31/12/2025
Amados irmãos e irmãs na fé, submissos ao Eterno Yahua Elohiym e a Seu Filho amado, nosso Rei Yahusha Cristo, o Messias.
Prezados familiares, amigos, colegas e contemporâneos,
Dirijo-me a todos com espírito humilde de servo, respeito mútuo e responsabilidade intelectual, movido pelo amor à verdade e pelo zelo à fé. Esta mensagem nasce do desejo de esclarecer, e não de confrontar; de dialogar, e não de impor.
Antes de tudo, diante das numerosas mensagens de felicitações referentes ao Natal e ao Ano Novo que tenho recebido — e que, infelizmente, não posso responder individualmente — reconheço o valor humano desses momentos: a reunião das famílias, o descanso necessário, a convivência fraterna e a renovação da esperança. Tais aspectos são legítimos e dignos de apreço. Contudo, após anos de estudo sistemático, investigação histórica e análise das Escrituras canônicas, de textos apócrifos e da história religiosa e secular, cheguei — pela graça — a conclusões que me conduzem a adotar uma postura distinta em relação a essas datas.
Faço questão de afirmar, com humildade e sem qualquer pretensão de julgamento ou condenação, que esta é uma convicção pessoal, fruto de pesquisa contínua e reflexão consciente. À luz desses estudos, compreendo que o dia 25 de dezembro não encontra respaldo bíblico como data do nascimento do Messias, tampouco se origina da fé genuína no Criador do universo e em Seu Filho amado. Da mesma forma, reconheço que o calendário gregoriano atualmente utilizado passou por transformações históricas propositadas, muitas delas influenciadas por contextos políticos, imperiais e religiosos.
A partir da observação das Escrituras e do estudo do calendário hebraico, entendo que o início do ano não ocorre em janeiro, mas aproximadamente a partir de meados de março, conforme os ciclos naturais estabelecidos pelo Criador. Por essa razão, de maneira consciente, respeitosa e coerente com minha fé, opto por não participar dessas comemorações específicas, por compreender que elas não refletem aquilo que considero ser a ordem original e a verdade espiritual revelada.
Reafirmo, com serenidade espiritual, que não se trata de rejeitar pessoas, tradições familiares ou momentos de alegria, mas de alinhar minha prática espiritual às convicções que, diante do Eterno, fui conduzido a assumir. Minha esperança, submissão, adoração e honra pertencem exclusivamente ao Eterno Yahua Elohiym, Criador do universo, por meio de meu Salvador, o Cordeiro imaculado, o Rei Yahusha Cristo, o Messias.
Shalom, Myshpaka Vitorino Qiu