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Aqui vai uma lenda original, criada especialmente para o dia 20 de Novembro – Dia da Consciência Negra, conectando simbo...
20/11/2025

Aqui vai uma lenda original, criada especialmente para o dia 20 de Novembro – Dia da Consciência Negra, conectando simbolicamente o Café Carvalho de Lima a uma oferenda de respeito, ancestralidade e força espiritual:



🌿 Lenda do Café Carvalho de Lima – A Oferenda dos Antepassados

Dizem os mais antigos que, muito antes das fazendas, das cidades e dos caminhos de pedra, havia um pequeno bosque onde um velho carvalho retorcido guardava os segredos dos ancestrais africanos que cruzaram o oceano trazendo consigo sua fé, sua força e sua memória eterna.

À sombra desse carvalho, vivia uma mulher chamada Lima, guardiã do tempo e da tradição. Ela era conhecida por sua sabedoria e por preparar um café tão forte e tão perfumado que, ao ser servido, fazia qualquer pessoa sentir o calor da ancestralidade tocar o peito.

Conta-se que, diante das dificuldades, Lima sempre dizia:

“Quando o corpo cansar, recorra ao espírito; quando o espírito hesitar, recorra aos ancestrais.”

E foi exatamente numa noite de 20 de novembro, quando o vento sussurrava histórias antigas, que Lima recebeu a visita de três ancestrais iluminados. Eles vieram não para pedir, mas para ensinar.

Os ancestrais tocaram o carvalho e dele brotou uma pequena flor dourada. Dessa flor, Lima colheu a essência que misturou ao café. Ao servir a bebida, o aroma subiu como um v***r azulado e formou no ar o rosto sorridente dos que vieram antes, trazendo paz e coragem.

Os ancestrais então disseram:

“Ofereça este café sempre que quiser lembrar quem você é.
Ofereça quando quiser agradecer.
Ofereça quando quiser resistir.
Pois enquanto houver memória, haverá força.”

Desde então, o Café Carvalho de Lima se tornou uma oferenda de honra no dia da Consciência Negra.
Cada xícara representa:
• Resistência dos que lutaram
• Orgulho dos que permaneceram
• Esperança dos que seguem em frente

E quem o oferece no dia 20 de novembro, diz que escuta, por um breve instante, o canto suave dos ancestrais soprando:

“Axé, memória e liberdade.”

19/09/2023

Populares por sua qualidade e quantidade, os cafés colombianos são facilmente encontrados em diferentes lugares, uma vez que o país é o terceiro maior produtor mundial. Mas esse status pode estar ameaçado por fatores como o clima imprevisível e a economia global turbulenta, que atualmente causam grandes problemas à produção cafeeira e deixam muitos agricultores à procura de respostas.

Conforme relatado pelo El País, os desafios que a Colômbia enfrenta hoje são familiares. Padrões climáticos adversos estão limitando a produção total de café do país, em particular, as secas prolongadas, causadas pelo El Niño, não permitem que as cerejas amadureçam. Além disso, as estações chuvosas mais intensas levam as cerejas a caírem dos pés antes do tempo.

Mas o clima é apenas um dos fatores que impactaram a produção colombiana anual de café - que registrou um declínio de 14 milhões de sacas para 11 milhões de sacas -, a procura global pelos grãos também está em queda. Uma estimativa do Rabobank concluiu que as importações de café para a União Europeia e para o Reino Unido diminuíram em 13% no segundo trimestre deste ano, enquanto que os Estados Unidos registraram uma queda de 11% ano após ano.

Enquanto isso, o país deve lidar com o mercado impulsionado pela produção no Brasil, o maior produtor mundial de café. Atualmente, uma colheita abundante de 64 milhões de sacas - juntamente com outra esperada para o próximo ano - já está levando à queda nos preços do grão.

