Não Conformados

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22/06/2019

Os 5 Solas
A Reforma Protestante se iniciou no dia 31 de outubro de 1517, quando Martinho Lutero protestou contra a Igreja Católica Romana ao afixar à porta da Igreja da cidade alemã de Wittemberg, as suas famosas 95 teses ou 95 proposições para serem debatidas, com o foco principal em debater vários pontos teológicos da doutrina católico romana, sobretudo a questão sobre a salvação era pela fé somente, sem a ajuda das obras praticadas pelos cristãos.
Depois de Lutero, grandes reformadores protestantes foram importantes ao movimento de renovação do cristianismo. João Calvino, homem de mente privilegiada, sistematizou brilhantemente os princípios doutrinários em várias publicações, principalmente em suas “Instituições da Religião Cristã” (Institutas), obra que ainda é muito usada por teólogos, professores e principalmente cristãos que buscam os valores verdadeiros do Cristianismo. Também foram importantes Filipe Melanchton, Theodore de Béze, Ulrich Zuínglio, Martim Bucer, Menno Simons (reforma radical) e tantos outros.
Resumidamente, as proposições teológicas que serviram como pilares da Reforma Protestante são os chamados Cinco Solas - frases latinas que surgiram para enfatizar a diferença entre a teologia reformada protestante e a teologia católica romana. Sola, vem do latim e significa “somente” ou “apenas”, na língua portuguesa.

E os cinco solas são: Sola Fide, Sola Scriptura, Solus Christus, Sola Gratia e Soli Deo Gloria. Esses são os pilares da Reforma Protestante.
Sola Fide (somente a fé): este princípio afirma que o homem é justificado única e exclusivamente pela fé, sem o acréscimo das obras do mérito humano e, por meio dele, a tradição reformada é sustentada.
Sola Scriptura (somente a Escritura): A Escritura é a única regra de fé e prática da igreja e o protestantismo aceita doutrinas de sua inspiração, autoridade, inerrância, clareza, necessidade e suficiência. Somente as Escrituras são o fundamento da teologia reformada.
Solus Christus (somente Cristo): como forma de reação dos protestantes contra a igreja católica secularizada e contra os sacerdotes que afirmavam ter uma posição especial e serem mediadores da graça e do perdão por meio dos sacramentos que ministravam. A reforma defendeu que tal mediação entre o homem e Deus é feita somente por Cristo, único capaz de salvar a humanidade e o tema central da reforma protestante.
Sola Gratia (Somente a Graça): Além de a graça ser um dos atributos de Deus é, também, o próprio Cristo (em sua encarnação) e é o Espírito Santo quem aplica a graça ao coração do pecador. A graça comum é comunicada a todos os homens, indistintamente. Mas, graça especial é soteriológica (salvadora) e por meio dela que o homem é salvo, quando há a comunicação da salvação de Deus ao pecador. "Sola gratia" diz respeito a tudo que o homem possui (graça comum) e, em especial, à salvação que é dada pela graça somente. Graça especial somente, por meio da qual o homem é escolhido, regenerado, justificado, santificado, glorificado, recebe dons espirituais, talentos para o serviço cristão e as bênçãos de Deus.
Soli Deo Gloria (somente a Deus a glória): este pilar da teologia reformada afirma que o homem foi criado para a glória de Deus e que tudo que ele fizer deve destinar a glorificar a Deus.
Referências bibliográficas:
CHAUNU, Pierre. O tempo das reformas (1250-1550): a reforma protestante. Lugar na História, v. 49-50. Lisboa: Edições 70, 1993.
MARTINA, Giacomo. História da igreja: de Lutero aos nossos dias. V. 1: A era da Reforma. São Paulo: Loyola, 1997.
SILVESTRE, Armando A. Calvino: o potencial revolucionário de um pensamento. São Paulo: Vida, 2009.
______. Calvino e a resistência ao Estado. São Paulo: Mackenzie, 2003.
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Bom Dia!! Graça e Paz!
22/06/2019

Bom Dia!! Graça e Paz!

5 Passos para o Genuíno Arrependimento, Conversão, Santificação É difícil exagerar quando se fala na importância do arre...
14/03/2019

5 Passos para o Genuíno Arrependimento
, Conversão, Santificação


É difícil exagerar quando se fala na importância do arrependimento. Afinal, a primeira exortação pública de Jesus foi: “Arrependei-vos!” (Mc 1.15) — e se isso tinha prioridade na lista de Jesus, nós provavelmente também devemos prestar atenção. Mas como nos arrependemos genuinamente? O Salmo 32 é um lugar maravilhoso para se explorar a natureza e o processo do profundo arrependimento. Eis cinco passos vitais.

