Comunidade Missionária Divina Misericordia

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Comunidade Missionária de Aliança e Vida Divina Misericórdia
Site: www.cmisericordia.com.br
E Mail: [email protected]
Casa Mãe: 016 3662 5598
Lar Madre Teresa de Calcutá: 016 3662 1767
Retiro Santa Paulina: 016 9996 0709

O DIACONATO PERMANENTELema do Diácono Irmão FranciscoO que fizestes a um destes pequeninos foi a mim que fizeste! Mt 25,...
24/05/2026

O DIACONATO PERMANENTE
Lema do Diácono Irmão Francisco
O que fizestes a um destes pequeninos foi a mim que fizeste! Mt 25,40.
Ao olharmos para o Concílio Vaticano II, nada melhor lembrarmos que foi por este concílio que a Igreja pode ver restaurado a riqueza do diaconato permanente. Em nossa Igreja Particular de Ribeirão Preto temos a alegria de ter diáconos permanentes ordenados desde a década de 70 e de maneira especial destacamos a criação de nossa Escola Diaconal Arquidiocesana São Lourenço pelas mãos de Dom Joviano no ano de 2007. Hoje celebramos o decimo segundo aniversário de ordenação dos 23 primeiros diáconos da Escola Diaconal São Lourenço.
A Sagrada Escritura diz em Atos 6,2 - 6: Por isso os Doze reuniram todos os discípulos e disseram: "Não é certo negligenciarmos o ministério da palavra de Deus, a fim de servir às mesas. Irmãos é melhor que escolhais entre vós sete homens de boa fama, repletos do Espírito e de sabedoria. Passaremos a eles essa tarefa e nos dedicaremos à oração e ao ministério da palavra". Tal proposta agradou a todos. Então escolheram Estêvão, homem cheio de fé e do Espírito Santo, além de Filipe, Prócoro, Nicanor, Timom, Pármenas e Nicolau, um convertido ao judaísmo, proveniente de Antioquia. Apresentaram esses homens aos apóstolos, os quais oraram e lhes impuseram as mãos.
Assim sendo o ministério diaconal, nos primeiros séculos, assumiu particularmente a dimensão da caridade. Em seguida, vem a liturgia e a Palavra. Nas primeiras comunidades cristãs, percebe-se a consciência de que a diaconia é a expressão concreta do amor. A diaconia é vivida como consequência do seguimento de Jesus, na humildade, na pobreza, na obediência, na disponibilidade, na entrega até o martírio, no compartilhar bens, dores, alegrias, aspirações.
Santo Inácio de Antioquia dizia: É necessário, pois, que também os diáconos, que são ministros dos mistérios de Jesus Cristo, agradem a todos, por todos os modos. Eles, efetivamente, não são apenas diáconos dos alimentos e das bebidas, mas ministros da Igreja de Deus.
“E não nos cansemos de fazer o bem…” escreveu o apóstolo Paulo. Pouco importa a ingratidão ou a ausência de reconhecimento; afinal de contas:
O vento refresca e o diácono serve.
A água dessedenta e o diácono serve.
O sol esquenta e o diácono serve.
O mundo gira e o diácono serve e continuará sempre a servir!
O lema de todo diácono deve ser: “Façamos o bem a todos”. Assim como o Pai celestial faz nascer seu sol sobre maus e bons e faz chover sobre justos e injustos, o diácono não deve discriminar ao fazer o bem. O que qualifica alguém para receber uma boa ação é apenas uma coisa: a necessidade!
São Lourenço que empresta o nome a nossa Escola Arquidiocesana disse um dia e todos os diáconos podem repetir hoje: “A Igreja nos confia o seu mais precioso tesouro: os pobres”!
Nestes tempos em que o papa Francisco tem insistido tanto em uma Igreja pobre e voltada para os pobres cremos que o ministério diaconal recebe como que uma injeção de ânimo; não para se envaidecer, mas para que todos os diáconos digam junto com o Papa Francisco: “Também somos pobres, pobres em nossas forças, nossos talentos, nossas capacidades, tudo que somos e temos parece tão pouco e pequeno diante da missão que nos aguarda; mas somos pobres para melhor servir os pobres, não somos grandes ou privilegiados servindo os pobres e desvalidos, somos irmãos servindo irmãos”. Diácono Irmão Francisco

