Diocese de Viana - zona 5

Diocese de Viana - zona 5 Paróquia Santo Henrique de Ossó
Paróquia Santa Teresa de Jesus
Centro Pastoral Santa Mônica

MUXIMA 2026 | RETRATO FOTOGRÁFICO 3• DIA DA PEREGRINAÇÃO.Registos fotográficos que retratam a fé, a devoção e a alegria ...
05/09/2026

MUXIMA 2026 | RETRATO FOTOGRÁFICO 3• DIA DA PEREGRINAÇÃO.

Registos fotográficos que retratam a fé, a devoção e a alegria dos peregrinos no 3.º dia da Peregrinação Anual ao Santuário de Nossa Senhora da Conceição da Muxima.

Momentos de oração, encontro, fraternidade e profunda devoção à Mamã Muxima.

Mamã Muxima, Mãe bondosa e modelo de santidade, rogai por nós!

05/09/2026
Confira outros momentos que marcam a Peregrinação Anual ao Santuário de Nossa Senhora da Conceição da Muxima. Fé, devoçã...
04/09/2026

Confira outros momentos que marcam a Peregrinação Anual ao Santuário de Nossa Senhora da Conceição da Muxima.

Fé, devoção, oração e comunhão entre milhares de peregrinos reunidos aos pés da Mamã Muxima.

MILHARES DE PEREGRINOS REÚNEM-SE NO SANTUÁRIO DE NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO DA MUXIMA.O Santuário de Nossa Senhora da Co...
04/09/2026

MILHARES DE PEREGRINOS REÚNEM-SE NO SANTUÁRIO DE NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO DA MUXIMA.

O Santuário de Nossa Senhora da Conceição da Muxima acolhe, neste momento, milhares de peregrinos provenientes de várias regiões de Angola, que se reúnem para viver momentos de fé, oração e devoção à Mamã Muxima.

A grande afluência de fiéis transforma o Santuário num verdadeiro lugar de encontro, esperança e comunhão, onde cada peregrino chega com a sua intenção e confiança na intercessão de Nossa Senhora.

02/09/2026

Vens ou ficas?🙏🏽
A Mamã Muxima espera por ti! ❤️🙏

NOTA PASTORAL DOS BISPOS DA CEAST.
01/09/2026

NOTA PASTORAL DOS BISPOS DA CEAST.

HOMILIA DO ENCERRAMENTO DA IMAGEM PEREGRINA DA MAMÃ MUXIMA Durante a celebração de encerramento da peregrinação da Mamã ...
31/08/2026

HOMILIA DO ENCERRAMENTO DA IMAGEM PEREGRINA DA MAMÃ MUXIMA

Durante a celebração de encerramento da peregrinação da Mamã Muxima, o Padre Francisco Feliciano convidou a comunidade a refletir sobre aquilo que deve permanecer depois da partida da imagem peregrina.

O sacerdote começou por recordar que a imagem da Mamã Muxima chegou às comunidades, percorreu diferentes lugares, entrou nas casas e, sobretudo, entrou no coração de muitas pessoas. Contudo, lançou uma questão fundamental: o que levamos connosco depois da partida da Mamã Muxima?

Na sua reflexão, o Padre Francisco realçou que uma peregrinação não termina simplesmente quando a imagem chega a uma paróquia ou quando parte para outra comunidade.

Segundo o sacerdote, a peregrinação termina verdadeiramente quando Maria nos aproxima mais de Jesus e nos ajuda a viver com Ele.

Ao recordar a história da salvação, destacou a presença de Maria nos momentos decisivos: na Anunciação, quando Deus entra na história humana; em Belém, no nascimento de Jesus; em Caná da Galileia, quando Maria percebe a necessidade dos outros e diz: “Fazei tudo o que Ele vos disser”; e junto à cruz, permanecendo fiel ao seu Filho no momento do sofrimento.

