23/09/2025
==Razões pelas quais a oração é uma necessidade:
Conexão com Deus:
A oração é o principal meio de comunicar-se com o Criador, desfrutar da Sua presença e experimentar o Seu amor e poder.
Fortalecimento espiritual:
Ao orar, o espírito se concentra, a esperança renasce, o otimismo aumenta e a vontade de viver se renova, tornando a oração um "combate" contra o desânimo.
Expressão de fé e dependência:
Orar é reconhecer a existência de Deus e declarar a nossa própria insuficiência e total dependência Dele, expressando a nossa fé.
Crescimento e transformação:
Através da oração, alinha-se o coração com a vontade de Deus, crescendo-se no relacionamento com Ele e manifestando mudanças positivas no dia a dia.
Superação da solidão:
A certeza da presença de Deus na oração ajuda a superar o medo de estar sozinho, fortalecendo a convicção de que se vive Nele.
Busca pela vontade divina:
A oração é um ato de obediência e um meio para descobrir e seguir os propósitos de Deus, não apenas as nossas próprias necessidades.
Reconhecimento da glória de Deus:
A oração também é um ato de adoração, reconhecendo que o Criador é digno de toda a honra e glória.
Em resumo, para o cristão, orar não é um ato opcional, mas sim uma prática vital para o bem-estar do espírito e para uma vida em comunhão com Deus.
Orar é uma necessidade muito grande. Para nos mantermos ...
há 8 dias — 84 likes, 4 comments - sarinhabaguiar on September 15, 2025: "Orar é uma necessidade muito grande. Para nos mantermos de ...
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sarinhabaguiar
Por que orar se Deus já sabe o que você precisa?
16 de mar. de 2021 — Em seguida, nos versículos 11 a 13, vemos outro bloco relacionado às nossas necessidades, dizendo respeito ao pã...
Eu Vos Escrevi
Orar diariamente é uma necessidade - Formação
Perceber, vivenciar e sentir a presença de Deus em nós é oração, e ela é uma necessidade. Rezar não é formular palavras nem pensam...
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Que Se Deve Entender Por Pobres de Espírito
1 – Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o Reino dos Céus (São Mateus, V: 3)
2 – A incredulidade se diverte com esta máxima: Bem-aventurados os pobres de espírito, como com muitas outras coisas que não compreende. Por pobres de espírito, entretanto, Jesus não entende os tolos, mas os humildes, e diz que o Reino dos Céus é destes e não dos orgulhosos.
Os homens cultos e inteligentes, segundo o mundo, fazem geralmente tão elevada opinião de si mesmos e de sua própria superioridade, que consideram as coisas divinas como indignas de sua atenção. Preocupados somente com eles mesmos, não podem elevar o pensamento a Deus. Essa tendência a se acreditarem superiores a tudo, leva-os muito freqüentemente a negar o que, sendo-lhes superior, pudesse rebaixá-los, e a negar até mesmo a Divindade. E, se concordam em admiti-la, contestam-lhe um dos seus mais belos atributos: a ação providencial sobre as coisas deste mundo, convencidos de que são suficientes para bem governá-lo. Tomando sua inteligência como medida da inteligência universal, e julgando-se aptos a tudo compreender, não podem admitir como possível aquilo que não compreendem. Quando se pronunciam sobre alguma coisa, seu julgamento é para eles inapelável.
Se não admitem o mundo invisível e um poder extra humano, não é porque isso esteja fora do seu alcance, mas porque o seu orgulho se revolta à idéia de alguma coisa a que não possam sobrepor-se, e que os faria descer do seu pedestal. Eis porque só tem sorrisos de desdém por tudo o que não seja do mundo visível e tangível. Atribuem-se demasiada inteligência e muito conhecimento para acreditarem em coisas que, segundo pensam, são boas para os simples, considerando como pobres de espírito os que as levam a sério.
Entretanto, digam o que quiserem, terão de entrar, como os outros, nesse mundo invisível que tanto ironizam. Então seus olhos se abrirão, e reconhecerão o erro. Mas Deus, que é justo, não pode receber da mesma maneira aquele que desconheceu o seu poder e aquele que humildemente se submeteu às suas leis, nem aquinhoá-los por igual.
Ao dizer que o Reino dos Céus é para os simples, Jesus ensina que ninguém será nele admitido sem a simplicidade de coração e a humildade de espírito; que o ignorante que possui essas qualidades será preferido ao sábio que acreditar mais em si mesmo do que em Deus. Em todas as circunstâncias, ele coloca a humildade entre as virtudes que nos aproximam de Deus, e o orgulho entre os vícios que dele nos afastam. E isso por uma razão muito natural, pois a humildade é uma atitude de submissão a Deus, enquanto o orgulho é a revolta contra Ele. Mais vale, portanto, para a felicidade do homem, ser pobre de espírito, no sentido mundano, e rico de qualidades morais.
== O EVANGELHO EGUNDO O ESPIRITIMO / CAPÍTULO VII /BEM=AVENTURADOS OS POBRS DE ESPÍRITO.
==CAPÍTULO VII .
==GRATIDÃO PAI POR MAIS UM DIA,]==GRATIIDÃO MESTRE JESU,
==GRATIDÃO MARIA MÃE DE JESUS.
==GRATIDÃO DR.BEZERRA E TODA ESPIRITUAQLIDAE SUPERIOR.