NOSSA SENHORA AUXILIADORAEsta invocação mariana encontra suas raízes no ano 1571, quando Selim I, imperador dos turcos, ...
24/05/2026

NOSSA SENHORA AUXILIADORA
Esta invocação mariana encontra suas raízes no ano 1571, quando Selim I, imperador dos turcos, após conquistar várias ilhas do Mediterrâneo, lança seu olhar de cobiça sobre toda a Europa. O Papa Pio V, diante da inércia das nações cristãs, resolveu organizar uma poderosa esquadra para salvar os cristãos da escravidão muçulmana. Para tanto, invocou o auxílio da Virgem Maria para este combate católico.
A vitória aconteceu no dia 7 de outubro de 1571. Afastada a perseguição maometana, o Santo Padre demonstrou sua gratidão à Virgem acrescentando nas ladainhas lauretanas a invocação: Auxiliadora dos Cristãos.
No entanto, a festa de Nossa Senhora Auxiliadora só foi instituída em 1816, pelo Papa Pio VII, a fim de perpetuar mais um fato que atesta a intercessão da Santa Mãe de Deus: Napoleão I, empenhado em dominar os estados pontifícios, foi excomungado pelo Sumo Pontífice. Em resposta, o imperador francês sequestrou o Vigário de Cristo, levando-o para a França. Movido por ardente fé na vitória, o Papa recorreu à intercessão de Maria Santíssima, prometendo coroar solenemente a imagem de Nossa Senhora de Savona logo que fosse liberto.
O Santo Padre ficou cativo por cinco anos, sofrendo toda espécie de humilhações. Uma vez fracassado, Napoleão cedeu à opinião pública e libertou o Papa, que voltou a Savona para cumprir sua promessa. No dia 24 de maio de 1814, Pio VII entrou solenemente em Roma, recuperando seu poder pastoral. Os bens eclesiásticos foram restituídos. Napoleão viu-se obrigado a assinar a abdicação no mesmo palácio onde aprisionara o velho pontífice.
Para marcar seu agradecimento à Santa Mãe de Deus, o Papa Pio VII criou a festa de Nossa Senhora Auxiliadora, fixando-a no dia de sua entrada triunfal em Roma.
O grande apóstolo da juventude, Dom Bosco, adotou esta invocação para sua Congregação Salesiana porque ele viveu numa época de luta entre o poder civil e o eclesiástico. A fundação de sua família religiosa, que difunde pelo mundo o amor a Nossa Senhora Auxiliadora, deu-se sob o ministério do Conde Cavour, no auge dos ódios políticos e religiosos que culminaram na queda de Roma e destruição do poder temporal da Igreja. Nossa Senhora foi colocada à frente da obra educacional de Dom Bosco para defendê-la em todas as dificuldades.
No ano de 1862, as aparições de Maria Auxiliadora na cidade de Spoleto marcam um despertar mariano na piedade popular italiana. Nesse mesmo ano, São João Bosco iniciou a construção, em Turim, de um santuário, que foi dedicado a Nossa Senhora, Auxílio dos Cristãos.
A partir dessa data, Dom Bosco, que desde pequeno aprendeu com sua mãe Margarida, a confiar inteiramente em Nossa Senhora, ao falar da Mãe de Deus, lhe unirá sempre o título Auxiliadora dos Cristãos. Para perpetuar o seu amor e a sua gratidão para com Nossa Senhora e para que ficasse conhecido por todos e para sempre que foi "Ela (Maria) quem tudo fez", quis Dom Bosco que as Filhas de Maria Auxiliadora, congregação por ele fundada juntamente com Santa Maria Domingas Mazzarello, fossem um monumento vivo dessa sua gratidão.
Dom Bosco ensinou aos membros da família Salesiana a amarem Nossa Senhora, invocando-a com o título de AUXILIADORA. Pode-se afirmar que a invocação de Maria como título de Auxiliadora teve um impulso enorme com Dom Bosco. Ficou tão conhecido o amor do Santo pela Virgem Auxiliadora a ponto de Ela ser conhecida também como a "Virgem de Dom Bosco".
Escreveu Dom Bosco: "A festa de Maria Auxiliadora deve ser o prelúdio da festa eterna que deveremos celebrar todos juntos um dia no Paraíso".
Nossa Senhora Auxiliadora Rogai por nós