É um futuro incerto para o café, tanto na Colômbia como em qualquer outro lugar. Não existe uma solução única para a rede de problemas enfrentados pelos cafeicultores. Uma coisa permanece clara, no entanto: quanto mais esperarmos para resolver os problemas, mais difíceis - e talvez permanentes - eles poderão se tornar.


18/09/2023

Na produção de cafés especiais, de qualidade superior, com pontuação acima de 90 pontos, conhecidos como cafés do Papa, a variedade de cafeeiros arara tem se mostrado bem adequada. A qualidade da bebida do café depende de três tipos de fatores: do ambiente de cultivo, das condições das plantas e dos cuidados na colheita e pós-colheita.

Na planta de café, a qualidade é ligada ao material genético, à variedade, que pode apresentar, nos seus frutos, características sensoriais superiores que se destacam. Nelas também influem a época de maturação, o espaçamento em que estão plantadas, que interfere no microclima, a boa nutrição das plantas e o controle de doenças, para garantir a formação apropriada dos frutos.

Quanto à variedade, sabe-se que alguns materiais apresentam maior facilidade na obtenção de qualidades superiores. São bem conhecidas, nesse aspecto qualitativo, as variedades bourbon, a geisha, a pacamara e o próprio typica. Variedades novas também têm surgido com grande aptidão.

Na presente nota técnica, objetiva-se relatar os bons resultados obtidos, nos últimos anos, com a qualidade dos cafés produzidos pela variedade arara. Os frutos dessa variedade apresentam sementes de tamanho grande e os lotes participantes de concursos têm obtido, por vários anos, notas superiores a 90 pontos, e ganharam, para a Fazenda Sertãozinho, 5 dos 6 concursos AROMA da BSCA em que participaram, tanto nos cafés preparados no processo natural, quanto no processo de cereja descascado (CD). Mais ainda, em um ano com pontuação recorde, de 94 pontos. A bebida do arara é limpa e adocicada, mais complexa e aromática.

Verifica-se, assim, que a cultivar arara associa qualidade superior nos cafés por ela produzidos. Além disso, em relação a outras variedades tradicionais, de boa qualidade de bebida, acrescenta características agronômicas importantes, como alta produtividade, bom vigor das plantas e resistência à ferrugem.


14/09/2023

Populares por sua qualidade e quantidade, os cafés colombianos são facilmente encontrados em diferentes lugares, uma vez que o país é o terceiro maior produtor mundial. Mas esse status pode estar ameaçado por fatores como o clima imprevisível e a economia global turbulenta, que atualmente causam grandes problemas à produção cafeeira e deixam muitos agricultores à procura de respostas.

Conforme relatado pelo El País, os desafios que a Colômbia enfrenta hoje são familiares. Padrões climáticos adversos estão limitando a produção total de café do país, em particular, as secas prolongadas, causadas pelo El Niño, não permitem que as cerejas amadureçam. Além disso, as estações chuvosas mais intensas levam as cerejas a caírem dos pés antes do tempo.

Enquanto isso, o país deve lidar com o mercado impulsionado pela produção no Brasil, o maior produtor mundial de café. Atualmente, uma colheita abundante de 64 milhões de sacas - juntamente com outra esperada para o próximo ano - já está levando à queda nos preços do grão. Tudo isto contribui para o que Albert Scala, vice-presidente da StoneX, empresa de serviços financeiros, chama de “mudança geracional”. Sendo a produção de café imprevisível, na melhor das hipóteses, e pouco lucrativa, na pior, muitos dos jovens estão abandonando o trabalho rural e dirigindo-se para a cidade.

É um futuro incerto para o café, tanto na Colômbia como em qualquer outro lugar. Não existe uma solução única para a rede de problemas enfrentados pelos cafeicultores. Uma coisa permanece clara, no entanto: quanto mais esperarmos para resolver os problemas, mais difíceis - e talvez permanentes - eles poderão se tornar.

