Paróquia Nossa Senhora da Conceição - Lucala

Paróquia Nossa Senhora da Conceição - Lucala Informações para nos contactar, mapa e direções, formulário para nos contactar, horário de funcionamento, serviços, classificações, fotos, vídeos e anúncios de Paróquia Nossa Senhora da Conceição - Lucala, Organização religiosa, Rua da missão de Lucala (Bairro Villa), Lucala.

17/09/2022

Iniciamos hoje lendo o Evangelho do Dia

Evangelho (Lc 8,4-15): Naquele tempo, ajuntou-se uma grande multidão, e de todas as cidades iam até Jesus. Ele, então, contou uma parábola: «O semeador saiu a semear. Ao semear, uma parte da semente caiu à beira do caminho e foi pisada; e os pássaros do céu a comeram. Outra parte caiu sobre ...

12/09/2021

HOMILIA
Se alguém quer vir após mim (...) tome a sua cruz e siga-me!»

Hoje em dia nos encontramos com situações similares à descrita nesta passagem evangélica. Se agora mesmo, Deus nos perguntasse «quem dizem os homens que eu sou?» (Mc 8,27), teríamos que informar-lhes sobre todo tipo de respostas, inclusive pitorescas. Bastaria com dar uma olhada no que se diz, e no que se comenta, nos mais variados meios de comunicação. Só que... já se passaram mais de vinte séculos de tempo da Igreja. Depois de tantos anos, condoemo-nos e -com Santa Faustina- nos queixamos diante de Jesus: «Por que é tão pequeno o número dos que te conhecem?».

Jesus, naquela ocasião da confissão de fé feita por Simão Pedro, «E Jesus os advertiu para que não contassem isso a ninguém» (Mc 8,30). Sua condição messiânica devia ser transmitida ao povo judeu com uma pedagogia progressiva. Mais tarde chegaria o momento fundamental em que Jesus Cristo declararia -de uma vez e para sempre- que Ele era o Messias: «Eu sou» (Lc 22,70). Desde então, já não há escusa para não declarar-lhe nem reconhecer-lhe como o Filho de Deus vindo ao mundo para nossa salvação. Mais ainda: todos os batizados têm esse gozoso dever sacerdotal de predicar o Evangelho por todo o mundo e a toda criatura (cf. Mc 16,15). Esta chamada à predicação da Boa Nova é tanto mais urgente se levamos em consideração que sobre Ele continuam proferindo todo tipo de opiniões equivocadas, inclusive blasfêmias.

Mas o anuncio de sua messianidade e da chegada do seu Reino passa pela Cruz. Efetivamente, Jesus Cristo «E começou a ensinar-lhes que era necessário o Filho do Homem sofrer muito» (Mc 8,31), e o Catecismo nos lembra que «a Igreja avança em sua peregrinação através das persecuções do mundo e dos consolos de Deus» (n. 769). Eis aqui, pois, o caminho para seguir a Cristo e dar-lo a conhecer: «Si alguém quer vir após mim (...) tome sua cruz e siga-me» (Mc 8,34).

04/08/2021

O Dia do Padre é comemorado anualmente em 4 de agosto no Brasil.

O padre é um dos membros do clero da Igreja Católica, um sacerdote consagrado por um bispo cuja missão é evangelizar, celebrar a Eucaristia (missa), ouvir confissões, ministrar o batismo, o sacramento da cura, abençoar os fiéis, etc.

Historicamente, a figura do padre é de grande importância, pois era uma pessoa de muita influência junto à comunidade.

Um sacerdote deve estudar muitos anos até receber a ordenação. Os padres católicos podem pertencer a uma ordem religiosa, como os franciscanos, vicentinos, jesuítas, entre outras. Essas possuem um "carisma" próprio, seja ele educacional ou de cuidado aos doentes, e vivem sob a supervisão de um superior.

Já os padres diocesanos estão ligados diretamente ao bispo de sua diocese e tem como missão cuidar dos seus paroquianos.

Na Igreja Católica, a figura do padre é considerada semelhante a de um "pai" (padre), que intercede por seus "filhos" (fiéis) em nome de Deus e Jesus Cristo.

Origem do Dia do Padre

O Dia do Padre é celebrado oficialmente em 4 de agosto, data da festa de São João Maria Vianney, comemorada desde 1929, quando o Papa Pio XI o proclamou padroeiro dos padres e das demais pessoas que servem aos ensinamentos de Deus. Nesta data também é celebrado o dia do sacerdote.

João Maria Vianney nasceu na França, em 1786, e foi considerado um dos mais notáveis conselheiros do mundo católico em sua época. O Papa Pio XI o canonizou em 1925.