O ESPÍRITO SANTO TEM DUAS ASAS - PEDRO CASALDÁLIGA    É bom lembrar, primeiro, que o Espírito Santo não é uma pomba, é E...
24/05/2026

O ESPÍRITO SANTO TEM DUAS ASAS - PEDRO CASALDÁLIGA

É bom lembrar, primeiro, que o Espírito Santo não é uma pomba, é Espírito, não tem corpo.
A Santíssima Trindade - o Deus em quem nós acreditamos - é Pai, Filho e Espírito Santo. As três Pessoas Divinas, num só Deus.
Agora, na Bíblia e depois no catecismo, nas igrejas, nos quadros religiosos, no giro do Divino, o Espírito Santo nos é apresentado em figura de pomba: "Sois uma pomba excelente / toda vestida de branco", cantam os foliões.
Batizado no rio Jordão, Jesus saiu da água - conta o Evangelho de São Mateus, no capítulo 3 - "e logo os céus se abriram e ele viu o Espírito de Deus descendo como pomba e pousando sobre ele".
Daí, a figura de pomba que o Espírito Santo ganhou na Igreja.
Podemos, então, utilizar essa figura, para falarmos do Divino.
A gente diz que o Espírito Santo tem duas asas. Por quê?
De um lado, o Espírito nos leva à oração, à interioridade, à paz. De outro, ele nos leva à ação, ao compromisso, à luta.
O mesmo Espírito, dos dois lados!
Nunca nos leva às nuvens, à indiferença, à omissão.
Sempre é "o Espírito da Verdade", "o Pai dos Pobres", "o Espírito da Vida", "Ventania e Fogo".
Aquela passagem do Evangelho, que marca o início da vida pública de Jesus, deveria ser suficiente para que entendêssemos como o Espírito Santo é "agitador" e "subversivo", debelador da injustiça e da opressão, "revolucionador" do mundo:
"Chegou Jesus a Nazaré, onde se criara. Entrou num sábado na sinagoga e se levantou para fazer a leitura. Deram-lhe o livro do profeta Isaías. Abrindo o manuscrito, deu com a passagem onde se lia:
- 'O Espírito do Senhor está sobre mim, porque ele me ungiu para evangelizar os pobres; enviou-me para anunciar aos aprisionados a libertação, aos cegos a recuperação da vista, para por em liberdade os oprimidos e para anunciar um ano de graça do Senhor" (Lc 4,14-19).
Jesus, tomado pelo Espírito, parte para sua missão de evangelizador dos pobres e libertador do mundo. Maria, cheia do Espírito Santo, proclama a derrubada dos poderosos e a exaltação dos humildes. No dia de Pentecostes, os primeiros discípulos, sacudidos pelo vento e as chamas do Espírito, se lançam a dar testemunho do Ressuscitado, vencendo o medo, enfrentando os grandes, os perigos, a morte.
Há muitos cristãos que gostariam de acaronar o Espírito Santo como uma pombinha sem reivindicações, branquinha e sossegada. Boa para cantar aleluias, para chorar de emoção, para levantar os braços ao céu tirando os pés da terra... Esses cristãos cortam uma asa do Espírito Santo: a asa esquerda, aquela do compromisso e da ação, aquela da libertação e da luta. (Também não vamos cortar a outra asa: aquela da oração, do silêncio, da paz).
Um Espírito Santo manco não é mais o Espírito de Jesus!
Nós queremos o Espírito completo. Queremos seguir o Espírito com toda fidelidade. Orando e agindo, na mansidão e na luta. Ao impulso das duas asas, abraçando a terra e o céu, o Pai e os irmãos e as irmãs.
PENTECOSTES, a festa do Divino, é para examinarmos se acreditamos no verdadeiro Espírito de Deus, se não o mutilamos, se o seguimos fielmente, como Jesus de Nazaré o seguiu. O Espírito que desceu sobre ele é o mesmo que desce sobre nós. Pelo Espírito somos cristãos, à luz e na força d'Ele fazemos a Caminhada.
Na alegria do Espírito - com as duas asas bem abertas - abraça a tod@s este irmão e companheiro, o bispo Pedro.

