá a liberdade de ser feliz aqui e agora, sem ter que esperar longos anos por isso.

Ser feliz aqui e agora

E o exemplo da beleza do lótus que floresce em meio a lama, permite desfrutarmos de um vida plena, manifestando nosso verdadeiro valor, exatamente como somos e no local que estamos.

O importante é saber que boas causas dão bons efeitos.

“[...] no caso do Sutra do Lótus, quando uma mão o segura, esta mão de imediato atinge o estado de buda, e quando uma boca o recita, esta boca é, em si, um buda. É como o reflexo da Lua, que aparece na superfície da água ao mesmo tempo em que surge por trás das montanhas orientais, ou como um som e de seu eco, que se formam de uma só vez.”

Nichiren Daishonin

O Myoho-renge-kyo é como o Lótus 🪷

A flor de lótus é planta típica da Ásia (Japão, Filipinas, Índia), pertence à mesma família da vitória-régia, uma planta que vive na água.

E de todas as flores, o buda escolheu a flor de lótus para comparar ao Sutra. Não por acaso, somente o lótus contempla as flores e as sementes simultaneamente.

Você conhecia o significado de RENGE?

Fontes de pesquisa: **BS, edições 1682, 1812, 1829. TC 501,** CEND II, P. 366.

25/05/2024
Amanhã,  dia 12.05.2024 as 9h, cerimônia em memória às mães. Será via transmissão YOUTUBE. Até mais 😘❤️
11/05/2024

Amanhã, dia 12.05.2024 as 9h, cerimônia em memória às mães.

Será via transmissão YOUTUBE.

Até mais 😘❤️

Dia das Mães da Soka GakkaiEm 3 de maio de 1988, o presidente Ikeda instituiu o “Dia das Mães da Soka Gakkai” em louvor ...
03/05/2024

Dia das Mães da Soka Gakkai

Em 3 de maio de 1988, o presidente Ikeda instituiu o “Dia das Mães da Soka Gakkai” em louvor ao nobre empenho dos membros da Divisão Feminina.

PARABÉNS! 👏👏👏

*Bodsativas da Terra!!!*  *Juventude Soka !!* 🙏🏾🪷  *Obrigado* *NICHIREN DAISHONIN* *pelo dia de hoje!* Em *28 de abril d...
28/04/2024

*Bodsativas da Terra!!!*

*Juventude Soka !!* 🙏🏾🪷

*Obrigado* *NICHIREN DAISHONIN* *pelo dia de hoje!*

Em *28 de abril de 1253*, uma sonora voz ressoou para *iluminar a vida de toda a humanidade.*

Nichiren Daishonin, ao meio dia, *recitou o Nam-myoho-renge-kyo pela primeira vez,* fornecendo desse modo a *chave* para todas as gerações futuras desvendarem o *tesouro da iluminação* oculto no próprio coração.

Friccionando o rosário budista entre a palma das mãos, ele recitou *Nam-myoho-renge-kyo três vezes.*

Então, declarou que nenhum dos ensinamentos anteriores ao Sutra do Lótus revelavam a *iluminação do Buda*, que todas as escolas baseadas nesses ensinamentos eram desencaminhadoras.

Ele disse também que o *Sutra do Lótus* era supremo e que o Nam-myoho-renge-kyo, a *essência* desse sutra, era o único ensinamento capaz de *conduzir* as pessoas dos Últimos Dias da Lei à *iluminação.*

Endereço

Maringá, PR
.

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