O Padre Francisco destacou ainda que a Igreja não apresenta Maria como alguém que substitui Jesus. Pelo contrário, Maria aponta sempre para o seu Filho.

Ela não diz aos seus filhos para permanecerem nela e esquecerem Jesus. A sua mensagem é sempre a mesma: “Fazei tudo o que Ele vos disser.”

Por isso, o sacerdote sublinhou que quanto mais amamos Maria, mais devemos amar Jesus e, consequentemente, compreender o nosso compromisso de amor para com os outros.

Maria, Mãe próxima do seu povo

Ao falar da expressão “Mamã Muxima”, o Padre Francisco explicou que não se trata apenas de uma forma carinhosa de chamar Nossa Senhora.

Para o sacerdote, chamar Maria de Mamã Muxima é reconhecer nela uma mãe próxima, que acolhe, intercede, acompanha e conduz os seus filhos até Cristo.

A peregrinação, afirmou, foi um sinal de que Maria vem ao encontro do seu povo. Ela visita as comunidades, entra nas casas e aproxima-se particularmente daqueles que, apesar das dificuldades materiais, possuem uma grande riqueza: a fé.

O sacerdote recordou que é precisamente nesse coração simples e cheio de fé do povo que a presença da Mamã Muxima encontra um espaço especial.

Uma fé que não foge da cruz

Na segunda parte da reflexão, o Padre Francisco relacionou a peregrinação com a Palavra de Deus, recordando que Jesus nunca prometeu aos seus discípulos uma vida sem cruz.

Ao mencionar o episódio em que Pedro rejeita a ideia de um Messias que deveria sofrer, explicou que Pedro queria um Jesus glorioso e vencedor, mas sem sofrimento.

Segundo o sacerdote, muitas vezes também os cristãos caem na mesma tentação: querem Jesus sem cruz, bênção sem oração, vitória sem sacrifício e resultados sem esforço.

O Padre Francisco chamou ainda a atenção para a importância do trabalho e da responsabilidade. Sublinhou que a fé não dispensa o ser humano das suas responsabilidades e que a oração não deve ser usada como substituta do esforço pessoal.

É preciso rezar, mas também é preciso trabalhar. É preciso confiar em Deus, mas também fazer a nossa parte.

A oração não deve ser um telefone de emergência

O sacerdote contou ainda uma história para explicar a importância de uma vida de oração constante.

Recordou o diálogo entre um padre e uma senhora, a quem perguntou por que razão Nossa Senhora nunca faltava na sua vida. A mulher respondeu que era porque Nossa Senhora nunca faltava na sua vida.

Quando o padre perguntou quando ela rezava, respondeu que rezava quando tinha problemas.

O sacerdote, então, brincou dizendo que, nesse caso, deveria rezar também para não arranjar problemas.

A história, explicou o Padre Francisco, contém uma grande verdade: a oração não pode ser apenas o nosso telefone de emergência.

De acordo com a sua reflexão, não devemos procurar Deus somente nos momentos de sofrimento ou dificuldade. A oração deve fazer parte da vida diária.

Devemos procurar Deus quando estamos aflitos, mas também quando estamos felizes. Devemos agradecer, adorar e louvar, reconhecendo tudo aquilo que Deus realiza na nossa vida.

“Ama e faz o que quiseres”

Na sua reflexão, o Padre Francisco citou Santo Agostinho, recordando uma das suas frases mais conhecidas:

“Ama e faz o que quiseres.”

O sacerdote explicou que esta frase não significa que podemos fazer tudo aquilo que desejamos. Significa que, quando o coração está verdadeiramente enraizado no amor de Deus, as nossas escolhas começam a produzir frutos de bem.

Foi neste contexto que destacou o “sim” de Maria a Deus.

Maria confiou, serviu e permaneceu fiel mesmo diante das dificuldades. Junto à cruz, mostrou também que nem todas as situações da vida precisam de receber imediatamente uma explicação.

Há momentos, explicou o sacerdote, em que é necessário simplesmente colocar-se nas mãos de Deus e confiar.