(Jornal Alvorada - Maio/Junho de 1988)

24/05/2026
12 anos d4e ministério!
24/05/2026

12 anos d4e ministério!

Viva Nossa Senhora Auxiliadora
24/05/2026

Viva Nossa Senhora Auxiliadora

PENTECOSTESO Livro do Levítico prescreve: Depois, todos vós contareis sete semanas completas, a partir do dia seguinte a...
24/05/2026

PENTECOSTES
O Livro do Levítico prescreve: Depois, todos vós contareis sete semanas completas, a partir do dia seguinte ao da festa, do dia em que tiverdes oferecido o omer balanceado. Contareis até ao dia seguinte da sétima semana, isto é, cinquenta dias, e oferecereis ao Senhor uma nova oblação. (Lev. 23; 15-16).
No hebreu esta "Festa das Semanas" é conhecida como Shavuot (literalmente "semanas").
Pentecostes é uma palavra que vem do grego e significa quinquagésima ou espaço de 50 dias, e já foi usada:
* Na cegueira e resignação de Tobias:
- Ora, pela festa do Pentecostes, que é a festa das Semanas, tendo-me sido preparado um almoço, reclinei-me para comer. (Tob.2;1).
* Na vitória de Judas sobre os povos vizinhos:
- Em seguida entraram em Jerusalém, porque a Festa das Semanas se aproximava. Passada a Festa de Pentecostes, avançou contra Górgias, chefe militar da Idumeia. (2 Mac. 12;31-32).
A Festa das Semanas ou o Pentecostes foi originariamente um festival agrícola durante o qual eram oferecidos como sacrifício ao Senhor, em ação de graças pelas boas colheitas, os primeiros frutos e cereais da terra.
O Livro do Êxodo especifica a festa da Páscoa, a festa do Pentecostes, a festa dos Tabernáculos e a festa das três peregrinações:
- Celebrarás três vezes por ano festas em Minha honra.
* Primeiramente comerás a festa dos Ázimos. Durante sete dias, como te ordenei, comerás pães sem fermento, no mês de Abib, visto teres saído então do Egipto; e ninguém se apresentará diante de Mim com as mãos vazias. (Êx.23;14-15).
* Comemorarás, a seguir, a festa da colheita, festa das primícias do teu trabalho, do que semeaste nos campos; e a festa do Outono, ao declinar do ano, quando recolheres dos campos todos os seus frutos.(Êx.23;16).
* Três vezes por ano, todos os teus varões apresentar-se-ão diante do Senhor. (Êx. 23; 17). (cf.Êx. 34; 18-24; Deut. 16;16; 2 Par.8;13).
A data do Pentecostes era tradicionalmente calculada como 50 dias a contar do primeiro dia da observância da Páscoa.
Em adição ao significado de festival agrícola, a festa dos judeus Shavuot comemora também a revelação da Lei (Torah) a Moisés no monte Sinai, promulgada sete semanas depois da saída do Egipto.
Embora esta associação das duas festas não conste do Antigo Testamento, todavia ela é mencionada na literatura rabínica.
É referida como "o tempo de apresentar o Torah", o aniversário da revelação do Sinai.
A descrição do Êxodo a respeito da teofania do Sinai (Êx. 19;1 até 20;26) é a leitura do Torah para o primeiro dia da festa, e o Édito de Ciro é a visão teofânica de Esdras.(Esd. l ; 2).
Para os Cristãos o Pentecostes adquire uma nova dimensão e um novo significado, segundo os Atos dos Apóstolos (At.2;1-41), em que a celebração da festa é a ocasião para o Espírito Santo descer sobre os Apóstolos reunidos em oração, na forma de "línguas de fogo", distribuídas a cada um deles :
- Viram, então, aparecer umas línguas à maneira de fogo, que se iam dividindo, e poisou uma sobre cada um deles. (At.2;3).
Diz o Catecismo da Igreja Católica:
