10/05/2026
Ontem eu vivi o dia que nenhum pai consegue ensaiar.
Com a Bíblia na mão, o coração na garganta e os olhos cheios d’água, Deus me deu a maior honra da minha vida: batizar o meu Diguinho.
Naquele tanque não entrou só o meu filho. Entrou toda a nossa história.
Entrou o Diguinho bebê, que eu embalava no colo às 3h da manhã quando a cólica não passava.
Entrou o Diguinho menino, que ajoelhava comigo pra orar e me perguntava “Pai, Deus tá ouvindo?”.
Entrou o Diguinho que me viu errar, pedir perdão, e nunca desistir de apontar ele pra Jesus.
E saiu um homem. Um homem que me olhou no fundo dos olhos, segurou firme na minha mão, e declarou pro céu e pra terra: “SIM, eu aceito Jesus!”
Diguinho, eu vou carregar essa cena pra eternidade.
A sua voz falhando de emoção no “sim”.
A água fria cobrindo seu corpo quente.
E o seu abraço molhado depois, quando você levantou sorrindo... como nova criatura.
Deus, eu não tenho mais nada pra Te pedir.
O Senhor já me deu tudo.
Me deu ele.
Me deu a salvação dele.
E me deu o privilégio insano de ser o instrumento pra apresentar ele a Ti.
Que o mundo inteiro saiba: o Diguinho é Teu.
Que ele nunca esqueça que, antes de ser meu filho, ele é filho do Rei.
“Eu e a minha casa serviremos ao Senhor.” Josué 24:15
Ontem, eu e o Diguinho assinamos esse contrato com o céu. E não tem cartório que cancele.