- Assim "morreu" (dormiu) a virgem Maria segundo são João Damasceno, doutor da igreja - 😍😍😍😍" A Mãe de Deus não morreu d...
28/07/2021

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Assim "morreu" (dormiu) a virgem Maria segundo são João Damasceno, doutor da igreja - 😍😍😍😍

" A Mãe de Deus não morreu de doença, pois ela por não ter pecado original não tinha que receber o castigo da doença. Ela não morreu de velhice, porque não tinha que envelhecer, já que ela não lhe chegava o castigo do pecado dos primeiros pais: envelhecer e acabar por fraqueza. Ela "morreu" de amor. Era tanto o desejo de ir para o céu onde o seu Filho estava, que este amor a fez morrer.
Uns quatorze anos após a morte de Jesus, quando já tinha empregado todo o seu tempo em ensinar a religião do Salvador a pequenos e grandes, quando tinha consolado tantas pessoas tristes e tinha ajudado tantos doentes e moribundos, fez os Apóstolos que já Aproximava-se a data de partir deste mundo para a eternidade.

Os Apóstolos amavam-na como a mais bondosa de todas as mães e apressaram-se a viajar para receber dos seus lábios maternais os seus últimos conselhos, e das suas sacrossantas mãos a sua última bênção.
Foram chegando, e com lágrimas copiosas, e de joelhos, beijaram essas mãos santas que tantas vezes os tinham abençoado. Para cada um deles teve a excelsa senhora palavras de conforto e de esperança. E depois, como quem se dorme no mais plácido dos sonhos, foi ela fechando santamente os seus olhos; e sua alma, mil vezes abençoada, partiu para a eternidade.

A notícia cundou por toda a cidade, e não houve um cristão que não viesse chorar ao lado do seu corpo, como pela morte da própria mãe. Seu enterro mais parecia uma procissão da Páscoa do que um funeral. Todos cantavam o aleluia com a mais firme esperança de que agora tinham uma poderosa protetora no céu, para interceder por cada um dos discípulos de Jesus.
No ar eles se sentiam suavíssimos mas fortes aromas, e parecia ouvir cada um, harmonias de músicas muito suaves. Mas, Tomás Apóstolo, não tinha chegado a tempo. Quando chegou já tinham voltado de enterrar a Mãe Santíssima.

Pedro, - disse Tomás-você não pode me negar o grande favor de poder ir para o túmulo da minha mãe amabilíssima e dar um último beijo a essas mãos santas que tantas vezes me abençoaram. E Pedro aceitou.
Eles foram todos para o Santo Sepulcro, e quando já estavam perto começaram a sentir de novo aromas suavíssimos no ambiente e harmoniosas músicas no ar.
Eles abriram o sepulcro e em vez de verem o corpo da Virgem encontraram somente... uma grande quantidade de flores muito lindas. Jesus Cristo tinha vindo, ressuscitou Sua Mãe Santíssima e a tinha levado para o céu.

Isto é o que chamamos de Assunção da Virgem Maria.
E quem de nós, se tivesse os poderes do Filho de Deus, não teria feito o mesmo com a própria mãe?"

Sacerdote e religiosas do Brasil em missão em AngolaAs religiosas irmã Rosenete Vieira e irmã Lorizete Cichoki da Congre...
15/06/2021

Sacerdote e religiosas do Brasil em missão em Angola

As religiosas irmã Rosenete Vieira e irmã Lorizete Cichoki da Congregação das Pequenas Irmãs da Sagrada Família e o padre Raimundo Anselmo Rodrigues Júnior, da Congregação Sagrada Família de Nazaré, com 18 anos de sacerdócio vivem na África realizando um trabalho missionário, superando os desafios de evangelizar em uma terra distante e ajudando a transformar a realidade da pobreza em uma perspectiva de levar o Reino de Deus ao continente africano.

“Gosto muito das celebrações litúrgicas, o povo angolano gosta muito de música, de dança o que torna as celebrações animadas, especialmente quando celebramos as festas litúrgicas e os sacramentos.” Irmã Rosenette Vieira

Irmã Rosenette Vieira é uma religiosa da Congregação das Pequenas Irmãs da Sagrada Família, natural de Enéas Marques, Paraná. No período de 2002 a 2007 teve uma experiência missionaria em Marituba, no Pará e desde a sua formação ouvia muitos testemunhos de outras religiosas no trabalho além-fronteiras, que relatavam a alegria e os desafios de iniciar um trabalho num país de uma cultura diferente.

“Sempre me senti impulsionada para a missão além-fronteira e desde a formação inicial, ouvia o testemunho das irmãs que serviram nesta missão com tanta alegria e generosidade. O desafio foi no Pará onde há uma grande diferença cultural, em relação ao Sul do Brasil, foi uma experiência que despertou ainda mais meu desejo de ser missionária além-fronteiras, especialmente em Angola, por ser um país de língua portuguesa. Nossa Congregação tem três comunidades em Angola, uma na capital Luanda, uma em Lucala – Kwanza Norte e recentemente abriu-se a comunidade de Chinjenje - Huambo. O sonho de ir em missão, se concretizou em 2014, quando completava 13 anos de Vida Consagrada”.