731. - No dia de Pentecostes (no termo das sete semanas pascais), a Páscoa de Cristo completou-se com a infusão do Espírito Santo que Se manifestou, Se deu e Se comunicou como pessoa divina: da sua plenitude, Cristo Senhor derrama em profusão o Espírito.
O fogo está associado com a presença de Deus na teofania do Sinai :
- Todo o monte Sinai fumegava, porque o Senhor havia descido sobre ele no meio de chamas. O fumo que se elevava era como o de um forno e todo o monte estremecia violentamente. (Êx. l9;18).
O discurso de Pedro no dia de Pentecostes (At. 2;14-36) é uma explicação para os discípulos da manifestação escatológica da visão do profeta Joel :
- Depois disto acontecerá que derramarei o Meu Espírito sobre toda a carne : os vossos filhos e as vossas filhas profetizarão; os vossos anciãos terão sonhos, e os vossos jovens terão visões. Naqueles dias derramarei também o Meu Espírito sobre os escravos e as escravas. Farei aparecer prodígios no céu e na terra, sangue, fogo e turbilhões de fumo... (At.2; 17-19).
A primitiva Igreja celebrava o Pentecostes, embora em continuação do festival judeu até ao fim do século II, e a ele se refere S. Paulo :
- Ficarei, no entanto em Éfeso, até ao Pentecostes... (1 Cor. 16;8).
Nos fins do século IV a festa da Ascensão era celebrada em algumas partes da Igreja, 40 dias depois da Páscoa.
Originariamente, o mistério do fim da presença de Jesus vivo entre os seus discípulos, era observado como fazendo parte da descida do Espírito Santo no 50º dia, ou Pentecostes.
E foi a partir daqui que se deixou de celebrar o festival judeu na Comunidade Cristã..
Os dias da semana entre a Ascensão e o Pentecostes era o período de preparação para a vinda do Espírito Santo a que se chama a novena do Pentecostes :
- E todos unidos pelo mesmo sentimento, entregavam-se assiduamente à oração... (At. 1;14).
Diz o Catecismo da Igreja Católica.
2623. - No dia de Pentecostes, o Espírito da promessa foi derramado sobre os discípulos, "reunidos num mesmo lugar" (At.2;1), enquanto O esperavam "todos numa só alma", entregues "assiduamente à oração" (At.1;14). O Espírito que ensina a Igreja e lhe recorda tudo quanto Jesus disse vai também formá-la para a vida de oração.
Depois do Pentecostes, com a força do Espírito Santo, os Apóstolos começaram desassombradamente a pregar a doutrina de Jesus, isto é, nasceu a Igreja.
Diz o Catecismo da Igreja Católica:
767. - "Consumada a obra que o Pai confiou ao Filho para cumprir na Terra, foi enviado o Espírito no dia de Pentecostes, para que santificasse continuamente a Igreja (LG 4). Foi então que "a Igreja foi publicamente manifestada diante duma grande multidão".
No primeiro dia, todos os estrangeiros entendiam a pregação na sua própria língua e logo depois batizaram-se cerca de 3000.
No Calendário Litúrgico da Igreja, o Pentecostes é celebrado 50 dias depois da Páscoa, e é esta solenidade que encerra o tempo pascal.
Diz o Catecismo da Igreja Católica:
1076. - No dia de Pentecostes, pela infusão do Espírito Santo, a Igreja manifesta-se ao mundo. O dom do Espírito inaugura um tempo novo na "dispensação do mistério"; o tempo da Igreja, durante o qual Cristo manifesta, torna presente e comunica a sua obra de salvação pela Liturgia da sua Igreja, Cristo vive e age, agora na sua Igreja e com ela, de modo novo, próprio deste tempo novo...

