28/01/2026
Eu acredito no poder do invisível
porque foi ele que me sustentou quando tudo parecia ruir.
Acreditei quando ninguém via,
quando o silêncio falava mais alto que as respostas,
quando a fé não era espetáculo — era sobrevivência.
Exu e Pombogira são vivos. #, vivem em movimento.
Estão na encruzilhada do pensamento,
na palavra dita na hora certa,
no “não” que salva,
no “vai” que empurra a vida pra frente.
Eles zelam pelo que ninguém vê:
pela dignidade ferida,
pela verdade que custa caro,
pela liberdade de ser quem se é sem pedir licença.
Zelam pelos caminhos, sim —
mas principalmente por quem caminha.
Exu não promete facilidade,
ele garante passagem.
Pombogira não enfeita a dor,
ela ensina a transformar cicatriz em força.
O invisível não é ausência.
É presença sutil, firme, inteligente.
É cuidado que não aparece,
mas age.
É proteção que não faz barulho,
mas não falha.
Quem vive essa fé sabe:
não é crença vazia, é experiência.
É sentir-se amparada mesmo na queda.
É saber que há mãos espirituais
segurando aquilo que a vida tenta derrubar.
Eu acredito no invisível
porque ele nunca deixou de acreditar em mim.
🖤✨