Não sejamos apenas devotos, sejamos discípulos

O Padre Francisco recordou ainda a importância da tradição da Igreja, que apresenta Maria como Mãe de Deus e intercessora do povo cristão.

A partir daí, deixou um apelo concreto:

“Não sejamos apenas devotos de Maria; sejamos discípulos de Jesus com Maria.”

Para o sacerdote, este deve ser um dos principais frutos da peregrinação.
Ao responder à pergunta inicial da homilia, o Padre Francisco apresentou alguns dos frutos que os fiéis devem levar consigo.

O primeiro é a oração.

Apelou para que as famílias não deixem de rezar e para que a experiência vivida durante a peregrinação continue dentro das casas.

O segundo é a reconciliação.

O sacerdote convidou aqueles que têm dificuldades de relacionamento com alguém a darem o primeiro passo e procurarem a reconciliação.

Recordou que não se deve deixar para amanhã o bem que pode ser feito hoje, porque amanhã pode ser tarde demais.

Nesta perspectiva, alertou para o perigo de alguém participar numa celebração dedicada à Mamã Muxima e, ao regressar a casa, continuar a viver em conflito, ódio ou indiferença.

A fé não pode ficar dentro da igreja.

Ela precisa entrar nas famílias, nas relações, no trabalho e na comunidade.

A peregrinação termina, mas a fé continua

Na parte final da sua reflexão, o Padre Francisco recordou que a peregrinação pode terminar, os cânticos podem cessar, os peregrinos podem regressar às suas casas e a imagem pode partir.

Mas existe algo que não pode terminar:

a fé.

Na conclusão, o Padre Francisco recordou que seguir Jesus implica uma escolha, mas também uma renúncia.

Escolher Cristo significa renunciar a tudo aquilo que nos afasta d’Ele: o pecado, o egoísmo, o ódio, a divisão e tudo aquilo que impede a nossa caminhada cristã.

Inspirado na Palavra de Deus, recordou ainda que quem perde a sua vida por Cristo encontra a verdadeira vida.

Por fim, o sacerdote pediu a bênção de Deus sobre o Município de Camama, as paróquias, os sacerdotes, as famílias e todos aqueles que servem esta comunidade que cresce de dia para dia.

Na sua mensagem final, deixou o desejo de que a Mamã Muxima não seja apenas uma imagem que passou pelas comunidades, mas que a sua presença se transforme numa verdadeira bênção no coração de Camama, nas famílias e na vida de cada fiel.

A peregrinação chega ao fim, mas permanece o desafio de continuar a caminhar com Maria e, através dela, chegar sempre mais perto de Jesus Cristo.🥰🙏

ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL DO CAMAMA PRESENTE NA CELEBRAÇÃO EM HONRA À MAMÃ MUXIMA.A Administração Municipal do Camama este...
31/08/2026

ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL DO CAMAMA PRESENTE NA CELEBRAÇÃO EM HONRA À MAMÃ MUXIMA.

A Administração Municipal do Camama esteve presente, neste domingo, 30 de agosto, na Paróquia Santa Teresa de Jesus, no Bairro Casas Azuis, para participar na Missa de Encerramento e Acção de Graças pelos três dias de peregrinação da Imagem de Nossa Senhora da Conceição da Muxima.
A representação da Administração Municipal foi liderada pela nossa Administradora, Dra. Claudinete de Almeida, acompanhada pelo seu staff.

A celebração foi marcada por momentos de fé, devoção, comunhão e esperança, reunindo a comunidade cristã e os munícipes num ambiente de profunda espiritualidade e fraternidade.

A passagem da Mamã Muxima pelo Município do Camama foi uma verdadeira bênção, proporcionando momentos de alegria, oração e união entre as famílias e toda a comunidade.
Que esta experiência de fé continue a fortalecer os valores da paz, fraternidade, esperança e compromisso no seio da nossa comunidade.

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