PENTECOSTES SEGUNDO O CATECISMO 37.1 Pentecostes dia da efusão do Espírito Santo§696 O fogo. Enquanto a água significa o...
24/05/2026

PENTECOSTES SEGUNDO O CATECISMO
37.1 Pentecostes dia da efusão do Espírito Santo
§696 O fogo. Enquanto a água significa o nascimento e a fecundidade da Vida dada no Espírito Santo o fogo simboliza a energia transformadora dos atos do Espírito Santo O profeta Elias, que “surgiu como um fogo cuja palavra queimava como uma tocha” (Eclo 48,1), por sua oração atrai o fogo do céu sobre o sacrifício do monte Carmelo, figura do fogo do Espírito Santo que transforma o que toca. João Batista, que caminha diante do Senhor com o espírito e o poder de Elias” (Lc 1,17), anuncia o Cristo como aquele que “batizará com o Espírito Santo e com o fogo” (Lc 3,16), esse Espírito do qual Jesus dirá “Vim trazer fogo à terra, e quanto desejaria que já estivesse acesso (Lc 12,49). É sob a forma de línguas “que se diriam de fogo” o Espírito Santo pousa sobre os discípulos na manhã de Pentecostes e os enche de Si. A tradição espiritual manterá este simbolismo do fogo como um dos mais expressivos da ação do Espírito Santo Não extingais o Espírito” (1Ts 5,19).
§731 No dia de Pentecostes (no fim das sete semanas pascais), a Páscoa de Cristo se realiza na efusão do Espírito Santo, que é manifestado, dado e comunicado como Pessoa Divina: de sua plenitude, Cristo, Senhor, derrama em profusão o Espírito.
§1287 Ora, esta plenitude do Espírito não devia ser apenas a do Messias; devia ser comunicada a todo o povo messiânico. Por várias vezes Cristo prometeu esta efusão do Espírito, promessa que realizou primeiramente no dia da Páscoa. e em seguida, de maneira mais marcante, no dia de Pentecostes. Repletos do Espírito Santo, os Apóstolos começam a proclamar “as maravilhas de Deus” (At 2,11), e Pedro começa a declarar que esta efusão do Espírito é o sinal dos tempos messiânicos. Os que então creram na pregação apostólica e que se fizeram batizar também receberam o dom do Espírito Santo
§2623 NO TEMPO DA IGREJA
No dia de Pentecostes, o Espírito da promessa foi derramado sobre os discípulos, “reunidos no mesmo lugar” (At 2,1), esperando-o, “todos unânimes, perseverando na oração” (At 1,14). O Espírito, que ensina a Igreja e lhe recorda tudo o que Jesus disse, vai também formá-la para a vida de oração.
P.37.2 Pentecostes dia da manifestação pública de Jesus
§767 “Terminada a obra que o Pai havia confiado ao Filho para realizará na terra, foi enviado o Espírito Santo no dia de Pentecostes para santificar a Igreja permanentemente.” Foi então que “a Igreja se manifestou publicamente diante da multidão e começou a difusão do Evangelho com a pregação”. Por ser “convocação” de todos os homens para a salvação, a Igreja é, por sua própria natureza, missionária enviada por Cristo a todos os povos para fazer deles discípulos.
§1076 A ECONOMIA SACRAMENTAL No dia de Pentecostes, pela efusão do Espírito Santo, a Igreja é manifestada ao mundo. O dom do Espírito inaugura um tempo novo na “dispensação do mistério”: o tempo da Igreja, durante o qual Cristo manifesta, toma presente e comunica sua obra de salvação pela liturgia de sua Igreja, “até que ele venha” (1 Cor 11,26). Durante este tempo da Igreja, Cristo vive e age em sua Igreja e com ela de forma nova, própria deste tempo novo. Age pelos sacramentos; é isto que a Tradição comum do Oriente e do Ocidente chama de “economia sacramental”; esta consiste na comunicação (ou “dispensação”) dos frutos do Mistério Pascal de Cristo na celebração da liturgia “sacramental” da Igreja. Por isso, importa ilustrar primeiro esta “dispensação sacramental” (Capítulo I). Assim aparecerão com mais clareza a natureza e os aspectos essenciais da celebração litúrgica (Capítulo II.).
P.37.3 Pentecostes dia da plena revelação da Trindade
§732 Nesse dia é revelada plenamente a Santíssima Trindade. A partir desse dia, o Reino anunciado por Cristo está aberto aos que crêem nele; na humildade da carne e na fé, eles participam já da comunhão da Santíssima Trindade. Por sua vinda e ela não cessa, o Espírito Santo faz o mundo entrar nos “últimos tempos”, o tempo da Igreja, o Reino já recebido em herança, mas ainda não consumado:
Vimos a verdadeira Luz, recebemos o Espírito celeste, encontramos a verdadeira fé: adoramos a Trindade indivisível, pois foi ela quem nos salvou.

