Assembleia de Deus Pentecostal Centro Exército dos Vencedores

Assembleia de Deus  Pentecostal  Centro Exército dos Vencedores CURAI OS INFERMOS, LIMPAI OS LEPROSOS, RESSUSCITAI OS MORTOS, EXPULSAI OS DEMÓNIOS: DE GRAÇA RECEBESTES, DE GRAÇA DAI. MATEUS 10:8 APOC.12:11

08/08/2021

= SOMOS A GERAÇÃO QUE ESTÁ MUDAR O MUNDO =

*CUMPRINDO A MISSÃO*

*O mau mensageiro se precipita no mal, mas o embaixador fiel é medicina. Prov. 13:17.*

Uma das lições importantes da vida é que a felicidade se conquista todos os dias no cumprimento do dever. A literatura da sabedoria, no mundo antigo, estava freqüentemente direcionada a orientar os embaixadores no cumprimento de seu dever. A fidelidade do mensageiro determinava o sucesso da missão. Dessa perspectiva, “o mau mensageiro” mencionado no verso de hoje não se refere ao mensageiro que levava notícias tristes, mas ao mensageiro negligente que não cumpria bem a sua missão.

Suponhamos que o exército tivesse perdido a batalha. O mensageiro tinha a missão de levar essa notícia ao rei. Por mais doloroso que pudesse ser, ele não podia omitir-se do seu dever.

Quando o filho rebelde de Davi, Absalão, morreu na batalha, houve um mensageiro que se apressou para dar a notícia ao rei. Mas diante da pergunta: “O que aconteceu com o meu filho?”, o mensageiro disse: “Não sei, meu senhor, somente sei que o nosso exército venceu” (ver II Sam. 18).

Esse mensageiro era um mau mensageiro. Omitiu-se, negligenciou seu dever, não cumpriu sua missão de maneira íntegra. O texto afirma que aquele que não cumpre com o seu dever “se precipita para o mal”. No original, dá a entender que é passível de castigo.

Pode haver maior castigo para a pessoa negligente do que o sentimento de não realização? Todo mundo prospera, menos você. Todos crescem, todos são bem-sucedidos, e você sente que está sempre no mesmo lugar, assistindo ao desfile dos vitoriosos.

O tema central do texto de hoje é a felicidade. Cumpra a sua missão e cumpra-a bem. Isso é parte de uma vida realizada e feliz.
maneira
Por que você não pára uns minutos para revisar, hoje, os três últimos trabalhos que você realizou? Você os fez de completa? Ou os deixou quase no fim porque tinha outras coisas mais importantes para fazer? O que é mai

26/07/2021

Sara é citada na Bíblia como um exemplo de mulher que reverenciava e obedecia a seu marido. No entanto, em pelo menos uma ocasião, quando Deus não agiu tão rapidamente quanto ela achava que deveria, ela caiu na armadilha de tentar resolver os problemas sozinha. Dez anos antes, Deus
havia prometido a seu marido, Abraão, que ele teria muitos descendentes e que eles se tornariam uma grande nação. Agora ela tinha setenta e seis anos e ainda não tinha filhos. Impaciente com a espera, ela decidiu que alguém tinha que fazer algo, então pressionou o marido a agir: Ela tinha uma ajudante egípcia chamada Hagar; assim ela disse a Abraão: "Já que o Senhor me impediu de ter filhos, possua a mi­nha serva; talvez eu possa formar família por meio dela". Abrão atendeu à proposta de Sara. (Genesis 16:12)

Sara recorreu a uma prática comum da época, pela qual uma mulher estéril podia ter um filho por meio de um de seus próprios servos. No início, o plano de Sara parecia funcionar esplendidamente - Hagar logo concebeu
um filho. Mas não demorou muito para que a situação azedasse; a relação entre a esposa sem filhos e o servo expectante tornou-se insuportável, levando Sara a voltar a Abraão e dizer: “Você é responsável pelo erro que
estou sofrendo” (Gênesis 16: 5).

Treze anos depois, quando Sara tinha noventa anos, Deus interveio sobrenaturalmente para dar a Abraão e sua esposa um filho. Isaac traria uma grande bênção ao casal de idosos e a todas as gerações futuras que ainda
estavam por nascer. Mas Ismael, o filho nascido da união de Abraão e Hagar, tornou-se uma fonte de conflito e tristeza para toda a vida. Quantas vezes Sara deve ter olhado para trás com arrependimento e disse a si mesma: “Por que não esperei no Senhor? Por que eu tive que assumir o controle da situação? ”

Podemos resolver o problema com as nossas próprias mãos e até conseguir resultados imediatos. Mas geralmente acabamos com um gosto amargo na boca, até mesmo nos ressentindo e culpando aqueles que sentimos que nos forçaram a agir. O que pode nos libertar do impulso de controlar os homens em nossas vidas? Devemos aprender a esperar no Senhor; em Seu tempo e em Seu caminho, Ele agirá em nome daqueles que esperam por Ele.

✓Nancy Leigh DeMoss

Livro: Mentiras que as mulheres acreditam e a verdade que as liberta - mentira de n°25
(Trecho adaptado)

26/07/2021

Confissões de uma mulher insubmissa

“Mulheres, sujeitem-se a seus maridos, como convém a quem está no Senhor.” (Colossenses 3.18)

Não é fácil confessar pecados, muito menos publicamente. Mas o medo de encarar os olhares de alguns não pode ser maior que a alegria de poder ajudar pessoas que estão lutando contra os mesmos pecados que você. É por isso que eu decidi escrever esse texto. Quero compartilhar com vocês as minhas lutas cotidianas, quero mostrar as minhas fragilidades que são tão semelhantes às suas. Quero que vocês me vejam como a pecadora que sou, e que reconheçam que se faço algo bom é tão somente pela imensa graça de Cristo, pelo poder dele que se aperfeiçoa em meio as minhas muitas fraquezas.