1. Seja honesto a respeito da sua necessidade de arrependimento.
Bem-aventurado o homem a quem o SENHOR não atribui iniquidade e em cujo espírito não há dolo. (v. 2)

Arrependimento requer honestidade. Ninguém vem a Deus com genuíno arrependimento no coração a menos que tenha, primeiro, reconhecido sua necessidade por perdão e reconciliação com ele. Apenas aqueles que pararam de tentar cobrir seu pecado com justiça própria e dolo podem experimentar a profunda e duradoura mudança que só pode vir a partir do arrependimento.

2. Reconheça o perigo do pecado e o prejuízo da culpa.
Enquanto calei os meus pecados, envelheceram os meus ossos pelos meus constantes gemidos todo o dia. Porque a tua mão pesava dia e noite sobre mim, e o meu vigor se tornou em sequidão de estio. (vv. 3-4)

Sejamos honestos: você está buscando arrependimento porque o Espírito de Deus o condenou. Nós sempre culpamos os outros pelo nosso estresse e mau humor em geral, mas, muitas vezes, nós simplesmente nos sentimos mal porque fizemos coisas más. Davi descreve sintomas físicos e emocionais associados a uma consciência culpada. Devemos avaliar honestamente as consequências do nosso pecado, o que significa avaliar tanto consequências pessoais quanto o impacto que ele tem — e continuará tendo — nos outros.

Continua após anúncio:


3. Confesse integralmente.
Confessei-te o meu pecado e a minha iniquidade não mais ocultei. Disse: “confessarei ao SENHOR as minhas transgressões”. (v. 5a)

Um profundo arrependimento exige confissão integral. Embora isso pareça contraintuitivo, a única maneira de ser verdadeiramente coberto por Cristo é expondo integralmente o seu pecado. No processo do arrependimento, devemos lutar para sermos completamente transparentes diante de Deus a respeito da profundidade e da largura do nosso pecado. Somente uma honestidade nua e crua satisfará — e levará à liberdade e alegria.

4. Esconda-se em Deus.
Tu perdoaste a iniquidade do meu pecado. Sendo assim, todo homem piedoso te fará súplicas em tempo de poder encontrar-te. Com efeito, quando transbordarem muitas águas, não o atingirão. Tu és o meu esconderijo; tu me preservas da tribulação e me cercas de alegres cantos de livramento. (vv. 5b-7)

Adão e Eva se esconderam atrás de coberturas inadequadas feitas por eles mesmos para mascarar seu pecado e vergonha. É nosso costume nos escondermos atrás de justiça própria a fim de parecer mais aceitáveis do que realmente somos. Se você quer mudar, mudar de verdade — que, a propósito, é a marca do verdadeiro arrependimento — então você deve se esconder em Deus somente.

Não é suficiente apenas arrepender de pecados manifestos. Não é suficiente dizer: “Eu admito meu comportamento errado”. Todo tipo de gente se arrepende dessa maneira, especialmente pessoas religiosas com uma reputação a manter.

Um cristão não apenas se arrepende de seus pecados externos, mas também de suas tentativas de se esconder por trás dos farrapos da justiça própria. Pare de se esconder no seu esforço. Esconda-se em Deus.

5. Agarre a esperança.
Muito sofrimento terá de curtir o ímpio, mas o que confia no SENHOR, a misericórdia o assistirá. (v. 10)

O que pode dar certeza de que Deus o perdoará? Seu amor infalível. Relembre e encontre confiança nas grandes promessas que ele fez ao longo da história e como elas foram cumpridas em Jesus Cristo.

Sua promessa a Adão e Eva de esmagar o inimigo
Sua promessa a Abraão de levantar e proteger um povo
Sua promessa a Moisés de providenciar um caminho através do qual seres humanos pecadores possam se relacionar significativamente com um Deus santo
Sua promessa a Davi de providenciar um Rei eterno definitivo para o seu povo
Ao longo de toda a história — até o momento do seu arrependimento — Deus tem dito e continua a dizer: “Eu amo você. Eu não falharei. Eu sou o bastante”.

Olhe para as promessas de Deus, agarre a esperança e “Alegrai-vos no SENHOR e regozijai-vos, ó justos; exultai, vós todos que sois retos de coração” (Sl 32.11).

30/08/2018

Estamos em reforma, voltaremos em breve

29/08/2017
21/08/2017

Assista esse video muito bom!
18/08/2017

Assista esse video muito bom!

No Perguntar Não Ofende de hoje o Rev. Augustus Nicodemus Lopes, titular da Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia, explica sobre o mal, e sobre o surgimen...

Graça e Paz!!
17/08/2017

Graça e Paz!!

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26/07/2017

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04/07/2017

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