SÃO VICENTE DE LÉRINS – DIA 24 DE MAIONascido no norte da França, São Vicente de Lérins, viveu sua juventude em busca da...
24/05/2026

SÃO VICENTE DE LÉRINS – DIA 24 DE MAIO
Nascido no norte da França, São Vicente de Lérins, viveu sua juventude em busca das vaidades do mundo. As notícias que temos sobre o religioso Vicente são poucas. Ele viveu no mosteiro de Lérins, onde foi ordenado sacerdote no século V. Os dados sobre sua vida antes desse período também não são muitos. Tudo indica que ele era um soldado do exército romano e que sua origem seria o norte da França, hoje território da Bélgica. Alguns registros encontrados em Lérins, escritos por ele mesmo, induzem a crer que seu irmão seria o bispo de Troyes. E ele decidira abandonar a vida desregrada e combativa do exército para "espantar a banalidade e a soberba de sua vida e para dedicar-se somente a Deus na humildade cristã". Vicente, então, optou pela vida monástica e nela despontou como teólogo e escritor famoso, grande reformador do mosteiro de Lérins. Ingressou nesse mosteiro, fundado por santo Honorato, na ilha francesa localizada defronte a Cannes, já em idade avançada. Ali se ordenou sacerdote e foi eleito abade, pela retidão de caráter e austeridade de vida religiosa. Transformou o local num florescente centro de cultura e de espiritualidade, verdadeiro celeiro de bispos e santos para a Igreja. Em 434, escreveu sua obra mais famosa, o "Comnitorium", também conhecido como "manual de advertência aos hereges". Mais tarde, são Roberto Belarmino definiu essa obra como "um livro de ouro", porque estabelece alguns critérios básicos para viver integralmente a mensagem evangélica.
Profundo conhecedor das Sagradas Escrituras e dotado de uma grande cultura humanística, os seus escritos são notáveis pelo vigor e estilo apurado, e pela clareza e precisão de pensamento. As obras possuem grande relevância contra a doutrina herética, e outros textos cristológicos e trinitários. Sua obra, em especial a "Advertência aos hereges" teve uma grande difusão e repercussão, atingindo os nossos dias.
Enaltecido pelos católicos e protestantes, porque traz toda a doutrina dos Padres analisadas nas fontes da fé cristã e todos os critérios da doutrina ortodoxa, Vicente era um grande polemista, respeitado até mesmo por são Jerônimo, futuro doutor da Igreja, seu contemporâneo. Os dois travaram grandes debates através de uma rica corresponderia, trazendo luz sobre muitas divergências doutrinais.
Vicente de Lérins teve seu reconhecimento exaltado pelo próprio antagonista, que fez questão de incluí-lo num capítulo da sua famosa obra "Homens ilustres". Morreu no mosteiro no ano 450. A Igreja católica dedica o dia 24 de maio a são Vicente de Lérins, celebrado na mesma data também no Oriente. São Vicente de Lérins, rogai por nós!

Fonte: http://www.paulinas.org.br/diafeliz/?system=santo&id=835

REFLEXÃO – SOLENIDADE DE PENTECOSTES - 24/05/2026Amados irmãos e irmãsA solenidade de Pentecostes é acontecimento de sum...
23/05/2026