Perdi meu pai aos quatorze anos. Desde então, passei a viver apenas com minha mãe e minha irmã. Morando em uma casa sem a presença masculina, tive que aprender a me virar sozinha. Aprendi a trocar lâmpadas, a matar baratas, a desentupir fossa e muitas outras coisas. Orgulhava-me em dizer que era o homem da casa. Por me sentir muito esperta e independente, a ideia de ser submissa a um homem não fazia nenhum sentido para mim. Eu me achava perfeitamente capaz de fazer minhas escolhas e de conduzir minha vida. Não queria um marido para mandar em mim.

Mesmo sendo cristã, eu não dava a devida importância ao padrão de submissão proposto pelas Escrituras. Fui sutilmente influenciada pelo feminismo, o que me levou a encarar a submissão como uma conduta impropria para as mulheres livres, inteligentes e independentes da minha época. Embora eu achasse as mulheres da Bíblia exemplares e inspiradoras, eu não queria ser como elas – mais que isso, eu não precisava ser como elas. Para mim, a submissão era apenas uma possibilidade, mas não uma obrigação minha enquanto cristã.

Quando meu esposo e eu começamos a namorar, logo ele percebeu que eu tinha uma enorme dificuldade em me submeter e começou a confrontar esse pecado em meu coração. Durante os anos de namoro e principalmente agora através do casamento, minha visão acerca do que é submissão se modificou bastante. Hoje eu entendendo que Cristo me manda ser submissa e que isso é o melhor para mim. É nessas certezas que me firmo todos os dias. É no evangelho que busco forças para lutar contra a minha personalidade controladora e ser a esposa submissa que Deus espera que eu seja.

Com o tempo, fui percebendo que muitas mulheres cristãs também têm dificuldade de ser submissas. Não há um só grupo de conversas femininas do qual eu tenha participado sem que a submissão tenha sido alvo de discussão. Isso se deve principalmente ao fato de não compreendermos o verdadeiro significado da submissão proposta pela Bíblia.

Ao longo de minhas observações e conversas, percebi que tanto homens quanto mulheres têm uma visão equivocada do que a submissão realmente significa. Na maioria dos casos, a submissão tem sido associada a passividade feminina diante da autoridade masculina, como se a mulher fosse uma espécie de robô que obedece sem nenhuma objeção a tudo aquilo que o homem ordena.

Esquecemo-nos que a submissão feminina proposta pela Bíblia só pode ser praticada plenamente em conformidade com um padrão santificado de liderança masculina. A mulher deve ser submissa no Senhor, ou seja, ela deve se submeter de uma maneira que agrade e glorifique a Deus.

Mas não se enganem, queridas. O fato de termos que conviver com homens indignos de nossa submissão não nos dá o direito de desonra-los. Longe disso, devemos procurar ser instrumentos de edificação em suas vidas, e isso só será possível através de uma postura mansa e prudente.

“Semelhantemente, vós, mulheres, sede sujeitas aos vossos próprios maridos; para que também, se alguns não obedecem à palavra, pelo porte de suas mulheres sejam ganhos sem palavra.” (1Pedro 3.1)

Submeter-se é sempre difícil, mesmo quando temos como líderes homens justos e fieis a Deus. Penso que um dos efeitos do pecado na personalidade feminina é o desejo exacerbado pelo controle. Conheci pouquíssimas mulheres que não possuem uma personalidade controladora e oro incessantemente ao Senhor para me tornar uma dessas raras mulheres. Nós queremos o tempo todo que as coisas aconteçam exatamente como planejamos. Tentamos controlar cada detalhe de nossas vidas, diminuindo não só o papel masculino em nos liderar, mas principalmente pecando contra Deus ao desprezar sua soberania.

Nossa dificuldade de nos submetermos aos nossos maridos é apenas um aspecto de um problema bem maior, que é a nossa resistência pecaminosa em nos submetermos a Deus. Nós buscamos encontrar falhas na liderança masculina numa tentativa de desculpar a nossa insubmissão ao Evangelho, mas ser submissa não retira de nós a responsabilidade pelos nossos pecados. Mesmo quando somos mal lideradas pelos homens, não temos desculpas, pois nosso principal exemplo de liderança é Cristo, e ele foi incorruptível. É por meio dele e por amor a ele que nos submetemos.

“Sujeitem-se uns aos outros, por temor a Cristo. Mulheres, sujeitem-se a seus maridos, como ao Senhor.” (Efésios 5.21-22)

O processo de santificação é lento e, por vezes, muito doloroso, mas vale a pena passar por ele. Não há alegria maior do que olhar para quem éramos e ver o quanto o Senhor já fez em nós. Mesmo estando ainda longe de ser a mulher de provérbios 31, prossigo na luta, crendo que o Deus que começou boa obra em minha vida será fiel para completá-la.

Que possamos, a começar de mim, buscar força e auxílio em Cristo para vencer os impulsos de nossa natureza pecaminosa e exercer a submissão com prazer e alegria. Que nos submetamos completamente ao Espírito Santo, lançando sobre ele todas as nossas ansiedades e lhe entregando o total controle de nossas vidas, pois só assim nos tornaremos capazes de ser mulheres verdadeiramente submissas.

Um abraço de uma pecadora em constante luta contra e a insubmissão.
Isa.

Autora: Isa Cavalcante Martins

Texto publicado em blog Mulheres em Apuros em 28 de abril de 2016
Link de acesso: http://www.mulheresemapuros.com.br/2016/04/?m=1

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