12/09/2023

A Cooperativa dos Cafeicultores do Cerrado (Expocacer) e a Cafeteria Dulcerrado By Expocacer participarão do 31° Seminário do Café da Região do Cerrado Mineiro, realizado pela Associação dos Cafeicultores da Região de Patrocínio (Acarpa). Com o tema “Um olhar sustentável para o futuro da cafeicultura”, o evento acontece de 12 a 15 de setembro, no Campus do Centro Universitário de Patrocínio-MG (UNICERP).
A Expocacer é uma das patrocinadoras e marcará sua presença no painel de abertura sobre leis trabalhistas, onde o diretor superintendente da cooperativa, Simão Pedro de Lima, será o moderador. No estande, especialmente montado para atendimento aos cafeicultores durante os três dias do evento, a Expocacer oferecerá condições especiais no mercado Futuro e Barter.

Dentre as atividades que poderão ser conferidas no estande da cooperativa está a parceria com instituições bancárias presentes no evento, que viabilizarão a aquisição de insumos, implementos, maquinário, energia fotovoltaica e serviços, utilizando o café como moeda de troca.

Os visitantes do Seminário também poderão adquirir produtos da Cafeteria Dulcerrado, iniciativa da Expocaccer, e desfrutar dos cafés da marca que serão servidos no local. Cooperados que registrarem suas visitas ao estande em pelo menos dois dias de evento, além de ganharem um brinde especial, concorrerão a um iPhone 13.


08/09/2023

A convite da Embaixada do Brasil em Santiago e do Instituto Guimarães Rosa, o Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé) e o Museu do Café ministraram palestras sobre os avanços do agronegócio e parcerias comerciais brasileiras a um grupo de aproximadamente 20 futuros diplomatas chilenos, que ocuparão posições importantes nas Embaixadas do Chile pelo mundo.

“Comentei a realidade do agro brasileiro, suas organização, eficiência e sustentabilidade, com destaque para os avanços dos cafés do Brasil em tempos de ESG, realçando, nesse sentido, as ações desenvolvidas pelo Cecafé, como o Projeto Carbono, a Plataforma Brasileira de Rastreabilidade, além de diversos melhoramentos produtivos que colocaram o Brasil como líder absoluto no mercado global do produto”, comenta Marcos Matos, diretor-geral do Cecafé.

Os chilenos também acompanharam uma palestra da diretora executiva do Museu do Café, Alessandra Almeida, que abordou as ações da instituição, as exposições e o novo posicionamento adotado com foco em governança socioambiental, convidando a todos para uma visita de conhecimento ao Brasil.

“Foi uma grande oportunidade apresentar o Museu do Café a um público específico, abordando o café para além da bebida, levando ao conhecimento dos futuros diplomatas a importância do grão, não apenas na esfera econômica, mas como um patrimônio da humanidade dada sua abrangência nas áreas social, cultural e educacional”, analisa Alessandra.


06/09/2023

Para combater a informalidade no setor cafeeiro e promover mais frentes de trabalho, foi assinado, na quarta-feira do dia 30, em Brasília, o Pacto pela Adoção de Boas Práticas Trabalhistas e Garantia de Trabalho Decente na Cafeicultura no Brasil. O acordo busca valorizar e disseminar práticas sustentáveis, com foco na formalização das relações de trabalho.

O pacto garante também que a assinatura da carteira de trabalho por trabalhadores da cafeicultura não causará a saída do Programa Bolsa Família. A ideia é proteger as pessoas que assinam carteira e trabalham na plantação, com contratos de oito a nove meses.

O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, acredita que a assinatura vai abrir oportunidades para acordos semelhantes em diversas áreas: “Creio que este pacto representa muito mais do que imaginamos. É um farol para organizar as atividades econômicas e conduzir a um processo de trabalho decente, combatendo a precarização, o trabalho escravo, a exploração do trabalho infantil. Acima de tudo, vai reforçar a formalização do mercado de trabalho”.

O ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias, reforçou a importância de unir o Bolsa Família e o Plano Brasil Sem Fome – que foi lançado na quinta-feira (31), em Teresina – com as políticas trabalhistas.