REFLEXÃO – SOLENIDADE DE PENTECOSTES - 24/05/2026
Amados irmãos e irmãs
A solenidade de Pentecostes é acontecimento de suma importância para a vida da Igreja. O pentecostes ocorrido na Igreja Primitiva é perene e se perpetua pelos séculos; pois o Espírito Santo continua sendo derramado sobre os nossos corações até os dias de hoje e continuará assistindo a Igreja até a volta de Jesus.
Podemos ousar e dizer que no mistério da encarnação o Verbo rasgou o céu desceu a terra e se encarnou no seio da Virgem Maria que ali representava toda a humanidade; Deus (o Verbo) veio habitar no seio da humanidade; ao passo que retornando aos céus Jesus já não leva só a divindade, mas também a nossa humanidade. (Ele desceu só como Deus, mas sobe como Deus e Homem). Para que não ficássemos sozinhos no “mistério” Pentecostes é Deus Espírito Santo que vem habitar no seio da Igreja (por isto a mulher do Apocalipse é símbolo da Igreja) e habitando na Igreja habita o Espírito no meio de toda a humanidade.
E é este Espírito que foi e continua sendo derramado sobre a Igreja que possibilitou que a Palavra fosse anunciada em todas as línguas; a Palavra é uma só, mas é entendida na língua de cada um.
Nossa vida de cristãos é conduzida pelo Espírito Santo que recebemos no batismo e na crisma; este é o nosso pentecostes, que propicia não só a missão de anunciar; mas de produzir frutos do Espírito Santo como o amor, a paz, a alegria, paciência, etc.(Gl 5,22).
A ação do Espírito Santo pode ser notada em toda história do povo da antiga aliança assim como na nova aliança onde aparece mais claramente senão vejamos: Sem o Espírito Santo o patriarca Abraão não abraçaria tão grande missão e nem seria chamado de nosso pai na fé; sem o Espírito Santo de onde viria a força Sansão, a astúcia Judite, a visão de acontecimentos futuros em Isaias; a unção de Davi. Sem o Espírito Santo Maria não teria aceitado ser Mãe de Deus; sem o Espírito Santo Jesus não teria sido conduzido ao deserto; os apóstolos não teriam ousadia e força para pregar o evangelho, testemunhando a fé com sangue. Sem o Espírito Santo não teríamos mártires, nem virgens consagradas a Cristo e muito menos homens que deixam tudo para se configurar com Cristo, Cabeça e Pastor. Por fim sem o Espírito Santo não teríamos leigos comprometidos com a Igreja e a evangelização. É o Espírito Santo que dirige a Igreja através de tantos séculos.
Não podemos reduzir pentecostes a algo intimista e pessoal, Pentecostes é evento de toda a Igreja. A Igreja sem pentecostes, sem o Espírito Santo não passa de estrutura humana, uma ONG (organização não governamental); onde Jesus só faz parte da história, onde o Evangelho é letra morta e onde nossa missão não passa de marketing barato.
Neste Evangelho vemos que na verdade o primeiro derramamento do Espírito Santo na era cristã se dá exatamente no anoitecer do primeiro dia da semana, ou seja, no domingo em que Jesus ressuscitou. Ele aparece aos apóstolos e sopra sobre eles o seu Espírito. Aqui Jesus está confirmando a missão da Igreja através dos apóstolos a quem Ele envia como o Pai o enviou e a quem Ele dá poder de perdoar e reter pecados (sacramento da reconciliação).
Na primeira leitura do livro dos Atos dos apóstolos vemos que as línguas de fogo se repartiam e cada um recebia o Espírito e embora falando em outras línguas formavam unidade ao contrário de Babel onde também falando línguas diferentes não havia unidade e por isto não se entendiam.
Quando olhamos nossa Igreja Católica espalhada pelo mundo inteiro entre as mais variadas culturas, povos, línguas e nações se reunir em torno da celebração Eucarística, vemos que todos se entendem, pois tem unidade e não uniformidade.
Na primeira carta de Paulo aos coríntios nos é ensinado que somente pelo Espírito Santo podemos reconhecer Jesus como Senhor. Os dons não são derramados igualmente para todos, mas de maneira diversa. Ninguém recebe o dom do para o bem pessoal, mas sim para o bem comum. Não interessa tua cor de pele, tua condição financeira ou intelectual, tua estatura física ou tua nacionalidade; o Espírito Santo com que fomos batizados é o mesmo e por isto formamos com Ele um só Corpo que é a Igreja cuja cabeça é Cristo Jesus.
Rezemos com o Salmista: Bendize, ó minha alma, ao Senhor! Ó meu Deus e meu Senhor, como sois grande! Quão numerosas, ó Senhor, são vossas obras! Encheu-se a terra com as vossas criaturas. Se tirais o seu respiro, elas perecem e voltam para o pó de onde vieram. Enviais o vosso espírito e renascem e da terra toda a face renovais. Que a glória do Senhor perdure sempre, alegre-se o Senhor em suas obras! Hoje, seja-lhe agradável o meu canto, pois o Senhor é a minha grande alegria! Amém.
Reflexão feita pelo Diácono Irmão Francisco
Fundador da Comunidade Missionária Divina Misericórdia
1ª. Leitura: Atos 2,1-11
Salmo: 103/104
2ª. Leitura: 1 Coríntios 12,3-7.12-13
Evangelho: João 20,19 -23

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14300000

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