A Religiosa, foi enviada à paróquia Nossa Senhora da Conceição, em Lucala. Não foi difícil se adaptar, o povo é muito acolhedor e em relação a alimentação, tem a graça de se adaptar fácil, gosta de experimentar tudo e foi aprendendo a gostar da culinária angolana.
Mulheres africanas preparando alimentos
Mulheres africanas preparando alimentos
“Na missão nos dedicamos à pastoral paroquial, colaborando na catequese e na animação das pastorais em geral, visitas às aldeias para a celebração da Eucaristia e assistência sanitária, através de ajuda com medicamentos básicos de saúde. Estar numa cultura diferente da nossa exige de nós uma abertura muito grande para acolher o novo, é um desafio, mas também uma grande riqueza, pois nos ajuda a sair de nós e ir ao encontro do outro e numa realidade como a de Lucala, marcada pela situação extrema de pobreza, muitas vezes nos sentimos impotentes, diante de tantas necessidades. As pessoas confiam muito no trabalho dos missionários, pois tantas vezes é o único lugar que encontram apoio e resposta às suas necessidades”, conta a religiosa.

Angola é um país que viveu muito tempo a situação de guerra e está aos poucos se desenvolvendo e, por isso, a maioria da população ainda não tem as condições necessárias para uma boa qualidade de vida, especialmente nas condições mínimas de acesso à educação, saúde, água, energia, o que traz como consequência muitas doenças.
“Para responder a esta realidade, procuramos desenvolver um trabalho com a Pastoral da Criança, especialmente no combate à desnutrição e formação das mães para que possam cuidar melhor da família e buscar também uma renda alternativa para a família.

Temos também, uma irmã que se dedica no projeto de reforço escolar para meninas da escola primária, neste projeto além de apoiar na alfabetização, procuramos também que as crianças aprendam os valores humanos e cristãos, pois assim acreditamos que teremos uma sociedade melhor”, revela.

Irmã Rosenette fala das celebrações litúrgicas e do povo angolano que gosta de apresentar na música e na dança a alegria, tornando todas as celebrações muito animadas. Uma característica das celebrações, que chama atenção é o ofertório, os fiéis oferecem os frutos do trabalho, como mandioca, batata, animais (galinha, cabrito, coelho).

“Quando se pede ajuda para a Igreja, como por exemplo, devido à pandemia necessitamos de cadeiras para missa campal, todos que doaram as cadeiras, fazem a entrega no momento do ofertório dançando alegremente. Por tudo que vivemos na missão, podemos dizer que é muito mais o que recebemos do que o que damos”.

Desafios e Missão

“Precisei abandonar tudo, tive um grande amigo padre que me incentivou a ficar e amar o meu trabalho. Quando permiti que as pessoas me amassem, a missão ficou mais fácil. Fiquei 10 anos como pároco na Paróquia de São Mateus em Luanda, lá aprendi a amar a Missão, dei toda a minha juventude para o bem do povo de Deus”; padre Raimundo Anselmo Rodrigues Júnior.

Padre Raimundo Anselmo Rodrigues Júnior, missionário da Congregação Sagrada Família de Nazaré, está em Luanda deste o ano de 2008, trabalhou no Brasil em vários estados Paraná – Macapá e Fortaleza. Foi enviado à Luanda como formador, no ano de 2009, foi convidado para ser Pároco de uma grande Paróquia em extensão e população chamada São Mateus.

“Nunca tive como sonho ser missionário fora do Brasil, mas estava disposto a trabalhar onde o Superior achasse que fosse necessário. No ano de 2008 fui enviado à Luanda, a minha experiência foi mesmo um pouco difícil, a adaptação me custou muito. Falamos às pessoas em desapego, em deixar tudo para seguir Jesus. Não é nada fácil deixar seja lá o que for. As minhas primeiras dificuldades não estava em me relacionar com as pessoas, mas sim com a alimentação, que muitas vezes nós missionários acabamos impondo a nós e aos outros em nome da “pobreza”. Gosto muito de café, mas onde estava o café? A comodidade de energia, água à vontade, internet, essas coisas que acabamos achando que são necessárias à nossa vida porque temos posse sobre elas”.
Atualmente padre Raimundo está em Lucala a 250 Km de Luanda como missionário e destaca a maravilha da missão em terras africanas numa Paróquia com muitos desafios, mas com um povo fervoroso, acolhedor e uma comunidade paroquial muito dinâmica.

“É bom preservar a dignidade das pessoas, mas se alguém ao ler este texto ficará na responsabilidade de ajudar a Missão de Lucala de Nossa Senhora da Conceição. É uma paróquia dinâmica, tem muitos jovens e crianças. A missa das crianças deve chegar aproximadamente 1.000, é maravilhoso perceber que elas vêm para participar da missa. O Trabalho da minha Congregação é a Educação da Juventude Pobre no mundo do trabalho, aonde estamos trabalhamos com a juventude pobre em qualquer nível”, conclui o sacerdote.

Endereço

Rua Da Missão De Lucala (Bairro Villa)
Lucala

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