“O trabalho decente significa combater a informalidade e a exploração de pessoas que já estão numa situação difícil. A informalidade é ruim para o país, para as empresas e afeta a economia. Este passo dado aqui, hoje, garante proteção social, o que é fundamental para reduzir a fome e a extrema pobreza. A forma mais segura de garantir comida na mesa do brasileiro é por meio do trabalho digno e reconhecido”, completou Dias.


05/09/2023

As importações de café da Coreia do Sul diminuíram este ano, de acordo com o Serviço de Alfândega do país. O declínio é atribuído a uma seca que impediu a produção global do grão. De acordo com as estatísticas comerciais de 21 de janeiro, o volume das importações coreanas de café, de janeiro a julho deste ano, foi de 109.752 toneladas, uma queda de 3,9% em relação ao mesmo período de 2022.

O valor das importações de café também caiu 9,5%, para US$ 646,73 milhões. Tanto o volume como o valor das importações incluem cascas de café e substitutos que contenham café, seja torrado ou descafeinado. Se o atual declínio se mantiver até ao final do ano, marcará a primeira vez que as importações de café da Coreia caíram em cinco anos.

O amor dos coreanos pela bebida impulsionou um aumento constante nas importações de café do país. Depois de passar de 158 mil toneladas em 2018, para 168 mil toneladas em 2019, 170 mil toneladas em 2020 e 189 mil toneladas em 2021, as importações coreanas de café ultrapassaram a marca de 200 mil toneladas pela primeira vez, atingindo 205 mil toneladas em 2022.

As importações cresceram de 640 milhões de dólares em 2018, para 920 milhões de dólares em 2021, ultrapassando depois a marca de um bilhão de dólares em 2022, atingindo 1,3 bilhão de dólares.

Este ano, porém, as importações de café estagnaram e estão em declínio. Alguns atribuíram a queda à menor produção global do produto. Os principais exportadores de café, como o Brasil e a Indonésia, viram as suas colheitas de café diminuir devido às condições meteorológicas anormais. Na Indonésia, o terceiro maior produtor mundial de grãos de café robusta, a produção de café deverá cair cerca de 20% no próximo ano, à medida que as condições do El Niño mantêm a seca.


04/09/2023

No mês de agosto, o Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper) lançou um importante documento, em formato digital, que apresenta soluções para evitar a disseminação da doença dos cancros nos ramos do cafeeiro conilon e reduzir prejuízos à cafeicultura.
O documento, lançado oficialmente durante o evento TecnoAgro, da Rede Gazeta, foi elaborado em uma formatação visual própria e acessível para celular. Porém, o conteúdo também pode ser carregado por outros dispositivos, como computador ou tablet.

São autores os pesquisadores do Incaper, Inorbert de Melo Lima, José Aires Ventura, Hélcio Costa e Abraão Carlos Verdin Filho; do Instituto Federal do Espírito Santo (Ifes), Antônio Fernando de Souza; e da Universidade do Espírito Santo (Ufes – Campus Alegre), Willian Bucker Moraes.

No Espírito Santo, o café conilon (Coffea canephora) apresenta grande importância socioeconômica, respondendo por 31% do valor bruto da produção agropecuária em 2021, com uma área cultivada de 43.217 hectares. Todavia, nos últimos anos, a cafeicultura do conilon capixaba vem passando por um desafio fitossanitário, com o surgimento de cancros nos ramos desses cafés, que, consequentemente, podem gerar uma drástica redução da produção e morte prematura das plantas.

Os autores agradecem às instituições que apoiaram o trabalho em questão, em especial à Secretaria da Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca (Seag), à Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Espírito Santo (Fapes), ao Consórcio Pesquisa Café e ao Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) por todo o apoio técnico e financeiro.

Também agradecem a todos os agricultores, pela troca de experiências que culminou na produção dessa publicação e a todos os servidores do Incaper que colaboraram, direta ou indiretamente, na execução das atividades que permitiram a edição da publicação.


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