Casa de Oyá e Xapanã

Casa de Oyá e Xapanã Casa de axé e amor ��

Gratidão a todos que estiveram presentes na nossa gira de Quaresma. Foi um momento de fé, entrega e profunda conexão esp...
18/03/2026

Gratidão a todos que estiveram presentes na nossa gira de Quaresma. Foi um momento de fé, entrega e profunda conexão espiritual. Que o povo da rua, com sua sabedoria e força ancestral, leve embora toda dor, toda negatividade e tudo aquilo que não pertence mais aos seus caminhos.

Que as almas abençoadas tragam paz, proteção, equilíbrio e evolução para cada um que passou por essa corrente. Que nunca falte luz, amparo espiritual e caminhos abertos em suas vidas.

Sigam firmes na fé, com o coração fortalecido e a certeza de que vocês não estão sozinhos. A Calunga trabalha em silêncio, mas com grande poder.

18/03/2026
Ser de matriz africana é caminhar com os Orixás, honrar os ancestrais e sentir a espiritualidade pulsar em cada reza, em...
16/03/2026

Ser de matriz africana é caminhar com os Orixás, honrar os ancestrais e sentir a espiritualidade pulsar em cada reza, em cada vela acesa e em cada gesto de fé. É carregar no coração a força de uma tradição que ensina respeito, amor e conexão com o sagrado.

E dentro desse mesmo coração também existe um espaço cheio de devoção pela Virgem de Guadalupe, símbolo de amor, esperança e proteção. Porque a fé verdadeira não separa… ela acolhe, une e reconhece a presença do divino em muitas formas de luz.

Amar os Orixás e também ter carinho e devoção pela Virgem é entender que o sagrado é grande demais para caber em um único caminho. É sentir que o amor espiritual atravessa fronteiras, religiões e nomes diferentes, mas chega sempre ao mesmo lugar: o coração de quem acredita.

E quando a fé é sincera, ela se torna uma ponte de luz onde cabem os Orixás, os guias espirituais e também a Virgem que acolhe com seu manto sagrado. Porque no fundo, tudo que nasce do amor e do respeito também é sagrado.

Se até o feijão-fradinho precisa passar pelo fogo, pela água, pelo tempo certo e pela mão que sabe preparar para se torn...
09/03/2026

Se até o feijão-fradinho precisa passar pelo fogo, pela água, pelo tempo certo e pela mão que sabe preparar para se tornar acarajé.

Se o milho branco só se transforma em akassá depois de ser lavado, moído, cozido, mexido e enrolado com paciência.

Se a farinha, sozinha tão simples, só ganha sentido quando encontra o dendê e se torna padê…
Por que o ser humano insiste em rejeitar os próprios processos?
Querem o resultado sem o preparo, a elevação sem o desconforto, a maturidade sem a travessia.

Mas nada sagrado nasce cru.
Nada potente surge sem transformação.
O processo é o que tira a rigidez, o que quebra o excesso, o que ensina o ponto certo.

É nele que se aprende a respeitar o tempo, a disciplina, o silêncio e a escuta.
Assim como os alimentos de fundamento, o ser humano também precisa ser mexido, aquecido, atravessado por fases que incomodam para então revelar sua verdadeira força.
Quem foge do processo permanece cru.

Quem o honra, evolui.

A fé não impede o vento e não acalma o trovão na hora que a gente quer. Mas ela mantém a sua identidade intacta no meio ...
19/02/2026

A fé não impede o vento e não acalma o trovão na hora que a gente quer. Mas ela mantém a sua identidade intacta no meio do caos.
Porque atravessar a tempestade e vencer, não é sair seco. É sair inteiro!

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R. Soledade, 229
Gravataí, RS
94090-390

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